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História Dia dos Namorados em Konoha - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Shikamaru e Temari


Fanfic / Fanfiction Dia dos Namorados em Konoha - Capítulo 2 - Shikamaru e Temari


Shikamaru havia liberado Naruto já fazia quase uma hora e ainda não tinha terminado seus próprios serviços. Por mais que estivesse dedicando sua concentração naqueles papéis burocráticos insuportáveis, ainda assim, fazia tudo com pressa, afim de encontrar-se com Temari logo.

Shikamaru bufava e esfregava as mãos no rosto constantemente para permanecer acordado e não morrer de tédio naquele escritório, mediante àquelas tarefas chatas. No entanto, Shikamaru teve realmente que se segurar para não proferir todos os palavrões de seu vocabulário no momento em que ouviu a porta batendo.

- Quem diabos vem no escritório do Hokage em um feriado? - era o que Shikamaru pensou.

Revirou os olhos e tentou esconder ao máximo sua feição irritada, no momento em que elevou o tom de voz, autorizando a entrada de quem quer que fosse ali.

- Entre...

Toda a irritação de Shikamaru se esvaiu de seu peito no momento em que viu de quem se tratava. Era Temari! Shikamaru quis sorrir e ir abraçá-la, desejar um "feliz dia dos namorados", mas se conteve. Afinal, ele ainda estava em seu local de trabalho.

- Temari... - ele sorriu minimamente. - Que surpresa, o que faz por aqui?

- É rápido, só vim lhe pedir algo...

Será que ela pediria por um presente especial? Será que ela faria um convite para um local legal para que eles passassem um tempinho juntos?

Temari se aproximou da mesa de Shikamaru, colocou as mãos na mesa e começou a se inclinar na direção dele. Ele ficou atônito, pensando que ela iria beijá-lo, mas suas expectativas foram quebradas no momento em que ela parou de se aproximar.

- Quero que vá até o campo de treinamento e fiscalize o treinamento do Shikadai...

Shikamaru achou tão absurdo que, por um momento, pensou ter ouvido errado. Mas após piscar os olhos diversas vezes e ver que Temari o encarava fixamente, teve certeza de que ele ouviu certo e ela estava realmente falando sério.

- Como é que é?

- É porque eu combinei com Moegi de fiscalizar o treinamento do Shikadai. - ela começou a justificar e sua justificativa o deixou ainda mais intrigado. - Mas eu tenho outra coisa para fazer e não poderei ir.

Como assim ela planejou passar o dia dos namorados fiscalizando o treinamento de Shikadai? Como assim outros planos? O que ela faria?

- Pode fazer isso? - a pergunta de Temari tirou Shikamaru de seus devaneios e ele constatou, após encará-la, que ela estava realmente falando sério.

Apesar de estar magoado por Temari simplismente não se importar com um dia especial como este - dias como este eram uma raridade -, ainda assim, ele era pai de Shikadai e, de qualquer forma, ele não faria nada naquela tarde.

- Posso. - ele respondeu, abaixando o olhar.

- Obrigada... 

Sem dizer mais nada, Temari se virou de costas para Shikamaru e começou a ir embora. Assim que fechou a porta e deixou Shikamaru sozinho naquele escritório, sua vontade de xingar todos os palavrões de seu vocabulário voltou à tona.

- Que saco!




...




- Bom... - Chouchou bateu uma palma, chamando atenção de seus colegas. - Terminamos por hoje, né? 

Sem esperar qualquer resposta, ela começou a caminhar na direção de sua bolsa, pegou-a do chão e colocou sobre os ombros.

- Sério isso, gorducha? - Inojin estendeu os braços ao lado de seu corpo, em sinal de indignação. - Nós nem começamos direito...

Prevendo que isso resultaria em mais uma das milhares de intrigas entre Chouchou e Inojin, Shikadai caminhou até à árvore mais próxima, sentou-se no chão e apoiou suas costas ali, entrelaçando os dedos das duas mãos atrás da cabeça.

- Uma dama como eu precisa comemorar o dia dos namorados... - ela colocou as duas mãos na cintura.

- Você não namora, Chouchou... - Shikadai riu de seu próprio comentário e fechou os olhos em seguida.

- Exatamente! - Inojin concordou. - Quem aguentaria você? - ele apontou para ela.

- Você não é nada cavalheiro, Inojin... - Chouchou balançou a cabeça negativamente, ainda com as mãos na cintura. - Eu vou presenciar os casais apaixonados! - ela juntou as duas mãos em uma de suas bochechas.

Inojin arqueou uma de suas sobrancelhas, sem entender do porquê ela gostar tanto de ser romântica. Enquanto Shikadai estava com os olhos fechados, sentindo a brisa em seu rosto.

