História Diário pós liberdade. - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Jaehyun, Jaeyong, Johnten, Luwoo, Markhyuck, Nct, Taeten, Taeyong, Ten, Yaoi
Visualizações 15
Palavras 560
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Bom, aqui vai uma ideia que eu achei maravilhosa, espero que gostem!

Capítulo 1 - Prólogo.


"Eu quero o divórcio!"

Aquelas palavras ecoavam na cabeça do Lee mais e mais vezes, não saiam lágrimas de seus olhos e nem se quer conseguia dizer algo.

A partir daquele momento as declarações seriam em vão, os vários "eu te amo", ursos, chocolates e etc, seriam tempo perdido e seus momentos seriam apenas lembranças bobas e sem sentido. 

Lembrava de como haviam se conhecido.

O garoto acabava de chegar de seu país natal e, por não ter um coreano muito bom, o professor de física fez questão de pedir para o melhor aluno da sala ajudá-lo na linguagem, e para surpresa de todos, dois meses depois Taeyong chegara na escola de mãos dadas com o mais novo e trocando carícias por aí.

Lembrava também da noite da formatura, em que estrangeiro se ajoelhou de frente a si abrindo uma caixinha vermelha dizendo "aceita ser meu para sempre, Lee Taeyong?".

Lembrando daquelas palavras, nunca poderia imaginar que sete anos depois estariam naquela situação.

Taeyong piscou algumas vezes e mordeu o lábio inferior assinando o papel branco com cláusulas escritas por letras minúsculas, direcionou seu olhar para o mais baixo, que apenas o encarava com os olhos ainda inchados pela noite anterior e mais algumas atrás.

— Tem certeza que é isso que quer? Que tudo que construímos termine assim? Sem explicação lógica. 

O de cabelos rosados riu soprado, então largou a caneta e se levantou.

— A explicação lógica estava deitada ao seu lado na nossa cama há uma semana, Chittaphon. Assine os papeis e acabe logo com isso!

Aquelas palavras não convenciam nem mesmo ao próprio Lee, mas sabia que aquele era o correto, Ten não o amava mais, quem ama não trai, em pouco tempo o esqueceria.

Então as lagrimas finalmente cairam e Taeyong saiu daquela sala, o ambiente alí o sufocava, estava cansado, pela semana inteira havia dormido em um hotel, mas não conseguia dormir sem acordar alguma vez pela noite, sentia falta do corpo do outro o abraçando na cama ou visse versa, mas só de lembrar do que aquele tailandês baixinho havia feito, gastava seu sono chorando.

Se sentia insuficiente, inútil e, por incrível que pareça, covarde.


Taeyong adentrava o apartamento que dividia com o mais novo antes do divórcio, o fotógrafo estaria no trabalho, então poderia pegar o resto de suas coisas e sair tranquilamente, entrou no antigo quarto e pegou suas roupas, logo em seguida procurou no banheiro por seus produtos de higiene, organizou tudo em duas malas e saiu, indo direto para seu carro no estacionamento, abriu a mala e colocou os objetos deitados alí, por cima de mais duas malas e algumas caixas que levaria consigo.

Assim que fechou o porta-malas, viu um carro parar ao seu lado, na vaga de Ten, de lá saiu Johnny Seo, o modelo mais remunerado da empresa em que seu, atual ex marido, trabalha.

Ficaria surpreso se ddescobrisse que aquele era o verdadeiro motivo de tanta confusão na vida daquele jovem calmo e simples.

Taeyong então apenas adentrou ao carro e deu partida em direção a casa de sua mãe em Busan, não conseguiria viver mais naquela cidade e não perdoar o outro, tinha coração mole demais.

Mais uma vez estava chorando, chorando por se sentir fraco e desorganizado, mas agora seria diferente, não se deixaria levar por um sorriso.

Pelo menos era isso que ele pensava.


Notas Finais


Obrigado a quem leu até aqui e espero que tenha gostado.
^-^


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