História Diário de Naur - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Guerra, Monstros, Romance
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Palavras 1.563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - 8 de março de 2018


Fanfic / Fanfiction Diário de Naur - Capítulo 5 - 8 de março de 2018

- Você está certa, por agora vocês vão voltar para as suas armas e conversar com elas, implorem para que lhes ensinem como usa-las, se meu plano der certo, vocês vão aprender e você, Lili, vai se recuperar até o final do dia.

- E você? Vai fazer o que?

- Katana disse que eu preciso saber da onde eu vim pra saber pra onde estou indo, vou voltar a casa de Carlos ver se encontro algo que me ajude.

Saindo do hospital, peço pro gentil casal da minha antiga casa poder ver as caixas do porão, encontro duas três coisas, um cordão e uma pulseira junto de um livro, agradeço a hospitalidade dos senhores e volto pra casa, sento no sofá e começo a ler o livro que mais parecia um diário, como o que eu escrevo quando tenho tempo mas esse é muito menos detalhado, como se fosse escrito às pressas, espera, esse livro, meu pai que escreveu pra minha mãe, antes dele morrer, e esses são os prestes que um deu pro outro antes de casar, o título do livro era “Mesmo que eu não te veja eu te sinto”.

Depois de ler e aprender mais sobre minha família descobri que meu pai era muito parecido comigo mas quando perdia a paciência eu me parecia com a minha mãe, com algumas lágrimas nos olhos fiz o jantar enquanto Lili e Eve entravam em casa.

- Tudo bem Miguel?

- Agora eu sei pra onde eu devo ir.

- Você descobriu mais sobre você?

- Não sobre mim mas sobre meus pais.

Eu voltei a cozinhar enquanto elas liam o livro, as duas choraram no final e me abraçaram, comemos e eu expliquei o que íamos fazer e o que eu combinei com o Protetor.

- Nós três vamos desmantelar todo um clã?

- Isso é meio insano.

- Se não quiserem não precisam ir, eu vou entender, amanhã mesmo eu vou começar o meu treinamento.

- Nós vamos mas você não acha que com mais pessoas seria melhor?

- Eu só confio em vocês e tem que ser rápido, indo pro ranking A já podemos sair daqui e ir para as colmeias.

- Você acha que Vivian ia querer isso?

- Eu não sei o que ela ia querer Eve, afinal, ela não está aqui porá perguntar.

- Desculpa.

- Eu só estou cansado, desculpa brigar com você, Lili, você é a líder, o que acha?

- Eu acho que se treinarmos muito podemos acabar com eles.

- Eu vou treinar vocês tanto que vão implorar pra voltar pro fundamental – risada

Todos nós rimos mas no fundo eu sabia que tudo podia dar errado, eu teria que confiar nelas, eu vou proteger as duas com a minha vida.

 

-------------------------------------------------------------------- 1 Mês depois ---------------------------------------------------------------------------

 

- Vocês melhoraram muito, estão melhores que muitos Protetores que eu conheço.

- Graças a você.

- Amanhã vamos atacar a base deles, eu já planejei tudo.

Eve, Lili e eu estávamos muito sincronizados, parecia que fomos criados juntos dês de sempre mas ainda acho que Eve não é capaz de executar o último golpe, eu fiz umas missões extras e consegui comprar armaduras pras duas.

- Você não vai usar?

- Não tenho mais dinheiro além disso, nunca gostei – risada.

Eu fui até a central dos protetores e encontrei o Antônio.

- Seu time está pronto?

- Sim e o seu?

- Só os melhores e de confiança.

- Tudo bem, já sabe o plano né?

- Causar uma distração pra que vocês possam entrar na casa deles e acabar com suas operações.

- Isso, e não se esqueça de espalhar pra geral o boato...

Voltei em casa e o sol se pondo refletia a beleza das duas na porta da minha casa, prontas pra lutar por mim.

- Miguel.

- Fala.

- Hoje você é o líder.

- Certo, vocês fiquem perto de mim e não se desesperem, se a situação apertar corram o máximo que puderem.

- Ainda acho esse um péssimo plano de emergência.

- Concordo com Eve, acho que você deveria vir conosco.

- Essa é a nossa única chance, se não for agora será nunca.

Ainda relutantes, as duas me seguiram entre becos e vielas até que saímos atrás de uma casa que dava de frente com a casa do clã, ficamos esperando até que a distração ocorresse mas nada aconteceu, continuamos esperando até que uma pessoas familiar entrou na casa, não sei quem era mas era suspeito.

- O que vamos fazer?

- Seguir o plano.

