1. Spirit Fanfics >
  2. Diamond >
  3. Chapter one

História Diamond - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


E eu voltei novamente com um novo projeto hehe. Essa fanfic tem uma versão de au no meu Twitter! (@paintreasure).

Espero que gostem e me desculpem qualquer erro que passou despercebido!

Boa leitura!

Capítulo 1 - Chapter one


Fanfic / Fanfiction Diamond - Capítulo 1 - Chapter one

Olá, meu nome é... Takata, Takata Mashiho. Nasci no Japão, tenho 20 anos.... E fodasse.

Antes de lhes contar a minha mísera e trágica história de vida, gostaria de alertar alguns pontos:

1° – Eu falo palavrão, sou irônico 90% do tempo e não choro nem se me arracarem uma mão. Não venham pensando que isso é uma história de superação que te faz ver o lado bom da vida e essas baboseira melodramática de adolescente.

2° – Entendam que eu sou ser humano e propricio a cometer erros e mais erros e errar, então não me julguem caso eu faça besteira a história é minha quem toma no cu sou eu.

3° – Ser o cara mais procurado no mundo por roubos de jóias não é algo que eu deveria me gabar mas fazer o que né, cada faz o que sabe... No caso eu não sei fazer nada por isso sou um ladrão, mas não qualquer assaltantezinho de quinta! Respeitem o meu cargo de altíssimo nível.

4° – Eu sou pessimista, quase nunca otimista, apenas realista com os fatos de que: um dia eu irei tomar no meu cu quando o FBI me achar, mas enquanto isso sigo a vida no sigilo.

5° e mais inútil dos outros quatro: eu não confio em absolutamente ninguém, nem em mim mesmo.

Agora que vocês sabem o top5 de coisas nada importantes sobre mim, posso iniciar a contação dessa bosta que eu chamo de vida.

A minha mãe foi embora com o nosso vizinho quando eu nasci, e meu pai faleceu quando eu tinha dez anos. Como não tínhamos família aqui, o povo me mandou pro orfanato. Grande e bela merda. Lá eu apanhei, briguei, apanhei... Apanhei muito. Vai por mim, depois de um tempo sendo saco de pancadas de meninos mais velhos, você aprende a ser imune a dor e sentir prazer... Talvez eu seja um pouco masoquista, mas não levem para o outro lado do conceito.

Aos doze eu decidi ver vídeos na internet de autodefesa, e em plena 16:45h da tarde de uma terça-feira, eu esbofetiei o primeiro garoto da minha vida, e fiquei de castigo também.

Espero que ele não tenha guardado raiva de mim, e se guardou o problema é dele eu to suave.

Não demorou muito pra que Takata Mashiho virasse o problema do lugar, os meninos passaram a ter medo de mim, e exatamente por esse motivo a dona do orfanato me mandou pra um lugar de segurança e regras mais rigorosas como um internato cheio de gente doida.

Doido com doido da merda né? Pois é. Conheci uns cara que riram da minha desgraça mas duas horas depois que pararam de rir, me ensinaram alguns golpes e dicas, dicas que me vieram a calhar em momentos propícios e tendenciosos a pancadaria.

Cinco anos se passaram, eu havia terminado os estudos e já tinha feito seis tatuagens escondido dos guardas, vai por mim quando eles acham elas não é muito bom não. os dezoito anos já haviam chegado e eu só estava no aguardo para ser liberto.

pausa para a água.

Bom, voltando... Em uma noite, eu ouvi os garotos mais velhos dizendo algo sobre um caminhão carregado de jóias raras que seria escoltado para uma exposição muito aclamada pelos riquinhos. É óbvio que eu caguei pro assunto e fui dormir... Até que um deles me perguntou se eu queria participar do assalto, obviamente eu disse que não, mas com tanta insistência decidi tentar algo novo pra subir a adrenalina no sangue.

E foi aí que eu tomei bem no centro do meu orifício anal.

Sexta-feira, 07:30h da noite. O caminhão estaria na estrada para chegar no dia seguinte na exposição. Com um plano totalmente organizado e minimalista, eu e mais cinco garotos fugimos do internato.

