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História Diabolik Lovers - Jogada aos Lobos - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Espero que gostem do Capítulo...
-WanvTay

(Novamente peço perdão por não ter postado ontem, pois o tempo chuvoso onde eu moro está deixando estragos nas redes de energia e estou passando boa parte do dia sem energia. Mas agora nesse finalzinho de tarde tudo se normalizou, mas caso amanhã não poste ou somente a noite, é por causa das fortes chuvas. Obrigada pela compreensão).

Capítulo 14 - Capítulo XIII


Fanfic / Fanfiction Diabolik Lovers - Jogada aos Lobos - Capítulo 14 - Capítulo XIII

"Sou um lobo solitário que ama o luar mesmo sabendo que é um amor impossível". - Desconhecido.

Tínhamos exatas três horas até eu voltar para a mansão. O tempo estava passando enquanto nos reunimos em uma sala para discutirmos como iriamos executar o plano sem nenhuma falha.

– Então você está nos dizendo que consegue manipular o Karlheinz tempo suficiente para conseguirmos entrar no local? – Shin estava presente no local e ele estava com um pé atrás no plano.

– Sim, eu consigo. Se vocês conseguirem me levar exatamente aonde ele vai eu consigo ganhar tempo suficiente para vocês invadirem e executarem o plano. – Falei cruzando os braços.

Enquanto discutíamos o que iriamos fazer eu acabei revelando a nossa nova aliada dentro da mansão. Carla ficou repetindo junto de seu irmão que eu fui imprudente e ela poderia ser uma infiltrada do Shu para me vigiar, mas eu estava confiante que tudo daria certo.

– Eu falei pra ela que não era uma boa ideia envolver aquela mulher na história. – Lucien bufou revirando os olhos.

– Vocês realmente são uns medrosos. – Os três olharam para mim ofendidos. – Se estamos aqui para liderar o jogo e acabar com a raça do Karlheinz, temos que ter o controle da situação e termos o maior número de táticas possíveis. E o medo de arriscar não é uma opção. – Eu comecei a botar ordem naquele local. – Com Hana dentro da mansão podemos controlar boa parte dos movimentos do Shu e saber se ele irá nos seguir.

– E como pretende fazer com que ele não desconfie da sua saída da mansão para ir atrás do Karlheinz? – Lucien rebateu. – Não vamos ter a mesma sorte que tivemos hoje.

– Aquilo é um completo cadáver, só dorme! – Minhas palavras zombaram da pergunta. – Se entrar todos nós naquela mansão ele só perceberia quando tivéssemos prestes a mata-lo.

– Você é bem cruel quando quer. – Shin falou franzindo as sobrancelhas em surpresa.

– Quando eu voltar com Hana para a mansão vou repassar a ela todos os detalhes. Quando eu ver Karlheinz se preparar para partir, a primeira coisa que vou tentar é pedir para acompanha-lo, e em segundo plano vamos segui-lo. – Eu olhei para todos os presentes na sala. – Quando chegarmos ao local vou fazer o possível para segura-lo enquanto vocês vasculham o local, quando terminarem é só o Carla pegar o que lhe trará a cura e mataremos Karlheinz. Difícil?

Todos concordaram com a cabeça.

– Ótimo, ainda da tempo de voltarmos a cidade e encontrar com Hana. – Falei para Lucien que revirou os olhos ao ouvir o nome dela.

Terminamos de acertar os últimos detalhes, assim Lucien e Shin saíram da sala para prepararem a nossa saída. Apenas restamos na sala Carla e eu.

– Ainda da tempo de desistir dessa loucura. – Carla quebrou o silêncio que nos dividia.

– Você desistiria tão perto do sucesso? – O confrontei.

– Não... – Ele virou o rosto.

– Então essa é a minha resposta dita pela sua própria boca. – Eu também virei o rosto para o outro lado.

– Apenas não tente fazer uma loucura que resulte em uma tragédia. – Ele suspirou. – Prometa que vai sinalizar caso alguma coisa dê errado.

– Você tem tanto medo de me perder assim? – Eu ri.

– Eu só não quero que ninguém saia ferido ou morto. – Ele ficou com raiva do nada.

– Tá, mas não precisa gritar comigo dessa forma. Eu vou avisar se isso lhe tranquiliza, eu prometo! – Eu entendia o motivo dele estar nervoso, pois não eram apenas nós dois envolvidos nessa trama. Até mesmo o irmão dele, seu único parente, está envolvido nessa.

