História Diário de Naur - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Guerra, Monstros, Romance
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Palavras 1.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 13 - 5 de junho de 2018


Fanfic / Fanfiction Diário de Naur - Capítulo 13 - 5 de junho de 2018

Eu notei que algumas partes eu escrevo em um dia mas termino no outro, vocês devem estar pensando que eu estou prevendo o futuro – risadas – e esse diário mesmo sendo uma coisa que as pessoas escrevem pra elas mesmas eu estou escrevendo para que quando eu morrer minha família possa ler e saber mais sobre mim, o que eu senti e como eu vi o que estava acontecendo no dia, alguns eu não vou escrever porque não acho que devo gastar folha com isso, voltando a programação normal.

Eu fiquei com Lili no hospital por alguns dias, dormia lá e levava comida de uma espécie de padaria perto dali, Gabriel e seu grupo estava no nosso quarto, decidimos que se eles quisessem poderiam nos acompanhar, eles decidiram que lutariam conosco contra as bestas daquele lugar, Rony e nossos amigos chegaram alguns dias depois, todos estavam mais fortes, lógico, quase dois meses treinando com Rony, nós montamos um plano de ataque, meu grupo junto com o grupo de Gabriel iria pela frente, o grupo de Rony iria atacar por trás, Gabriel e os outros 19 de treinamento com Rony, quase morreram de exaustão, era hilário os ver se matando em cada treinamento, Rony deu um dia de descanso  pra ele, dia 7 de maio era seu aniversário, 21 anos, Rose comprou um bolo pra ele, mesmo ele falando que achava que Pietra o culpava, eu quando olhava pros dois não via isso, Pietra parecia gostar dele, do jeito dela e Rose não se incomodava com isso, sabia que Pietra só era uma amiga de Gabriel e que ele não a trocaria, Linda é um mistério até pra mim, ela se empenhava nos treinos mas não aceitava ajuda de ninguém, não confiava e ficava lendo livros no tempo livre, gostava de café, bem culta, eu e Lili passamos nosso tempo treinando sozinhos, eu descobri com Katana que agora eu podia usar meu poder elemental, eu e ele atingimos esse nível, é maravilhoso, Lili e eu descobrimos mais sobre o que está dentro dela, é o que eu tenho só que mais forte, ela desenvolveu um ser que tentava a substituir quando ela estava com muita raiva, Lili conseguiu fazer com que os dois fossem uma única pessoa, eu acho que deu certo porque ela não apresentou mais esse brilho nos olhos enquanto estivemos na cidade.

Enquanto estava no hospital com Lili.

- Hoje vou te levar pra casa, aluguei outro quarto já que o que já tínhamos pagado ficou com Gabriel.

- Tudo bem.

Batidas na porta.

- Entra – Gabriel e seu grupo entra – ah, é você.

- Lili, relaxa tá, são nossos amigos agora.

- Eu sou Rose, nós viemos agradecer por vocês terem nos salvado.

- Eu e Lili só fizemos nosso trabalho.

- Eu sei, mas mesmo assim queria agradecer, obrigada por salvar meu namorado.

- Não tem de que.

- Eu queria pedir desculpas por não poder pagar pelo seu bom gesto de dar moradia pra ele e seu grupo e não poder dar sua recompensa da missão.

Lili e eu olhamos pra todos eles e pareciam chateados por não poderem fazer nada.

- Eu, Pietra, em nome de todo mundo vamos dar nossos serviços, podem pedir qualquer coisa que faremos.

Eu fiquei olhando eles com a cabeça baixa, esperando alguma ordem ou punição, Lili que não estava seus 100% se levantou e ficou cara a cara com eles.

- Eu e Naur não fizemos isso pra ter escravos ou qualquer coisa do tipo, nós salvamos vocês porque é nosso dever, escolhemos fazer isso e faríamos isso tudo de novo, Naur me explicou a situação de vocês, se vocês querem algum pedido eu quero que vocês se mantenham unidos e depois que livrarmos aquele lugar das bestas, vocês tenham uma vida melhor, comprem uma casa, façam missões pra ajudar outras pessoas e nunca aceitem que digam que vocês não são pessoas maravilhosas, menos você Gabriel, você é uma péssima pessoa.

Todos olharam pra Lili e pra Gabriel e começaram a rir, inclusive Lili, eles se abraçaram e tudo foi resolvido.

Eu e Lili fomos pra pousada, pegamos um quarto que ficava dois quartos depois do de Gabriel, era legal, não muito diferente do anterior, Lili foi tomar um banho e trocar de roupa, eu também tomei banho e troquei de roupa, por causa de tanto tempo naquele hospital eu chamei ela pra ir comer alguma coisa, como já estava escurecendo fomos pra um restaurante modesto que Gabriel disse ter uma comida boa, ela não gostava de levar o machado para esses lugares, eu levei minha espada, pra garantir, comemos e nos divertimos, eu já tinha tirado as bandagens do meu braço, ficou cicatriz tanto no braço quanto na perna, Lili falou que as mulheres gostam de caras com cicatriz eu olhei pra ela e passei mão no seu rosto, ela corou e voltou sua atenção pra uma mesa mais distante, mudou de assunto, eu sei que ela só fez isso pra que eu não notasse que estava tímida com isso, ela sempre foi meio reservada nesse assunto, eu sei que ela me ama mas não quero que ela se decepcione comigo e não sei o que faria se a perdesse.

