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História Diaba (Imagine HOT - BTS) - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Olá!

Bem-vindo(a)!

Agradecimentos à @Huitzilopochtli por me apoiar com esse projeto. I purple U. 💜

Atencão: Capítulo contém cenas de violência e palavras de baixo calão! +18! Leia por sua conta e risco!

Sem mais delongas!

Capítulo 5 - Minah


Narrado por: Jung Hoseok

Ver aquela doce _____de semanas antes tão irada daquele modo nos fez ficar com um pé atrás com relação aos ataques explosivos dela. Enquanto eu me arrumava para a missão anunciada por ela pude refletir um pouco sobre aquela mocinha de pele reluzente. Em uma hora ela era simplesmente fantástica, independente, misteriosa e fatal. Em outra ela era simplesmente fantástica, dependente, misteriosa e mal conseguia fazer mal à uma mosca.

Quem de fato era Diaba?

Não era apenas uma mulher com a noite estampada em sua alma, era muito mais do que aquilo e eu iria tentar decifrá-la a todo custo.

Acredite, caro leitor. Se eu soubesse que decifrar _____ arrastaria minha alma junto com a pequena coisinha eu jamais teria me encantado por ela.

Maldita seja.

Bendita seja.

Para sempre, minha vida se resume apenas naquela... Diaba.

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Quarta-feira, Hall de entrada do Esconderijo de _____, 11 de abril de 2018, 22:00 P.M

Todos chegaram ao salão em uma sincronia perfeita, pontuais como de costume. Assim que observaram melhor o traje da mais nova se deixaram levar pela admiração por alguns poucos minutos.

A pele que reluzia sob a luz do lustre de cristais emanava o perfume dela, era algo simplesmente indecifrável, delicado e divino. Os cabelos estavam impecáveis e brilhavam como estrelas no céu noturno. As tatuagens eram reveladas em seus ombros pelo vestido em tom de vinho de alças grossas e sem decote, longo com uma fenda, ela usava um belo par de scarpin e uma joia nada discreta em sua bendita coxa esquerda — a que estava sendo revelada pela fenda do vestido — todos a encaravam com os olhos arregalados, engoliram em seco como que em um movimento ensaiado, todos ao mesmo tempo.

As suas bochechas agora eram uma mistura simplesmente doce e provocante da cor rubra que atravessava suas bochechas e do blush que ela usava sobre a pele macia.

Ela parecia até... uma cereja.

Delicada, saborosa, afrodisíaca, rara, pequenina... sim! Ela era uma perfeita cereja.

A minha Cerejinha.

— Vamos. — Foi tudo o que ela conseguiu balbuciar desconcertada e logo abrimos passagem para ela seguindo-a até o carro, mais um modelo desconhecido — e claramente encomendado pela pequena Cerejinha — para todos nós. Ela entregou uma caixinha para cada um de nós e logo em seguida colocamos os pontos eletrônicos em nossos ouvidos e as lentes de contato super discretas e confortáveis.

— Certo, estão me ouvindo direitinho? — Seokjin murmurou e todos confirmamos. — Há uma rota mais rápida se pegar a estrada pelo portão 9, é só ir reto que chegarão na cidade em pouco tempo. — Disse de forma clara e _____ ligou aquele monstro indo em direção ao caminho indicado por Seokjin.

O caminho foi feito no mais fúnebre silêncio logo após e assim que chegamos na cidade observamos ela pegar uma rota mais do que conhecida por todos nós.

— Infernum? — Murmuramos em uníssono, o que caralhos ela estaria fazendo naquela boate?

— Inferninho particular. — Ela rebateu em um tom irônico, logo estacionou em um beco ao lado do estabelecimento e assim que abrimos as portas o som ensurdecedor fez nossos peitos vibrarem.

— Yoongi, se misture e observe a porta por onde nós iremos entrar, caso veja muita gente entrando por ela alguns minutos depois, corra para dar reforço e, Seokjin!

— Presente!

— Vá catar coquinhos! Preste atenção nos frequentadores do local e me diga se ver algum gângster por aqui. Se eu descobrir que essa criatura está roubando meus clientes... — Ela murmurou sombriamente enquanto arrumava a roupa.

— Certo.

