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História Diário de um Prostituto - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Avisinho(s) da autora uwu:
1- Essa cap tem lemon, se vc não gosta, peço que se retire (duvido)
2- Vou tentar deixar o maior possível, começando com pov de narrador e terminando nele
3- Desculpa se ficou ruim, eu tentei escrever pwq (obs: mudei meu estilo de escrita)

boa leitura uwu

Capítulo 8 - E lá vamos nós de novo - Parte 2


Fanfic / Fanfiction Diário de um Prostituto - Capítulo 8 - E lá vamos nós de novo - Parte 2

↺Narradora POV↺

Enquanto Leon pensava, Sandy tirou sua blusa repentinamente, e continuou em cima de seu amigo. Mas Leon, sem muitas opções, decidiu finalmente o que poderia fazer:

Sexo, era a única opção restante.

Não poderia deixar seu amigo ali daquele jeito, se não seria pior do que antes. E pelo fato de que o menor ainda estava sentado em cima dele, sentiu seu membro ficando duro lentamente, não esperava que tudo aquilo fosse resolvido tão facilmente, principalmente em uma situação constrangedora igual a essa.

Pensou na opção do remédio, mas não lhe daria tempo, Sandy estava muito ruim, e Leon mal sabia que ele havia tomado um afrodisíaco por engano, ao invés do remédio necessário. Mas também não sabia onde acharia aquilo, a pressa lhe daria pânico.

Depois de alguns minutos pensando, finalmente chegou a conclusão que ele realmente teria que fazer sexo, e principalmente com seu melhor amigo, uma pessoa que conheceu a tão pouco tempo, teria uma relação em um nível tão próximo de uma "amizade" assim. Mas Leon tinha certeza de uma coisa: Sandy tinha sua confiança, o fato do tempo não importava, se isso fosse ajudar seu amigo, o faria quantas vezes fossem necessárias.

Segurou ele em seu colo, no estilo princesa, e o levou até o quarto. O deitou na cama e ficou acima do menor, que estava extremamente corado e envergonhado devido ao seu estado atual: estava no cio e ainda por cima, com seu melhor amigo presenciando essa cena desconfortável.

Leon, sem saber por onde começar, foi direto ao seu pescoço e distribui alguns beijos ao redor dele, e às vezes, algumas mordidas também ficavam por ali. Sandy deixava escapar alguns gemidos abafados de sua boca, mas tentava os silenciar mordendo sua própria mão; isso era impossível de ser realizado, já que nesse período, ele ficava muito mais vulnerável que antes.

Enquanto dava os beijos no pescoço do seu amigo, foi abaixando gradualmente até seu torso, que já não levava mais a blusa pelo ocorrido anteriormente.

Começou a deixar beijos por ali também, para Sandy, era uma região muito sensível, e ainda não estava acostumado que tocassem naquela região, ou que principalmente, deixassem marcas por ali; e foi isso que Leon começou a fazer.

Por impulso, o maior começou a lamber por ali, o que deixou ambos muito corados pela ação.

Leon repentinamente, começou a passar sua língua por cima de um dos mamilos do menor, enquanto "brincava" com o outro.

Envergonhado pelas ações do mais velho, Sandy novamente mordia sua mão pela tentativa de não gemer alto. Mas isso realmente era impossível, por quê como foi citado anteriormente, aquela área era muito sensível, e de todos os homens com quem já fez sexo, nenhum deles tinham feito isso.

Resolveu descer um pouco mais, e ficou na altura da cintura do menor, olhando para aquela parte coberta com os shorts curtos, que com toda a certeza, era o lugar mais sensível.

Antes de retirar seus shorts, olhou para cima, e viu como o menor corou antes da ação do amigo. Já decidido e preparado para continuar, lentamente retirou aquela peça de roupa que atrapalhava sua visão.

Depois que tirou, se deparou com o membro de seu parceiro, que não era grande, mas também não era pequeno. Sem pensar duas vezes, começou a estimulá-lo com sua mão esquerda, e levou sua mão direita até a bochecha de Sandy, que estava tentando esconder seu rosto, por causa da vergonha que estava sentindo.

Leon sem pensar muito, começou a lamber o membro do menor, que não estava aguentando a vergonha, mas que, começou a gemer instantaneamente devido ao prazer.

