História Diabolic Love Wolf - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Palavras 6.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Com que cara eu apareço aqui hem?
Mil e uma desculpas a todos que ficaram esperando, espero que não tenham me abandonado eu realmente fiquei muito tempo nesse capítulo, um meio bloqueio e acabei focando mais nas outras fanfic's que estava com mais inspiração e nos meus estudos que não posso abandonar, não é.
Enfim, para recompensar eu fiz um capítulo grandinho, espero que gostem!!!

Capítulo 11 - Vamos caçar...


Jeon JeongGuk

Já estávamos fora do Sul, eu sabia disso pelo calor que começava a fazer, mas ainda estávamos no Oeste, o que significa que estamos quase no meio do caminho. Era de tarde, talvez duas horas ou três, o sol estava forte, mas o calor não chegava a ser insuportável, contudo eu já estava com muita fome, mesmo assim nada dizia pois sabia que não teríamos suprimento suficiente para comer em todos os horários de refeição. Eu me sentia tonto e a cada segundo que passava me sentia como se fosse sufocar, aos poucos o calor parecia maior de forma quase insuportável para mim, mas olhando para os lados e vendo os outros eles pareciam normais.

— Está se sentindo bem, Jeon? — A voz de Park se fez presente em meus ouvidos.

— Estou sim.

— Tem certeza?

— Por que não estaria?

— Seu cheiro está forte e... Você sabe, sou um lúpus, posso sentir que algo não está bem com você...

Eu não sabia bem identificar, mas parecia existir uma preocupação verdadeira em sua voz, pensei se deveria ou não o responder, mas antes que o fizesse minha visão começou a escurecer e eu perdi completamente as forças, acabando por soltar sua cintura e tudo se apagou de uma vez com um baque.

 

Min YoonGi

Durante todo o caminho que percorremos eu tentei alimentar minha mente com tudo para que não pensasse demais do que de fato não deveria pensar, no Jung. Kim SeokJin se mostrou muito bom em me ajudar nisso quando começou a conversar comigo sobre coisas aleatórias, preenchendo meus pensamentos e as horas que eu poderia ter perdido pensando em seu primo. Ele foi de grande ajuda já que meu objetivo era esse.

— Como é no Norte? — Perguntei curiosamente, já havia ouvido varias estórias, mas nenhuma delas condizia com a imagem que os três mostravam-nos.

— Vocês estão mesmo curiosos sobre isso não é?

— E por que não estaríamos? Nunca saímos do Sul e estamos sendo levados para um lugar onde já ouvimos diversas estórias desagradáveis, não é normal que eu me preocupe com a segurança de meus irmãos?

— Tem razão, de fato é normal que tenha tal curiosidade, mas que tal assim, conte-me as estórias que tem ouvido sobre nós e então contarei um pouco de como verdadeiramente somos.

— Bem, como eu disse, não são coisas agradáveis, a imagem que sempre passaram de vocês é tão ruim quanto como o Sul tem se sustentado em minha visão, talvez até pior... Ouvimos falar sobre os constantes estupros de ômegas, a escravidão que os betas sofrem e alguns ômegas também, o qual maldosos são os alfas e que apenas eles tem direitos em seu povo... Além dos jogos...

— Jogos?

— Sim, aqueles que vocês colocam tanto alfas quanto ômegas e betas para lutarem uns contra os outros ou animais... Isso sempre me foi repugnante...

— Certo... Se eu fosse você certamente não iria querer estar sendo levado para um lugar assim, o que te faz então vir conosco?

 Para mim não era uma pergunta de difícil resposta, estava indo com eles porque precisava de proteção até o Norte e então seria muito mais fácil chegar ao Noroeste, mas eu não poderia dizer isso, não é?

— Por que vocês três foram nossa primeira e talvez única chance de fugir do Sul, o que faremos depois é uma coisa para se pensar futuramente, agora me diga, como realmente é no Reino do Norte?

— Receio que tudo que tenhas ouvido não está correto, talvez as coisas que disseram tenham algum fundamento de certa forma, mas de forma distorcida, por exemplo, houve de fato um tempo em que haviam muitos estupros, mas desde que o avó de HoSeok começou a reinar que esses estupros foram praticamente extinguidos. Sobre a escravidão, bom, não sei de fato onde essa ideia surgiu, o trabalho a tempos foi grandemente valorizado, os que trabalham também... Mas sobre esses jogos... Bem, nada posso dizer, por vias de fato eu garanto que não são jogos, mas você só poderá entender quando estiver lá.

— Eu...

