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História Diário de Rose - Capítulo 23


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Capítulo 23 - Capítulo 23


23 de dezembro de 2023

Acho que poderia ser você

Gostaria muito que fosse você

Aquela pessoa, sabe

A minha pessoa

Aquela que poderia passar os meus dias

Com quem cresceria

Que eu gostaria de fazer feliz

E me fizesse feliz também

Com quem poderia construir uma vida com

Talvez seja muito jovem

Para saber algo sobre isso

Mas a vida é cheia de surpresas

E quem sabe

Você é minha boa surpresa

Quem sabe você é minha chance

Minha chance de evitar mais erros

Pois você é o meu acerto.

- a vida foi feita para se viver

 

Cheguei faz pouco tempo e resolvi vir escrever logo. Enquanto não devo descer para comer. Papai ainda não chegou. Mas Quando cheguei mamãe já estava em casa.

“Você demorou Rose, achei que já estaria de volta quando chegasse do trabalho.”

“Mãe, não fiquei nem quatro horas fora de casa.”

“Mas já escureceu há algum tempo.”

“Isso é porque é inverno. E o sol se põe antes das quatro da tarde.”

“Mesmo assim. E eu sou sua mãe. E, se algum dia você for mãe também, vai entender. Sempre nos preocupamos com nossos filhos. Não importa a idade em que estejam. Então, como foi seu encontro? E que sacola é essa?”

“Foi ótimo mãe. Dá para acreditar que ele nunca tinha ido a Londres trouxa antes? E, são alguns livros.”

“Fala sério, Rose. Você convida um cara para sair e o leva a uma livraria? Pobre Scorpius...” meu irmão se intrometeu, com falsa exasperação.

“Ele gostou, okay? É que tinha alguns livros novos, lançamentos, aí não resisti...”

“Você lê demais, maninha. E eu aqui pensado que era namorando, você ia deixar deus livros e um pouco de lado e começar a viver seu próprio romance...”

“Não acredito que estou ouvindo isso. Um corvino repreendendo alguém por ler demais.”

“Estou na Corvinal por ser inteligente não por ler demais...”

“Ei!” disse dando um tapa no braço do Hugo “me senti ofendida com isso...”

“Agora já chega, crianças. E nada de violência dentro da minha casa.” Mamãe disse nos interrompendo.

“E Rose, sim, dá para acreditar que Malfoy nunca havia ido a Londres trouxa antes, sério que você ficou surpresa? Não consigo imaginar os pais dele o levando para passear em um lugar trouxa... É só pensar um pouquinho...” Hugo disse e subiu as escadas correndo antes que eu conseguisse acerta-lo de novo.

“Mãe, é tarde demais pra dizer que queria ser filha única?”

 

Quanto ao meu encontro. Foi bom. Ótimo na verdade. Apesar das poucas horas que passamos juntos. Considerando que Scorpius deveria estar em sua casa antes das 19 horas devido ao seu jantar em família, e marcamos de nos encontrar as 15 no Caldeirão Furado.

“Olá Rose!” fui cumprimentada quase imediatamente pela esposa do professor Neville.

“Oi. Você por acaso, viu se Scorpius Malfoy, está por aqui?”

“Ele está sentado em uma mesa lá no fundo.”

Rapidamente o encontrei. É difícil encontrar alguém com o cabelo tão claro quanto a dele. Podem até falar do ruivo Weasley, que costumava ser nossa característica mais marcante. Mas, o loiro Malfoy é tão marcante quanto. E, continua sendo uma característica deles, enquanto nós, Weasley's, atualmente somos ruivos, loiros e morenos.

“Feliz aniversário, Scorp”

“Obrigado, Rose" disse e me beijou “então, o que vamos fazer?”

“O que você tem em mente?”

“Foi você que me convidou, lembra? O que você tem em mente?”

“Que tal dar uma volta por Londres trouxa?”

“Nunca fui a parte trouxa de Londres antes. Então, porque não?”

“Okay. Tem algo particular que gostaria de ver?”