– Você é irritante. – Ele repentinamente tampou a moca e o nariz com a mão. Seu corpo estava inquieto.

– O que aconteceu? Está sentindo alguma coisa? – Eu tentei me aproximar dele, mas com um movimento ele me empurrou e foi abrir a janela. Um vento forte entrou no local bagunçando meus cabelos e revelando as laterais do meu pescoço.

– C-Carla?! – Eu o chamei tentando ganhar sua atenção, mas a única resposta que eu tive foi um silêncio amedrontador. Depois de um minuto, Carla se virou com uma expressão sinistra em seu rosto, seus olhos estavam brilhando e sua boca estava aberta deixando suas presas amostras.

– S-Seu cheiro está f-ficando insuportável. – Ele falou com dificuldade enquanto me olhava de cima a baixo.

– M-Meu cheiro? – Eu abracei meu corpo incomodado pelos olhares dele. – P-Pare de me olhar assim.

– V-Vá em bora! – Ele começou a andar em minha direção como se lutasse contra si mesmo. – N-Não quero lhe machucar.

– Do que você está falando Carla? – Conforme ele ia se aproximando eu ia recuando com passos arrastados.

– Não aguento mais. – Ele em um segundo estava na minha frente, eu me assustei. – Me perdoe... – Ele ficou fora de si. Eu era muito fraca comparada à força dele. Tinha algo em mim que o afetava de uma forma ruim, e eu sabia que era pelo fato de está ligada de alguma forma com ele.

Ele me derrubou no chão, e com a força do impacto eu senti meus ossos estalarem dentro de mim. Tentei me levantar para me defender, mas Carla estava em cima de mim e o peso dele me imobilizou. Com dois dedos ele percorreu do meu pescoço até chegar à base da minha cintura como se demarcasse o corte de uma cirurgia, ele estava me assustando.

– Por que está fazendo isso? – Eu tentei empurra-lo, mas ele apenas sorriu ao ver meu fracasso.

– Não era você que queria há pouco tempo atrás ficar comigo? – Sua voz estava estranha, era como se ele tivesse possuído. – Odeio mulheres indecisas. – Com a outra mão livre ele a envolveu em meu pescoço e começou aperta-lo, aquilo estava me sufocando. E com outro movimento sua boca estava mordiscando o lóbulo da minha orelha. – Isso está me deixando animado.

– Carla... – Eu arfei em seu ouvido. Aquilo o fez sorrir enquanto descia as mordidas até o suave decote do meu vestido. Lá ele mordeu com toda sua força me fazendo gritar. Mas eu sabia que por mais que eu fizesse barulho, o cômodo onde a gente estava era próprio para discutir coisas importantes, ele era totalmente isolado e a prova de sons internos.

Depois de me morder, ele lambeu os resquícios de sangue que se espalham por minha pele. Aquilo estava me deixando excitada, mas eu tinha pouco tempo para retornar a mansão para não levantar suspeitas, e ficar cheia de mordidas e chupões não era uma forma de voltar despercebida. Mas os toques daquele homem me deixavam desconcertada, pois todas as vezes que eu tentava me apoiar em meus braços eu vacilava e voltava a ficar entregue a ele.

– C-Carla, por mais que isso seja b-bom, não temos muito tempo. Eu tenho que ir. – Faltava exatamente uma hora e meia para retornar a mansão, mas de alguma forma a vontade de me entregar no chão daquela sala para ele era maior. Mas eu realmente precisava ir. – Por favor, Carla se você ainda tiver me escutando e com a razão boa tem que me deixar ir.

Ele não me respondeu, pois estava inebriado com o odor que saia de minhas veias. Aquilo estava o afetando, mas como o dia do eclipse de sangue estava proximo, a vontade de ele me devorar agora era incontrolável. Depois de mais algumas mordidas ele repetidamente parou e se levantou em direção a porta, lá ele virou a chave a trancando e a jogando debaixo de um dos sofás. Eu fiquei o observando ainda deitada no chão, pois meu corpo estava dormente e em choque pelas mordidas.

Com as poucas forças que eu recobrei, eu consegui me sentar e observar as mordidas que se espalhavam pelo inicio de meus seios e os braços, sem falar do pescoço. Carla ficou me olhando como se eu fosse uma presa que ele iria caça, e ele ia. Com passos ligeiros ele agarrou meu pulso me fazendo ficar de pé, logo em seguida ele sentou no sofá e me arrastou para sentar em seu colo. Aquilo me deixou vermelha ao extremo, pois ele não queria fazer aquilo por vontade própria, e sim por que seu instinto de macho estava desperto por causa do meu sangue.