Eu fui tão BURRO, faltava apenas alguns dias para mim sair de lá...

Nós fugimos, pegamos o carro de um dos caras que detestava a gente, dirigimos até o local que estava o caminhão sendo carregado. Cerca de uma hora se passou até tudo estar lá dentro, era uma pedra mais brilhante que a outra, os meus olhos se encantaram com a beleza daquelas jóias.

• 20:00h — hora da ação.

entramos no carro e escondemos nossos rostos com máscaras e a única que me sobrou foi do hamtaro... É cada uma...

20:40h — LITERALMENTE A HORA DA AÇÃO.

Rolou um esquema muito doido eu diria sobrenatural aqueles garotos eram muito bons no que faziam e eu era só eu.

Até que... É, a polícia chegou.

Com um jeito que eu não faço a mínima ideia de como rolou, do nada eu parei no volante, dois deles levaram um tiro no ombro, os outros dois haviam fugido pelo mato... E eu? Era só um rapaz de 18 anos dirigindo um carro á muitos quilômetros de velocidade com cerca de 1 bilhão de reais em diamante no banco de trás morrendo de medo e desejando que aquele surto fosse um pesadelo.

Essa história me deixa muito incomodado, então não querendo romantizar algo que Hollywood faz em todos os filmes: NÃO SEJAM COMO EU.

Nos dias de hoje eu sou procurado por muitos roubos, na verdade a polícia joga tudo em mim, não se pode mais ser um cara procurado que "há lá é a culpa do Mashiho".

                            dias atuais.

Hoje é... Que dia mesmo? Fodasse. Há semanas estou estudando um novo assalto, o dono da joalheria mais cara do mundo, Kim Junhoon, conhecem? Pois é, nem eu. Porém pretendo conhecer aquelas belezinhas que ficam atrás de um vidro blindado.

• 20:00h — hora da ação!

Me vesti adequadamente e muito sexy, cai entre nós, eu sou baixinho mas sou gostoso...

A festa estava mais caída que teta de velha, cheio de jovem babaca filhinho de papai que não sabem aproveitar uma baladinha? Nenhuma bebida? Nada? Que caretice.

— Vinho? – Pergunta um dos garçons.

— Claro, obrigado. – Sorrio de lado pegando uma das taças.

Os diamantes reluziam no vidro, era uma pedra mais linda que a outra... Fazer um convite falso nunca foi tão difícil, mas valeu a pena, cada brilhante desses valeu a pena.

— E você é quem? Não te conheço do meu ciclo social nem de festa nenhuma... Me intriga a sua existência. – Diz um dos rapazes se aproximando.

— Eu sou uma pessoa que não lhe convém saber. Licença.

Ao me virar, o rapaz me segurou pelo pulso.

— Ninguém da as costas para Choi Hyunsuk quando ele está falando.

— ih meu filho surtou foi? Me larga boyzinho. – Puxo meu braço de volta.

Eu queria dar um murro na cara dele, mas aí o sobrenome.... Choi Hyunsuk é filho de um empresário que trabalha com diamantes, ele é podre de rico, extremamente metido e se acha demais. me vem a calhar conseguir uma amizade extremamente falsa.

— Tem razão, me desculpe Hyunsuk. Foi falta de educação.

— É. tem razão, foi sim. – Ele responde com um sorriso de lado. — Mas como você me parece um tanto solitário nessa mansão, eu vou te apresentar aos meus amigos. Deve ser estrangeiro não é? Tem cara de chinês.

— sou japonês.

— isso que eu ia dizer, japonês.

Revirei os olhos sem um pingo de paciência.

— Conhece Yoshinori? Ele é bem famoso, um idol que estreou a pouco. e o Haruto? Ele é o irmão mais novo e filho do anfitrião da festa também. E falando nele, olha lá! Jun!

E ele estava ali, a minha próxima vitima, Kim Junkyu. Vindo na minha direção como uma ilusão de tão... PARA MASHIHO, SE CONCENTRA CARAI.

— Olá, eu sou o Jun. – Diz o mesmo sorrindo.

— Olá, eu sou o Shiho – Estendendo a mão.

