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História Diários - Capítulo 8


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Capítulo 8 - Capítulo 8


Terça-feira

Que sentimento tão poderoso poderia causar tanta euforia? Que sentimento tão poderoso poderia causar tanta ansiedade, felicidade e preocupação? Mikasa sabia a resposta, só recusava-se a acreditar. 

Trocar cartas parecia algo clichê que só acontecia nos livros, mas acabou tornando-se real para ela. E pensava cuidadosamente em cada palavra que escreveria, cada sentimento que transmitiria e cada verdade que contaria, afinal, não podia abrir o jogo por completo com Levi. Era isso, ou perdê-lo. E não estava disposta a suportar a segunda opção.

Mas por que perdê-lo se ele mesmo falou na carta "amigos"? A resposta estava relacionada à resposta para as perguntas iniciais: não era apenas amizade. Algo mais estava surgindo e ambos sabiam, fugiam e retornavam novamente para o mesmo lugar. 

Mikasa dormiu tranquilamente, sua noite foi ótima. Quando acordou, tomou um banho quente sentindo seu corpo relaxar por inteiro e pôs-se a pensar em Levi. Em cada parte que sua mão tocava o seu corpo a medida que prosseguia com o banho, um choque a percorria por inteiro e desejava que fosse as mãos do rapaz ali. 

Mas como, se ela nunca havia sentido isso antes? Não sabia... apenas desejava e se recriminava por isso. Se recriminava por tal sentimento profano que a possuía. Então, limitou-se a terminar seu banho e se arrumar. 

Vestiu suas roupas de baixo, colocou uma blusa azul marinho de mangas compridas e um vestido preto, longo e de alças por cima. Não estava disposta a se arrumar demais. Prendeu o cabelo em um rabo de cavalo, arrumou sua bolsa e guardou com cuidado a carta que escrevera. Estava pronta. 

Ao sair do quarto e dirigir-se para a cozinha, encontrou sua mãe preparando o café. Sempre saía antes dos seus pais acordarem, mas sua mãe resolveu se antecipar numa tentativa de conversar com a filha. 

Bom dia. - disse a mais velha, vendo a filha colocar a bolsa em uma cadeira e ir servir seu café. 

Bom dia. - Mikasa não queria conversar. Sentia que sua mãe deveria ser a pessoa que mais lhe apoiaria no mundo e, ao invés disso, estava sendo a maior "vilã" diante da sua felicidade. 

Fiz torradas para você. - a jovem sentou-se à mesa apenas com a xícara de café com leite sem olhar a mãe encostada no balcão da pia. 

Estou sem fome. 

- Mikasa, não pode continuar agindo assim. - insistiu a mãe, cansada do tratamento indiferente da filha. 

Apenas não estou com fome. - retrucou e deu mais um gole do líquido quente, sentindo-se queimar por inteira como anteriormente no banho. 

- Tudo bem. - a senhora Ackerman saiu da cozinha, após um longo suspiro. 

Mais cedo ou mais tarde ela teria que contar a filha porque entendia tão bem sua situação... E, principalmente, teria que contá-la por saber exatamente o que aconteceria caso resolvesse abandonar tudo e seguir seu coração. 

Mikasa amava sua mãe e odiava ficar mal com ela, mas a verdade é que não entendia porquê se sentia tão revoltada por ser proibida de ver Levi. Mesmo assim, não achava que podia simplesmente se afastar porque somente a ideia já lhe doía como facas entrando em seu corpo. 

Terminou seu café, lavou a xícara e saiu. Não se despediu da mãe. 

Mas no momento em que colocou os pés na rua fria, sentiu toda tensão ir embora e dar espaço à empolgação. Veria Levi, mesmo que de longe, e lhe enviaria a carta que escreveu com tanto afeto. 

Caminhou sorridente e cumprimentando seus bons vizinhos de Hill Valley. Mesmo diante do céu nublado e da neve em excesso, era como se o mundo brilhasse para ela, como se tudo aquilo fosse palco de um espetáculo que contava uma história belíssima e confusa (de amor). 

Ao chegar em frente à Universidade, esperou Armin. E, enquanto isso, observou minuciosamente a livraria. O pequeno local que inusitadamente mudou sua vida. 