Minhas palavras foram interrompidas quando ouvi um baque, olhei para frente onde vi HoSeok e TaeHyung mais a frente, estavam bem, mas quando olhei para trás me desesperei a ponto de quase saltar do cavalo em movimento, mas SeokJin foi rápido em puxar as rédeas do animal, então eu pude pular do cavalo correndo até meu irmão mais novo que estava estirado no chão. Ao chegar em JungKook me ajoelhei ao lado do seu corpo, Park fez o mesmo tão exasperado quanto eu, Jeon estava desacordado, levantei um pouco sua cabeça e a senti molhada, estava sangrando no local da batida.

— Kook! Kook, acorda!

Minha voz saía beirando o desespero, a esse ponto Tae também já estava ao meu lado examinando o mais novo. Ergui minha cabeça olhando para o Park de forma quase assassina, era culpa dele, como deixara isso acontecer?

— O que você fez? — Lhe acusei entredentes.

— Eu não fiz nada, senti que ele não estava bem e o perguntei, mas ele não quis me dizer que estava passando mal, de repente ele apenas me soltou e caiu. — Park falou calmamente de modo que me fez perceber que suas palavras eram sinceras.

— Ele está soando, talvez tenha sido apenas o calor que o afetara... — Tae falou para mim e abaixou o tom um pouco mais para que apenas eu ouvisse. — Sabe como a saúde dele é fraca, a mudança de ambiente pode ter o afetado. —  Assenti convencido de que podia ser isso.

— Podemos fazer uma pausa? — Perguntei, não exatamente querendo uma resposta, faríamos essa pausa.

— Não sei se é de fato uma boa ideia... — SeokJin tentou começar a falar, mas ergui o meu corpo deixando que Tae cuidasse de JungKook.

— Desculpe, acho que soei demais como alguém que queria a opinião de vocês sobre isso, deixe-me reformular minha frase. Nós faremos uma pausa!

Eu podia ser bem petulante quando queria e bem, não era uma opção começar um novo trajeto com Kookie desmaiado, eu tinha que tomar alguma providência, cuidar dele. Eu sabia que qualquer um dos alfas tinha mais força que nós três juntos tentando os combate e que se quisessem era apenas nos colocar nos cavalos e pronto, no entanto eles não fizeram isso, SeokJin apenas assentiu sem nada me responder e eu soube que os outros também respeitariam minha decisão, por mais que isso fosse nos atrasar.

— Ele podia estar com fome, eu estou. — TaeHyung se pronunciou mais uma vez quebrando a tenção.

— Realmente, já fazem horas desde a última refeição, deveríamos providenciar algo. — Fora a primeira vez que ouvi a voz do Jung desde que todos nos reunimos ao redor de JungKook.

— Vamos caçar? Alguém deve ficar com ele. — Park falou.

— E com certeza não vai ser você. — Eu disse, por mais que estivesse convencido que não era sua culpa eu ainda não o queria perto demais do meu irmão mais novo. — Tae pode ficar.

— Sei que não confia muito em nós, Min, mas é mais seguro se um de nós tomar conta do seu irmão, já pensou o que aconteceria se aqueles alfas os acharem? — Jung tetou me convencer, bufei irritado, ele tinha razão, mas por que exatamente tinha que ser o Park a cuidar dele? — JiMin é nosso melhor estrategista, ele saberá cuidar do seu irmão e se algo acontecer saberá o que fazer.

— Tudo bem, mas se algo acontecer ao meu irmão, eu o mato, Park. — Declarei e o mesmo sorriu assentindo.

— Bom, é muito mais sensato que nos separemos para caçar, assim não atrapalhamos uns aos outros e expandimos nossas chances. — SeokJin.

— Se formos nos separar devemos estabelecer um tempo para voltar e se algo acontecer e não nos encontrarmos devemos seguir para o Norte. —  HoSeok falou, mas não me agradei nenhum pouco com suas palavras.

— Está sugerindo que em algum momento vamos deixar meus irmãos para trás? — Falei já deixando a raiva me tomar a cabeça, as vezes posso ser mais impulsivo que TeaHyung.

— Não exatamente, Min. O que estou querendo dizer é, vamos marcar que em dua horas todos devemos estar aqui novamente, mas se algo no acontecer e não pudemos voltar você quer que seus irmão fiquem aqui nos esperando para sempre e algo os aconteça? — Ele falava calmamente, parecia que nada o afetava. Pensei em suas palavras e a resposta era simples. Não. Movi a cabeça em negação. — Exatamente! Dessa forma, acredito que sua opinião também é a mesma caso algo aconteça de aparecer alguém aqui tentando os matar, não espera que eles permaneçam aqui a nos esperar não é? — Mais uma vez neguei, odiava ser contrariado e odiava não ter razão, odiava mais ainda que quem a tivesse fosse Jung HoSeok. — Pois bem, esse é nosso combinado, duas horas aqui ou iremos seguir para o Norte, nosso objetivo é chegar seguros lá e leva-los em segurança também. — Dessa vez ele falava com os primos que assentiram em resposta. — Vamos!

