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História Dias da semana - Choi Woo Shik - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oieeee
*fingindo que não tenho que terminar Mommy* 😚✌️

SE VOCÊ É MENOR DE 18 ANOS NÃO LEIA!!!

Fiz essa fic de um capítulo com o Choi Woo Shik porque esse homem é tudo, até poderia apresentar pra minha família hahahsh

Alguém aí sabe fazer mapa astral ou ler tarô? É pro meu tcc.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Dias da semana - Choi Woo Shik - Capítulo 1 - Capítulo Único

Segunda-feira, 18 horas. Ônibus lotado. Música alta nos fones de ouvido.

- Au! - Franzi o cenho ao olhar para meu pé que tinha acabado de ser pisado.

Logo, olhei para o dono do pé que tinha acabado de me causar dor e era um carinha bastante alto, pele clara, cabelos castanhos escuros. O vi abaixando a cabeça e de sua boca saiu algo, mas não pude ouvir já que não havia tirado os fones. Apenas falei “Tudo bem” e voltei a encarar a porta a janela.

Terça-feira, 18:10. Ônibus lotado e ar condicionado quebrado. Kali Uchis bem alto nos fones de ouvido.
Senti alguém tocando meu ombro. Era o mesmo homem de ontem, ele estava com cara de “me desculpe de novo pelo inconveniente”. Meu cabelo estava preso num broche da sua mochila. Sorri timidamente e tentei tirar o cabelo dali sem sucesso, mas ele logo me ajudou e dessa vez sorri mostrando os dentes e tirei o fone do lado direito do ouvido para escutá-lo.
- Pronto. Desculpa!
- Imagina! - Ele já estava prestes a tentar mover-se para outro lugar dentre aqueles pouco espaços que tínhamos, mas o toquei. - Você é Brasileiro?
Ele riu timidamente e balançou a cabeça negativamente.
- Eu coreano.
- Eu percebi pelo seu sotaque que você não era daqui.
Sua cara pareceu confusa, então apenas balancei a cabeça negativamente falando que não era nada. Ele sorriu e seguiu.


Quarta-feira, 18:30. Ônibus incrivelmente vazio. Nenhuma música a não ser o forró das antigas que tocava na rádio do ônibus.

Nada contra a forró, mas gosto tanto das minhas próprias músicas! Era uma pena ter esquecido meus fones em casa. Olhava pela janela e só conseguia imaginar o tanto que ainda iria demorar para chegar no meu ponto. Senti alguém sentar-se a duas cadeiras de mim e olhei para ver, afinal, sem minhas musicas para cantarolar, o único entretenimento que me sobrara ali naquele ônibus era observar cada uma daquelas pessoas.

Ele virou para mim também.
Foi um pouco estranho. Eu tinha que cumprimentá-lo? Claro que não! Ele
não era um amigo, nem colega e muito menos um conhecido. Espera... Ele não era um conhecido do ônibus?

Ele virou a cabeça de volta para frente e eu fiz o mesmo.

Ótimo.

Nós não precisamos nos falar.

Como pude observar praticamente tudo ali no ônibus, pude também perceber que aquele rapaz descera num ponto antes do meu.

“Estranho”, pensei comigo mesma. “Eu nunca o vi por aqui”.

Quinta-feira, 18:45. O tempo estava super quente e minha mochila estava pesada. Bixinhi versão remix estava até que baixo nos meus fones, pois minha cabeça tinha começado a latejar há pouco tempo. Meu conforto era saber que amanhã seria feriado. Ah, como eu amava feriados no meio da semana!

Faltavam dois quarteirões para chegar na minha casa. Tudo isso? Bleh!

- Passa tudo agora e cala a boca! - Um homem alto, pele clara e de cabelos loiros estava parado na minha frente.

Minha garganta secou. Meu coração acelerou. Confirmei e comecei a tirar meus fones e entregá-lo. Dei meu velhinho mp3 e comecei a me preparar para pegar o celular do ladrão dentro da bolsa.

Virei-me já prestes a entregar ao meliante, mas fui impedida com um chute forte na minha mão. Olhei assustada para tentar entender o que estava acontecendo e era o carinha-conhecido-não-conhecido do ônibus.

Meus olhos estavam alarmados e meu coração mais acelerado ainda. Ele estava esmurrando o ladrão.

- Para! Tu não pode matar ele. - O homem de olhos orientais me olhou e finalmente decidiu parar.
- Você morar onde?
- Aqui perto. - Olhei para o ladrão e decidi ligar para a polícia. - Você pode ficar aqui comigo até a polícia chegar? - Ele assentiu e colocou as mãos na cintura, respirando fundo.

Decidi me sentar no chão porque senti meu pulso latejar forte. Acho até que cheguei a fazer caretas.

