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História Diário de um anjo - Capítulo 6


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Notas do Autor


me desculpem pela demora...
meu computador deu problema mas a partir de hoje vou tentar postar com frequência toda semana.

Capítulo 6 - A ruivinha do chapéu florido!!


Fanfic / Fanfiction Diário de um anjo - Capítulo 6 - A ruivinha do chapéu florido!!

  Olha kimberly, você não vai acredita se eu te falar que o quanto Sara estava estranha ontem.

  Ela veio aqui para dormir, isso não é nada estranho ela faz isso as maiorias das vezes que eu me recuso a sair com ela em finais de semana, minha mãe até já se acostumou, mas o estranho foi que ela não parou de perguntar sobre o ruivo que me atacou. Além do mais, como eu já tinha dito antes, ela estava com preguiça até de escrever, e isso deveria significar que ela não iria sair de casa nem arrastada pelos cabelos.

   Só isso já foi estranho, mas o estranho mesmo foi ela sair de manhã sem ao menos tentar me acordar. Foi como se ela tenta se sair às escondidas, mas não seria isso porque minha mãe viu. O mais estranho foi ela não ter tentado me acordar, sério não sei se devo me preocupar ou simplesmente adorar isso.

 

   O bom é que eu acordei meio dia e cinquenta, coisa que não dá pra fazer se tem a amiga que eu tenho por perto.

 

 

   Minha mãe saiu para ir para casada minha avó depois que eu acordei, e eu achei estranho por que ela costuma ir domingo e me arrastar junto, além de me fazer acordar em plena madrugada no domingo.

    Como eu adoro finais de semana, por que? Por que eu não faço nada a única coisa que eu faço é guardar a louça, por que nem lavar eu lavo, e depois eu não faço mais nada.

 

 

 

 

 

   Depois que acabei o meu adorado serviço de final de semana, eu estava quase cochilando quando ouso alguém, provavelmente um ser infeliz, tocar a campainha. Se deu raiva? só um pouco, por que sofá não é lugar de dormir eu ia acordar toda quebrada.

   Eu abro a porta e vejo o Gabriel sorrindo sem jeito e tão simpático ao mesmo tempo.

       - Oi, entra –falo tentando ser gentil. 

      - Oi – ele fala, entrando em minha casa.

      - Sentisse – fui pegar um copo de água para ele, pois ele parece nervoso – Ei se acalma, está parecendo que você vai explodir kkkk.

   - Há, me desculpe – por que ele se desculpou sendo que ele não fez nada? – é que eu estou sem nada para fazer na minha casa, então resolvi vir te agradecer. Por ter me ajudado.

  Coisa que eu adoraria ter dito, mas não pude: “ahaa!! então por cousa que o desocupado aí, não tem nada pra fazer, eu tenho que abdicar do meu sono para atender você!!” mas eu ainda tenho uma mãe, e se ela ficasse sabendo que eu tratei uma pessoa assim a vida que ela me deu ela tiraria aos berros. Então apenas respondi:     

     - Esse nervosismo todo só para agradecer?

    - Sim, e para te pagar um sorvete. – Oi? eu ouvi ele dizer sorvete de graça!? É uma ter pena que recusar...

    - Hum, como assim?

    - Como agradecimento por você ter me ajudada aquele dia, mais especificadamente ontem.

    - Não precisa, uma por que sempre que eu vou na sorveteria alguma coisa horrível acontece, e outra você não estaria machucado se não tivesse tentado me ajudar. Ou seja, foi uma troca não precisa me agradecer. - É realmente doloroso recusar sorvete de graça, mas eu realmente quero dormir, e também não quero outro desastre envolvendo meu sorvete, pombos e praça.

    - Vai por favor, se não vou me sentir um ingrato, por favor!!- fez cara de cachorro abandonado. Merda eu achava que só Sara me convencia tão rápido assim.

    - Tá bom, você me convenceu, só que se meu sorvete cair a culpa é sua. – Sinto que vou me arrepender. E se não me arrepender, isso irá afirma minha teoria de que meu azar vem de: Sara Amarílis.

    

 

   Pelo incrível que pareça até agora nada aconteceu, já estou quase acabando meu sorvete e até agora nenhum pombo apareceu. Ou seja, nada que me faça arrepender de ter vindo.

    E nós estávamos conversando até que ele me perguntou:

    - Como você e a Sara se conheceram?

   - Hum? como assim?

   - Me desculpe, – ele e essas desculpa sem ter feito nada. – Pergunta muito pessoal?

  - Não, é que as pessoas não costumam fazer esse tipo de pergunta relacionada a nós duas eles costumam perguntar tipo: “sua amiga tem algum... problemas para controlar a raiva?”.