Senti meu braço ser segurado pelas mãos fortes do Jung, ele não usava força e não me machucava, apenas me conduzia a segui-lo. Não havíamos decidido quais seriam os pares, ms estava evidente que ele não nos daria a chance de contestar, estávamos já nos distanciando dos outros e eu nada disse, nem ninguém se contrapôs. Só alguns minutos depois eu vi em que situação eu estava, não gostava nada dela, um alfa como os outros impondo o que eu deveria fazer e como fazer, odiava isso.

— Me solte. — Falei ríspido. Seu olhar veio em minha direção quando seu rosto virou-se para mim, ele olhou para meu braço primeiro e depois para meu rosto, então soltou-me sem nada dizer, apenas soltando um suspiro.

Um longo silêncio se seguiu, era incomodo, eu queria muito dentro de mim que ele falasse algo e acabasse com isso, mas ele não parecia querer dizer nada, no entanto fora ele quem quebrara o silêncio um bom tempo depois.

— Eu entendi seu receio em confiar nas pessoas, mas me pergunto, depois de tudo que eu fiz para o ajudar, por que não consegue me dar um voto de confiança? — Não era o tipo de pergunta que eu esperava, nem o assunto que eu queria só para findar o silêncio, não era algo que eu queria  responder e para falar a verdade eu nem sabia exatamente o que responder.

— Eu não já lhe dei isso? Estou aqui com você agora e, meus irmãos com seus primos, queres mais que isso? — Fio a única coisa que pensei e ele riu nasalar.

— Okay, talvez tenha confiado nesse quesito, mas não é disso que estou falando.

— Então do que está falando, Jung?

Ele iria me responder, mas parou de repente e fez sinal de silêncio com as mãos, eu olhei para o lados me certificando que  não havia ninguém perto d nós, mas sabia que sua visão e audição eram muito mais aguçadas que a minha.

— O que foi? — Sussurrei para o caso de realmente ter alguém.

— Ainda está distante, mas há algum animal aqui perto, devemos fazer uma armadilha, sim?

Eu não sabia exatamente, mas não era uma pergunta que exigia resposta, eu nunca havia caçado e não sabia nada sobre armadilhas, muito menos sabia que seria assim nossa caça.

— Você não pode simplesmente atacar o animal? — Falei, certo, eu podia não saber nada sobre caça, mas isso  parecia sem bem mais fácil de fazer.

— Primeiro, não esqueça que isso aqui também é uma aula de caça para você e acredito que o animal que vamos enfrentar não seria combatido por você em uma luta. — Abri a boca indignado com suas palavras, estava claramente me dizendo que eu era fraco. — Além disso, sempre é mais fácil quando pegamos o animal de surpresa. Segundo, você deve realmente aprender a fazer armadilha, elas não servem apenas para animais. — Falou sugestivo. Bom, ele parecia realmente querer me ensinar algo. — Vamos lá.

Começamos a procurar algumas coisas para fazer uma coisa esquisita parecendo uma caixa, era grande e não estava tão bem feita, segundo o Jung eu só precisava aprender a alma do negócio, porque não tínhamos muito tempo a perder e bem, havíamos perdido bastante tempo já. Em algum momento eu ouvi um barulho de folha em cascalhos no chão, fiquei em alerta e isso me ajudou a sentir  odor do animal que estávamos esperando, finalmente pude entender porque achava que eu não seria páreo para tal, de fato, nem eu mesmo pensava ser. Era um urso.

— Quero que chame a atenção dele, então quando ele estiver vindo eu soltarei a armadilha e ele ficara preso.

— Quer que eu sirva de isca para um urso? — Perguntei incrédulo, estávamos falando baixo para não chamar a atenção no momento indesejada do animal.

— Eu prometo que nada irá te acontecer, confie em mim, sim?

Fiz um bico pensativo e contrariado, não gosto nem um pouco dessa ideia e o problema era que eu tinha sim medo de confiar nele, mas o maior problema era que eu já confiava o bastante para ter certeza que ele não deixaria nada me acontecer. Por fim acabei cedendo. Caminhei para longe da armadilha para ficar consideravelmente seguro, então comecei a fazer barulho para chamar a atenção do animal, eu não tinha confiança alguma para verbalizar meu desaforo ao urso, por isso não o chamava ou o desafiava assim, porém não foi preciso porque ao notar minha presença o animal logo ousou vir em minha direção.

Achei que não sairia dessa, por isso fechei meus olhos esperando apenas que o Jung mantesse sua palavra de me manter vivo. Segundos depois ouvi o baque característico da nossa armadilha se chocando com o chão, abri os lhos para ter certeza que havia prendido o urso e felizmente sim. Jung logo surgiu puxando a sua espada, eu o olhei com atenção para saber o que faria em seguida.

— Não é muito apropriado que veja isso.