– C-Carla, por favor, tente se controlar. – Eu sabia que ele não me escutava, mas eu tentava faze-lo entender que não era a hora adequada para fazer sexo.

Tentei me soltar e correr, mas o mesmo agarrara a minha cintura me forçando cada vez mais sobre ele. Enquanto um de seus braços me imobilizava na cintura, ele utilizou o outro para passear sua mão pelas minhas pernas, pois meu vestido era na altura do joelho e facilitava os toques. Ele acariciou minhas cochas enquanto sorria a cada gemido que eu tentava controlar, mas eu estava tão necessitada por aqueles toques que estava difícil ser firme.

– Você realmente não esconde que me deseja Konan. – Ele depois de um tempo sem pronunciar uma única palavra, ele falou ainda tomado por aquele desejo de me ter.

Naquele momento ele deslizou o tecido do meu vestido revelando minha calcinha azul petróleo com delicadas rendas, o mesmo começou a brincar com as laterais da mesma deslizando seus dedos e puxando, mas quando ele soltava onde avia o elástico a mesma voltava e marcava minha pele com o choque. Aquilo me torturava e ele gostava de ver minha expressão de desejo, e todas as vezes que ele deslizava seus dedos pelas minhas cochas e insinuava ir a minha intimidade, ele desviava e acariciava a outra cocha. Aquilo me fazia ficar inquieta, assim eu ficava me remexendo encima dele tentando me controlar, mas aquilo apenas o fez gemer abafado.

– N-Não me torture dessa forma! – Eu gritei o repreendendo.

Naquele momento ele começou a passar seus dedos em minha intimidade que já umedecera o tecido da minha calcinha, e em movimento sobe e desce ele me arrancara gemidos longos e expressivos. Depois de alguns segundos ele invadiu a minha peça intima, aquilo me fez soltar um longo suspiro de libertação, pois o sonho de ser tocada por aquele homem finalmente estava se realizando e eu queria mais. Ele começou a movimentar os dedos em minha cavidade totalmente úmida, e ao ver o que ele provocava em mim ele simplesmente riu e continuou o ato. Depois de percorrer toda a minha intimidade ele parou o ato e se direcionou ao meu clitóris e o pressionou. Aquilo me fez tremer.

– M-Mais... Por favor, C-Carla, mais! – Eu o implorei que continuasse, pois já não estava mais raciocinando.

Ele parou o ato e beijou a curva do meu pescoço, depois ele cravou suas presas em mim, e aproveitando a onda de dor que aquilo me causou, ele me penetrou com dois dedos me fazendo jogar minha cabeça para trás me apoiando nele. Os movimentos dele me fazia delirar, suas presas me traziam o sadismo escondido dentro dele, e seus dedos me invadindo sem pudor e com toda a força e velocidade me traziam a libertação de meu maior desejo. Mas veio em minha mente o que nos conectava, a nossa cede de vingança e já havia se passado muito tempo, devia voltar para a mansão e acertar as coisas. Se descobrirem que eu estou aqui vão matar todos nós, e isso é o que eu menos quero. Aproveitei aquele momento só mais um pouco, depois eu empurrei o braço dele que me segurava e corri para longe, ajeitei minha roupa e o olhei firme. Tudo que ele fez foi direcionar os dois dedos sujos de meu orgasmo até a boca, e os lambeu fazendo uma cara de aprovação.

– Como eu pensei. – Ele riu. – Eu jamais pensei que o gosto de uma mulher da mesma espécie que eu fosse tão bom. – Ele estava completamente louco.

O mesmo se levantou e começou a caminhar em minha direção, mas quando ele chegou perto o suficiente, por reflexo de defesa eu depositei um tapa na face dele deixando uma leve vermelhidão no local. Os olhos de Carla que estavam brilhando em êxtase pararam repentinamente. Ele voltou seu olhar confuso para mim e tentou perguntar o que havia acontecido, mas eu apenas desviei dele e me pus a pegar a chave da porta. Quando destranquei a mesma e sai do cômodo eu pude ouvir a voz de Carla pedindo que eu esperasse um tanto confuso, mas eu apenas segui meu caminho triste ao saber que ele não havia feito aquilo por amor, mas por dominação de seu instinto de macho.

Arrumei-me em um dos banheiros do castelo ainda triste, mas me recompus e fui de encontro de Lucien que me aguardava no portão principal junto de Shin. Quando me aproximei percebi que Shin me olhou um tanto diferente das outras vezes, ele deve ser afetado pelo meu cheiro também, já que o mesmo é de sangue puro. Mas era estranho, pois Lucien não conseguia ficar incomodado com minha presença, mas ele era um Ghoul, então apenas deve afetar os Fundadores.