Levi apareceu do outro lado da rua. Saiu do estabelecimento bem agasalhado e automaticamente seus olhos encontraram o da menina. Se alguém se esforçasse bem, poderia ver o fio quase invisível que ligava os dois. 

Como todas as outras vezes, Levi a achou encantadora. Como se sua beleza nunca fosse suficiente e cada dia ela acordasse um pouco mais bela que o dia anterior. Era como um crime para a humanidade. E quando ela ofereceu de longe um meio sorriso para ele, foi como se ambos estivessem sozinhos na rua. 

O mundo estava parado. Não havia carros, pessoas, pássaros, nada. Apenas eles separados pela incerteza da distância que poderia facilmente ser quebrada por um ato ousado de um dos dois. Mas ele sabia que não podia. Não entendia porquê, mas sabia. 

Mikasa sentiu-se da mesma forma e, graças à isso, sequer viu seu amigo chegar, assim como não ouviu suas palavras. Naquele momento, só os olhares trocados com Levi importava. O peito transbordava de paixão, o corpo arrepiava-se por inteiro, as borboletas no estômago escapavam pela boca e seu corpo sucumbia a vontade de se entregar a ele. 

Até que tudo voltou ao normal. 

Mikasa? Você está bem? - Armin a balançou, depois de tanto chamá-la sem resposta. 

Armin... Oi. Estou. - disfarçou a surpresa e sorriu embaraçosamente, abraçando o loiro. - Não vi você chegar. - o loiro a olhou com a expressão óbvia. 

É, eu percebi. Vamos? - estendeu o braço para ela, que apenas abriu a bolsa e retirou o papel bem dobrado. 

Pode entregar a Levi? - o olhar divertido do amigo consentiu. 

Já volto. - esperou os poucos carros passarem e atravessou a rua. 

Sem conversa, apenas cumprimentos silenciosos, e Armin entregou o papel a Levi, que colocou no bolso e agradeceu. 

Enquanto o loiro atravessava a rua novamente, o casal olhou-se uma última vez. Ambos com meio sorrisos tímidos e discretos, mas de tirar o fôlego. 

Vamos? - Mikasa sorriu e entrelaçou seu braço ao do melhor amigo. 

Vamos. 

Seguiram seu caminho para mais um dia de aula e Levi pegou suas correspondências na caixinha do correio e então entrou no local que se tornou sua "casa". 

Antes que pudesse abrir a carta de Mikasa, encontrou a dos seus irmãos e lhe deu prioridade. A angústia que sentia por tê-los longe diminuía qualquer outro sentimento. 

Sem demora, rasgou o envelope e encontrou a caligrafia perfeita de Farlan. 

"Oi, irmão. Como está? 

Esperamos que esteja bem. Cada dia que passa nossa preocupação só aumenta. Suas cartas são um conforto aos nosso corações. 

Aqui as coisas estão um pouco complicadas, mas nada que não possamos resolver. Isabel pegou uma virose e tivemos que usar o dinheiro da semana para comprar os remédios e ela já está melhorando. Fora isso, nada alarmante. Kenny continua sem nos procurar. 

A baixinha não para de fantasiar com o dia em que você virá dizendo que finalmente ficaremos juntos novamente. Admito que eu também. 

Sentimos sua falta. Amamos você. 

Farlan Church."

Isabel adoeceu e eles estavam sem dinheiro. Era a única coisa que passava na cabeça de Levi. Sua vontade era de ir no mesmo momento pegar um trem e encontrar seus irmãos, mas sabia que não poderia. Então limitou-se a subir para o quarto e contar quanto de dinheiro havia juntado, para poder enviar uma parte para os irmãos. 

Não esqueceu da carta da Ackerman. Seu interior ansiava por ler as palavras da menina, mas precisava priorizar o que era necessário, afinal sua família sempre viria em primeiro lugar. 

Pegou o dinheiro, seus documentos e saiu. Naquela manhã, não abriu a livraria. 

Rumou ao banco e depositou o dinheiro na conta de Farlan. Não tinha muito e não poderia desfalcar a parte que juntava para pagar Kenny, por isso retirou do dinheiro que usaria para sua refeição das manhãs dos próximos dias. Não morreria por causa disso. 