“Vou deixar por sua conta. Confio em você.”

“Vamos então.” Disse o puxando para a saída do Caldeirão Furado que ia para a parte trouxa, e não para o Beco Diagonal.

Sinceramente, acho que minha infância foi quase um meio a meio. Crescendo em um bairro trouxa, e com um par de avós também trouxas, cresci bem familiarizada com esse mundo. E, ao mesmo tempo sendo rodeada por bruxos e magia o tempo inteiro. Não acho que tenha sido exatamente fácil nos criar dessa maneira, mas, sou muito agradecida por isso.

“Então, para onde você está me levando?”

“Pensei que poderíamos ir ao mercado de Natal...”

“Eu não tenho dinheiro dos trouxas comigo.”

“Não se preocupe, eu tenho. Fui eu que te convidei, lembra?”

“Verdade. Então, você já foi a esse lugar antes?”

“Sim. Mas já faz alguns anos...”

“Por que ficou tanto tempo sem ir?”

“Meus avós costumavam levar Hugo e eu, uma semana antes do Natal, todos os anos. Mas aí comecei Hogwarts, e não deu mais. A última vez que fui, foi quando tinha onze anos, no ano antes de eu começar em Hogwarts.”

“E o que exatamente é esse mercado de Natal?”

“Bem, em vários pontos de Londres, tem esses eventos temáticos que misturam comidas e bebidas típicas, artesanato, música, decorações encantadoras e muitas luzes.”

“Parece bom.”

“E é.”

Passeamos por um bom tempo, conversamos bastante. Foi tão legal ver as reações de Scorpius a coisas antes desconhecidas a ele. Fez muitas perguntas, as quais fiquei feliz em responder.

“São que horas agora?”

“Cinco e meia, por que?

“Tenho que estar em casa até as sete. Mamãe não quer que eu me atrase para o jantar.”

“Então, ainda bem que somos bruxos, né? Podemos nos despedir as seis e cinquenta e nove e você ainda vai chegar em casa a tempo.”

“Definitivamente. Eu amo passar meu tempo com minha namorada incrivelmente linda.”

“Linda, é?”

“Sim, linda, inteligente, simpática, que não tem um filtro muito bom, mas eu amo a sinceridade de qualquer jeito. E, ela ama a família dela. E tem um sorriso lindo, que a deixa ainda mais linda. E amo entrelaçar meus dedos nos cabelos dela quando a beijo...” o interrompi com um beijo. Suas palavras estavam fazendo algo engraçado para o meu coração.

Cerca de uma hora depois, enquanto caminhávamos, acabamos passando em frente à uma livraria, e como já escrevi antes, se eu vejo uma livraria, eu automaticamente tenho que entrar nela.

“Scorp, você se importaria de entrarmos na livraria? Só um pouco, quero ver os lançamentos.”

“Claro que não. Vamos.”

Enquanto olhava a seção de lançamento, nem reparei que Scorpius havia saído do meu lado. Quando fui ver, ele próprio estava dando uma olhada nos livros.

“Então, você se importaria de me emprestar algum dinheiro? Te pago quando voltarmos à escola. Realmente me interessei por alguns livros.” Scorpius me disse quando eu o alcancei, depois de ter escolhido quais livros ia levar.

“Viu algum que te interessou?”

“Alguns na verdade.”

“Pegue eles para pagarmos, porque já são quase sete.” Disse olhando as horas.

“Okay. Vamos.”

Depois de pagar os livros, andamos um pouco até encontrarmos um beco vazio para podermos aparatar. Depois de nos despedirmos, cada um seguiu seu caminho.

Tem muito mais coisa que gostaria de escrever, mas não sei se daria tempo agora. Papai acabou de chegar em casa, hora de descer para comer. Amanhã vamos passar o dia na vovó Granger. Depois vamos para o casa do tio  Harry e da tia Gina.

Ps. Acabei de lembrar que esqueci de enviar o presente do Scorpius. Lembrar de enviar o mais rápido possível.

Até a próxima.

R.G.W.



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