— Quando eu for caçar não terei que o matar também? Do que está tentando me privar, Jung? — Ele olhou para mim e então seguiu para mais perto do urso que lutava contra as toras não muito fortes.

— Pois bem, essa armadilha não é forte suficiente para o deter por muito tempo, esse é um urso grande e certamente se libertaria em alguns minutos, se tiver mais tempo pode fazer algo mais elaborado, mas nesse caso eu o abaterei rápido...

 Permaneci a observa-los, o urso mostrava sua força, quase a destroçar nossa armadilha, mas Jung foi agiu ao ferir o animal no lugar certo pois esse começou a sangrar de forma intensa, em seguida mais dois golpes que foram suficientes para de fato matar o urso.

— Tudo muito bem feito,só precisamos lembrar do detalhe que é eu não ter uma espada.

— Não é como se você fosse precisar de uma...

— O que quer dizer com isso?

— No Norte vocês vão estar seguros, não há necessidade de obterem espadas.

— Que garantias eu tenho disso?

— Ainda podemos ter os casamentos. — O olhei incrédulo, do que ele estava falando? Eu estava enganado ou ele estava me propondo continuar com os casamentos mesmo?

— Não existe mais contrato, Jung.

— Eu sei que não existe, mas isso não significa que não iremos querer a segurança de vocês. De qualquer forma, são nobres do Sul, podem não casar conosco, mas viver em nosso castelo, seriam bem-vindos. 

Fiquei calado, não tinha o que responder, o Jung me deixava confuso e eu não sabia como proceder. Em um segundo ele parecia estar me propondo novamente o casamento, mas nos segundo seguintes estava apenas querendo nos abrigar... Era ele de fato alguém bom ou queria algo de nós? Quais os motivos para se empenharem tanto em nos levar para o Norte? Será que eles queriam nos manter presos? Ganhar algo conosco? Um resgate ou algo do tipo? Tremi com o pensamento e pensei em fugir na mesma hora, mas haviam meus irmãos, eles nos separaram... Será que tudo fazia parte do plano? Eles sabem que nunca deixaríamos um ao outro para trás, então seguiríamos sem contesta... Eu não podia fugir, tinha que seguir com o Jung ao menos até encontrar meus irmãos novamente. Isso não significa que irei mais depositar alguma confiança no lúpus.

— Vamos terminar logo com isso e levar o urso.

— Não vamos o levar.

— Como não?

— Ele é muito grande e mesmo nós sendo seis não daremos conta de tudo, além disso, não temos sal para a conserva então a carne pode apodrecer muito facilmente.

— Entendi... Como faremos então?

— Vamos pegar apenas uma parte para nós, podemos deixar o corpo para outros animais.

— Você já... Fez isso?

— Isso o que? — Ele me olhou sem entender.

— Eu nunca cacei, consequentemente nunca matei um animal, Jung... Quero saber não se você já matou algum animal, mas... Esfola-lo é completamente diferente.

— Bom, sim, já fiz algumas vezes e essa é a parte em que eu mais uma vez peço que não se atente, não é algo que talvez goste de ver.

E não era por querer, nem por necessidade, mas eu odiava o tom de proteção que ele sempre queria trazer a mim, eu não gostava disso, era talvez pior do que se ele estivesse me ordenando fazer com seu comando de alfa que eu havia ouvido apenas uma vez na sala de jantar de meu pai. Eu não queria o ver esfolar o animal, mas faria isso apenas porque ele me achava fraco e eu não queria que ele me visse dessa forma.

— Não importa se eu gostar ou não de ver, apenas o faça!

Era incrível como eu estava sempre querendo impor algo, talvez fosse porque eu sabia que no primeiro momento em que ele me ordenasse algo eu não teria forças para o contestas, por isso fingia ter algum comando, ter palavra e ser forte. Ele por outro lado não parecia em nada se afetar, não aparentava raiva como os outros alfas que eu conhecia, nem me batia ou punia por isso. Jung apenas me olhou e assentiu a minha ordem, não por fazer algum efeito realmente em si, mas por saber que era algo que eu realmente queria. 

Fiquei a observar ele esfolando o animal, desde tirar a pele a corta-lo para, segundo ele, retirar a melhor parte, enquanto ele o fazia me explicava algumas coisas, como eu deveria fazer se fosse o caso de um dia precisar ou explicando algo sobre a própria carne, eu estava realmente prestando atenção, mas não posso deixar de dizer que num primeiro momento quando vi todo aquele sangue escorrendo e o interior do animal, eu senti uma grande ânsia e quase vomitei todo o café da manhã, mas consegui me segurar.

—Poderíamos utilizar a pele dele para fazer uma capa para você para o aquecer do frio de noite, mas precisaríamos manter a pele exposta ao sol durante horas e infelizmente não temos todo esse tempo. — Ele me explicava.