   - Isso com certeza é se referindo a sara, né? – ele falou enquanto nós dois riamos.      

   -hunrum – falei confirmando com a cabeça. – Outra coisa que eles perguntam muito é: “de que hospício vocês duas fugiram?”

   - Nossa essa é maldosa – ele falou isso rindo/gargalhando.

  - Você fala isso, mas ri. Isso não te faz diferente deles.

  - E você também está rindo. – E depois disso os dois estavam pararam de rir.

  - Tá bom estamos quites, mas agora vou te responder...

      

               passado

                       fex bec

   Quando nos conhecemos éramos pequenas, com uns sete anos. Eu, como sempre, estava atrasada correndo para não chegar atrasada. Quando estava faltando apenas duas esquinas para chegar na minha escola, eu trombo com uma menina de cabelos ruivos com um chapéu florido.

   -Oi –naquela época eu era educada, já deu pra perceber que eu mudei muito né.

    - Desculpa – e voltou a correr. Mesmo ela tendo falado um: “desculpa”, que mais parecia uma patada, eu gostei dela, sou estranha por isso? talvez mas quero ver você me julgar.

   Na cabeça de uma criança de sete anos achar uma menina que aparenta ter a sua idade andando sozinha o com os joelhos ralados; pequena parte que eu esqueci de descrever, pela rua parece ser a melhor coisa do mundo, mas não é assim que todo mundo vê.  

   E também ela não parecia muito feliz de ter trombado em mim, mas acho que sou a única pessoa retardada o suficiente para trombar em uma pessoa e ficaria feliz.  

   Não sei do que ela estava correndo, mas foi a primeira vez que vi a ruivinha do chapéu florido...

 

   Depois no outro dia descobri que ela estudava na mesma escola que eu, mais especificadamente na mesma sala. E viramos melhores amigas desde então, só que não, ela foi a pessoa mais destemida a não ter amigos que eu já vi, e acho que ainda sou a única amiga dela. Demorou um mês para eu ganhar a confiança dela, mas só a confiança, por que nessa época ela ainda me olhava estranho e desconfiava de mim.

   Mas eu consegui a confiança dela, não me pergunte como, foi do dia pro outro. E eu achei estranho? não, por que naquela idade pra mim era normal as pessoas virarem minhas amigas do dia pra noite sem explicação.

   Mesmo ela não gostando nós sempre a chamávamos de ruivinha do chapéu florido, fazíamos isso exatamente porque ela não gostava, e também porque ela sempre foi ruiva, logico anta essa é a cor natural do cabelo dela, e ela sempre ia pra escola com um chapéu cheio de florzinha decorando-o. Por isso o apelido: ruivinha do chapéu florido.

        

Presente

 

   - Que legal, vocês são amigas a muito tempo né? Mas por que as vezes você falou como se tivesse mais de duas pessoas?

   Tá e agora como explico isso?? Bateu o desespero...

   - É que também tinha minha irmã...- falei com o sorriso meio forçado, já que não estava afim de explicar por que ele nunca tinha ouvido falar dela...

   - Ata...- Ele pareceu entender que eu não queria falar sobre esse assunto...- Você me perdoa não vi que já estava tão tarde, tenho que ir não posso chegar tarde. – falou isso e saiu acenado pra mim que; ele realmente estava com pressa.  

 

   Se eu achei estranho ele ter saído correndo sem se despedir direito e só sair correndo? sim eu achei. Mas não vou ligar para isso. Talvez ele tenha uma mãe mais protetora que a minha. 

 

   Eu fui para casa, e quando chequei lá fui fazer o que tinha programado para fazer o dia inteiro: dormir. Eu estava quase dormindo quando alguma alma abençoada de Deus me manda mensagem, só pode ser a Sara para mandar mensagens quando eu estou caindo sono. Mas vamos responder, já que eu não estava dormindo mesmo, e se não ela não iria para de mensagem.

MENSAGEM

 

 Sara:

H:15:55

 Oi, me desculpa por não estar

 ai para te atormentar de manha

mas eu precisei vir para casa.

 

 

   Nossa me assustei quando vi que estava quase dando quatro horas da tarde, devo ter dormido e nem percebi.

 

MENSAGEM

 

 

H:15:58

Nossa é sério nem percebi, eu estava

 num soninho tão profundo

 

Sara:

h:16:00

Kkk sem graça

Sua mãe me falo que sentiu minha falta

 pra te colocar para acordar cedo por

 que vc acordou quase uma hora da tarde hoje

 

h:16:02

a mais que exagero acordei

 meio dia e pouco tá

 

Sara:

h:16:04

  É do jeito que é preguiçosa quando

 sua mãe saiu para casa da sua

 avó deve ter voltado a dormir 

 

h:16:06

não, eu fui almoçar

 

 

   Para que contar que fui tomar sorvete sem ela? ela nem vai perceber, o que os olhos não veem o coração não sente.