Depois de concluir sua atividade no banco, voltou para a livraria e escreveu uma resposta para o seu irmão. Aflito, preocupado, assustado como uma criança. Seu coração lhe dizia para largar tudo e ir visitá-los, cuidar de Isabel e ajudar Farlan, mas sua razão insistia que ele tinha uma missão maior para que eles finalmente ficassem juntos. 

Mas não deixaria de ir vê-los. Apenas adiou para a sexta. E assim, caminhou novamente pela rua e seguiu até os correios, onde enviaria sua carta:

"Querido Farlan, 

Estou lhe enviando um dinheiro para que possam se manter até o fim de semana. Chegarei à East Village na sexta à noite, mas só poderei ficar até o fim do sábado. Sabe que não posso ser encontrado por Kenny com as mãos vazias e ainda não tenho uma quantidade de dinheiro necessária que possa deixá-lo minimamente satisfeito. 

Por favor, tome conta de Isabel. Faça-a comer direito e tomar os remédios na hora certa, sabe como nossa irmã é teimosa. E diga que não se preocupe, eu chegarei em breve para abraçá-los. 

Também estou com saudade. Perdoem-me por fazê-los passar por isso. Sei que é uma culpa exclusivamente minha e se eu pudesse voltar no tempo teria feito tudo diferente. 

Com amor, 

Levi Ackerman."

Ao voltar novamente para a livraria, era o momento de dar atenção à jovem que lhe dominou a mente: Mikasa. 

Desdobrou cuidadosamente a carta e sorriu ao sentir o perfume floral da menina presente no papel. 

O rapaz desconfiava que a menina sabia o poder que tinha sobre ele e por isso utilizava artimanhas tão "baixas" como o perfume no papel para prendê-lo. Deu certo, afinal. Lá estava ele se embriagando o cheiro doce dela, até finalmente ler a carta. 

"Olá, Levi. 

Vou aceitar sua dispensa à formalidade. 

Devo iniciar esta carta dizendo que admiro sua autoconfiança porque, de fato, aquela era uma carta de despedida, embora você claramente não acredite. Mas já que teve a delicadeza de me responder, não o deixarei na mão.

Aceito sua proposta. Permito que me conheça, assim como também quero conhecê-lo. Por enquanto, é claro, as coisas estão um pouco difíceis para promovermos encontros amigáveis, mas é para isso que existem as cartas. 

Então permita-me que eu me apresente de forma mais detalhada... 

Como você já sabe, tenho vinte anos e faço faculdade de Letras. Moro com meus pais e sou filha única. 

Não tenho um romance favorito. Gosto de todos que leio mas sempre acabo me apegando ao último lido. Sendo assim, o sortudo da vez é Orgulho e Preconceito. Sua indicação... E por mais clichê que todos (ou a maioria) os romances dos livros pareçam ser, eu acredito nas surpresas que o amor pode nos proporcionar, mesmo que termine de forma trágica. 

Mas essa é a magia do amor. Se entregar aos desejos de uma paixão sem se preocupar com o depois, porque somente o agora importa. No entanto, isso não se aplica muito à vida real, certo? 

Vou compartilhar um segredo com você... Dois, na verdade. Eu sonho em ser professora, por isso a faculdade de Letras vem tão a calhar. Mas, claro, esse sonho ainda é distante, pois o senhor pode notar que as mulheres de Hill Valley são apenas donas do lar. Além disso, sonho em viajar pelo mundo e conhecer os lugares fantásticos que vi nos livros, mas, novamente, é algo um pouco distante. 

Em um mundo particular, eu imagino as mulheres usando calças, trabalhando e dirigindo seus próprios carros. É claro que isso é apenas uma utopia diante atual sociedade em que vivemos, mas acredito que o mundo seria um lugar melhor se pudéssemos ser livres. 

Essas são apenas algumas curiosidades sobre mim, o resto deixarei que você descubra com o tempo para que não perca a graça e torne-se entediante. 

De qualquer forma, esperarei ansiosamente sua resposta com curiosidades sobre você. Admito que fico particularmente curiosa a seu respeito. Principalmente agora que escrevê-lo está tornando-se meu novo hobbie favorito. 