Colocou aquela parte inteira em sua boca, e fez movimentos de vai e vem com sua cabeça, enquanto ainda lambia por dentro. 

Sandy, ainda corado, começou a fazer carinho no cabelo de Leon, enquanto continuava gemendo.

Percebendo que o mais novo ainda não tinha chegado ao orgasmo, Leon decidiu ir para a parte final de uma só vez, já não se importava mais; estava ajudando seu amigo, por mais estranho que seja tudo aquilo.

Como se importava com ele, e ainda não sabia sobre cem por cento de sua vida, resolveu deixá-lo se acostumar antes de ir para a parte da penetração. Já sabia o que fazer, e principalmente como, aí estavam as vantagens para o favor.

Inseriu um dedo na entrada do menor, o que fez com que ele liberasse um gemido de dor, seguido por outros de prazer, que saíam por impulso. Leon, ainda fazendo os movimentos com seu dedo dentro de Sandy, decidiu entrar com outro, e continuou com os movimentos.

Apesar do prazer que estava sentindo, Sandy ainda tinha medo de fazer isso de repente com seu amigo, pensava que era errado fazer aquilo com alguma pessoa que você é amiga; mas parou de se importar, quando lembrou do seu trabalho. Não que ele tivesse feito amigos por lá, mas sim, pela causa de que pessoas completamente estranhas entravam e pagavam para fazer sexo com ele.

Leon começou a fechar e abrir seus dedos por dentro de Sandy, que apenas gemia de prazer com ação; não era sua primeira vez, mas tinha certeza que também não seria a última.

Decidiu procurar pelo ponto doce do mais novo, e achou em poucos segundos, devido a um gemido consideravelmente alto dele. Ficou massageando aquela área, enquanto Sandy apertava firmemente os lençóis da cama, enquanto babava pelo prazer e soltava gemidos altos no quarto; tinha medo que alguém pudesse escutar, mas nem se lembrava que mais pessoas estavam no condomínio.

Por motivos estranhos, ele ainda não tinha ejaculado, mas isso realmente não importava, já que o objetivo era tirar o cio do Sandy, e então tudo finalmente voltaria ao normal.

Leon, ainda sentindo seu membro rígido por baixo dos seus shorts, os tirou, junto de sua box. Antes de começarem, abriu as pernas de Sandy e segurou seus joelhos. Enquanto isso, Sandy apenas corava intensamente de vergonha, enquanto olhava para aquela cena um tanto constrangedora.

—Sandy, eu só vou me mover quando você mandar ok?— Leon afirmou e posicionou seu membro na entrada de Sandy, que apenas ficou quieto.

Foi entrando lentamente no menor, que gemia sentindo aquele membro de tamanho considerável por dentro do seu corpo.

Quando chegou ao fundo, atingiu o ponto doce de Sandy, que fez ele gemer mais do que antes. E como Leon disse, não se moveria até que Sandy permitisse, e ele cumpriu o que disse; ficou ali parado, olhando para ele, que apenas tremia e corava.

Em certo momento, percebeu que Sandy assentiu com a cabeça, então significava que ele já tinha permissão para se mover.

Começou com movimentos lentos, que fizeram o menor emitir gemidos doces e fracos, que eram extremamente fofos na opinião de Leon. 

Com o passar do tempo, começou a babar e lacrimejar de prazer, fazendo com que Leon ficasse cada vez mais excitado. Sandy, quando se fala de sexo, pode ser tudo que você imaginar, desde que ele aceite.

Leon de repente, começou a ir um pouco mais rápido, isso por quê já estava excitado o suficiente com a cara de prazer do menor. Já ele, estava finalmente se livrando do cio, só faltava uma coisa.

—L-Leon... v-vai mais r-rápido~— Ainda corado e envergonhado, Sandy pediu, com a voz falhando e ainda babando. Leon, enquanto vagava em suas dúvidas, parou com os movimentos e olhou para o seu parceiro, que ofegava.

—Sandy... se eu for mais rápido, eu posso ejacular dentro de você sem perceber...—Preocupado, afirmou e continuou olhando para o menor, que se estremeceu um pouco por sentir o membro de seu amigo bater em seu ponto doce de novo, e dessa vez, de repente.

—Então faça~—Ainda ofegante, respondeu ao mais velho, que paralisou com a resposta, mas se fosse para o livrar daquele sofrimento todo, faria o que fosse necessário.

