História Diário de Amores - Capítulo 3


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Categorias Pokémon
Personagens Ash Ketchum, Daisy, Dawn Hikari, Delia Ketchum, Drew, Gary Carvalho, Kenny, May, Melody, Misty, Paul, Personagens Originais, Serena, Tracey Sketchit
Tags Contestshipping, Ikarishipping, Pokeshipping, Romance
Visualizações 45
Palavras 2.918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia
Boa tarde
Boa noite
Capítulo novo hehhe
Espero que gostem desse reencontro nhaa
Se tiver alguém acompanhando, deem sinal de vida, beleza?
É isso

Capítulo 3 - Imprevisível e Surpreendente


“Os amores impossíveis não podem se desenvolver, se transformar, se modificar... portanto, nunca morrem.”
-As Pontes de Madison-.

Em casa. Finalmente em casa.

Sempre voltamos aos mesmos e velhos lugares. O lugar onde fomos felizes, onde aprendemos a amar a vida. E assim ela é, cheia de surpresas. Sempre nos fascinando com seu destino, imprevisível e surpreendente.

Cá estou eu, novamente em casa, o lugar de onde eu nunca deveria ter saído.

Tá, não estou exatamente em casa, mas na minha cidade natal, oras. Nesse momento, fui arrastado para uma festa de colegial, que eu nem se quer pretendia vir.

Não tem nem 48 horas que voltei para cá, e já estou nos velhos costumes. Malditas festas que me perseguem por toda a vida.

O local estava lotado, repleto de pessoas que eu não fazia ideia de quem eram. Ótimo, cercado por desconhecidos.

Por que é que eu concordei em vir a esse lugar mesmo? Ah é, fui “arrastado e obrigado”, pelo idiota do meu primo.

Estava acompanhado, mas eles tinham sumido de vista logo quando estávamos no Salão Principal do colégio.

No momento eu me encontrava no que parecia ser um pátio, lugar um pouco mais calmo e menos agitado.

Me encostei em um canto um tanto afastado da festa e peguei meu celular no bolso, na tentativa de mandar uma mensagem para eles, mas algo prendeu minha atenção, levando meus olhos em direção a saída do pátio.

Ruivo. Uma cor bem chamativa se quer saber a minha opinião. Conheci uma vez, uma pessoa, dona de lindos e delicados cabelos ruivos.

E foi aí que eu me dei conta.

Não estava mais em Tokyo. Estava na minha cidade natal, onde tudo começou. Onde vivi minha infância, onde conheci pessoas, onde conheci ela.

Era impossível não reconhecer seus cabelos ruivos, eu os reconheceria em qualquer lugar do mundo. Mesmo estando de costas para mim, eu tinha quase certeza de que era ela.

Andei vagarosamente em sua direção e ela se virou, de maneira lenta e discreta. E então eu tive a certeza, que não era ninguém menos que ela.

Incrível. O quanto ela havia mudado nesses últimos seis anos. Estava tão diferente, que eu mesmo não sei como a reconheci.

Seu olhar foi subindo vagarosamente de baixo para cima, até chegar ao meu rosto, onde finalmente tive a chance de vê-la. E então ela me encarou, completamente surpresa.

Tenho que admitir que ela estava notavelmente diferente e mudada, mas tinha algo que continuava o mesmo. Seus olhos esmeraldinos, verdesazulados, da cor do mesclado das águas do mar. Olhos meigos, tentadores e gentis.

Os mesmos arregalaram no momento em que meus olhos foram ao seu encontro. Era nítido o brilho no seu olhar. Eles cintilavam de ingênua alegria e seus lábios rachados e secos pelo calor insuportável abriram-se em leve, mas sincero, sorriso inibido e discreto.

Tive a impressão de ver sua pupila dilatando e se contraindo, o que tornava seus olhos ainda mais bonitos.

