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História Di mi nombre - Capítulo 18


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Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 18 - Capitulo 18


Fanfic / Fanfiction Di mi nombre - Capítulo 18 - Capitulo 18

POV. Sérgio Ramos:

Graças a Deus Marco calou a porra da boca e eu consegui me concentrar na pista enquanto dirigia para a casa da sua cunhada. Por sorte, assim que entrei na rua em que Marina residia, já consegui avistar ela e Igor na porta de casa esperando.

-Olha, Igor e Marina ali. – aviso a Joana.

Ela estava abatida. Como o Marco conseguia fazer isso? Ele precisava de poucos minutos para destruir ela.

-Graças a Deus. – ela suspira.

Assim que encosto o carro, abaixo o vidro, Igor encosta para falar comigo.

-Me desculpa por isso. – ele fala claramente envergonhado e preocupado.

-Relaxa, você não tem que se desculpar por nada.

Igor não tinha culpa das merdas do irmão.

-Acorda, Marco, nós já chegamos. – vejo Joana sacudir ele.

Marina abre a porta do carro.

-Vamos, Marco. – ela chama o cunhado.

Ele resmunga algo que ninguém entende.

Joana desce do carro e com a ajuda de Igor consegue tirar Marco do meu carro.

-Vem, Jô. – Marco chama.

Joana fecha a porta do meu carro, enquanto eu observava tudo de dentro. Eu esperava que ela não caísse nesse joguinho do Marco.

-Cala a boca, Marco. – Marina fala impaciente.

-Eu não quero ficar sozinho... – ele choraminga.

Ele estava fazendo chantagem emocional. Era um verdadeiro filho da puta.

-Marco, para de show. Sério. Eu tô te pedindo. – Joana fala claramente cansada.

-Fica aqui comigo...

Estava claro que Joana estava entre a cruz e a espada. Mesmo sem conseguir ver sua expressão, eu sabia que ela estava divida entre ficar cuidando desse babaca ou ir para casa comigo e essa indecisão me colocava em uma posição que eu não gostava de estar que era a de inseguro.

-Joana, pode ir. Você já fez bem mais do que esse idiota merecia. – Igor intervém.

-Boa noite, gente. – Joana se despede e entra no carro.

Ela não escolheu vir comigo, Igor foi quem fez isso para ela.

Dou a partida e dirijo para minha casa num completo silencio.

Quando chegamos em minha casa, eu apenas sigo direto para o quarto. Minha cabeça estava fervendo e eu não queria dizer coisas no calor do momento.

Arranco minha roupa e vou para debaixo do chuveiro.

Eu nunca imaginei que era assim que funcionava a relação dela com Marco, porque se eu soubesse jamais teria me metido nessa confusão. Ser segunda opção do Asensio ou de qualquer outro cara nunca esteve em meus planos.

Depois de alguns minutos ali, tentando esfriar a cabeça, desligo o chuveiro, enrolo a toalha na cintura e saio do banheiro. Joana estava me esperando logo na porta, mas eu apenas ignoro.

-Sérgio... – a interrompo automaticamente.

-Por favor, não vamos falar sobre isso agora. – peço.

Eu não queria brigar com ela, muito menos dizer qualquer coisa que pudesse magoa-la.

Ela segura meu braço.

-Não duvida do que eu sinto por você... por favor. – era quase uma suplica.

Suspiro.

-É difícil.

Estava difícil ser compreensivo.

-Eu sou leal. Eu posso estar brava com a pessoa, mas não consigo me omitir.

-Acredito que você deveria rever o seu conceito de lealdade, porque do que adianta ser leal a uma pessoa que não é leal a você?

Ela me abraça e aquilo ferrava com tudo.

-A ultima coisa que eu queria era que a nossa noite fosse destruída.

Ela me encara com aquela carinha de indefesa, inocente, e eu esquecia tudo. Eu estava muito fodido.

-Coloca na conta do seu amigo. – resmungo.

Eu queria matar Marco, eu juro.

-Vamos esquecer ele... – ela pede.

Eu sentia a unha dela arranhar minha pele e aquilo estava fazendo com que eu perdesse a concentração.

-Eu passei a noite inteira esperando pelo momento em que chegaríamos em casa. – sinto seus beijos vagarosos em meu peitoral.

Eu estava começando a esquecer dos episódios de mais cedo.

-A única coisa que eu queria era ficar sozinha com você... sentir seu toque... te beijar. – a língua quente dela lambe meu abdômen.

Meu pau lateja por baixo da toalha.

-Nena...

Ela se agacha na minha frente e tira a toalha da minha cintura.

-Parece que você quer tanto quanto eu... –

Eu queria. Queria muito.

-Me chupa. – peço.

Quando eu sinto a boca quente dela engolir meu pau... o paraíso em terra.

-Isso nena... – seguro os cabelos dela firme para ditar o ritmo que eu queria.

Eu precisava disso para esquecer de tudo.

-Ah... – gemo.

Ela estava de joelhos, com a bunda empinada, os cabelos presos em minha mão. Era tudo o que eu precisava naquele instante.

-Nena... eu preciso te foder agora. – digo ofegante.

Puxo o cabelo dela para trás e ela entende.

-Você ficou uma delicia nesse vestido. – digo vendo ela se levantar.

-Escolhi especialmente pensando em você. – ela tira a calcinha.

O salto dela era alto o suficiente para o que eu queria.

Empurro ela contra a parede e a beijo com tanto tesão.

-Eu vou te foder contra essa parede. – aviso.

-O que estamos esperando?

Pego sua perna e ergo, com a outra mão coloco meu pau na entrada daquela molhada boceta.

-Sempre molhada... – digo contra sua boca.

-Capi...

Ela me enlouquecia quando me chamava assim.

Entro de uma vez e ela geme alto contra minha boca.

A cada vez que eu saia de dentro dela, eu queria voltar e ir mais fundo.

-Isso, capi...

Deslizo a mão pelo seu clitóris e ela geme cada vez mais alto.

-Eu vou gozar... – ela avisa.

Eu também ia... sua boceta que já era apertada estava contraindo meu pau cada vez mais.

Aumento o ritmo e quando sinto a contração eu não consigo segurar.

-Nena... – a beijo e sinto meu corpo finalmente relaxar.

Joana passa seus dois braços pelo meu pescoço.

-Te quero... muito. – ela fala ofegante.

-Eu também. – selo nossos lábios.

Saio de dentro dela e solto sua perna.

-Está tudo bem? – pergunto.

-Olha minha cara. – ela ri.

Os lábios inchados, as bochechas rosadas e o cabelo bagunçado me fazem ri.

-Fiz um bom trabalho. – pisco para ela.

-Sempre faz. – ela morde o lábio inferior.

Sorrio com o elogio.

-Que tal um banho de banheira?

-Ótima ideia.

A conversa sobre Marco e tudo o que envolvia ele ficaria para amanhã.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Eita eita eita... Capi não gostou muito n...
Parece que a relação de amizade não parece tão saudável...
Eita que nem Marco conseguiu apagar o fogo deles...
Bjss!!


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