História Diamond Hearts - ( Imagine Kim Taehyung - BTS ) - (Longfic) - Capítulo 13


Escrita por: e Srta_Baby

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Hentai, Imagine, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Taehyung, Namjoon, Suga
Visualizações 855
Palavras 3.414
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ahhhh! Eu estou muito feliz por conseguir estar vindo hoje e, por conseguir manter atualizações por pelo menos duas vezes na semana!

Eu li os comentários e percebi que vocês tem muita raiva da Sok Ho e só queria dizer que, ela não é a vilã da estória, ok?

Eu falo mais nas notas finais!

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 13 - Problems Are Part Of Our Routine


Fanfic / Fanfiction Diamond Hearts - ( Imagine Kim Taehyung - BTS ) - (Longfic) - Capítulo 13 - Problems Are Part Of Our Routine

Eu deveria estar pensando em outra coisa, uma coisa que me deixa receosa. No entanto, Yoon Bok é a única pessoa que eu consigo pensar agora. Aquela bebezinha está por aí agora, podendo estar em perigo, ou...Com a mãe. Ainda não entendi o que se passa aqui e juro que a cada segundo que se passa, eu me sinto mais perdida. 


Depois de descobrir que a filha sumiu, Taehyung enlouqueceu, definitivamente. Ele chorou, ligou para a polícia e chorou novamente. Ele parecia com medo, com muito medo, um medo que não consigo entender, já que não sei de nada. Quando era duas da manhã eu finalmente consegui fazer ele dormir um pouco, depois de colocar calmante em seu suco de maracujá, que havia um pouco na sua geladeira. 


Às três da madrugada Min Yoongi chegou, logo depois a sua mãe e mais um homem, que julgo ser seu padrasto. Um advogado está para vim, mas enquanto isso, estamos esperando notícias dos policiais que iniciaram as buscas antes de vinte e quatro horas, quando Taehyung pediu, suplicou e ameaçou os homens de farda. Posso dizer que não dormi essa noite, nadinha, nem um pouco e, creio que não vou dormir a próxima também. 


Agora já são cinco e meia da manhã e, o sol está para nascer. Taehyung ainda dorme e eu o observo, pensando que logo eu irei precisar ir para um lugar mais importante, mais...Tenso do que aqui. Ouço leves batidas na porta e me viro com o braços cruzados. Sorrio para a senhora Kim, que carrega consigo uma xícara que imagino ser café. 


— Por que não vai descansar um pouco querida? Você já passou a noite toda acordada, deve estar exausta. – ela diz e com um olhar preocupado e deixa a xícara na minha mão, vai até o filho e o cobre, ajeitando o cobertor sobre o seu corpo. 


— Eu preciso fazer algumas coisas daqui a pouco. – comento baixo e tomo um gole do café. — E também... – suspiro e ela me olha, se aproximando. — Só, só...Acho que não vou poder ficar. – sorrio fraco e bebo mais um pouco do líquido quente. 


— Eu entendo. – a senhora Kim sorri pequeno e toca em meu ombro. — Mas mesmo assim, obrigada por cuidar do meu filho e da minha neta. 


— Não acho que cuidei deles. – solto um risinho e respiro fundo, sorrindo para ela. — Será que a senhora pode dizer para o Taehyung me mandar uma mensagem quando acordar? 


— Posso sim. 


— Eu preciso ir agora, mas rezo para que Yoon Bok apareça logo, saudável. – termino de beber o meu café e olho para o Kim deitado mais uma vez. 


Pisco algumas vezes e acompanho a senhora Kim, descendo as escadas devagar. Yoongi está quase dormindo no sofá e tem um advogado em pé, conversando com um policial. Caminho até a cozinha e deixo a xícara em cima da pia, lembro-me que preciso fazer muitas coisas até a tarde e que, com certeza não terei muito tempo com Jimin. 


— Você já vai? – ouço a voz rouca do Min. Me viro e assinto sorrindo fraco. Yoongi boceja e abre os braços, me fazendo rir baixo. Dorminhoco. — Não pode mesmo ficar? 


— Não. – digo baixo e volto para a sala, não encontrando mais ninguém, nem mesmo o policial. — Provavelmente eu não irei conseguir voltar hoje, mas espero que dê tudo certo. – abraço ele rápido, pego a minha bolsa em cima do sofá e abro a porta, sentindo o clima de friozinho em plena manhã. 


— Você vai preparar o memorial, não é? – engulo em seco e olho para Yoongi, assentindo brevemente. — Boa sorte. 