MENSAGEM

 

h:16:08

almoço/café da tarde né

a e deixa eu adivinhar foi dormir

 

h:16:10

não; foi escovar os dentes

 

h:16:14

para dormir né

 

h:16:14

não, para guardar a louça,

para evitar ser decapitada

pela minha mãe

 

Sara:

h:16:16

se agora eu não acertar pode

mandar benzer que vc está precisando,

agora sim vc foi dormir

 

  Se ela souber que errou ela me leva em uma igreja para o padre me benzer, então vamos ser boazinha e deixar ela acertar.

MENSAGEM

 

h:16:18

não posso discordar, mas

também não vou concordar

 

Sara:

h:16:20

e isso significa que vc dormiu

haha sabia que ia acertar

 

h:16:22

não sei se pode contar isso como asserto

 

Sara:

h:16:24

olha não venha me desvalorizar não tá

 ainda sou sua melhor amiga

 

h:16:26

 nada convencida, né!?

 

Sara:

H:16:28

Não sou convencida só falo a verdade

 

H:16:30

Kkk, sem graça

 

Sara:

16:32

Vaca que não sabe apreciar o

bom humor de uma princesa

 

   Nós ficamos um bom tempo conversando, até que minha mãe chegar e perdi para mim ir ajudar a fazer a janta.

 

    -  Você não dormiu o dia todo não, né?

   - Por que todo mundo acha que eu sou preguiçosa ao suficiente para dormir o dia todo?

   - Sei lá, deve ser por que você só não faz isso por que sara não deixa, mas como ela não está aqui hoje eu ache que você ia passar o dia todo dormindo. – Só não vou esfregar na cara dela que eu fui tomar sorvete, por que isso iria acabar com minha imagem de preguiçosa perfeita. E ela iria brigar comigo por ter saído de casa sem avisar, então é melhor deixar isso de lado.

   -Não é só por que é obvio que é possível, e outra eu preciso comer. Eu almocei quando você foi para minha avó. 

   - Almoçou/ tomou café da tarde né? Porque eu sai já era uma e pouco da tarde.

    - É eu tomei café da tarde e almocei junto algum problema? Quando a sara me acordou me mandando mensagem ela me disse quase a mesma coisa.

   - Há revoltada, tá irritada só por que mesmo a Sara estando longe não te deixou você dormir o dia todo. – Agora que você me entende.

   - Sim. Ai!! –   Quem ia acreditar que nós estávamos nessa conversa toda enquanto cozinhávamos, e por prestar mais atenção na conversa do que na faca que estava segurando cortei o dedo. Enfiei meu dedo debaixo da torneira e deixei a água correr.

   - Vai! isso que dá não prestar atenção no que você está fazendo!! E não faz isso não vai lavar seu machucado no banheiro... –  não querendo escutar o resto do discurso fui saindo da cozinha. – Aonde você vai?

    - Vou no banheiro para lavar meu dedo. – Que se ela não percebeu ainda não parou de sangrar.

    - Não agora que você já começou não precisa, - falou visivelmente irritada- vem aqui. – Ordenou; e eu logo obedeci indo até ela. E ela puxa uma cacha cheia medicamentos, então é aí que ela guarda a caixa de primeiros socorros!? quando eu preciso não é tão fácil de achar né, mas também ela escondeu encima do armário da cozinha – vai arder um pouco. – Eu acho que quando os pais falam isso eles querem desesperar as crianças, por que se for para acamar não dá certo. –  Você não vai fugir não, já está grandinha para isso não acha não?

   - Não, ai... ai!! Só um pouquinho sei, esse trem aí só não leva a alma da gente por que não pode!

   - Que dramática você em! Esse drama todo só por causa de um cortezinho de nada! –fui dramática talvez, mas nuca admitirei.

   - Não sou dramática, eu só exagero um pouquinho na hora de me expressar.   

    - hurum!! Sei um pouquinho. – Minha mãe falou sarcástica.

   - Eu vou tomar banho que eu ganho mais. - falei indo pro banheiro, pois já tinha desistido de cozinhar.

 

 

   Você já parou para pensar que o banho te faz pensar melhor, bem eu pelo menos um lugar que você fica tranquilo que relaxa a cabeça, bem melhor que a escola.

   E com a cabeça relaxada, eu parei para pensar no passado quando éramos três, e não só eu e a Sara.

   E com esse pensamento veio sentimentos passados, veio lagrimas passada...

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


espero que tenham gostado!!
semana que vem tem mais...


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