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História Diabolical Extinction - Capítulo 3


Escrita por: Girassol_DeOuro

Notas do Autor


Oie 🤭🤭
Novamente o cap tá meio nhe, mas o próximo será um pouco mais interessante, acredito eu.

Boa leitura.

Capítulo 3 - Attack on Kill


Aviso: Esse capítulo contém violência física, sexual e psicológica, violência explícita e menção de Assédio. Se for sensível, não leia.

Passando para lembrar que o cap está se passando na visão da Agatha.

- ELES ESTÃO VINDO! VIERAM NOS MATAR! VÃO MATAR TODOS NÓS!

Essas foram as últimas palavras de meu pai antes de ter seu peito perfurado por uma estaca de madeira, a única coisa capaz de matar um Vampiro. Vi seu corpo, já sem qualquer resquício de vida, cair no chão. Meus olhos arregalaram, e logo senti meu braço ser puxado.

- TEMOS QUE CORRER AGORA AGATHA! VÃO MATAR A GENTE.- Sem mais delongas, eu e minha mãe começamos a correr, sem rumo, sem direção. Apenas corremos.

Eles estavam vindo atrás de nós, era desesperador. Não tivemos nem ao menos tempo de sentir remorso pelo meu pai. Apenas estávamos correndo o mais rápido possível.

Até que, minha mãe...MINHA MÃE. Ela estava caída no chão, com uma estaca perfurando seu peito. Ela estava morta. Meus pais estavam mortos. Eu serei a próxima.

- NÃO...Não...por favor não.- Eu já estava em prantos. Estava cercada por esses demônios. Eles vão me matar.

- Vejam rapazes, que desperdício.- Diz um dos humanos debochando.

- Realmente, uma beldade dessas, é uma pena.- Diz um deles se aproximando- Eu acho, que deveríamos curtir essa aqui, não é todo dia que uma vampirinha gostosinha como essa aparece na nossa frente.- O mesmo segura meu cabelo com brutalidade.

- Me solte, seu demônio.

- Ha ha ha, escute aqui, você é a vampirinha puta e nós que somos os demônios? É realmente muito engraçado.

Avisto de longe, um homem alto de cabelos negros que caiam levemente sobre seus belos ombros largos. Ele trajava uma espécie de farda preta, como todos os outros humanos aqui presentes. Mas a dele, havia um broche em seu peito direito, era uma rosa. Isso devia ser algum tipo de identificação, ele deve ser o superior! Mas, esse homem não é humano de jeito nenhum! Seu olho esquerdo era coberto por um tapa olho e em sua cintura havia uma arma.

- O QUE PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO?- Diz o homem, sacando sua arma.

- S-senhor Mery, sentimos muito. Nós já íamos acabar com está vadia e- sua fala foi interrompida por um tiro, bem no meio da testa do homem que antes, puxava meus cabelos com força bruta.

O Homem, atirou em todos aqueles que estavam presentes. Agora eu tive toda certeza do mundo, este homem não era humano. Espere, o nome dele é...MERY! ELE É O MERY! (Caso não tenha entendido, releia o capítulo 1)

- Muito obrigada. Você é mesmo o Mery??

- Não tem de que Jovem, e sim, eu sou o Mery. Como me conhece?- Pergunta o mesmo curioso. Logo vejo seus olhos arregalarem e ele olha pra mim um tanto assustado.

- Oq ouve? Eu disse algo errado?

- VOCÊ É AGATHA MARTINIS?- Ok, isso foi um tanto estranho. Eu apenas concordei com a cabeça e ele suspirou...aliviado?- Ainda bem que cheguei a tempo! Ela iria me matar se você tivesse morrido. Você está bem? Está machucada?

Ela? Ela quem? Ele estava falando de Rebecca?

- Você é conhecido da Rebecca não é? Você sabe se ela está bem? Ela por acaso está viva?

- Calma lá, uma coisa de cada vez. Primeiro, você vai me dizer se está tudo bem com você, logo depois eu vou te levar para o abrigo onde os sobreviventes dos ataques estão abrigados e logo depois posso responder suas perguntas. Estamos de acordo?- Eu logo concordo com a cabeça e ele sorri.- Você está bem?

- Estou sim, não estou ferida.

- Ótimo. Agora preciso que você venha comigo. Não se preocupe, eu sou um híbrido que está infiltrado. Não precisa ficar com medo.- Apenas concordei e logo ele começou a andar para a mesma direção que veio antes.

- Os meus pais- logo fui interrompida.

- Estão mortos. Meus pêsames. Mas não a nada que possamos fazer.

Apenas abaixei a cabeça e me calei. Estava muito em choque para chorar, então iria ficar calada durante o percurso.