Misty já não era a mesma. Eu já não era o mesmo. Havia se passado tanto tempo, que eu já não fazia ideia do que dizer a ela, que continuava completamente boquiaberta, em algum tipo de transe paralítico.

Mais uma vez, Misty sendo a Misty, imprevisível e surpreendente.

Me aproximei de seu corpo, seguindo meus impulsos e intuições e olhei para ela, mesmo tendo que inclinar minha cabeça um pouco para baixo, para poder olhá-la nos olhos, por conta da sua altura.

Não que ela seja baixa, talvez eu que estivesse mais alto, mas isso não importava agora.

Quando cheguei perto suficiente, tomei coragem e quebrei o silêncio, ainda sentindo todo o calor de seu corpo se instalar na pequena camada de ar que separava os nossos corpos um do outro.

–Não acredito que é você. –eu disse a observando e contemplando com os olhos.

Analisava completamente tudo de si. Seu rosto fino e delicado, seu corpo, seus cabelos ruivos chamativos e naturais, suas curvas, suas pernas, que geralmente viviam raladas e repletas de machucados, de tanto que caía em sua bicicleta, seu inseguro sorriso tímido, introvertido e suave.

Levei minha mão direita ao seu rosto, onde coloquei no lugar a mecha de seu cabelo ruivo desajeitado, fixando a mesma atrás de sua orelha. 

E vagarosamente, fui descendo minha mão de sua orelha até o seu queixo, passeando-a pelo seu rosto em um gesto delicado e suave.

Nesse instante observei atentamente sua reação, vendo se acompanhava meus movimentos leves e serenos.

Tirei minha mão de seu rosto, feliz por ter a chance de tocá-la depois de tanto tempo, mas nenhum pouco realizado e satisfeito.

Se eu fosse seguir meus instintos, já a teria abraçado, apenas para sentir ela novamente em meus braços, como da última vez em que nos vimos. Misty tinha sido minha melhor amiga, é óbvio que eu queria abraçá-la.

Contudo, ficamos apenas ali. A gente se perdeu em olhares.

Mais uma vez, voltei a olhar fixamente em seus olhos, que não desviavam o olhar de mim, desde que eu havia posto minha mão sobre sua pele macia e delicada.

–A-Ash. –ouvi-la me chamar.

Sorri ao ouvir sua voz, e em saber que ainda se lembrava do meu nome, depois de longos e angustiantes seis anos.

O som da sua voz definitivamente me colocou numa espécie de feitiço. Estava ainda mais doce e suave, do que da última vez que pude ouvir ela chamar pelo meu nome.

Ela sorriu encantada quando teve a certeza de que era eu e eu senti suas emoções se auto-colocarem para fora.

Já era de se esperar tanta emoção e sentimentalismo, principalmente ao ver alguém, que já não via há tantos anos, no lugar onde sempre esteve, do jeitinho que você deixou, é de sensibilizar e comover qualquer um.

Balancei a cabeça levemente em um gesto negativo, impedindo que meus olhos marejassem e se enchessem de lágrimas no calor do momento, tendo quase certeza que ela fazia o mesmo, na tentativa de obter controle para não se emocionar com toda a situação.

–M-Misty. –eu a chamei tentando não gaguejar. Ao pronunciar seu nome, um leve sorriso surgiu em seu rosto pálido. –Eu...

–Ash! –uma voz familiar me chamou.

Olhei para os lados já escolhendo o melhor palavrão para usar.

Eu detesto ser interrompido.

Justamente no momento em que eu finalmente iria dizer o quanto senti sua falta.

Dei de cara com meu primo, que tem o dom de aparecer em momentos indesejáveis. Ritchie, um completo estraga prazeres.

Bom, antes ele do que... Ah, vocês sabem.

–Cara, onde é que você se meteu? –Ritchie perguntou, se virando para mim. –Procuramos você por to...

Ele notou a presença da Misty, que continuava na minha frente, ainda sem entender a situação.

–R-Ritchie. –eu o chamei, antes que ele tirasse conclusões precipitadas, mas ele agiu mais rápido.