– Lucien, vamos logo. – Falei com pressa em sair dali, pois não queria ser atacada pelo Shin depois de tudo que aconteceu. Eu estava desconfortável perto dele.

– Tá... – Ele me olhou estranho, mas logo em seguida nos teleporto para o ponto de encontro onde Hana nos aguardava já em sua forma normal.

– E então, deu tudo certo? – Eu estava mais tranquila ao lado de uma mulher.

– Sim, me certifiquei em passar em algumas lojas para caso eles perguntem sobre sua ida à cidade. E também comprei algumas besteiras pra parecer mais real. – Ela mostrou as sacolas de uma lanchonete, e realmente eu estava um pouco com fome, mas isso poderia esperar.

– É melhor irmos andando antes que passe do horário de voltar. – Lucien voltou a ficar emburrado ao ver Hana.

– Está bem. – Concordei e seguimos até a mansão.

Quando chegamos lá, Hana e eu nos certificamos que Shu não estaria por perto para nos incomodar enquanto passava o que iriamos fazer.

– Parece que ele saiu, a Senhora Tisubaki disse que ele saiu há uma meia hora, mas Karlheinz está em seu quarto descansando, mas ele logo partirá. – Hana falou voltando do lado onde fica a cozinha.

– Então temos que ser rápida. – Falei olhando para os lados. – Escute com atenção.

– Certo! –Ele se aproximou um pouco para eu não precisar falar alto.

– Vou seguir o Karlheinz até onde ele irá bloquear seus poderes e Lucien vai comigo, quando chegarmos ao local vou fazer o possível para enrola-lo enquanto Lucien irá buscar Carla e Shin para pegarem o antidoto para curar o Carla e derrotarmos Karlheinz. – Comecei a falar o plano o mais rápido e coerente que pude.

– Desculpe perguntar, mas quem é esses tais Carla e Shin? – Ela perguntou confusa.

– Carla é o rei dos fundadores a quem Karlheinz infectou com um vírus terminal e Shin é seu irmão. – Ela compreendeu e eu prossegui. – Agora temos que contar com a sorte de Shu não chegar antes deu seguir Karlheinz, se não vamos ter que bolar algum plano para engana-lo.

– Isso você não se preocupe. – Ela me interrompeu um pouco confiante.

– Como assim?

– Des de que nós viemos para cá forçadas por Karlheinz, fomos forçadas a servir de objetos para o Shu e seus irmãos. – Ela olhou para baixo com raiva. – Quando ele voltar, eu e as outras vamos segura-lo o quanto pudermos. Vamos nos vingar o quanto antes de tudo que ele e os outros nos fizeram passar.

– Se Shu tem irmão onde eles estão? – Falei sem entender, pois na casa só moravam eu e ele.

– Karlheinz se certificou que apenas ele seria o pai do novo herdeiro do trono, então enviou os outros para um castelo na fronteira do mundo Demon com o mundo Humano. Acredite, foi muito melhor para você conviver somente com um dos irmãos.

– Acredito nisso. – Falei com mais nojo de Karlheinz.

Nós ouvimos um barulho e passos e de repente a porta se abriu revelando a figura de Karlheinz que nos olhou confuso.

– Algum problema Konan? – Ele falou me olhando de cima a baixo.

Eu mudei meu semblante para tentar seduzi-lo e ir com ele sem precisar segui-lo.

– Não querido, eu só estava perguntando a ela se você ainda estava aqui. – Falei sorrindo falsamente.

– Claro, estou aqui. – Ele falou entrando no cômodo. – Hana querida, pode nos deixar a sós?

– C-Claro... – Hana saiu, e antes que pudesse fechar a porta, pelas costas de Karlheinz ela piscou para mim em forma de dizer “vamos derrota-lo”.

– Soube que você foi à cidade, se divertiu? – Ele passou o polegar pela minha boca.

– Não muito, eu achei que poderia tirar o tedio, mas apenas consegui andar um pouco. – falei retribuindo as caricias.

– Por que queria saber se eu ainda estava aqui? – Ele falou mordendo os lábios.

– Estava pensando no que você disse sobre os seus poderes. – Eu falei me aproximando um pouco mais dele. – Fico preocupada, então pensei em ir com você.

– Não, você tem que ficar e cumprir o combinado. – Ele agarrou minha cintura.