                             {...}

Depois de mais ou menos uma hora andando, chegamos a uma espécie de acampamento. Havia muitas pessoas correndo pra lá e pra cá. Nenhum humano presente.

- Está precisando de atendimento médico? Está com fome? Precisa de algo?- E mais uma vez Mery se pronunciou.

- Não preciso de nada. Na verdade, a algo que eu preciso urgentemente.

- E posso saber o que seria?- Ele se vira para mim, ficando na minha frente. Ele tinha a mesma altura que eu, o que facilitava eu de olhar em seus olhos.

- Quero as respostas. Rebecca está aqui?

O Homem suspira fundo e me encara. Ele parecia até que ja tinha um discurso feito para isso.

- Não, Uma chefe de guarda, jamais, viria a um lugar tão horrendo quanto este.

- Chefe de guarda?- questiono curiosa. Então quer dizer que Rebecca tinha conseguido subir para um cargo tão alto assim no governo humano?

- Sim, a queridinha do Rei Antonio. Ela queria vir te ver. Mas não pode. Então pediu pra que eu, o seu mais perfeito braço direito- disse se gabando- Cuidasse pessoalmente da "querida Agatha".

- Oh!- senti minhas bochechas ficarem quentes, provavelmente eu estava igual a um pimentão.

- É provável que em algum momento ela apareça por aqui, mas não fique com grandes expectativas. Ela é uma mulher ocupada de mais para vir fazer visitinhas. Agora, se não se importa, peço que me acompanhe.- O mesmo começa a andar pelo acampamento, em direção às barracas maiores que ficavam mais distantes.

Conforme andávamos, a situação parecia pior. Havia muitas pessoas feridas, machucadas, desesperadas. Crianças choravam, adultos também. Pessoas gravemente feridas, em estados deploráveis. Que situação lamentável.

Logo chegamos a uma barraca grande, Ele adentrou e pediu para que eu o acompanhasse. Adentrei na mesma, que estava vazia.

- Se a senhorita não se importar, irei fazer meu relatório e reportar a Senhora Rebecca que você está aqui. Enquanto isso, deixarei você aos cuidados de Camily e Jean.

Sem nem ao menos eu ter tempo de dizer algo, ele saiu. E logo duas pessoas entraram, que provavelmente eram as mencionadas por Mery. Um rapaz não muito alto, pele morena, olhos escuros e cabelos pretos e curtos. E uma moça de cabelos médios, também pretos, pele morena, olhos azuis e da mesma altura do outro rapaz.

- Olá? Você é a Agatha, não é? Você é ainda mais bonita do que imaginávamos. Você me parece uma fofa. Você está bem? Quer um pouco de água? Blá blá blá blá- E então, a moça continuou tagarelando. Ela parecia bem animada.

- Oh, Camily você vai assustar ela deste jeito!- E então, o homem ao lado dela se pronunciou.- Me perdoe por isso, senhorita. Ela é muito empolgada.

- Sem problemas. Vocês podem me explicar o que está acontecendo exatamente? Vocês conhecem a Rebecca, não é?

- Claro que conhecemos. Ela é nossa chefe. Você está aqui por que fomos ordenados a proteger você. Assim que os ataques passarem, levaremos você para a cidade. Isso se a chefe não vier te buscar antes.- Fala o rapaz se sentado em uma cadeira. A moça que estava ali presente, saiu da barraca.

- Será que eu posso fazer algumas perguntas?

- Dependendo do que for, irei responder.

- Faz muito tempo que eu não vejo Rebecca...como ela é?

- Se refere a aparência ou personalidade?

- Os dois na verdade. Eu não consigo imaginar como ela é hoje em dia. Só me vem na cabeça a imagem daquela menina de sete anos...

- É difícil descrever a aparência dela, mas posso te garantir que ela é uma mulher muito bonita. Se não é a mais bonita que já vi. Ela é alta, muito alta. Tem cabelos longos, a pele pálida. E em questão de personalidade, eu diria, que ela é uma mulher má.

- Rebecca? Uma mulher má? Eu só acredito vendo.

- Pois não se surpreenda. Ela é seria, fria, egoísta, maldosa, estrategista, rancorosa e manipuladora. É claro, ela não tem só defeitos. Mas suas qualidades são Um tanto ocultas.- Fala sarcástico.

De repente, um rapaz loiro adentrou o lugar. Ele também usava uma farda preta, ele também tinha um broche no peito, só que desta vez era um cristal. Ele tinha um cabelo mediano, pele bronzeada, olhos castanhos e não era muito alto. Suas orelhas eram pontudas, logo pensei na possibilidade do mesmo ser um elfo. Logo atrás dele, entrou outro rapaz, ele era alto, tinha cabelos curtos e...azuis? Seus olhos eram verdes e suas orelhas eram pontudas também.