—Ok então..

Continuou, mas dessa vez, com movimentos mais rápidos, o que deixou Sandy gemendo mais alto que o normal, e com a língua para fora. Apertava com força o lençol da cama a cada vez que sentia aquele membro bater no seu ponto doce. Não esperava que isso fosse acontecer entre eles, uma amizade se formou e cresceu, mas ainda não tinha sido alimentada com o amor necessário.

Leon sentiu seu orgasmo se aproximando, não queria fazer aquilo dentro do amigo, mas deveria; além de ter sido um pedido, também poderia ser o necessário.

Como não conseguiria segurar, começou movimentos mais rápidos que antes, queria acabar com aquilo de uma vez, tinha medo das consequências, sendo que ele arriscou sem saber de quase nada.

Sem aviso prévio, liberou todo o seu sêmen dentro do seu parceiro. Sandy, pegou um travesseiro e o mordeu com força, na tentativa de silenciar seus gemidos que saíam incontrolavelmente de sua boca, por isso, novamente foi impossível silenciá-los.

Ambos ofegaram de cansaço, Sandy com certeza não aguentaria nem mais um minuto acordado. Leon tirou seu membro de dentro do mais novo e colocou sua calça. Seu amigo por outro sinal, colocou só seus shorts e se deitou, ainda corado de vergonha.

Leon se sentou ao seu lado, fazendo um carinho em sua cabeça, e logo após, cobriu seu parceiro, que estava prestes a dormir, não aguentava mais.

—Me desculpa e... muito obrigado— Sandy disse em um tom de voz baixo.

—Não precisa pedir desculpas, isso era o mínimo que eu poderia fazer para te ajudar— Deu um sorriso e respondeu o amigo, que devido ao extremo cansaço, não aguentou mais e dormiu.

Leon olhou as horas, já eram quase onze da noite. Não podia acreditar que ficou quase 1 hora fazendo sexo com seu amigo, que por sinal, já estava bem melhor.

Saiu do quarto, e deixou seu amigo dormindo. Fechou a porta de sua casa e foi para a recepção, onde seus pais poderiam estar arrumando, já que todos os corredores estavam limpos.

Chegou na recepção e viu seu pai guardando algumas caixas embaixo do balcão, enquanto seu outro pai limpava as estantes onde ficavam algumas coisas perdidas. 

Se sentou em uma das cadeiras e colocou suas mãos na cabeça, enquanto pensava se falava com seus pais agora. Decidiu que falaria com eles outro dia, já era tarde da noite, e Leon também estava quase desmaiando de exaustão.

Foi para o prédio A, onde morava junto com seus pais e Nita. Chegando lá, viu Nita jogando em seu X-Box. Ficou confuso pelo fato de que antes ela estava dormindo, e agora ela está acordada, e ainda por cima jogando.

—Você não estava dormindo há um tempo atrás? Que eu me lembre, estava morta de cansaço— Leon afirmou e foi para a cozinha preparar algo para comer.

—Sim, mas eu acordei quando escutei você saindo, não ia aguentar dormir muito. Eu estava cansada, não com sono— Disse, e então, desligou o aparelho e foi para a cozinha— E você? Ficou fazendo o que nesse tempo todo?— Perguntou e pegou uma maçã.

—Nada, eu só estava ajudando Sandy com algumas coisas na casa dele— Se lembrou de tudo que aconteceu, e então corou repentinamente.

—Duvido, aliás, você nunca foi de ajudar os outros desse jeito. Tenho certeza que vocês estavam se pegando— Nita estava certa, por mais que não soubesse; e felizmente, nem ia saber por enquanto.

—N-Nita! Fica quieta! Não foi nada disso...— Respondeu e colocou suas mãos no rosto.

—Se for, pode me contar, prometo que não conto pra ninguém.

—Você é a mesma pirralha de sempre né?

Então, essa pequena discussão continuou, e de repente, se tornou um caso que uniu ainda mais os irmãos, que resolveram ir jogar para matar o assunto desnecessário.

Continua...


Notas Finais


Morri depois de escrever isso ;w;
Esclarecimentos
-Leon já sabia que Sandy era ômega
-Sandy tem dois pontos doces (,_,)
-Durou quase 1 hora owo
-O remédio não tinha descrição/embalagem

depois dessa, eu desisto ;w;


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