–Oi. –disse simpático se aproximando dela. –Qual seu nome?

–M-M-Mii..

–Mi? –ele perguntou.

–Misty. –ela disse tímida.

Que diabos ele estava fazendo?

Olhei para os lados, me certificando de que um certo alguém não estava por perto e me aproximei do Ritchie.

–Belo nome. –elogiou coçando a cabeça. –Desculpe interromper, é que eu e meu primo temos uma urgência a resolver.

–Temos?

De fato não tínhamos.

Pela expressão que o Ritchie fez, fui obrigado a concordar com sua afirmação.

O que tinha de tão urgente que não podia esperar um minuto?

Olhei novamente para a Misty, que parecia estar envergonhada e confusa com toda a situação.

–Tu-tudo bem. –ela disse meio cabisbaixa.

Droga. Eu não tive nem a chance de trocar meia palavra com ela.

Ritchie sorriu e nos deu às costas, na direção oposta em que eu estava, passando ao lado da Misty, que observou atentamente seus passos.

Me aproximei dela uma última vez e sussurrei em seu ouvido.

Me encontre amanhã, às 17h. O lugar você já sabe, não sabe? É claro que sabe. Tenho certeza que estará lá amanhã. –eu disse com um sorriso de lado.

Dei uma última olhada nos seus olhos, vendo que ela continuava imóvel, completamente estática e atenta com minhas palavras, assimilando tudo que eu havia dito próximo a seu ouvido.

Misty assentiu, balançando sua cabeça levemente em um gesto atencioso. Deu um sorriso de lado e fitou o chão.

Em um passo dado, pude ter a chance de vê-la sumindo na multidão que estava se formando no lugar em que estávamos.

E numa fração de segundos, meus olhos já não eram mais capazes de encontrá-la em meio a todas aquelas pessoas.

Acompanhei os passos apressados do Ritchie, já em direção à saída do colégio.

–O que diabos aconteceu de tão importante e urgente? –perguntei irritado.

Saímos de dentro do colégio, e andávamos pelo campus.

–É a Serena. –ele afirmou, sinalizando com sua mão para o lugar onde ela estava.

Por um momento, tinha me esquecido desse pequeno detalhe.

Ela me olhou com um olhar preocupado e correu para meus braços.

–Onde você se enfiou? –perguntou se afastando de mim. –Com quem estava?

Olhei para o Ritchie, atento para vez se ele diria algo sobre a Misty, mas ele fez que não estava nem aí.

–Eu quem o diga. –respondi. –Vocês dois sumiram de vista.

–Hum.

–O que está fazendo aqui fora? –perguntei com um olhar desconfiado.

– ...

–Hein?

Serena fitou o chão, assim como o Ritchie, e eu notei ambos se entreolhando, em um gesto de decidir quem iria se manifestar.

–Ah, eu vim tomar um arzinho. –ela mentiu.

Serena não sabe mentir. Ela tem um tic, bem no nariz.

–Serena. –eu a repreendi e ela respirou fundo.

–Tá. A culpa não é minha! Pode perguntar para o Ritchie! –ela exclamou, apontando para ele, esperando por confirmação. –Culpa daquela garota que pisou no meu pé e... Do meu copo que acidentalmente caiu nela...

–“Acidentalmente”? –Ritchie se manifestou, rindo da expressão que ela fazia.

–Ah Ritchie, qual é. Me dá uma força! –ela pediu bufando.

–Sua namorada é louca. Só isso tenho a dizer. –ele disse.

–Ah Serena, o que foi que você fez dessa vez? –perguntei respirando fundo.

–E-Eu nem fiz nada para aquele segurança pedir que eu saísse de lá.

–Foi obrigada a se retirar?

Respirei fundo. Eu sabia que tinha sido uma péssima ideia aceitar o convite do Ritchie.