- Desculpa por isso. - Meu salvador veio até mim e pegou no meu pulso, o que fez doê-lo mais ainda e ele percebeu pelas minhas caras e bocas. - Aish! Desculpa!
- Tá bom, tudo bem. Deixa pra lá. - Tirei o pulso dele, completamente chateada.

Ficamos ali em silêncio. O assaltante estava sentado. Ele havia tentado fugir uma vez, mas meu Batman particular o havia parado.

Depois que a polícia veio, fui chamada a ir à delegacia e aquele homem que provou saber dar socos, vestindo uma calça de moletom preta e uma blusa de mangas pretas também foi. Tudo demorou bastante, muito burocracia, não cheguei a contar mas diria que levei umas duas horas naquela delegacia.

- Você quer ir hospital?
- Eu vou agora. Acho que você quebrou meu pulso. - Forcei um sorriso.
- Desculpa por isso!

Virei para encará-lo, já estava começando a ficar de mal humor de tanto ouvir “Desculpa”.

- Você pode vir comigo? Não quero ter que ligar pra minha mãe, provavelmente ela já deve estar se preparando pra dormir. - O anônimo assentiu. - Qual teu nome?
- Woo Shik.
- Realmente coreano. Eu me chamo (S/N). - Novamente ele assentiu e achei genuinamente fofo.

Fomos ao hospital e na hora de decidirmos o destino no uber, perguntei seu endereço mas ele bateu o pé.
- Não! Primeiro te deixo na sua casa. Depois vou embora.
- Ok.

E quando chegamos no destino foi outra grande novela: dores pra tentar sair do carro enquanto segurava uma mochila super pesada. Foi uma total bagunça tentar achar as chaves do meu portão.
Ainda bem que Woo Shik estava lá e me ajudou.

- Obrigada!
- Será que sua mãe acordada?
- Não sei. Vou deixar pra ligá-la amanhã.
- Ela não está aqui?
- Não. Aqui só está eu, minha gatinha e Deus.
- O que você vai comer?
- Eu posso pedir comida ou talvez acabe jantando miojo.
- Não, você tem que recuperar braço quebrado.
- Não é um braço quebrado, é só meu pulso.
- Eu posso fazer comida pra você.
- Nem pensar! Eu nem te conheço, jamais te colocaria dentro da minha casa.
- Manda foto minha e sua pra seus amigo.
- Sério. Não preciso de ajuda, eu vou conseguir sobreviver. - Tentei segurar a mochila para colocá-la para dentro de casa enquanto tentava tirar a chave do contato do lado de fora e colocá-lo do lado de dentro.

Sentia o olhar de Woo Shik sobre mim, mas o encarava plenamente mesmo que estivesse sentindo muita dor.

- Tudo bem, (S/N). Você pode ligar se precisar de algo. Anota telefone. - Consenti e o entreguei meu aparelho para que ele mesmo adicionasse seu número.

Fechei o portão mas imediatamente o abri novamente e gritei:
- Pera aí! - Ele, que já estava caminhando para longe de minha cada parou e me olhou. - Vem cá. Olha, eu acho que preciso da sua ajuda sim, mas antes vamos tirar a foto. - Ele concordou e depois que enviei para meus amigos e mandei um áudio explicando, nós entramos.

Liguei a luz da sala e Joana, minha melhor amiga de quatro patas, logo apareceu. Levei o senhor Choi até a cozinha e apontei as coisas mais importantes, o pedi que fizesse apenas um miojo ou dois caso ele quisesse comer comigo e decidi ir tomar um banho.

Como foi doloroso tomar um banho.

Voltei pra sala e o vi na cozinha pingando de suor.
- Tava malhando? - Falei enquanto sentava na bancada e o via do outro lado preparar um super miojo gourmet.
- Sim. Eu vou academia todo dia. - Ele me olhou e me viu usando uma blusa igual a sua e de cabelos úmidos. - E tu?
Não segurei o riso. Ouvir um coreano com sotaque forte falando que nem nós falávamos aqui no Ceará foi extremamente prazeroso de se presenciar.
- Malho. Mas malho no lá perto do meu emprego. Você trabalha? - Novamente ele me olhou e havia suor no seu rosto.
- Trabalho. - O vi se aproximar de mim com uma colher de caldo.
Ele o colocou próximo de minha boca e decidi provar.
- Esse miojo tá bom. - Lambi os lábios. - Será que tá saudável?
Ele riu mostrando seus dentes e seus olhos ficaram ainda menores.
- Você tem razão. Eu devia ter preparado algo saudável.
- Não tem problema. Amanhã eu serei totalmente saudável.
- E você realmente precisa para melhorar logo.
Assenti e me levantei. Senti seu olhar me fitando, talvez para descobrir se eu usava um short debaixo daquela blusa preta enorme. Fui em direção ao armário e tirei duas taças as colocando em cima do balcão.
- Espera um minuto. - O empurrei gentilmente para o lado e finalmente quando tive o espaço que queria, abri  duas portinhas que estavam embaixo fo balcão e retirei de lá uma garrafa de vinho.
- Melhor você nao beber enquanto se recupera.
- Só um pouquinho. Hoje foi um dia realmente difícil. - O olhei fazendo uma careta amigável e ele riu. - Você me acompanha?
Ele consentiu e eu peguei o saca rolhas deixando lá me cima para que ele pudesse abrir a garrafa. Woo Shik assim o fez e nos serviu.
- Gostoso. - Me disse de olhos fechados enquanto segurava a taça, agora vazia, na altura de sua cabeça. Concordei e Woo Shik nos serviu mais um pouco.