– Mas Karl! – Falei manhosa. – O eclipse de sangue ainda é daqui a duas semanas e o solstício de inverno daqui a três dias, dá tempo de eu ir com você e ainda da para a gente terminar o que começamos. E eu volto para cumprir o combinado de lhe dar o herdeiro que você tanto quer. – Falei passando os lábios pelo pescoço dele. Aquilo me dava nojo, mas era tudo pela vingança.

– Vou mesmo poder transar com você quando acabar com os meus poderes. – Ele falou animado.

– Claro! Quantas vezes você quiser. – Eu falei com a esperança dele aceitar.

– Então vamos meu anjo. – Ele segurou minha mão e me guiou para fora do cômodo.

Karlheinz aceitou que eu fosse com ele até onde o mesmo iria selar seus poderes e ficar vulnerável, e por sorte Shu ainda não havia voltado. Arrumei minhas coisas e sai com Karlheinz, e disfarçadamente olhei Lucien pairando sobre nós e acenei com a cabeça dando o sinal de que tudo iria começar. O mesmo olhou atentamente para onde karlheinz se virou e quando nos teleportamos ele ressonou o poder dele com o de karlheinz se teleportando junto. Nós ficamos de frente a uma grande torre no meio de uma clareira na floresta, ela era bem alta e imponente. Olhei para os lados para me certificar que Lucien havia conseguido, e o avistei em um galho de uma das arvores nos observando. Aquilo me aliviou, pois a primeira parte do plano foi feita com sucesso.

– Vamos? – Ele ergueu sua mão para que eu a pegasse.

– Sim... – Eu a segurei e nós teleportamos para dentro da torra. Ela não era bem luxuosa como a mansão, mas o foto não era o conforto, e sim o sucesso.

– Ela pode ser um pouco escura e não convidativa, mas por favor, se sinta em casa. – Ele abriu uma das portas revelando um quarto vermelho bordo, com certeza o único e era dele. – Já que agora é minha mulher, não tem problema dividirmos o quarto não é?

– Claro que não. – Falei balançando a cabeça e sorrindo.

– Vamos, quero lhe mostrar uma coisa. – Ele me guiou em uma grande escada até o topo da torre, lá havia um pedestal no centro da sala onde havia um frasco com um liquido vermelho escarlate. – Sabe o que é aquilo?

– Não... – Mas lá no fundo eu sabia o que era.

– O antidoto para o Endzeit. – Ele ficou atrás de mim, e com isso colocou suas mãos em meus ombros. Ele aproximou sua boca de meu ouvido e sussurrou. – Coisa que seu namoradinho nunca vai ter.

– Ah? – Eu estava fascinada pelo frasco, mas as palavras finais dele me chocaram. – Como assim Karl? – Ele segurou meus pulsos e me virou bruscamente me fazendo sentir dor.

– Acha mesmo sua vadia que eu sou tão tolo? – Ele depositou um tapa em meu rosto. – Acha que não senti o cheiro daquele verme desprezível em você dês da primeira vez que te vi? – Ele apertou cada vez mais meus pulsos e em seguida me jogou no chão me fazendo gritar de dor, a força dele era esmagadora. – Tudo não passou de um plano para tentar pegar aquilo não foi?

– O que v-você vai f-fazer comigo? – Eu estava com uma ferida em minha testa, pois havia batido o rosto à queda.

– Nada, eu ainda preciso de você. Mas vou usa-la para atrair aqueles dois idiotas para cá e mata-los de uma vez. – Ele riu alto. – Vai ser hilário ver eles se contorcendo de dor enquanto você implora para que eu pare de machuca-los.

– Acha mesmo que acabou por aqui? – Falei me recompondo e procurando algo para sinalizar para Lucien.

– Você é fraca, e a única utilidade que tens para mim é a sua capacidade de engravida. E espero que não seja um erro igual sua mãe. – Aquilo me fez ferver o sangue, mas eu não perdi a razão, eu discretamente peguei uma pedra que estava se soltando do chão e a escondi atrás de mim.

– Sabe Karlheinz, posso ser fraca comparada a um vampiro, mas sou mais inteligente que você. – Eu arremessei a pedra contra uma das janelas que a estilhaçou. Logo em seguida eu vi Lucien voando e se teleportando, certamente para avisar Carla.

– Acha mesmo que isso vai adiantar alguma coisa? – Ele riu zombando de mim.

– Sim... – Falei rindo. – Pois esse não é o final da minha história.

 

 

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado do Capítulo...
-WanvTay


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