— Obrigada. – sorrio sem mostrar os dentes. 


Suspiro tentando imaginar como ele sabe, mas esqueço disso e penso em só fazer tudo dá certo. Entro em casa e tiro os meus saltos, calçando os meus chinelos em seguida. Eu não voltei em casa, mesmo que a casa de Taehyung seja ao lado da minha, eu não consegui sair do lado dele, nem um segundo. 


Pego o meu celular e jogo a minha bolsa no sofá, subo as escadas bocejando e entro no meu quarto, achando tudo muito calmo, mas é normal quando Jimin não está. Deixo o meu celular carregando e abro o guarda-roupa, pegando uma roupa confortável. Vejo a roupa preta do memorial, então fecho o guarda-roupa e abro uma das minhas gavetas, procurando por uma lingerie simples e também confortável. 


Entro no banheiro e tiro as minhas roupas, as jogando no cesto de roupas sujas. Ligo o chuveiro e entro no box, iniciando meu banho merecido e que, vai me fazer acordar de vez por ser um banho gelado. Lavo o meu cabelo e demoro um bom tempo, não tenho pressa quando o assunto é lavar o cabelo. Me enrolo na toalha e volto para o quarto, me visto rápido e caminho novamente até o banheiro. Escovo os meus dentes, penteio o meu cabelo, deixando ele solto para poder secar naturalmente, passo um pouco de hidratante em meu corpo. Se tudo der certo, poderei dizer que pelo menos eu fui uma boa esposa. 


[...] 


Sorrio boba apertando Jimin em meus braços, enchendo seu rostinho de beijos molhados, como eu sempre faço. Jiminie aberta as minhas bochechas e ri alto, como se isso fosse a coisa mais engraçada do mundo. Eu sorrio quando ele sorri, ele é a minha alegria em pessoa, quero dizer...Mini-pessoa. 


Difícil foi segurar as lágrimas quando precisei passar no local onde será o memorial de JungKook e, ocasionalmente, descobri que a família Jeon mandou cremar seu corpo. Eu desabei, surpresa, e depois ri, já sabendo que um dia eles iriam fazer isso. Uma das coisas que JungKook sempre me pediu, foi que não deixasse queimar o corpo dele, porque ele acreditava que quando um corpo era queimado, a sua alma passava a ser assombrada por espíritos do mal. Ele leu isso em um livro e fez prometer. 


Segundo a tradição coreana, o corpo deve ser cremado após o primeiro memorial, que é aquele que acontece após a morte da pessoa. Normalmente são três dias rezando e fazendo outras coisas que não gosto, e no primeiro memorial, eu só aguentei dois dias e olhe lá. Jimin precisava de mim e minhas condições tanto físicas quanto psicológicas estavam desgastadas. Os Jeon me humilharam depois, me acusaram que por culpa minha, JungKook não conseguiu ir para um lugar iluminado. Hipócritas. Eles ao menos perguntaram se eu estava bem, se estava tudo bem chorar por meses e mesmo assim, cuidar de um bebê praticamente sozinha. 


— Filho, você pode me esperar aqui? – pergunto após o colocar no chão, sobre os olhares atentos dos seus avós. 


— Tá, mamãe. – o menor sorri largo, fazendo aegyo. Onde ele aprende isso? Com Kyun, aposto. 


— Eu preciso conversar com vocês. – olho séria para eles. 


Respiro fundo e vejo a empregada da casa começar a conversar com Jimin, então aproveito e sigo os Jeon até a varanda da casa, na qual eu e JungKook sempre namorávamos. Cruzo os braços e me viro de frente para eles, que já me olham com nojo. 


— Por que não me avisaram que iriam queimar o corpo dele? – pergunto firme, pretendendo me manter assim até o fim dessa conversa. — Por que?! 


— Você não iria concordar e mesmo assim, iriamos fazer de acordo com a tradição. – a senhora Jeon diz, me olhando nos olhos. — Nós fomos lá e vimos... 


— Viram? – rio em desânimo. — Eu sei o que vão dizer, mas não precisam. – molho os meus lábios, tentando controlar a dor de saudade em meu peito. — Eu sei que não é nada ao estilo da família Jeon, mas eu vou fazer o meu melhor. 


— Melhor? Garota...Você não entendeu ainda, não é? – o senhor Jeon nega sério e se aproxima de mim, me fazendo recuar alguns passos. — Você não é bem-vinda aqui, na nossa casa, nem na nossa família. 