Finalmente ele terminou seu trabalho e olhou para mim sorrindo, havíamos feito uma boa caça sem dúvidas. Ele olhou para o céu e eu acompanhei seu olhar reparando que realmente havíamos levado muito tempo nessa caça, portanto estávamos atrasados, eu só conseguia torcer para que meus irmãos estivessem bem e ainda nos esperando.

— É melhor voltarmos. — Fora ele quem disse e eu apenas assenti o seguindo de volta para onde Jeon e Park haviam ficado a nos esperar.

 O caminho de volta foi silencioso, mas não de uma forma ruim, eu não me sentia incomodado, estava normal e ele parecia da mesma forma. Quando finalmente chegamos no lugar marcado eu paralisei, haviam muitos motivos para tal, a começar por Park e JungKook não estarem ali, tampouco os dois Kim, os cavalos do Park e de SeokJin também não estavam o que sugeria que eles haviam partido, mas o pior não era isso, era os dois corpos mortos no chão, esses que eu reconhecia sendo soldados do Sul. Eu realmente havia paralisado, tanto que só despertei ao sentir as mãos do Jung em meus ombros.

  — Nós temos que ir, Min. — Era o que sua voz repetia.

  — Ma-mas como vamos saber se eles estão bem? — Eu não conseguia raciocinar direito, meus pensamentos estavam a mil e eu só conseguia pensar na hipótese de um de meus irmãos estar ferido.

— Não temos como ter certeza disso, mas temos certeza que esse lugar não é seguro então precisamos ir, seus irmãos não vão ficar bem se você não ficar.

Sabendo da veracidade de suas palavras eu fui capaz apenas de assentir, ele soltou meus ombros para se abaixar e pegar a carne e então colocou em minhas mãos a sacola úmida, me puxou em direção ao seu cavalo que felizmente permanecia aqui, me deixando montar primeiro como na noite anterior, de forma que eu frustrantemente me sentia protegido. Ele montou logo em seguida e deu o comando para que seu cavalo seguisse caminho para o Norte. Eu não sabia o que tinha acontecido com os outros, nem como os alfas do Sul haviam nos encontrado, mas tinha certeza que protegidos não era a palavra que nos definia no omento. Mas então porque eu me sentia assim?

 

Park JiMin

Os três ômegas - talvez o mais velho um pouco menos -,  em minha visão eram mais frágeis do que a maioria que eu já havia conhecido, não por serem mimados, mas por serem de certa forma ingênuos, não tinham muita confiança e menos ainda conhecimento sobre o mundo fora do castelo em que moravam. Não era de fato mérito próprio que se mostrassem dessa forma, era claramente a imagem que o pai deles quisera impor, mas ao pouco que os fui conhecendo eles mudavam isso, ao menos o Min mostrara mais personalidade do que eu poderia imaginar.

Mas chegando ao ponto da questão, falando de quem realmente me interessava, Jeon JeongGuk para mim mostrava ser o mais frágil entre os três, talvez também o mais fácil de conquistar e não era exatamente por isso que o escolhera porque sua beleza era incontestável, mas quando de tarde senti que o garoto não estava bem percebi sentir uma preocupação que não era do meu feitio sentir o que só piorou quando senti o garoto me soltar e cair desmaiado no chão. Por mais que eu não tivesse demonstrado, por dentro estava muito preocupado com o rapaz e quando seu irmão quis acusar-me eu não pude deixar de intimamente me culpar pelo acontecido, fora por isso também que me prontifiquei a cuidar dele enquanto os demais saiam para caçar.

Ainda quando TaeHyung e YoonGi estavam perto de Jeon eu ouvi o Kim sussurrar para o Min que deveria ser algo relacionado a sua saúde que provavelmente era mais uma das coisas frágeis no rapaz, mas era evidentemente algo que eles não queriam que soubéssemos e eu só ouvi por ter a audição mais aguçada até mesmo que a de um alfa comum. A questão era, isso só me fazia ficar ainda mais preocupado com o garoto e eu não entendi muito bem essa preocupação.

Todos tomaram rumos diferentes e a única coisa que pude fazer foi tomar o corpo do garoto em meus braços e caminhar até as raízes de uma árvore na intenção de o deixar mais confortável e na sombra, em seguida peguei os três cavalos que estavam soltos e os prendi pra que não fugissem em quanto pastavam, com o trabalho feito coloquei-me a observar Jeon enquanto esse dormia sereno.

Jeon JeongGuk é quase a definição perfeita de um boneco, sua pele é clara e imaculada, seus cabelos são negros, longos o suficiente para cobrir seus olhos de vez em quando, embora seja mais alto que os irmãos seu corpo é franzino e frágil, seus lábios são vermelhos e a única coisa em si que o difere de um boneco são seus olhos. Os olhos de um boneco ou boneca são sempre sem expressão, sem vida, mas os olhos de Jeon carregam um brilho esplendido, no dia em que nos vimos a primeira vez seus olhos refletiam medo, mas não agora, desde  que fugimos ontem era diferente, ele tinha algo diferente.