Ele apenas abriu os olhos no momento em que sentiu uma nova presença no local. Abriu um de seus olhos com dificuldade por conta da claridade e se deparou com ele.

- Pai? - ele desencostou-se da árvore. - O que está fazendo aqui?

- Onde está Moegi? - Shikamaru ignorou a pergunta de Shikadai e começou a olhar aos arredores, com um olhar confuso.

- Ela está comemorando o dia dos namorados... - Shikadaim se levantou e ficou de frente para Shikamaru. - Por que?

Foi neste momento que Shikamaru ficou ainda mais magoado. Até onde ele sabia, Moegi era solteira e estava comemorando o dia dos namorados; enquanto ele, que era casado, não estava comemorando com sua esposa por algum motivo que nem ele mesmo sabia.

- Bom... - Inojin pegou suas coisas. - Já que Chouchou não está aqui, eu vou indo também.

- Hãn? - Shikamaru virou-se confuso para Inojin e Shikadai encarou seu pai com estranheza. - O treinamento já acabou?

- Acabou mais cedo hoje, mas sim... - Inojin girou os olhos para o lado, sem entender do porquê daquele interrogatório.

Shikadai percebeu que seu pai ficou bolado com a informação e era verdade. Shikamaru se sentiu magoado. Temari conhece os horários de Shikadai e ela nunca erraria algo assim, se ela o enviou para fiscalizar o treinamento - mesmo sem Moegi ali -, era porque Temari estava mentindo, com certeza. Provavelmente, ela estava o evitando. Mas logo no dia dos namorados?

- PAI!

A voz de Shikadai tirou Shikamaru de seus devaneios e ele o encarou assustado.

- O que foi?

- Eu te chamei cinco vezes e você não me ouviu...

Shikadai percebeu que sei pai estava estranho. O encarou de cima a baixo com as sobrancelhas franzidas e colocou as mãos na cintura, analisando.

- Está tudo bem velho?

Shikamaru engoliu em seco mediante à pergunta de seu filho. Não queria envolver Shikadai nisso, mas o próprio já havia percebido que havia algo de errado. Shikamaru se ajoelhou na frente de Shikadai, colocou suas duas mãos nos ombros de seu filho e o encarou nos olhos.

- Filho... - Shikadai ficou tenso perante à tensão de seu pai. - Você acha que sua mãe está me evitando?

A pergunta de Shikamaru pegou Shikadai de surpresa. Ele realmente não esperava que o que estava afligindo seu pai fosse algum problema com sua mãe, principalmente em um dia como aquele.

- Por que ela estaria te evitando? - Shikadai perguntou.

- Eu não sei! - Shikamaru deu de ombros e desvincilhou suas mãos do ombro de Shikadai, se afastando dele e passando as mãos em seu rosto. - Sua mãe é problemática, eu não a entendo...

Shikadai revirou os olhos. Realmente, não estava com paciência para drama de casal vindo de seus próprios pais.

Diante do silêncio de Shikadai, Shikamaru começou a pensar em Temari. Passou em sua cabeça absolutamente todos os bons momentos que eles tiveram juntos: primeiro beijo, primeiro encontro, pedido de casamento, apresentações para a família, cerimônia de casamento, a gravidez de Temari.

- Eu não vou perdê-la tão fácil... - Shikamaru murmurou, com um de seus dedos no queixo.

Shikadai ouviu seu pai murmurando e constatou que, realmente, seu pai poderia ganhar o prêmio de homem mais dramático do mundo.

- Depois minha mãe que é a problemática, né... - Shikadai murmurou e revirou os olhos.

- SHIKADAI! - Shikadaim se aproximou de seu filho rapidamente e colocou suas mãos nos ombros de seu filho novamente. - Me escuta! - Shikamaru olhava fixamente nos olhos de Shikadai e isso estava assustando o garoto.

- To... escutando... - ele disse.

- Eu vou mostrar para a sua mãe que eu sou o melhor marido do mundo!

Desta vez, Shikadai teve que usar todas as suas forças para se segurar e não revirar os olhos. Não tinha paciência alguma para aquele melodrama de seu pai.

- Pai, eu...

- Sem mas! - Shikamaru o interrompeu. - Você vai me ajudar!

Shikamaru se afastou de Shikadai e socou a palma de sua própria mão com o punho da outra, com um sorriso de canto. Diversas ideias começaram a surgir em sua cabeça.



...



Shikamaru e Shikadai caminhavam pelas ruas de Konoha. Quem os visse, pensaria que Shikamaru era um pai desnaturado. Enquanto o mais velho estava pensativo, murmurando as milhares e milhares de ideias que tivera ao longo do dia, Shikadai estava no maior tédio de toda sua vida, bocejando como nunca antes.

- Pai, você...