— Então isso quer dizer que Jimin também não é bem-vindo? – se doeu? Muito, mas passa. Só não vou aceitar que meu filho, se misture com pessoas assim. 


— Jimin sempre será bem-vindo, afinal, ele é um Jeon. – o senhor de meia idade sorri maldoso. Fecho e abro os olhos, me segurando, porque mais tarde, eu vou dar meu xeque-mate. — Mas você _______, é uma desconhecida para nós, então certifique-se de tirar o nome Jeon da sua identidade! 


— Espera querido, eu me esqueci que JungKook não concordou em colocar o nosso sobrenome no dessa mulher. 


Fecho os punhos e solto o ar pelo nariz, sorrindo triste. É verdade sim que ele me fez concordar em não colocar seu sobrenome no meu, justamente por esse motivo. Mas mesmo assim ele me chamava de Jeon _______, e isso já era o suficiente. JungKook parecia saber das coisas e vivia se preparando para momentos assim, ele sempre sabia e acertava, somente na última vez, ele errou. 


— JungKook estaria com vergonha de vocês agora. – comento e nego, passo a mão por meu cabelo. — Nós vemos mais tarde e saibam que nada e nem ninguém vai me impedir de manter meu filho longe de vocês. 


Aviso, os deixando confusos. Dou as costas para eles e entro na casa, passando pelo corredor até chegar na sala de estar. Pego Jimin nos braços e saio dessa casa a passos rápidos e precisos. Coloco a criança na cadeira apropriada para ele e prendo o cinto em seu corpo, abrindo um sorriso meigo para o meu baixinho. Dou a volta no carro e me acomodo no banco, coloco o cinto e engato a macha. Os dias de humilhação acabaram. 


— Mamãe, e o meu gatinho? – Jimin pergunta e o olho pelo retrovisor. Eu me esqueci dessa parte. — A "senhola" me prometeu! 


— Eu vou arrumar um, Jimin. – sorrio para ele, quando na verdade quero me jogar pra fora do carro. — Tenha calma mochi, a mamãe está com muitas coisas pra resolver. 


Jimin parece entender apesar de soltar um muxoxo. Ele me lembra o JungKook; impaciente. 


[...] 


Taehyung ainda não me mandou nenhuma mensagem. Será que a mãe dele não deu o meu recado? Eu ainda estou preocupada e Yoongi me mandou uma mensagem dizendo que ainda não encontraram a bebê. Poxa, eu realmente estou meio triste pelo fato do irmão dele ter me ignorado. Ele ficou com raiva de mim porque eu precisei ir embora? Isso não é certo. 


Sorrio para minha mãe e meu pai, que estão me olhando, como se dissessem "vai dar tudo certo" apenas com um olhar. Jimin irá ficar com o meu pai até amanhã, que é quando o memorial chegará ao fim. Mamãe disse que vai ir e que vai arrumar um barraco com senhora Jeon se ela me humilhar na frente de todos. Quer uma mãe protetora? Toma. Papai também iria fazer o mesmo, mas é melhor que ele fique com Jimin, porque eu não posso deixar ele com mais ninguém. Eu só tenho os meus pais para contar. 


— Vocês não sabem onde tem algum filhote de gato perdido por aí? – pergunto e passo a mão pelos cabelos de Jimin. 


— Talvez a vizinha tenha, querida. Está pensando em pegar um? – minha mãe sorri deitando a cabeça no ombro do meu pai. Se eu não fosse tão melosa quanto eles, diria que não sou filha deles. 


— Sim. – aponto para Jimin, rindo baixo. — Mas eu quero um filhote e o mais manso possível. 


— Eu "quelo" um "pleto" e um "blanco". – Jiminie se intromete na conversa ao lagar seu boneco do homem arranha. — A vovó vai me dar? 


— Nada disso. – nego séria o pegando no colo, segurando em suas duas mãos pequeninas. — É somente um, ouviu? De preferência macho, e de pelo claro. 


— Então Jimin, o que você quer fazer com o vovô? – papai pergunta e eu deixo com que Jimin vá até ele, em pé em cima do sofá. — Nós podemos ver os vingadores. 


— Muita destruição e violência. – comento baixinho, mas num resmungo. 


— Disse algo? – olho para o mais velho e nego sorrindo fraco. — Ou podemos ver algum filme infantil. 


— Os "incliveis" dois! – o baixinho berra sorrindo. Nem vou falar que já vimos, porque esse tem menos "violência". — Quando a mamãe vai me buscar? 