Seus olhos brilhavam tanto quanto aqueles diamantes. Eu prendi o meu olhar nos dele, era tão intrigante e ao mesmo tempo.... Chega, tá ficando muito estranho.

— Mashiho não é? – Pergunta ele me olhando desconfiado.

Eu tinha a absoluta certeza que ele ia mandar ver a lista de convidados, mas pro azar dele eu havia hackeado o tablet do segurança e colocado meu lindo nome lá.

— Sim, mas as pessoas gostam de me chamar de Shiho.

Pessoas tipo.... A polícia.

— Você não me é estranho. Deve ser coisa da minha cabeça. É convidado do meu pai?

— Não exatamente... Mas sou uma pessoa muito... Requisitada no ramo das jóias. – Sorrio sarcástico.

Hyunsuk nos observava com muita atenção. Eu o chamaria de inteligente mas ele só é isso quando tá de boca fechada.

— Que tal a gente marcar uma social hein? – Pergunta o mesmo tomando um gole do champanhe. — Rapaz isso aqui parece água, tô bebendo água com gás é? Tem nada mais forte não?

Pinguço.

— Eu não sei, estou na cidade apenas de passagem, e vim exclusivamente para esse evento. Logo mais estarei indo pra outro país, talvez nunca mais nos encontremos meu caro... Amigo. – Respondo.

Os três me olharam com estranheza.

— Olha, mesmo que seja seu primeiro e último dia aqui, fica com a gente. Não somos tão chatos e não é legal ficar sozinho em um evento tão grande como esse. Vai por mim. – Diz junkyu sorrindo

ARRG POR QUE TUDO ELE TEM QUE SORRIR?

— Se eu recusar vocês vão ver isso como educação? Me perdoem mas eu já tenho um compromisso e-

— Compromisso que se lasque, vem logo coisinha pequena. – Diz Hyunsuk me puxando pelo braço.

Com certeza ele já estava bêbado.... DE CHAMPANHE.

Os três me levaram até uma parte afastada da casa, já pensei "vai rolar um surubão aqui né". Mas não, (in)felizmente não.

— Qual é dessa arminha aqui Mashiho? – Pergunta Hyunsuk pegando ela do meu bolso de trás e apontando pro céu.

— mAS QUE CARALHO ABAIXA ISSO AI GAROTO. COMO VOCÊ CONSEGUIU VER ELA?

— A pergunta certa é, por que você tá armado? – Indaga Yoshinori.

— Eu sou um agente em treinamento. Ando armado mas tenho licença pra isso.

— Ah é? Me mostra o distintivo ou a licença.

Eu realmente não queria começar um tiroteio logo neles. Por favor não me perguntem mais nada caras...

— Yoshi deixa de ser desconfiado. Se ele tá na festa é porque é verdade. Hyunsuk devolve a arma do garoto e para de beber. Eu não tô afim de carregar você hoje. – Diz Junkyu pegando o objeto matador das mãos do irresponsável número 1.

[ ... ]

Uma hora havia se passado, eles não me deixavam sair de lá, Jihoon já estava apitando na minha orelha que eu estava atrasado fazia duas horas.

De duas uma: ou eu armava um tiroteio sem vítimas pra conseguir pegar os diamantes... Ou me infiltrava na vida dos Kim's e conseguir uma quantia ainda maior...

É, eu escolhi a primeira. Estava pronto pra dar o primeiro tiro, até que ele apareceu novamente.

— Mashiho quer vir na minha casa amanhã? Vamos jogar videogame. Sei que não é nada demais porém nós gostamos de você. Tenho certeza que ficar mais dois ou três dias na coreia não vai te atrapalhar em nada.

— Tem razão, não vai me atrapalhar. Mas eu não tenho onde ficar. Vim exclusivamente para esse evento e tinha intensão de ir embora logo em seguida... – Digo pedindo aos céus pra eles me oferecerem um teto.

— Se quiser pode ficar na minha casa shishi. — Diz Hyunsuk se jogando na grama.

— Eh... Vou ter que cuidar de você? Não obrigado.

— Vamos fazer assim, todos dormem aqui hoje.

— Você tá mesmo convidando um estranho pra dormir na sua casa? Tá doido garoto?