Tomei a liberdade de lhe acariciar a face, Jeon era tão bonito que eu quase podia me sentir encantado, de forma a não desgrudar mais os olhos de si, como nas antigas estórias de nossos anciões que diziam haver seres misticos na floresta que quando encontramos somos enfeitiçados e levados para onde quer que o ser vá, seja para a vida ou a morte. Era assim que Jeon me fazia sentir.

No entanto fui desperto do "encantamento" quando ouvi um barulho próximo, olhei para os lados e nada vi, contudo isso não foi suficiente para que eu estivesse tranquilo, usei minha meia transformação deixando meus olhos possuírem uma tonalidade rubra na qual minha visão se aguçaria, de primeiro eu só fui capaz de sentir e ouvir, ouvi passos leves e senti  cheiro desconhecido de mais de um alfa, fora o cheiro que me denunciara o lado para o qual olhar e logo pude ver escondidos os dois alfas que sorrateiros se aproximavam. Levantei-me e puxei minha espada, denunciando que já sabia de suas presenças.

Os dois alfas saíram de trás das árvores nas quais estavam a espreitar-nos, vieram na minha direção, não houve tempo para palavras serem ditas, eles não procuravam conversa alguma, estavam prontos para me matarem, mas suas habilidades não se comparavam as minhas, muito menos a força que exerciam, não foi trabalho algum detê-los, o problema era que o local já não era mais seguro e eu não estava disposto a esperar por mais ninguém que tentasse nos atacar. Dessa forma, restou-me tirar meu cavalo de onde estava preso, deixei os outros dois no lugar na esperança que meus primos ainda voltassem e tivessem transporte, mas peguei a sacola com a nossa comida, apenas porque fomos os únicos que não tivemos como caçar e eu não poderia deixar Jeon sozinho para o fazer. Caminhei até o garoto ainda desmaiado e mais uma vez o tomei em meus braços, mas dessa vez o levei para o quadrupede a nossa espera, o montei de uma forma um tanto desajeitada por não ter muito apoio e em seguida subi no animal o deixando pender em meu braços. Partimos em direção ao Norte.

 

Kim SeokJin

Kim TaeHyung se mostrara uma companhia melhor do que eu poderia imaginar, ele era falante e divertido, eu ainda não tinha visto esse seu lado, nem de seus irmãos, mas ele em especial era alguém mais espontâneo, não precisou que eu iniciasse uma conversa, nem tentasse quebrar algum clima chato porque o garoto não deixava espaço para isso.

  — Um segundo. — Falei fazendo um movimento na mão para que ele parasse e consequentemente ele também calou-se. Ao menos brevemente.

— O que foi? — Sussurrou.

— Acho que encontramos nossa caça. — Falei sorrindo.

— Onde? Não vejo nada!

— Ali!

Apontei para nossa frente, não me surpreendia que ele não tivesse visto, além de estarmos longe certamente ele estava mais focado em conversar do que ao seu redor. Mais a frente havia um lago e onde há lagos há animais por perto. Caminhamos até o tal lago e vi o sorriso do menino crescer. TaeHyung tinha um sorriso peculiar, era a primeira vez que o via sorrindo tão abertamente, seus lábios se comprimiam e se abriam de uma forma que desenhava uma figura geométrica, era peculiar, estranho até, porém bonito de se ver.

— Ah! Isso é maravilhoso! Podemos até tomar banho.  — O garoto falou todo empolgado.

— Sabe que o que temos que fazer é caçar e não nos divertir não é? — Eu não queria ser um estraga prazeres, mas tínhamos responsabilidades e não deveríamos parar para uma banalidade.

— Não seja chato, Kim, além disso, não é próprio para peixes viver em água? Acredito que não tenha nada contra comer peixes não é? — O mais novo respondeu de modo sugestivo e então virou-se para o lago e sem nenhum pudor começou a despir-se.

De imediato fiquei sem saber como agir, mas em seguida percebi que era besteira de minha cabeça, se ele não estava ligando em ficar sem roupas na minha frente, porque deveria ser eu a ficar incomodado? De qualquer forma, o rapaz não despiu-se por completo, ficou com as partes de baixo de suas vestes, mas do torso para cima estava sem nenhum pano. O corpo de Kim era magro, sua pele era mais morena do que a de seus irmãos, eu reparei também que haviam algumas manchas, de imediato não soube o que era, mas logo percebi que eram hematomas, provavelmente de algo que eu nem poderia cogitar ter acontecido naquele castelo.

Com um impulso e um pulo o garoto mergulhou no lago, ficou um momento submerso e depois voltou a superfície sustentando ainda o grande sorriso. Ele virou para mim e antes que eu conseguisse perceber ele jogou aguá em mim caindo no riso logo em seguida.