— Amanhã. – respondo e me inclino, deixando um beijo na sua bochecha gordinha. — Se comporte e respeite os seus avós, rum. – cerro os olhos e me levanto, ajeitando minha bolsa em meu ombro. 


[...] 


A informação de que acharam o local onde Yoon Bok pode estar chega até os meus ouvidos por um fofoqueiro chamado Yoongi. Já são seis horas da noite e já estou pronta para sair. Mesmo querendo passar na casa de Taehyung para saber como ele está, não vou, não mesmo. Se ele não quer me ver, tudo bem, eu tenho coisas para fazer e decisões importantes a tomar. 


Saio de casa e me viro, girando a chave e trancando a porta. Mordo o lábio e me viro, encontrando Taehyung parado, me olhando. Sorrio fraco e coloco o meu cabelo para atrás da orelha, sem saber o que dizer a ele. Desço os dois degraus da escadinha e me aproximo dele, tentando achar as palavras certas. Sinto meu corpo ser puxado contra o seu, num forte abraço. 


— Você vai se sair bem, eu sei disso. – aperto os olhos deixando algumas lágrimas caírem, as quais eu seco rápido. Escondo o meu rosto na sua curvatura, sentindo o cheiro o seu perfume. — Me desculpe não te responder, eu estava sem celular, procurando a Yoon Bok de carro. 


— Você foi sozinho? – pergunto baixinho e vejo ele assentir. Levanto a cabeça e olho em seus olhos. — Vocês...Encontraram ela, não é? 


— Sim. Os policiais acabaram de ligar, dizendo que está levando ela para o hospital. – arregalo os olhos e Taehyung sorri. — Ela está bem, mesmo que eu não acredite. 


— Que bom. – respiro aliviada. — Eu preciso ir. – torço o canto dos lábios, sentindo meu coração acelerar e meu estômago revirar; de medo. — E-Eu... – guaguejo e olho para as minhas mãos trêmulas. Eu estou nervosa, muito mesmo. 


— Ei, vai dar tudo certo. – Taehyung segura nas minhas duas mãos com as suas. O fito intensamente e sorrio triste, querendo na verdade sorrir feliz, mas eu não posso. — Quando você voltar, vou estar aqui. 


— Tudo bem. – mordo o meu lábio inferior. — Obrigada. – beijo a sua bochecha e sorrio para ele, um tanto forçado. 


Passo por Taehyung e entro em meu carro, suspirando. Sorrio pela última vez para ele, que acena sorrindo fofo. Saio de ré com o carro, o olhando e pensando que talvez isso que temos não dê certo. 


Taehyung 


Após _______ sair, volto para casa somente para pegar o meu celular e as chaves do meu carro. Yoongi me olha sorrindo malicioso e eu lhe mostro a minha língua. Esse tarado, aposto que se eu não estivesse com _______, ele já estaria na cola dela. Visto o meu casaco e coloco o meu celular no bolso da minha calça. 


Yoongi me contou sobre o memorial do marido dela e eu respeito isso. Até pensei em ir lá mais tarde, porém acho que não tenho esse direito – de me intrometer a esse ponto em sua vida. Assim como ela, eu tenho os meus problemas e as minhas dores e, agradeço por ela ter passado a noite toda acordada, preocupada comigo e com Yoon Bok, algo que ninguém nunca fez por mim, nem mesmo Sok Ho. 


— Você vai ir também? – pergunto a ele e mamãe desce as escadas, nos olhando. 


— Ela é minha sobrinha, quero ver se ela está bem e quebrar a cara da Sok Ho. – Yoongi diz sério e rouco, colocando a sua jaqueta. Mamãe nega estalando a língua e cruzando os braços. 


— Vocês não vão fazer nada contra Sok Ho, ouviram? – assentimos a contra gosto. — Ela está doente e não sabe o que faz. 


— Então ela deveria estar no hospício. – rio irônico e respiro fundo. — Vamos logo. 


Olho rapidamente para o Min. Abro a porta e saio de casa, entro no meu carro e segundos depois Yoongi entra, colocando o cinto. Ligo o carro ansioso para ver minha filha, ver ela bem. Me sinto estranho ao não sentir tanta raiva contra aquela mulher, apesar de ainda sentir muita, capaz de matar ela. Penso que _______ me deixa calmo, com um simples olhar ela consegue me fazer relaxar e imaginar nós dois juntos, felizes. 