Ficamos jogando conversa fora sobre comidas, filmes e músicas até seu prato especial ficar pronto.
Havia miojo com um molho branco e alguns ovos cozidos.

- A comida perfeita! - Falei com a voz levemente arrastada pelo álcool.
O vi passar as costas da mão direita sobre sua testa e depois colocando as mãos na cintura e dando aquele sorriso que agora eu ja achara extremamente cativante.
- Vou te servir.
- Quer tomar um banho antes? - Ele, que já estava tomando talvez sua quinta taça de vinho me olhou com um olhar bastante curioso.
- Posso? - Assenti dando um largo sorriso. - Prometo não comer antes de você voltar.

O guiei até meu quarto e apontei onde ele deveria pegar uma toalha.
- Se você quiser a gente pode colocar sua roupa pra lavar e rapidinho ela seca. É só o tempo de comermos.
- Acho que ainda dá pra usar essa roupa, talvez a blusa esteja com o odor mais forte. - Nós dois nos olhamos e rimos bastante como se tivéssemos 10 anos. - Mas não precisa, logo eu vou embora.
Concordei e saí de meu quarto.


Sentei em cima do tapete da sala perto de uma mesinha horrível de madeira que minha mãe havia me dado e levei bem lentamente a panela e dois pratos.

Continuava a tomar pequenas taças fr vinho. Fechei os olhos por um momento ao encostar a cabeça no sofá.

- (S/N)?

Abri os olhos rapidamente e vi Woo Shik sem blusa segurando minha toalha e secando seus cabelos.

- Já?
- Eu acho que passei bastante tempo lá. Acho que você cochilou.
- Não cochilei.
- A água me fez ficar um pouco mais sóbrio. Por que você não lava seu rosto? - Assenti e me levantei para ir até meu banheiro.

Era real. Agora que estava de rosto lavado, tinha parado de me embriagar com vinho e estava tomando água.

Estávamos sentados com as costas no sofá e comendo.

- Tá muito gostoso. - O elogiei.
- Dizem que com fome qualquer comida é gostosa.
- Woo Shik! Mata! Que nojo!!!
- O que foi?
- Você não viu? Uma barata entrou aqui pela janela. É por isso que não gosto de janela aberta. - Falei me levantando e levando meu prato para a cozinha. Não vou mais comer. 
Ele continuou lá sentado e só levantou quando terminou de comer.

Woo Shik me viu atrás do balcão preocupada e riu. 
- Vou matá-la para você e depois vou embora.
Apenas concordei preocupada.

Ele foi atrás da maldita barata e foi um momento de aflição já que a via voar algumas vezes e em todas essas vezes eu ficava mais nervosa.

- Pronto! - Ele a trazia em um pedaço de papel.
Respirei aliviada.
Ele foi deixar a barata no lixo do banheiro e quando estava voltando as luzes todas se apagaram.

- Ah não! - Gritei. - Woo Shik?
- Aqui.
- Estou começando a achar que toda essa má sorte foi você que trouxe. - Falava enquanto andava muito minimamente até o som da sua voz.
- Sou obrigado a concordar. - Senti seu peitoral chocando-se contra minha cara. - Desculpa.
Acabei rindo daquela situação. Era muito cômica. 
- O bairro todo deve estar assim. Já deve ser bem tarde. Acho melhor você esperar a luz voltar pra sair em segurança. 
- Tudo bem. - Ele segurou minha mão. - Vamos sentar ou tentar achar nossos celulares.
- Vamo.
Começamos a andar mas ele acabou batendo as pernas em algum móvel, que descobrimos ser minha cama.
- Acho que estamos no seu quarto.
- Vamos ficar aqui. - Tateei a cama e acabei me sentando.
Como ele não estava sentado ainda, o puxei e ele, sem nenhuma coordenação motora, acabou caindo por cima de mim.
- Dessa vez foi você que me puxou. - Falou enquanto se levantava.
- Eu nem disse nada. - Falei me abanando. - Como está quente!
- Vamos abrir a janela do seu quarto.
- Não! Não quero outra barata ainfa mais estando escuro aqui.
- Então vamos ter que ficar com calor.
- Vou tirar minha roupa e quando a luz voltar você fecha seus olhos.
- Tudo bem.