Ela respirou fundo e caminhou graciosamente até a boate, os rapazes seguiram logo atrás dela e Yoongi ficou no beco mais um pouco aguardando o sinal dela que veio logo após alguns minutos.

Os olhos dela vasculhavam o local, cada rostinho que ali estava não escapou dos olhos detalhistas da moça que apenas sentia o sangue fervilhar de raiva ao constatar duas coisas: 1° Minah estava sim roubando os seus clientes já que aquelas drogas e armas não eram do fornecimento de Diaba — acreditem quando digo que ela sabia muito bem tudo o que se passava dentro de seu império, saber como era sua mercadoria devia ser o mínimo. — E sim da máfia Abanov.

2° Ela era a fornecedora de drogas, aquela porra não havia passado pelos seus olhos minuciosos. Aquela mercadoria que estava circulando livremente pelo local não era fornecida por _____.

As regras eram claras, aquilo era traição. Se alguém se aliasse com uma máfia e assinasse um contrato de fornecimento, ele tinha prazo de validade... isso se não houvesse outro pequeno porém.

Aquela área era toda e somente de Diaba.

O dono daquele local — ou melhor dizendo, dona — estava simplesmente traindo Diaba sem medo algum das consequências.

— Filha de uma puta! — A mais nova rugiu e caminhou à passos pesados e precisos até a porta que dava acesso ao escritório do chefe daquele local.

— Senhora, lamento. Mas, não posso deixá-la passar. — Um dos dois brutamontes que estavam de guarda na porta tentara barrar ela.

Sim, aquela pobre criatura queria barrar a passagem de Diaba — eu tenho quase certeza que aquele desgraçado era novato, pois... Quem em sã consciência iria ousar enfrentar a ira dela? — e tudo o que passara pelos olhos reluzentes da moçoila fora um vislumbre de ódio.

Mais uma vez foi tudo muito rápido, a Pequena Diaba ainda segurava as chaves do carro na mão — mesmo aquela porra podendo ser ligada por impressão digital — e um rasgo mais que perfeito fora tudo o que aparecera na garganta do brutamontes logo em seguida.

— Mas, que porra!? — Jimin gritou confuso, fora mais rápido que o simples ato de piscar.

— Dê-me dois fodidos segundos... sua chave é a porra de uma faca? — Gritei estupefato encarando o cadáver com um ferimento certeiro em sua garganta.

— Como acabaram de ver, eu preciso ter uma carta sob as mangas. Sempre. – Murmurou sombriamente encarando o corpo.

— Eduardo, Justin! – Berrou passando por cima do corpo, pisoteando com seus scarpins.

Ambos os guardas chegaram no corredor e encararam o estrago com indiferença.

— Limpem essa porcaria, tenho uma reunião importante com o chefe desse bastardo dos infernos. Ou melhor dizendo... A chefe. – Murmurou debochada. — Vamos! — Murmurou indiferente para os três que prontamente a seguiram.

Não preciso enfatizar que o outro brutamontes sequer se mexeu do lugar, apenas acenou com a cabeça para a moça e abriu a porta para a mesma cedendo passagem. Os sons dos passos entrando e se aglomerando ao redor da mesa ecoaram pela sala, a pessoa se encontrava sentada na enorme cadeira de costas encarando a vista da boate.

Calmamente, a Diabinha caminhou até a pequena mesa no lado esquerdo da sala e serviu duas doses de uísque.

— Como andam os negócios, Minah? — Murmurou sombria enquanto colocava duas pedras de gelo em cada copo, discretamente tirou um pequeno frasco de dentro do sutiã e misturou o pó em uma das doses.

Nightmares

Guardem bem o nome do frasquinho.

Ela caminhou até a mesa da mais velha e depositou o copo sobre a mesa da mesma, logo a mulher se virou com um sorriso descarado voltado para a moça de pele reluzente.

— Maravilhosamente bem, Maligna. — Murmurou em um tom sombrio levantando um brinde.

_____ sorriu descarada e ironicamente brindando junto, bebeu todo o líquido de uma só vez. Tal ato fora repetido pela sua amada inimiga que olhou para cada um dos rapazes.

— Espero que não se importe de termos companhia.

— Você precisa estar protegida quase todo o tempo, é compreensível. — Minah deu um sorriso debochado.