Vinte minutos depois eu estaciono em frente ao hospital. Dou a chave do carro para Yoongi, dizendo que ele deve estacionar o veículo no lugar certo. Adentro o hospital e longe avisto Sok Ho com algemas, do lado de um policial. Corro até eles sem ao menos passar pela recepção, então a levanto a segurando pelos braços, olhando em seus olhos. 


— CADÊ A MINHA FILHA?! – grito raivoso e vejo as suas lágrimas caírem. 


— V-Você está me machucado... – ela sussurra chorosa. 


— Solte-a! – o policial me diz e eu solto Sok Ho, a jogando sentada no banco. — Peço para ficar calmo senhor, ela vai ser levada até a delegacia. 


— Você deve estar mesmo louca. – rio negando e passo a mão no cabelo. — Onde está a minha filha? 


— Ela está neste quarto, sendo medicada. – arregalo os olhos e entro na sala batendo a porta, não ligando pra nada. 


— Taehyung! – escuto Sok Ho me chamar. 


Yoon Bok está dormindo e parece bem, sem nenhum machucado. Meus olhos ardem, fecho as minhas mãos com força e cerro os dentes, apertando os olhos. Meu coração sempre acelera quando eu a vejo aqui, novamente em um hospital. Droga, eu...Deveria cuidar mais dela, a vigiar mais. Porém sou um fraco que mal consegue cuidar de si mesmo, muito menos de uma bebê recém-nascida. 


— Ela está bem? – pergunto me aproximando, ignorando Sok Ho chamando por mim. 


— Você é o guardião da bebê? – a médica pergunta ao me fitar. 


— Sou o pai dela. – respondo olhando atento para Yoon Bok. — Ela está ferida? 


— Não, ela está bem. – respiro aliviado e sorrio pequeno. Ela se parece comigo. — Achamos melhor deixar ela em observação essa noite, somente para termos a certeza de que ela está bem. Bebês nessa idade podem demorar para apresentarem sintomas. 


— Tudo bem. – concordo relaxando os meus ombros. — Obrigado, doutora. 


Saio do quarto e olho bravo para Sok Ho, que continua ali sentada, porém o policial sumiu. Idiotas! Se ela fugir eu mato todos! Me sento ao seu lado apertando os meus joelhos. Sok Ho chora de cabeça baixa, olho para os seus braços e vejo as marcas vermelhas dos meus dedos. 


— Eu te machuquei? – pergunto seco. Ela nega sem me olhar. — Por que fez isso, hm?! Ela é sua filha, nasceu de você! Por que precisa machucá-la?! – sinto meu peito doer e então minhas lágrimas caem devagar. — Estávamos tão felizes quando saímos do hospital naquele dia, mas...Por que?! 


— E-Eu não sei. – Sok Ho abraça o próprio corpo. — Eu não sei o que faço, eu só...Só...N-Não consigo me controlar...


— Então deveria procurar ajuda! – bufo e fecho os olhos, engulo em seco e a olho novamente, triste. — Por que seus pais não te ajudam? 


— E-Eles...Me mandaram para uma clínica de malucos. 


— E? 


— Eu não sou isso, Taehyung. – Sok Ho finalmente levanta a cabeça e me olha sorrindo triste. — Eu...Não preciso ir para uma clínica, eu só preciso de vocês. 


— Isso nunca vai acontecer. – olho para frente e fito as minhas mãos, então cenas daquele dia vem. — Procure ajuda de qualquer modo e, não volte a se aproximar dela, não enquanto você estiver deprimida. 


— Você mudou. – levanto uma das sobrancelhas. — Não está gritando comigo. – entreabro a boca e solto o ar dos meus pulmões. — É aquela mulher? 


— Não importa, Sok Ho. Eu irei retirar a queixa, na condição de que você fique afastada de Yoon Bok. – digo por fim e me levanto, pronto para procurar o policial e falar com Yoongi sobre. 


Queria poder ser de bom coração e aprender a dar chance as pessoas, mas quando eu lembro daquele dia, meu corpo todo chora. 


Problemas fazem parte da nossa rotina, no entanto, nem sempre conseguimos resolver eles a tempo do nosso coração esfriar



Notas Finais


» O próximo capítulo será com o memorial do JungKook, então podem esperar a família Jeon tomando na raba!

» Hoje eu postei um outro speed cover, fazendo a capa de "Parados F.B.I." e agradeço quem possa ir lá ver *-*

Link: https://youtu.be/94Tt_O3__Vg

Não sei mais o que dizer ksksks

Se cuidem que eu volto em breve, hm? >.<

Até anjinhos <333

🐼🌈💞


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