Surpreenda-me! 

Mikasa."  

Quem o surpreendia, na verdade, era ela. Sempre direta e segura de si, arrancando dele os melhores sorrisos orgulhosos que ele não entendia porquê. 

O fato é que suas ideias combinavam e as palavras de Mikasa eram um momento de paz, empolgação, euforia e tranquilidade em seu peito, tudo misturado. E quanto mais as palavras da menina fixavam-se à sua mente, mais a vontade crescente de tê-la perto fazia seu peito explodir. 

E quase como algo habitual para ele, começou a escrever para a menina as palavras que fluíam tão livremente sobre o papel.

[...]

Mikasa focou toda a sua atenção nas palavras do professor. Estava feliz e tranquila por saber que as coisas estavam fluindo bem com Levi e, assim, conseguiu prestar atenção na aula como a exemplar aluna que sempre foi. Seria uma boa professora, afinal - se pudesse seguir uma profissão, já que o casamento a impediria. 

Ao término da aula, encontrou-se com Armin em frente à Universidade. 

Exatamente no horário que sabia que a menina largava, Levi estava lá a esperando. E logo seus olhares cruzaram. No momento em que isso aconteceu, Armin entendeu o que significava: mais uma carta. Então atravessou para buscá-la. 

Os olhares dos Ackermans cruzaram-se e invadiram um ao outro com precisão e necessidade, analisando cada detalhe um do outro. E como Mikasa perdia-se no forasteiro... Como o achava bonito. Com o corpo encostado à entrada da livraria e os braços cruzados. A expressão séria e cerrada enquanto um olhar lacerante praticamente a enxergava a alma. 

Então, Armin voltou e entregou o papel à amiga, que rapidamente escondeu na bolsa e cruzou seu braço ao do amigo, seguindo para casa. 

Levi esperou eles sumirem de vista pela rua e só então abriu a livraria. Perdera tempo demais naquela manhã e estava na hora de recuperar o tempo perdido. Antes de qualquer coisa, tinha uma responsabilidade e sabia disso. 

A medida que se aproximavam da casa da menina Ackerman, o assunto fluía naturalmente entre ela e Armin. 

- Annie chega essa semana, não é? - perguntou a menina, caminhando com o braço cruzado ao do amigo. 

Sim. Chegará na sexta, mas só poderemos nos encontrar no domingo. - explicou, enquanto atravessavam a rua. 

Como está seu coração com tudo isso? 

- Ansioso. Não vejo a hora de encontrá-la. Quero muito que se conheçam. - sorriu pensando na possibilidade. 

Ela ficará até quando? - Mikasa também gostaria de conhecer a menina que havia conquistado o coração maravilhoso do jovem Armin. 

Segunda... - ouviu um longo suspiro do seu amigo. - Mas, sabe, estive pensando... Podemos nos encontrar todos no domingo. Digo, eu vou levá-la para um piquenique na casa da árvore. Você poderia convidar Levi. - as palavras do loiro a surpreenderam. Ele sabia que ela não podia encontrá-lo. 

Sabe que estou proibida de vê-lo. 

- Sim, eu sei. Mas seus pais não precisam saber... Eu direi que a levarei para conhecer minha namorada. Somos melhores amigos, afinal. É natural que eu queira apresentá-las. Enquanto isso, Levi já estará nos esperando perfeitamente escondido na nossa casa. - explicou, arrancando um sorriso da menina. 

Armin, Armin... o amor fez você deixar de lado o senhor certinho que habitava aí dentro? - brincou. 

- Não... Mas eu entendi que não podemos jogar fora a chance que a vida nos dá de sermos felizes. - finalizou, parando em frente à casa da Ackerman. 

Vou pensar... - ela não pensaria, já tinha a resposta e Armin sabia, mas a menina queria apenas fazer um charme. 

Até amanhã. - beijou a bochecha do amigo e entrou em casa. 

Ela definitivamente convidaria Levi. Isso não era motivo nem mesmo para dúvida. 

Antes que sua mãe pudesse notá-la, correu para o quarto e trancou a porta. Era quase impossível conter seu desejo de ler as palavras de Levi. Assim, sentou à mesa de estudos e retirou rapidamente o papel da bolsa. 

