História Diabolic Love Wolf - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Abo, Guerra, Hoseok Ativo, Hoseok!alfa, Jhope Ativo, Jhope!alfa, Jikook, Jimin!alfa, Jin!alfa, Jungkook!ômega, Kakaw-chan, Lemon, Medieval, Romance, Suga Passivo, Suga!ômega, Taehyung!ômega, Taejin, Yaoi, Yoongi Passivo, Yoongi!omega, Yoonseok, Yoonseok É Lindo
Visualizações 436
Palavras 1.609
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaaahhhhh
Olha a cara de pau de quem passou mil anos sem aparecer hehehe
Não me matem, apenas leiam e aproveitem!!
Finalmente o TaeJin que estava faltando, as que vieram pelo YoonSeok e pelo JiKook, acalma aí que eu prometo que vou tentar agilizar o processo criativo e não demorar tanto!!

Divirtam-se!!!!

Capítulo 14 - Cada um para um lado - Parte 3


Kim SeokJin

— Você entende?

— Sobre o que?

— As estrelas.

Kim TaeHyung estava deitado no chão, seus braços atrás da cabeça como apoio e minha capa o cobria parcialmente como dava dada a posição dele, fora a primeira coisa que falara desde que havíamos parado, acendido a fogueira e posto a carne para assar. Novamente tudo que ouvia-se era o crepitar baixo do fogo e o barulho de alguns insetos noturnos. Eu pensei a respeito de sua pergunta, mas a verdade é que era a primeira vez que pensava no assunto.

— Não, nada entendo sobre elas.

— No Sul, elas brilham lindamente, um pouco mais tarde do que agora as luzes são apagadas de toda a cidade, exceto a dos lanternas, mas praticamente tudo fica escuro e de onde quer que você esteja, a janela de uma casa simples, ou no alto da torre, vê-se as estrelas brilharem sublime... Havia uma torre onde tinha um instrumento estranho mas que nos possibilitava ver as estrelas de um angulo ainda mais de perto, era um dos poucos lugares que eu gostava ali, era um dos poucos lugares que eu arriscava fugir noturnamente para estar...

— Então entendes sobre as estrelas?

— Não, eu também nada sei sobre elas, haviam alguns livros sobre isso na biblioteca Real, mas não podíamos ler o que não nos fosse obrigado, então eu apenas observava as estrelas e imaginava o que eram e o que significavam.

Novamente o silêncio nos tomou, eu olhava para o céu agora, como ele fazia, tentando ver a beleza que via através dos olhos dele. Para mim, as estrelas eram apenas pontos de luz no céu, pontos de luz que Deus acende para não nos deixar na completa escuridão quando não temos fogo para fazer nossas próprias lamparinas. As estrelas sempre foram apenas isso, mas agora, eu começava pela primeira vez tentar enxergar como ele via.

Tentar encontrar a beleza que reflete nos olhos de outra pessoa não é fácil, porque afinal de contas, apenas ela vê o que vê, os meus olhos nunca poderão enxergar como os dele, por mais que estejamos olhando para o mesmo céu, nunca será para a mesma estrela. Ainda assim, eu começava a ver as estrelas com um pouco mais de atenção e um pouco mais de romantismo como julgava ser sua visão.

— No Norte, temos alguns magos¹ que trabalham com essas coisas, podemos fazer uma visitação a algum, se quiser.

— Obrigado... Estou com fome, essa capivara sai ou não sai? — Ele falou se sentando e rindo levemente.

— Acho que já está pronto para ser devorado.

Eu retirei a carne do fogo averiguando se de fato já estava suficientemente assada e pronta, depois reparti para nós dois, ele se acomodou ao meu lado se encostando na mesma árvore que eu.

— Acho que é verdade, a fome é a melhor cozinheira, isso está bom, eu nunca havia comido uma caça assim. — Ele falou sorrindo e eu não pude deixar de rir.

— Quando estivermos no Norte eu irei caçar algo e pedir para uma de nossas cozinheiras preparar, daí sim você vai saber o que é uma caça bem preparada, meu caro.

— Eu tô pagando pra ver.

Conversar com TaeHyung era bastante fácil na minha opinião, ele por si só é bem falante e não ligava de ser ele a iniciar diálogos. Mais cedo ele estava mais quieto por causa do irmão, mas agora já agia mais normalmente, eu inda podia sentir certa apreensão, mas ele estava se deixando levar.

— O que você faz? — Ele perguntou.

— Como assim?

— Digo, o Jung é o futuro rei, você como primo dele, o que faz no reino?

— Ah, eu faço parte do conselho, sou o conselheiro principal de HoSeok.

— E você gosta de fazer isso?

Sinceramente, eu nunca havia parado pra pensar se gostava ou não de ser um conselheiro, eu apenas fui ensinado desde cedo que quando crescesse seria o meu cargo, por isso estudei muito sobre muitas coisas, participei desde cedo de reuniões apenas como ouvinte, aprendi com os erros e acertos de outros até em fim chegar aqui e bom, essa pergunta nunca me havia sido feita.

— É uma grande responsabilidade, sabe, muitas das decisões que HoSeok toma vem de conselhos que eu dou, as coisas podem dar certo ou não e uma parcela de culpa será minha... Mas sim, eu gosto de ser conselheiro, não meu vejo fazendo outra coisa.

— Eu acho que combina com você, hyung! — Falou animado e se ergueu. — Mas dessa vez serei eu a dar um conselho, acho melhor irmos o quanto antes para chegarmos também o quanto antes.

— Sabe que esse é um conselho muito bom, meu caro, Kim? — Brinquei também me levantando. — Então é melhor irmos de uma vez.