— Ué, meu pai trás tantas mulheres, não há nada demais eu trazer meus amigos.

Não quando esse amigo é um ladrão de jóias...

— Combinado então. Vai ter que me emprestar roupas. – Respondo indo de volta pro salão, deixando um beijinho no ar.

A festa havia acabado tarde, o salão logo se esvaziou assim que boa parte das jóias foram vendidas. O cheiro de dinheiro que aquela casa possuía era tão..... Excitante.

— Então, Mashiho... Me diga mais sobre você. – Pergunta Junkyu enquanto abria os botões de sua camisa.

m i s e r i c ó r d i a

— Eu sou do japão.

— Disso eu sei.

— Tenho vinte anos.

— Também já sei.

— Sou gay.

— Tá na sua cara isso.

Salafrário.

— Não tem muita coisa que eu possa te dizer Junkyu.

— Eu não posso deixar alguém dormir na minha casa sem eu saber as coisas básicas de sua vida.

— Beleza... Tchau. – Digo me levantando da cama.

— Ah você não vai não.

Junkyu puxou meu braço, me prendendo em uma das paredes.

Um cara bonito, rico, com sua camisa inteira aberta e um perfume de deixar qualquer pessoa hipnotizada... Não, não vale nada.

— Vou te denunciar por assédio! – Digo o empurrando.

— Foi você que pensou besteira pois em nenhum momento lhe dei indícios de que queria algo seu safado. – Retrucou ele colocando uma camisa duas vezes maior que o seu corpo.

— Onde eu e o Hyunsuk vamos dormir? – Perguntou Yoshinori entrando no quarto onde eu e Junkyu estávamos.

— No mesmo de sempre. Mas se quiser pode escolher outro.

— E você? Vai ficar em qual?

— No meu.

— E o Mashiho?

— No meu também.

Yoshinori não demonstrou satisfação ao ouvir aquilo.

Então saquei, Junkyu é crush do Yoshinori...

— Eu vou adorar dormir com você kimzinho. – Respondo apertando as bochechas do maior.

Yoshinori saiu bufando igual um boi, o chifre já tinha só faltava o piercing no nariz.

— Aonde eu durmo, já que vou ficar aqui?

— Vai dormir do meu lado. Não gostou? Paciência.

— Tu vai colocar um estranho pra dormir na sua cama? Achei que era só zueira man.

— Eu posso ser desconhecido pra você, mas você não é pra mim Mashiho.

É, com certeza isso me deu um bug no sistema. Ele já me conhece? Viu meu rosto em algum jornal por aí? Sabe de mim? E se a casa estiver cercada? E se eu for preso? Eu devia ter ouvido o Jihoon.

— Acho que vou embora, obrigado pela hospitalidade mas minha.... Minha esposa está me esperando, então adeus. – Digo abrindo a porta.

— Não, você não vai. – Responde ele me prendendo na parede, mas agora, o seu corpo estava perto do meu.

Seus olhos me encaravam com toda a atenção possível, eles eram grandes e tão brilhantes... Brilhantes igual aos diamantes que eu precisava pegar.

— Você tá bem? Eu acho que seu namoradinho estressado não vai gostar do que está acontecendo aqui então eu...

Nada do que eu dizia lhe causava alguma emoção, seu semblante sério e concentrado em algum pensamento era tão desconcertante. Seu rosto estava há centímetros de distância do meu, podia sentir o seu cheiro mais fácil do que nunca. Mesmo sabendo que aquilo não podia acontecer, só de imaginar que é errado era um motivo ainda mais forte.

— Você é sensivel a toques baixinho? está todo arrepiado. — diz ele dando dois beijos em meu pescoço.

OU VOCÊ SE FODE OU ME FODE GAROTO.

— Para para para para, o que você quer comigo?

Ele me olhou de um jeito que eu senti a elsa cantando lerigou ao meu lado enfiando um pedaço de gelo no meu cu.

— Eu só quero um beijinho, ladrãozinho de jóias. – Diz Junkyu cochichando ao meu ouvido.


Notas Finais


E aí? gostaram? Eu espero que sim! Se puderem deixem comentários será uma imensa motivação para continuar.

Até a próxima!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...