— Vai mesmo ficar aí apenas me assistindo tomar banho nesse lago?

Mal consegui ponderar sobre o assunto e ele mais uma vez jogou água em mim o que me despertou e logo me levou a também arrancar minha roupa, ficando também com as partes de baixo para então pular no lago como ele fizera.

— Está vendo, Kim, você não precisa ser chato todas as vezes. — Falou provocativo assim que voltei a superfície.

  — Quem é chato? — Indaguei e joguei água em si que abriu os lábios em um "o" de indignação.

Sem que percebêssemos estávamos em uma guerra infantil jogando água um no outro, gargalhando e distribuindo ofensas como: "você é um fracote", "não vai ganhar de mim", "é o melhor que pode fazer?" Era uma guerra infantil e o modo como brincávamos me fez pensar qual a última vez que me senti assim... Vivo. Em algum momento o Kim pulou em cima de mim me impulsionando para baixo numa tentativa de afogamento, eu mergulhei e agarrei sua cintura o puxando para baixo também, olhei para seu rosto por baixo da água, seus olhos estavam fechados com força, mas seus lábios estavam curvos num sorriso sem dentes, de repente ele abriu seus olhos me pegando no flagra, subimos para recuperar o ar e ele pulou em mim mais uma vez só que se segurando em minhas costas.

  — Acho que afastamos todos os peixes. — Ele disse em uma gargalhada que eu apreciei bastante, principalmente porque sua voz rouca estava bem próxima de meu ouvido.

— Você acha é? — Perguntei ironicamente.

— Acho. — Respondeu e então se soltou. — Mas mesmo assim eu estou feliz e ainda temos como pegar algum, é só ficarmos quietinhos agora.

— Tenho uma ideia melhor. — Falei sorrindo e o mesmo me olhou sem entender e fiz o favor de apontar para a direção de uma capivara pequena que vinha na direção do lago. — Teremos que ser rápidos, as mães são como demônios quando os filhos estão em perigo.

O mesmo assentiu então calmamente saímos da água para não assustar a caça, peguei minha espada, o melhor era fazer uma armadilha, mesmo que uma gambiarra, mas não havia tempo então arrisquei mesmo atacar o animal. Normalmente uma capivara grande te ataca, mas um filhote sempre tenta correr e esse não foi diferente, enquanto eu corria atrás do animal, TaeHyung quase bolava de rir da minha cara.

— Você não vai conseguir pegar ele! — Exclamou entre as gargalhadas.

— Vou sim e quando conseguir você está proibido de comer já que não está ajudando em nada.

— Okay, vou te ajudar hyung...   — Por um segundo meus pensamentos pararam quando o ouvi me chamar de hyung, nenhum deles nos chamava assim, parecia que finalmente ele estava dando espaço para confiança. Sorri com a ideia. — Entendeu? 

— Ãh? O que?

— Eu vou espantar ele fazendo ele correr em sua direção e então você o pega. — Repetiu.

 Era claramente uma ideia idiota, mas eu não tinha uma melhor e ficar correndo atras de uma capivara igual um louco já estava ficando cansativo. Assim fizemos, TaeHyung correu em minha direção assustando o animal que guinchou e freou a direção que TaeHyung vinha então corri novamente para o encontro do animal, mas o bicho nos enganou quando correu para o lado e nós dois não tivemos tempo nem de raciocinar e batemos um no outro. Segurei o corpo de TaeHyung para não o machucar na queda que tivemos, ainda consegui virar nossos corpos para que ele caísse em cima de mim e não o contrario pois se não acabaria o machucando.

  — Nós somos dois idiotas não somos? — O garoto falou e em seguida começou a gargalhar puxando uma gargalhada minha também.

Segundos depois eu parei de rir e olhei em seu rosto, algumas gotinhas de seu cabelo ainda escorriam pela lateral de seu rosto, seus olhos estavam quase fechados e quando senti sua mão em meu abdômen me lembrei que ambos estávamos apenas com as roupas de baixo. Ele também percebeu porque seu olhar abaixou para meu corpo e suas bochechas corarão. O menos ainda abriu os lábios para dizer algo, mas antes que qualquer palavra saísse de seus lábios uma flecha passou de raspão em nós e ele se sobressaltou acabando por se desequilibrar e cair para o lado, foi o que eu precisei para me erguer e segurar minha espada com mais força.

Eu estava tão entretido em nossa caça e naquele momento estranho que tivemos que eu nem percebi ou senti que havia mais pessoas conosco. Dois alfas, para ser exato. Um deles estava com um arco e flechas, o outro com uma espada.

— TaeHyung, corra!