Organizamos tudo rapidamente e logo estávamos montados em meu cavalo mais uma vez, TaeHyung pareceu avontade suficiente para se manter conversando comigo o que tornou uma viagem bastante agradável. Era madrugada e ainda escuro quando finalmente vimos os portões do Norte.

— Uau... Só aqui fora já dá pra ver que é bem grande. — Ele falou num tom admirado.

— Espere para ver lá dentro.

— Estou ansioso para isso, mas sinceramente, a única coisa que quero ver assim que chegar são os meus irmãos.

— Eu entendo, quem sabe depois de ver que está tudo bem não aceite um passeio pelos arredores?

— Eu iria adorar!

— Está marcado então.

Mais alguns minutos e finalmente chegamos nos portões, uma brecha nos foi aberta e o soldado que estava nos portões averiguou quem era, logo abrindo os portões quando me viu.

Sir Kim SeokJin. — Ele anunciou.

— Os meus primos já chegaram? — Perguntei ao guarda do portão.

Sir Park JiMin chegou com um ômega, mas Vossa Alteza Jung HoSeok ainda não retornou.

— Grato.

Mas por ser madrugada haviam apenas guardas nas ruas bem iluminadas, esses que enquanto meu cavalo passava fazia uma reverência.

— Eu fico mais aliviado que pelo menos Jeon chegou com seu primo. — O ômega comentou.

— Falei que JiMin cuidaria dele bem.

— Uau, tudo aqui é bem iluminado também... Como eu disse mais cedo, no Sul tudo está no escuro uma hora dessas. — Ele parecia realmente mais relaxado ao saber que o irmão estava aqui.

— Por que?

— Estratégia, eu acho, tipo, o inimigo não conhece nosso terreno como nós, então se houver um ataque noturno, temos certa vantagem sobre eles.

— É uma boa estratégia. — Falei sincero.

— É sim, mas também ajuda no aumento da criminalidade e diminui a socialização dos moradores... Vivemos assim por que meu pai pensa mais em guerras do que no próprio povo.

Não tive o que responder, não gostava e nem aprovava o modo como o rei do Sul levava as coisas, mas não tinha o que fazer, qualquer tipo de interferência poderia acarretar em guerra e só por termos fugido com os filhos dele já devíamos estar com um grande problema.

Chegamos por fim em frente ao castelo e descemos do cavalo, eu o entreguei para um guarda para cuidar dele e então conduzi o ômega para dentro, ao passarmos pelo salão de entrada vimos JiMin falando com alguma empregada.

— JiMin! — O chamei, ele dispensou a pessoa e veio na nossa direção.

— Vocês chegaram, é bom ver vocês bem.

— Ver você também.

— É, mas cadê meu irmão? — TaeHyung foi direto.

— Em meus aposentos.

— E está fazendo o que lá?

— Eu o deixei lá com o curandeiro, ele acordou e eu o dei comida, mas ele não parecia muito bem então assim que cheguei mandei que trouxessem nosso melhor curandeiro para cuidar dele.

— Então me leve ate ele agora.

— Vou leva-lo, mas antes me responda, o que Jeon tem?

— Eu não devo falar sobre isso, agora me leve até ele. — TaeHyung desviou o olhar, parecia não gostar do assunto.

— Por que não deve falar sobre isso? — JiMin insistiu.

— Eu apenas não devo, certo? Se ele quiser contar ou o hyung, tudo bem, é com eles, mas eu não vou falar nada, agora será que pode me levar até meu irmão? — Agora ele parecia extremamente chateado, JiMin olhou para mim e eu pedi com os olhos para que parasse com as perguntas.

— Tudo bem, vou te levar lá.

Caminhamos os três por alguns corredores até o corredor dos quartos e enfim o quarto de JiMin, tantos quartos aqui é difícil entender o motivo dele ter deixado o Jeon logo no seu. Bateu na porta e todos esperamos que nos permitisse a entrada.

— Podem entrar. — Foi a voz do curandeiro.

JiMin abriu a porta e TaeHyung passou por ele quase correndo em direção ao irmão.

— Oh, graças a Deus você está bem. — Kim quase se jogou em cima do mais novo.

— Calma TaeTae, eu realmente estou bem, cadê o hyung?

— Ainda não chegou...

— Entendi...

— Bom, eu preciso continuar aqui, todos podem ficar? — O curandeiro perguntou.

— Meu irmão sim.

— Então peço aos dois cavalheiros que se retirem, por favor.

Nem deu pra contestar, o curandeiro nos enxotou. Olhei para JiMin e fiz movimento com a cabeça para que me seguisse. Não tinha um destino definido, era apenas uma andada.

— Espero que HoSeok não demore muito, estou preocupado com esses ômegas, preciso saber o que de fato ele pretende fazer com eles. — Falei.

— Pois é, esse ômega doente é preocupante e não querer que saibamos o que ele tem é mais ainda... Além russo, quando ele me perguntou o que faríamos com eles eu não soube responder, não precisamos mais do casamento, não é?

— Pra você até seria bom um casamento pra ver se toma jeito na vida, mas não, já não há acordo, se não há acordo não precisa de casamento.

— Então nos resta esperar por HoSeok.


Notas Finais


¹ No contexto da minha estória, por ser na época medieval, as pessoas que estudavam as estrelas ou até outras ciências eram chamados de magos, pois ninguém entendia o que eles estudavam nem as coisas novas que eles inventavam.


E então, gostaram? Então deixa aí um comentário amoreco e faça essa autora feliz!!!
Mil beijos e abraços e até o próximo cap!
ヾ(@^▽^@)ノ


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