- Vicente e Ivan, que bom que apareceram.- Fala o rapaz se levantando da cadeira que estava sentado antes.

- Ela é a Agatha?- Fala o homem de cabelos azuis.- É mais feia do que imaginávamos- Ele debocha e Dá uma gargalhada.

- Cale a boca Ivan, pare de implicar com quem você nem conhece. Se a garota contar, você terá problemas com Rebecca.

Então o de cabelos azuis era o Ivan, então o outro só poderia ser o Vicente. Tenho uma impressão de que tenho que guardar estes nomes...

- Me desculpe por isso, Agatha. Eu sou Vicente. Acredito que você já tenha conversado com Mery, não é mesmo?

- Ah sim, foi ele que me trouxe até aqui.

- Oh, ótimo. Agora você deve estar cansada, acredito eu. Então por favor você pode me acompanhar?

E mais uma vez eu estava seguindo um desconhecido. Dessa vez, a barraca que me levaram era uma espécie de quarto. Tinha algumas beliches ali. Vicente me disse para descansar. Pelo visto as coisas seriam bem agitadas por aqui.

                            {...}

A noite caiu. A brisa fria estava lá novamente como todas as noites de outono. Sai para fora da barraca apenas pra observar o lugar e pensar um pouco. A ficha ainda não tinha caído. Esse não era mais um dia qualquer, meus pais estavam mortos. Mas não queria acreditar, nem pensar sobre. Vários humanos circulavam pelo acampamento agora, afinal eles já tinham voltado do massacre.

Avistei de longe Ivan, Vicente e Mery vindo em minha direção. Eles pareciam apressados.

- Hey, preparada pra dar o bote?- perguntou Ivan arqueando as sobrancelhas.

- Como assim?

- Vamos colocar fogo no acampamento. Os sobreviventes que estavam debilitados foram mandados para outros abrigos. Os que restaram irão fugir com a gente.- explica Vicente, que segurava muitos papéis em seus braços.

- Vamos matar os humanos que restaram dos conflitos colocando fogo no acampamento. Então esteja preparada para correr, por que nós não vamos te carregar no colo.- E mais uma vez Ivan gargalhou da própria fala. Que cara ridículo.

- Você é bem babaca né?- perguntei cruzando os braços.

- Ele sempre foi.- Diz Mery.

Mal cheguei e já aconteceu muita coisa. É muita informação pra uma cabeça só.

Conforme a noite passava, os preparativos pro incêndio ficavam prontos. Os humanos ali presentes, transitavam pra lá e prá cá, rindo, comendo, conversando. Como se nada tivesse acontecido. Isso estava me dando ódio. Como pode, seres tão invencíveis? Não sentem remorso?

Sinto uma mão repousar em meu ombro, olho para o lado e era Camily.- está pronta? Vai ter que correr pra não queimar.

- Eh, acho que estou pronta sim...

- Não se preocupe, não irão te deixar para trás.

- Eu sei...- solto um suspiro pesado. Será mesmo que não iriam me deixar? Seria uma desgraça ter que Morrer ao lado de humanos.

Logo a mesma me puxou e seguiu em direção aos outros, que estavam preparando gasolina e fósforos.

- Está tudo pronto. Agora é só tacar fogo.- Falou Mery.

- Podemos começar. joguem fogo em tudo, não deixem nenhum deles sobrarem.- Falou Vicente que logo pediu pra que os acompanhasse até a saida do acampamento. deixando apenas Mery e Jean para trás.

Assim que saímos do acampamento, foi possível ver as chamas de espalharam rapidamente.




























Gritos



















Gritos


















Era apavorante! Humanos tentavam fugir das chamas desesperadamente, mas nenhum conseguia sair de dentro do acampamento...

Logo Mery e Jean apareceram com algumas outras pessoas. Eles se organizaram para a fuga, mas eu nem consegui prestar atenção. Era aterrorizante. Quantos gritos, quanto choro. Quanta dor.

Mas não era hora de ter pena! Eles não mereciam meu lamento. Estávamos todos se preparando pra sair, até que um carro esportivo preto parou na nossa frente. Era um carro de luxo, então com certeza quem estava dentro daquele carro não era qualquer pessoa. Olhei para os outros e estavam todos com os olhos arregalados, menos Ivan.

- Parece que a bonitinha vai de carona hoje.- Ele olhou pra mim e sorriu em deboche.

Assim que a porta do carro de abriu, e uma mulher alta desceu do mesmo, eu não acreditei. Era ela. Ela estava ali.






Notas Finais


Eai pessoal 😰
Gostaram?


Muito obrigada por ler


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