A mais nova inclinou-se sobre a mesa e a encarou firmemente sem perder contato visual, tal contato fora afrontosamente mantido pela mais velha.

— Acredite, eles não precisariam estar aqui se esse fosse o motivo. — Ralhou com a morena e saltou pela mesa agarrando Minah pelas longas madeixas firmemente, não tardou em atirá-la sobre o objeto atravessado anteriormente derrubando tudo o que ali havia. — Como consegue ser tão cínica e desgraçada ao ponto de trair aquela que te acolheu de uma vida tão miserável como a que levava? — Esbofeteou-a com toda a raiva que estava sentindo naquele momento, a bochecha de Minah ficou inchada e vermelha no mesmo instante.

A morena tentava se livrar do aperto da mais nova, mas sem sucesso algum.

— Desde que aquilo aconteceu você mal dava atenção para esta área! Se ela está sob o meu comando, eu tenho o direito de administrar como bem entender! — Gritou Minah cheia de ódio.

— Não se atreva a tocar naquele assunto, sua maldita! Eu nunca deixei de dar a devida atenção para as minhas áreas! Eu confiei que você estava fazendo tudo corretamente, mas decidiu se aliar aos Abanov para foder ainda mais com minha vida! — Sacudiu o corpo da morena e bateu a cabeça da mesma diversas vezes contra a mesa, desferiu mais um tapa na face da mais velha e rosnou de pura raiva.

Observou lágrimas se acumularem nos olhos de Minah.

Nightmares estava fazendo efeito.

O que aquele pó fazia?

Era um veneno que agia lentamente a princípio, logo após agia como uma torrente fodendo com todos os órgãos da vítima — em resumo, Minah estava sentindo o próprio inferno acontecer dentro dela — e acreditem, os gritos de agonia da vítima daquele veneno eram a pior coisa que alguém ouviria em toda a sua vida.

Minah apenas se jogou no chão se debatendo em agonia pelo que pareceram ser longos e infindáveis minutos. Mas eram apenas segundos.

— Nos vemos no inferno, vadia. — Sussurrou Diaba para o corpo que não possuía mais resquícios de vida.

— Consegui! Há um relatório prontinho aguardando-a em seu quarto, _____. — Seokjin disse no ponto eletrônico.

— Obrigada, Jin. Vamos, rapazes! — Ela murmurou caminhando vagarosamente de volta para o beco.

— Quem irá administrar essa área agora? — Jimin murmurou enquanto abria a porta para ela que sorriu singela para o mesmo.

— Irei deixá-la nas mãos de Johyun. — Suspirou pesadamente.

— Quem era Minah? — Hoseok perguntou calmo.

— Uma velha amiga. Mas, se encantou pelo pior lado desse mundo sombrio, além de ter tido o azar de cruzar meu caminho. — Murmurou sombriamente enquanto saía do beco e pegava a avenida principal.

— Por que diz isso? — Jungkook arqueou uma sobrancelha e ela o encarou pelo retrovisor.

— Porque tudo aquilo que eu toco, morre. — Suspirou pesadamente.

— Nós te amamos. — Bradou Jimin.

— Eu tenho medo de que isso o que eu sinto aqui dentro do meu peito também seja amor.

— Por qual motivo? — Jimin incentivou.

— Eu não aguentaria perder nenhum de vocês. — Sussurrou e mordeu o lábio seguindo pela estrada.

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Eu estaria mentindo se negasse o fato de que aquela conversa não fodeu com meu psicológico, nós estávamos nos entregando cada vez mais àquele sentimento tão louco e profundo que nascia e crescia dentro de nós.

Cerejinha definitivamente podia deixar qualquer um ansioso quando queria.

A mocinha de pele reluzente que antes era tão indecifrável para mim, passou a se desmontar aos poucos. Era bom conseguir entender ao menos uma coisa sobre ela depois de tanto tempo.

A minha querida Cerejinha tinha medo de amar.

A minha Cerejinha tinha medo de se machucar.

Ou seja, ela era muito mais misteriosa do que poderíamos sequer imaginar.

Ela era um belo quebra-cabeças que eu estava mais do que disposto a montar.

Cerejinha, Cerejinha... por que tanto medo de amar?


Notas Finais


Obrigada pelo apoio!

Amo vocês!

Até o próximo!

Amor♥

QueeM♥♥


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