- Eu estou pensando em um jeito perfeito de agradar sua mãe, filho... - Shikamaru o interrompeu, seu encará-lo.

- Mas eu...

- Eu não vou perdê-la tão facilmente... - Shikamaru socou a palma de sua outra mão. - Vou fazer deste o melhor dia dos namorados para ela!

Shikadai simplismente desistiu de tentar argumentar com o seu pai. O irônico é que o mesmo havia pedido ajuda, mas não o escutava de forma alguma.

Enquanto andava com seu pai, Shikadai olhava os arredores, avistou uma figura bem familiar por perto e se impressionou. Sumire Kakei, a representante de turma. Ele estranhou a presença dela em Konoha, pois pelo que ele se lembrava, ela partiu para participar do campo da tecnologia com Katasuke.

- Bom dia, Represente... - Shikadai sorriu, quando chegou perto dela.

Neste momento, Shikamaru também parou ao perceber que seu filho se encontrou com uma amiga da academia. Aproveitou o tempo de conversa que seu filho estava tendo com a garota e pensou em silêncio, sem murmurar desta vez.

- Bom dia, Shikadai-kun... - ela sorriu e virou-se para Shikamaru. - Bom dia, Shikamaru-sama...

Shikamaru não respondeu. Estava tão avoado em seus pensamentos e na tentativa de construir uma ideia, que sequer ouviu o cumprimento a garota. Sumire começou a sorrir de nervoso e virou-se para Shikadai.

- O que deu nele? - ela perguntou, tentando não demonstrar seu desconforto por não ter sido respondida.

- Meu velho está meio avoado da cabeça, hoje... - Shikadai respondeu em meio à risos. - E você, Representante? - ela o encarou. - O que faz aqui?

- Ah, sim... - ela juntou as mãos em frente ao corpo. - Katasuke-sensei veio visitar uma moça para o dia dos namorados e eu tive que acompanhá-lo, então resolvi passear por Konoha...

Em meio à estas conversas de Shikadai e Sumire, Shikamaru começou a murmurar novamente suas ideias malucas para agradar Temari no momento em que eles se reencontrarem. Até que ele teve uma ideia brilhante!

- Sumire! - Shikadaim se aproximou da garota com um olhar atônito e ela o encarou confusa. - Preciso da sua ajuda...

Shikadai não pode deixar de revirar os olhos.

- T-tá... - ela sorriu de nervoso 

- O que uma garota espera de um cara? - Shikamaru perguntou, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Shikadai escondeu o rosto com uma de suas mãos, pois já estava sentindo vergonha alheia de seu pai.

- C-Como assim, Shikamaru-sama? - ela perguntou, estranhando a pergunta de Shikamaru.

Neste momento, Shikamaru reaspirou fundo. Ele colocou um sorriso no rosto e encarou o céu. Sumire e Shikadai se entre olharam, vendo que Shikamaru estava totalmente avoado e voltaram a olhar para Shikamaru.

- Eu quero ser um bom marido para Temari... - ele sorriu. - Aquela problemática merece todo o amor do mundo...

Shikadai ia falar algo, mas neste momento, Sumire tapou a boca do colega ao lado e começou a prestar atenção no que Shikamaru dizia, enquanto Shikadai fazia o mesmo.

- Quando eu olho para ela, eu vejo uma razão para sorrir. - Shikamaru sorriu bobo, encarando o céu e colocando as mãos nos bolsos. - Sinto meu coração batendo mais forte toda vez que ela sorri para mim... Ela é tão... 

Shikamaru suspirou e permaneceu olhando para o céu, sorrindo bobo. Sumire sorriu com as palavras de Shikamaru e juntou as mãos em frente ao corpo. Enquanto Shikadai sorria de canto e arqueava uma de suas sobrancelhas, achando fofo o jeito que seu pai falava de sua mãe.

- Temari é tão... - ele suspirou novamente. - Perfeita...


- Ah, é mesmo?


Esta voz...


Quando ouviu esta voz, arregalou os olhos e girou sobre os calcanhares, virando seu corpo para trás.

- T-temari?

Ela estava sorrindo de canto e uma de suas sobrancelhas estavam arqueadas, enquanto uma de suas mãos estavam na cintura. Sumire segurava a risada; enquanto Shikadai revirava os olhos, ao mesmo tempo que sorria.

- O-o q-que está fazen...

- Cala a boca! - Temari o interrompeu, puxando-o pela gola da blusa e trazendo-o para si, selando seus lábios nos dele sem qualquer vergonha.

O sorriso de Shikadai se desfez e se transformou em uma expressão de nojo, virando o rosto para o lado para evitar de assistir a cena de seus pais se beijando. Enquanto Sumire franzia as sobrancelhas e sorria torto por estar presenciando este momento.