Desde que chegamos aqui, ele têm falado desse colégio e, ontem mesmo já garantiu sua vaga. Hoje já nos arrastou para a festa de início de semestre, na intenção de nos convencer a começar o ano letivo, estudando nesse colégio, junto com ele.

–A-Ash... –ela me chamou manhosa. Me olhou com seus olhos brilhando e sorriu objetiva. –Vamos esquecer isso. Esse colégio é encrenca.

O colégio não é o problema, o problema é ela.

–Você é encrenca. –retruquei rindo. –Primeira vez que pisa o pé aqui e já arruma confusão? Comporte-se, tá bom? –pedi colocando meu braço em seu ombro.

Ela sorriu e mostrou a língua para o Ritchie, que havia lhe dedurado, de maneira indireta, é claro.

Saímos dali e decidi que já devíamos ir embora. Se eu deixasse a Serena chegar tarde, nem sei o que a Senhora Grace iria fazer comigo.

Ela vai me enterrar vivo e dançar na minha cova.

Em poucos minutos caminhando, chegamos ao hotel onde elas estavam hospedadas. Sem chance da Senhora Grace comprar uma casa em menos de dois dias nessa cidade.

Preferi não subir e a deixei na portaria. Serena me deu um beijo de despedida e um leve aceno para o Ritchie. É, eles não se davam muito bem. Mas fazer o que, eram obrigados a conviver juntos. Tinham que aguentar um ao outro.

Ritchie além de ser meu primo, era meu melhor amigo. E desde que seus pais morreram, ele está morando com a gente. Comigo e com minha mãe.

É uma incrível coincidência. Eu e minha mãe voltamos para nossa cidade natal, assim como a Serena e a sua mãe. Nossas mães se conheceram lá, em Tokyo, na matriz da empresa em que as duas trabalham.  

E, essa semana, as duas foram encarregadas de vir para cá, prestar serviço para a filial da empresa que fica aqui. Há seis anos, era exatamente aqui que minha mãe trabalhava. E agora ela está de volta.

Desde que minha mãe conheceu a mãe da Serena, elas se deram muito bem e, a Senhora Grace insistiu que eu deveria conhecer sua filha. Estudávamos no mesmo colégio em Tokyo, o que tornou tudo mais fácil para nos conhecermos e nos aproximarmos.

Cá estamos, e não me pergunte como foi que isso aconteceu. Porque eu realmente não faço ideia.

Estamos namorando há um ano. Há um ano eu perdi o controle da minha vida.

Não, não me entenda mal. Eu gosto da Serena, mas... ultimamente a gente têm se desentendido tanto. E de alguma forma, eu sinto que tem algo estranho, me fazendo questionar se eu realmente queria entrar nessa com ela.

Saí das minhas irrealidades e senti o olhar do Ritchie em mim.

–A Serena já entrou. –ele comentou apontando com a cabeça para o prédio. –Vai me contar quem era aquela garota?

Meu corpo se contraiu ao lembrar. Arrepios involuntários se alojavam em toda a minha estrutura física.

Dei as costas para o lugar e ele acompanhou meus passos apressados.

–Hum... Depois falamos disso, tá?

Atravessei a rua, em direção a um posto de gasolina, onde nele havia um pequeno estabelecimento. Eu e o Ritchie entramos e compramos refrigerante e algumas besteiras.

Conversamos sobre um assunto aleatório durante o curto caminho até em casa, Ritchie dizia algo sobre a quantidade de garotas bonitas naquela festa, que eu nem prestei muita atenção.

Automaticamente, eu voltava para o mesmo lugar, revivendo as mesmas situações naquela festa. E novamente, tudo voltava para ela.

Me acertei um soco mentalmente, assumindo o controle dos meus pensamentos e em um instante, já estávamos em casa.

–Não faz barulho. –Ritchie pediu quando me aproximei da porta.

–O que?

–A Tia Delia já deve estar dormindo. –ele completou.

–Cai na real. É da minha mãe que estamos falando. Nunca que ela iria conseguir dormir sabendo que não estou em casa. –respondi orgulhoso. Conheço minha mãe como a palma da minha mão.