Entramos pelo fundo, quando fechamos a porta dava pra escutar vários deles andando pela casa de dois andares, em silencio fomos nocauteando um por um até que quando fomos subir as escadas um cara apareceu no alto da escada.

- Vocês não acharam que iam entrar aqui sem sabermos né.

- Droga.

Eles nos secaram e pegaram nossas armas, por sorte escondi a minha dentro da roupa e eles não viram.

- Entrem.

Subimos as escadas e dois atrás de nós, nos levaram até um quarto sem nada dentro só uma cadeira no final, o cara sentou.

- Então vocês acham que podem entrar aqui, acabar com a gente e serem os novos heróis?

- Não, só imaginei que Antônio não iria me trair mas parece que me enganei não é mesmo?

- Eu falei que seria arriscado.

- Você traiu minha mãe aquele dia seu canalha – o grandão bateu forte nas minhas pernas e eu cai de joelhos.

- Isso foi um acaso, eu falei pra ela deixar aquele lugar, ela não quis, ela falou que deveríamos proteger as pessoas, eu não sou um exterminador, sou um protetor, não treinei pra enfrentar bestas eu sou apenas um humano.

- E daí? Você jurou proteger essa cidade, você disse pra minha mãe que a amava e que faria de tudo por ela, eu vi, nas lembranças da Katana, arma da minha mãe que agora é minha, você não passa de um covarde.

- Chega de fortes emoções, bom, vou me apresentar, eu sou...

- Moisés dos Santos, 35 anos, 2 mandados de prisão perpétua, líder do clã da tumba.

- Ó vejam só, ela fez o dever de casa, quem é você senhorita?

- Lili Fire mas pra você pode me chamar de carrasco.

- Tudo bem carrasco, façamos o seguinte, estamos em 50, todos esses homens adoram carne fresca, você e sua amiga parecem deliciosas, proponho um acordo, você vai embora e deixa esses dois ou você fica e esses dois vão, o que você vai fazer?

- Desculpa mas nenhuma das opções, eu não tomo as decisões hoje, é ele e se eu fosse vocês me entregaria sem qualquer resistência.

- E por que faria isso bonitinha?

- Por que eu pedi educadamente – todos na sala riram.

- O coisinha, vou fazer o seguinte, sou um homem democrático, então vou matar vocês três e nosso querido amigo vai falar que ele matou vocês duas e teve que matar ele, é um bom plano.

- Antônio, é sua última chance, desista, você ainda pode fazer a coisa certa.

- Não tenho, se Vivian estivesse aqui ela saberia o que fazer.

- Eu sei de uma coisa, ela não culpa você, ela não teve esse sentimento, ela perdoa você.

- Como você sabe disso?

- Depois de muito tempo na minha Alte ela falou tudo, ela adoraria saborear seu sangue mas Vivian te perdoou antes de morrer, eu te perdoo mas a questão é, você se perdoa?

- Para de bobagem, pessoal pode atacar.

Tudo estava perdido, as duas sem suas armas, tudo estava perdido, azar o deles que não era pra mim.

- Chegamos um pouco atrasados Naur?

- O que é isso?

- Cavalaria.

Na porta 7 pessoas vinham entrando e acabando com vários caras, toda nossa sala inclusive o professor.

- Você armou tudo isso? Vivian teria orgulho de você.

- Eu sei.

Antônio aproveitando o momento em que Moisés ia me atacar, ficou na frente e perfurou o peito dele com uma faca, as garotas acabavam com o resto que tentava fugir enquanto eu via os últimos momentos de Antônio na Terra.

- Obrigado Naur, você me libertou, agora vou retribui o favor.

Eu me aproximei do ouvido dele e o que ele me contou mexeu comigo, alguma coisa subia em mim, e não sabia o que era mas sabia que deveria investigar, Antônio matou o líder do clã.

- Naur, prendemos todos, o que fazemos agora?

- Antônio me contou duas coisas antes de morrer professor, uma era que deveríamos verificar o porão antes de ir e a outra eu não posso falar.

Colocamos todos no saguão de entrada da casa junto com o que eu me surpreendi, todos os protetores corruptos da cidade.

- Eu sou o chefe de Antônio, Vincent, ele me deu uma lista com nomes de provas de corrupção e mandou eu trazer todos pra cá e quando vocês prendessem esse clã eu prender esses “no final você já sabia que hoje seria seu último dia né, seu sacana maldito – risada”.

- Naur, vamos para o porão.

Eu estava feliz que antes do fim Antônio conseguiu se perdoar e fez a coisa certa mas quando cheguei no porão, meu peito se encheu de ódio, fúria e eu estava prestes a quebrar todos os meu limitadores.



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