Tanto Shikamaru quanto Temari ficaram com vontade de aprofundar o beijo, mas não fariam isso, até porque estavam no meio da rua e de frente para duas crianças.

Assim como foi ela quem se aproximou, foi ela também que se afastou do beijo, sorrindo, encarando o rosto de seu marido que ainda parecia processar a informação de que foi puxado para um beijo, repentinamente.

- Eu sou perfeita, então? - Temari repetiu o que Shikamaru disse, com um tom de voz insinuante e com um sorriso de canto.

- Você é problemática! - Shikamaru afirmou com convicção e cruzou os braços em frente ao peito.

- Hãn?

- Por que não quis passar o dia dos namorados comigo? - ele perguntou, virando-se para ela sem descruzar os braços.

- Do que está falando? - Temari franziu as sobrancelhas.

- Você me mandou fiscalizar o treinamento do Shikadai, pensei que...

Shikamaru interrompe a si mesmo, no momento em que ouviu uma gargalhada alta vindo de Temari.

- Do que está rindo?

- Você é muito burro, Shikamaru! - ela passou o dedo no canto do olho, limpando uma lágrima que saiu com a gargalhada.

- O que? - ele perguntou, franzindo as sobrancelhas.

- Pai... - Shikadai o chamou, pigarreando em seguida. Shikamaru virou seu corpo para encarar seu filho com as sobrancelhas franzidas. - Você se lembra que o Inojin disse que o treinamento havia acabado mais cedo?

Shikamaru girou os olhos e olhou para cima, pensativo.

- Lembro.

- Então... - Shikamaru continuou. - O treinamento ia acabar mais cedo de qualquer forma hoje...

Então Temari não estava mentindo sobre os horários de Shikadai? As coisas estavam começando a fazer sentido.

- Tá... - ele deu de ombros. - Mas o que tem a ver?

- A mamãe me pediu para te enrolasse um pouco e mandasse você para casa depois... - Shikadai sorriu e cruzou os braços.

- Eu preparei uma surpresa lá em casa, Shikamaru... - Temari disse, fazendo com que seu marido a encarasse com estranheza.

- M-mas por que você não me disse nada, filho? - Shikamaru tornou a encarar Shikadai.

- Eu tentei... - Shikadai gesticulou com os braços. - Mas todas as vezes que eu tentei falar, você me interrompeu.

Shikamaru lembrou-se que, e fato, Shikadai tentava se pronunciar sobre algo e Shikamaru sempre o interronpia.

- Então não estava me evitando? - Shikamaru não encarou Temari nos olhos, mas a pergunta foi direcionada à ela.

- Claro que não! - Temari riu, aproximando-se e ajeitando a gola da blusa dele. - Só levou tempo até que eu preparasse as coisas lá em casa. - ela sorriu, colocando uma de suas mãos no rosto de Shikamaru.

Ele sorriu, tanto com os toques quanto com as palavras, colocando uma de suas mãos sobre a dela.

- Eu passei o dia todo tentando pensar em algum presente perfeito... - Shikamaru abaixou o olhar. - Mas não consegui pensar em nada.

Temari sorriu e colocou sua outra mão no rosto de Shikamaru, fazendo com que suas testas fossem coladas uma na outra.

- Só de você estar comigo, já é um presente especial...

Temari era a única pessoa do mundo que conseguia fazer com que Shikamaru ficasse sem graça com palavras e gestos. Ela conseguia e era boa nisso! Shikamaru abaixou o olhar, corou e sorriu como um bobo.

- Problemático preguiçoso... - ela beijou a testa dele. - Vamos para casa?

- Vamos... - ele respondeu, com um sorriso no rosto.

Ele pegou na mão de Temari e virou-se para as crianças.

- Você vem, Shikadai? - Shikamaru perguntou.

- Você está louco? - Shikadai arregalou os olhos. - É óbvio que não!

O desespero evidente de Shikadai fez com que tanto Shikamaru quanto Temari dessem risada. Shikadai virou-se para Sumire e convidou-a para se retirar dali com ele, alegando que o lugar em que estavam era constrangedor.

Assim que sozihos, Shikamaru passou um de seus braços em volta dos ombros de Temari e beijou o lado da cabeça dela, fazendo-a sorrir.

- Ainda bem que ele não veio, Shikamaru... ainda bem... - Temari comentou.

A frase de Temari fez com que Shikamaru sorrisse aos poucos, encarando o perfil do rosto corado de sua esposa.

- Tô começando a ficar ansioso para esta suepresa...



Notas Finais


E aí, gostaram??

Infelizmente, não foi nesse capítulo que vocês descobriram quem presenteou o Boruto e nem se o Kawaki vai presentear a Sarada hehehehehehe suspenseeee

Me contem o que acharam❤


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