No dia 5 de junho Lili lembrou que era meu aniversário, ela preparou um café da manhã delicioso e de tarde fomos convidados pra ir à casa de Rose, ela daria uma festa pra mim, Lili não gostou, eu sei que é só ciúmes, mas não deixei de brincar um pouco com a situação, eu tive que colocar minha roupa de exterminador pra lavar e costurar, eu lavei na lavanderia da pousada mas a costureira ainda não tinha terminado de costurar então fui com meu Kimono, Lili foi com uma calça e uma blusa linda, ela toda estava linda, quando chegamos na casa fomos recepcionados por Gabriel.

- E aí gente, vamos entrando, sentem-se.

Era uma casa modesta mas muito bonita, na sala tinha um sofá e duas poltronas, Gabriel foi pra cozinha ajudar Rose com a comida, no sofá estava Victor, Edgar e Pietra discutindo quem era o mais desleixado, Edgar deixava as roupas em qualquer lugar do quarto, Victor sempre deixava a toalha na cama e Pietra queimava qualquer coisa que tentasse preparar, pareciam três irmãos discutindo, eu comecei a rir quando notaram que estávamos ali, Edgar e Victor pareciam que iam falar alguma coisa pra Lili mas desistiram, então falaram “Por que você não se veste como Lili, ela é linda e você é toda estranha” Pietra estava com roupas simples, uma blusa e um short, ela não era feia, tinha um cabelo volumoso, não era alta mas tinhas olhos claros bonitos, ela deu um olhar de que ia matar os dois, os dois ficaram com medo e foram conversar comigo, Edgar um homem forte de cabelo curto arrepiado e Victor igualmente forte mas cabelos encaracolados curtos pareciam grandes amigos, ficamos conversando enquanto Lili e Pietra conversavam, Pietra parecia admirar Lili, elogiava e perguntava de suas aventuras, Lili parecia gostar dela, isso é bom, depois de algum tempo, Gabriel chegou com salgados e Rose com bebidas, eu notei que faltava alguém, ande estava a mãe de Rose?

Gabriel contou que a mãe de Rose estava no andar de cima, estava descansando depois de um dia cansativo no trabalho, ia descer mais tarde, ficamos conversando sobre vários assuntos, Pietra e eu começamos a conversar, ela parecia se interessar por mim, perguntava de onde eu vim, por que eu virei exterminador, Lili ficou vermelha, de ciúmes, depois disso elas não conversaram direito mais, a mãe de Rose desceu e como já era tarde, Rose trouxe o bolo, cataram os parabéns e comemos o Bolo, já comendo o bolo, a mãe da Rose, Maria perguntou.

- Vocês estão namorando?

Eu quase engasguei com o pedaço de bolo, Lili ficou vermelha na hora.

- É Naur, estamos super curiosos pra saber, vocês passam muito tempo juntos e parecem que sempre ficam mais felizes juntos.

Eu olhei pra Gabriel que me olhava rindo, ele se divertia com minha cara de nervoso.

- Estão Lili? – Perguntou Pietra tentado ser amigável com Lili, Lili tentou falar alguma coisa mas me deu uma cotovelada e eu tive que responder.

- Esse é um assunto delicado, eu vou responder quando Gabriel decidir quando vai casar com Rose.

Todos olharam pro dois que estavam visivelmente envergonhados com esse assunto.

- Pegou pesado em Naur.

- Digo o mesmo Gabriel.

Começamos a rir e em pouco tempo esqueceram isso, já no quarto.

- Viu como aquela garota olhava pra você?

- Não.

- Mas você é sonso né Naur, ela está querendo você.

- Por que ela iria me querer? – Lili estava tão brava e eu estava me divertindo tanto que fui tirando a roupa e fiquei só de cueca esquecendo de por um pijama, Lili estava no banheiro trocando de roupa.

- Você salvou ela, é legal com ela, fica olhando pra ela, eu vejo tudo tá Naur.

- O que eu fiz agora?

- Você é tão sonso Naur, essa garota só quer você por ser...

- Vem aqui porque não estou escutando mais nada.

- Eu disse que ela só quer você por ser... – Ela me olhou e eu estranhei a expressão de envergonhada no seu rosto, ela virou pra parede – por que você está pelado?

- Nem notei, gostou?

- Que raio de pergunta é essa?

- Você não consegue brigar comigo assim não? – Ela se virou pra mim reunindo todas as suas forças pra se aproximar, a cada passo mais vermelha.

- Você é um idiota. – Ela parou mas eu fui me aproximando, ela foi recuando até bater na parede, eu coloquei minha mão na parede e a outra no queixo dela.

- Sou, idiota, louco, maluco mas tudo isso seu, de nenhuma outra.

Eu a beijei, foi nosso primeiro beijo, virei e fui colocar uma roupa mas antes de pegar minha mochila ela me segurou.

- De novo.

Eu virei e ela estava linda, mesmo toda vermelha, acho que gostava de ver ela daquele jeito fofo, eu a puxei pra perto e nos beijamos, deitamos na cama e quando íamos começar algo a mais, bateram na porta.

- Está acordado Naur?

Lili que estava todo envergonhada ficou com raiva, saiu da cama e foi pra porta, só que ela esqueceu que estava de camisola.

- O que você quer? Ele está ocupado.

- Desculpa Lili, só ia perguntar se ele quer o resto do bolo.

- Obrigada.

Ela pegou o bolo e fechou a porta, eu fiquei deitado rindo, ela fechou a porta cheia de raiva.

- Ele tinha que vir agora?

- Lili.

- Que foi?

- Olha pra baixo.

Quando ela viu que estava só de camisola trocou de roupa e saiu correndo atrás de Gabriel, tive que impedir ela de matar ele, por sorte prendi ela na cama, ela gostou da prisão e de como foi tratada, foi a segunda vez que salvei Gabriel.



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