Ele entendeu o recado quando ela colocou seu perfume na carta, pois agora sentia o perfume dele, que devolvera na mesma moeda. E o cheiro amadeirado a arrepiou por inteira. O mesmo desejo que sentiu de manhã cedo, o mesmo queimor que subiu pelo seu corpo durante o banho ao pensar no rapaz, agora havia voltado. E finalmente admitiu para si mesma o que já sabia, mas recusava-se a dizer: o desejava. 

Forte e fielmente, como o predador e a presa. Ela o queria e estava disposta a sentir a verdadeira paixão antes de se entregar a infelicidade ao lado de Eren. E nada a impediria. Nem a sua mãe. 

Afastou o papel do seu rosto, imediatamente sentindo falta do cheiro do rapaz e desejando experimentar da próxima vez a mesma sensação no pescoço dele. E então começou a ler a carta. 

"Olá novamente, senhorita Ackerman. 

Eu estava certo mais uma vez. Pensei que nada mais poderia me surpreender vindo de você mas estava enganado. Devo admitir que colocar o próprio perfume no papel foi uma jogada de mestre da sua parte. 

Se sua intenção era me prender aos seus encantos, conseguiu. 

Achei os fatos sobre você interessantes e curiosos. Compartilhamos da mesma visão de mundo utópico. Mas acredito que ainda há de chegar uma época em que todos serão livres para ser, fazer e vestir o que quiserem. E a julgar pela beleza estonteante da senhorita, permita-me dizer que você ficaria linda de qualquer maneira. 

Mas agora vamos aos meus fatos... 

Eu abri uma livraria com um objetivo pessoal, mas minha real formação é como advogado. A livraria foi apenas algo que precisei abrir devido à situações pessoais ao qual acabei juntando o útil ao agradável, uma vez que sou grande adepto da leitura. 

Mas diferente de você, meu gênero literário favorito é terror e não romance, embora não me negue a ler bons clássicos. 

Meu lugar favorito no mundo é a praia. Pelo que me disse sobre nunca ter saído de Hill Valley, acredito que nunca tenha ido à uma, certo? Mas é um lugar extraordinário. Você iria adorar. 

Espero um dia poder ter a honra de levá-la para tal passeio. 

Devo confessar que os fatos sobre mim podem não ser tão interessantes, por isso me limitarei a falar sobre. Mas como você mesmo disse, temos tempo e isso já é de grande valia. 

Esperarei pacientemente o momento em que a senhorita permitirá uma aproximação nossa novamente. Adoraria uma segunda dança, especialmente depois do perfume adorável que senti.  

Quanto ao meu atual hobbie favorito, digo-lhe com certeza de que é imaginar o seu sorriso. Um belíssimo e encantador sorriso...

A esperarei novamente amanhã para vê-la, mesmo que de longe. Já é o suficiente para iluminar meu dia. Espero, ainda, que possamos iniciar uma conversa corriqueira e despretensiosa, embora eu sempre tenha a pretensão de tê-la por perto. 

De seu grande admirador,

Levi Ackerman."

O que poderia dar errado nessa relação de troca de declarações indiretas sobre a intenção de ambos de se aproximar? A resposta era única: tudo poderia dar errado. Porque quanto mais os dias passavam, mais os dois Ackermans se sentiam presos um ao outro, mais rápido se aproximava a chegada de Eren e Kenny, e mais o segredo da Sra. Ackerman tornava-se sufocante. 

Um jogo perigoso que ambos estavam dispostos a jogar. Principalmente agora que Mikasa descobriu e admitiu o sentimento mais avassalador de todos: o desejo. E não sossegaria até entregar-se por completo à paixão nos braços de Levi. 


Notas Finais


Oi, pessoas! Como vocês estão?

Capítulo leve só para dar continuidade ao que de fato importa: o encontro dos dois que acontecerá muito em breve e, com eles, as revelações sobre a ligação entre Kenny, Levi, Mikasa e a sra. Ackerman.

Aguardem!

Vejo vocês em breve! Espero que gostem! BEIJOS!

OBS: erros ortográficos ainda serão corrigidos.


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