O alfa com o arco atirou, mas foi no chão perto dos pés do Kim, era claro que a intenção dele não era matar o ômega, provavelmente a missão deles era nos matar a mim e meus irmãos e levar os ômegas com vida, por isso nesse momento enquanto ele ainda pegava outra flecha eu corri em sua direção a tempo dele pegar a flecha e ainda apontar para mim, no entanto fui mais rápido batendo a espada em sua mão fazendo um corte profundo suficiente para ele soltar sua arma, mas em vez de cravar a espada em si eu o agarrei e o virei na direção do outro alfa que mais próximo já iria me atacar mas acabou por acertar o parceiro que usei como escudo então empurrei o corpo em cima de si o desequilibrando e logo o ataquei com um golpe fatal.

Meus olhos procuraram pelo ômega que não correra como eu mandei, seus olhos estavam arregalados para a cena, ele respirava ofegante, estava claramente com medo. Me aproximei de si e estendi minha mão para que se levantasse, ele hesitou por um momento e olhou para mim, dessa vez pude perceber seus olhos marejados, ele aceitou minha mão e quando se levantou me abraçou.

  — O-obrigado... — Sua voz soou chorosa e eu retribuí meio sem jeito ao seu abraço.

— Vista-se, no momento são apenas eles dois, mas podem chegar mais a qualquer momento, provavelmente quando não nos acharam na rota original eles se separaram para aumentar as chances de nos achar.

Ele nada disse, apenas assentiu e foi até onde estavam suas roupas e começou a se vestir, olhei para o arco no chão e sorri o pegando junto as flechas.

— Talvez você se dê bem com elas. — Falei fazendo o mesmo olhar para mim e depois para a arma.

— Eu... Nunca atirei.

— Não tem problema, sempre há uma primeira vez, veja bem.

Procurei com os olhos ao redor e encontrei ao longe a capivara, um fato sobre esse animal é que ele sempre volta para onde tem água, não importa o perigo, ela voltava calmamente, eu peguei uma flecha e mirei, não era o melhor arqueiro do Norte, mas era bom nisso, acertei fatalmente em sua cabeça.

— Temos nosso jantar.

Sorri para si e ele retribuiu um sorriso pequeno. Eu queria o animar novamente, sabia que ele ainda estava com medo, mas isso agora fazia parte do nosso caminho, até chegarmos no Norte não estávamos protegidos completamente. Caminhei até onde minhas roupas estavam e me vesti o mais rápido possível.

— Qual a probabilidade dos outros também terem sido encontrados por soldados do Sul? — Perguntou-me.

— Não sei, mas tenho certeza que meus primos vão proteger seus irmãos.

— Como pode ter certeza?

— Porque é o que eu faria, ou melhor, o que eu fiz com você... Vamos.

Fizemos o caminho de volta, dessa vez o menino quase nada disse, foi um silêncio estranho, não combinava com o garoto falante que havia vindo caçar comigo, tampouco com o que me chamara para tomar banho no lago. O caminho de volta pareceu mais longo do que quando saímos, mas quando finalmente chegamos nos deparamos com o lugar apenas com dois cavalos, o meu e o do Jung e dois corpos estirados no chão, mortos.

— Onde... Onde eles estão? — TaeHyung perguntou olhando para mim com desespero.

— Fique calmo, o cavalo de JiMin não está aqui o que sugere que ele foi embora com seu irmão mai novo, HoSeok e o Min provavelmente ainda não chegaram já que o cavalo deles ainda está aqui.

— Devemos espera-los.

— Não, devemos ir, esse foi o combinado.

— Mas...

— Nada de mas, Kim, temos que manter o plano, queremos que todos fiquem bem e eu vou garantir que você fique, agora vamos.

Meio relutante o mais novo aceitou, não tive tempo de esfolar nossa caça, mas poderia fazer isso em nossa próxima parada, coloquei o animal morto enrolado em cima do cavalo e subi, logo em seguida o Kim subiu também e abraçou minha cintura, peguei as rédeas do cavalo e partimos. 


Notas Finais


Olha, quem ler Save Me sabe que quem espera sempre alcança então esperem mais um pouco que esse YoonSeok vai sair sim em nome de G-Dragon!
Eu gosto de fazer as coisas com calma, por isso os otp demoram a ficar juntos meus amores, mas isso não significa que vai demorar tanto assim também, apesar do Yoon ficar de relutância não vai se por muito tempo.
JiKook está quase lá também, a relação deles vai ser mais fácil, provavelmente os primeiros a ficarem juntos hehe
TaeJin pra quem muito esperou está indo até bem né nom? Quem gostou desse moment entre eles dois levanta a mão e faça parte do grupo pq eu amei!!
Agora os trios estão separados e isso ajudará muito no relacionamento deles, só vamos torcer pro Kook não ser feito de trouxa, Jin perceber o hmão da porra que é o Tea e o Yoon deixar de cu doce huahuaua
Vejo vocês nos comentários, um beijom! ♥♥


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