Ritchie revirou os olhos e eu puxei a maçaneta da porta, sem nem me importar com o ruído que ela pudesse fazer.

Demos de cara com minha mãe, que já estava na sala, sentada no sofá, provavelmente a nossa espera.

–Oi Tia Delia. –Ritchie disse, puxa-saco.

–Oi mãe. –disse jogando às sacolas na mesa.

–Ah! Querido, como está? –perguntou simpática.

Que estranho. Ela não vai nem dizer nada do horário?

–Cansado. –respondi.

Me virei e vi que eu não era a sua preocupação.

Observei atentamente minha mãe bagunçar o cabelo do Ritchie.

Revirei os olhos com a ideia de ser trocado pelo idiota do meu primo e me aproximei dos dois.

–Ah, oi Ash. –disse como se nada estivesse acontecendo ali. –Como foi a tal festa, querido?

–Foi legal. –respondi me esquivando do assunto.

–Hum. Já é tarde. Estão com fome?

–Não. –dissemos em uníssono.

–Oh, tudo bem. Se mudarem de i...

Mal a deixamos terminar, pegamos as sacolas que tínhamos trazido e subimos às escadas, para o meu quarto.

Minha casa estava uma bagunça, desde que voltamos. Caixas espalhadas por todos os lados, móveis a ser montados e afins.

Pouco a pouco, minha mãe estava organizando tudo. E logo, Ritchie teria um quarto só para ele. Com quase 18 anos, acho que precisamos de nossa privacidade.

Mas no momento, eu não me importava em dormir no mesmo quarto que ele. Hoje mesmo, iríamos ficar mais que confortáveis, assistindo a algum filme e nos enchendo de besteiras.

Me joguei na cama e Ritchie ligou a televisão, indo em direção a sua cama.

Não conversamos muito desde então. Eu estava tão cansado, entretido em meus pensamentos indevidos, que só se resumiam a ela.

E novamente, os mesmos pensamentos retornaram a minha cabeça...

A gente sempre volta aos velhos lugares onde amamos a vida, inclusive voltamos a esses lugares na imaginação, quando não podíamos simplesmente retornar a eles.

 Ao engolir as lágrimas frente a qualquer lembrança inesperada e significativa. A gente sempre volta quando quer se apaixonar de novo, para voltar a sentir o que se sente. 

A gente sempre volta para sonhar com alguma coisa, para demonstrar que este sonho poderia ser realizado. Às vezes voltamos aos velhos lugares, só para nos lamentar por ter deixado passar uma oportunidade. Voltamos com a tristeza e o arrependimento. Mas com mais paixão do que nunca, pois apesar de tudo, a chama continua acesa.

Voltamos para se lamentar por não ter sido corajoso por medo e insegurança, pra se lamentar quando o que queríamos era felicidade e, ganhamos conforto e estabilidade. Esse tipo de sentimento só acontece uma vez na vida.

A gente sempre volta a esse lugar para lhe dizer que nenhum outro conseguiu fazer com que sentíssemos o mesmo. Com pessoas específicas, sensações e sucessos muito parecidos, mas o jeito como ele tocou o nosso coração nunca foi igual. 

A gente sempre volta aos velhos lugares onde amou a vida para ser corajoso e para curar feridas, sabendo que podem voltar a sangrar outras que já estavam curadas.

A gente sempre volta aos velhos lugares onde aprendemos a amar a vida...

Ao pensar no meu retorno a minha cidade natal, e no “reencontro com ela”, duas coisas estavam me intrigando.

O que é isso que estou fazendo...? E por que é que ao mesmo tempo em que é errado, me parece tão certo...?

Continua...


Notas Finais


Aos leitores fantasminhas peço que apareçam e deixem sua opinião, pois ela será muito importante pra mim ^^
Sempre tentando melhorar né migs
Até o próximo capítulo szsz


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