Tirei o short e depois tirei a blusa. Senti muito bem quanto o bico do meu seio encostou naquela pela estranha a minha. Suspirei forte. Mas que droga. Ficamos quietos em completo silêncio.
Depois de alguns minutos, ele disse algo:
- Se eu fizer algo contra você, você não poderá contar aos seus amigos.
- Eu vou sim.
- Como? - Senti seu corpo virando-se para mim. Ele estava rindo.
- Segredo.
Nós dois rimos.
- Aish, nós poderíamos pelo menos tentar pegar a garrafa de vinho.
- Vamos pegar outra.
E lá fomos nós até a cozinha tentando não esbarrar em nada e tivemos sucesso. Pegamos o saca rolhas em cima do balcão e Woo Shik fez todo o trabalho chato.
Nós bebíamos ali na cozinha mesmo direto da garrafa. Eu estava sentada em cima do balcão e ele do lado de minhas pernas.

- Parece que estou mais quente.
- E você já tirou tudo, menos sua... Aish. Desculpa.
- Menos sua o que?
- Vai parecer que sou um pervertido mas eu ia dizer calcinha. Mas se você tirá-la não fará tanta diferença.
- Eu estou sem. Não acho confortável dormir com calcinha.
E lá estava uma pausa para nosso silêncio.
- Você pode estar se tocando e eu nem vou saber. Aish! Como você é pervertida. - Ele falou tomando a garrafa de minhas mãos dando um grande gole na bebida.
- Eu não estou me tocando.
- Aigo.
Segurei suas mãos e as trouxe até meu sexo.
- Nem molhada estou. - Passava os dedos de Woo Shik lentamente sobre meus grandes lábios.
Woo Shik desprendeu-se de minhas mãos e agarrou meu cabelo com uma de suas mãos enquanto a outra apertou meu seio direito com força.
- Mentirosa. - Esfregada o polegar sobre o bico de meu seio e ele estava de fato muito molhado.
O homem alto beijou-me os lábios com vontade e desejo. Suas mãos estavam agora sobre minhas coxas, as quais ele apertava e ferozmente as puxou, deixando-me aberta. Woo Shik foi descendo um caminho de beijos molhados pelo meu pescoço, local onde ele deu vários chupões, chupou meus peitos tão deliciosamente que empurrei sua cabeça devagarzinho até o local onde eu realmente queria sentia sua boca: me minha intimidade.

E por esse caminho de beijos molhados, Woo Shik lambeu a princípio todo meu sexo e enfiou dois dedos em mim. Já estava tão encharcada que queria mais do que aquilo.

Um gemido escapou por entre meus lábios e ele tirou seus dedos de dentro de mim, voltando sua boca ao meu clítoris. E como eu já estava excitada!

A luz voltou e nossos olhos já estavam se encarando, conseguíamos ver claramente com a luz.

Estava tão gostoso e sentia que o orgasmo estava próximo. Meu corpo mexia-se involuntariamente. Friccionava sua língua contra meu clítoris como se não houvesse amanhã. 

E por um momento pareceu que não haveria. A fala saiu arrastada, mas dessa vez não por causa do álcool mas pelo prazer:
- Eu-eu vou gozar.
Dito e feito. Meu corpo não aguentou mais todo aquele prazer e uma explosão lasciva percorreu cada extremidade de mim.

Afastei sua cabeça quando senti que já estava sensível demais e sorri olhando em seus olhos.

Ele levantou-se e me beijou. Sentia meu próprio gosto em sua boca.

Nos beijamos lentamente sentindo o quentinho de sua boca.
Desci do balcão e abaixei-me para chupá-lo. 
Chupei toda a extensão de seu pau. Chupei seus ovos e o senti prender seus dedos em meus cabelos.
Podia fitá-lo e era muito prazeroso. Ele estava com as bochechas rosadas e o cabelo úmido pelo suor. 

- Aish! Vem aqui. - Com uma enorme destreza, Woo Shik me puxou e colocou-me de costas para ele.
Sentia seu sexo pressionar-se contra meu bumbum.

- A camisinha...
- Onde?
- No criado mudo do meu quarto.

Ele foi mas rapidamente voltou.
De camisinha colocado, Woo Shik enfiou seu pau dentro de mim.

Nós dois gememos de prazer.

Olhei de canto de olho e aquilo pareceu-lhe enlouquecê-lo.

- Safada.

Ri pois gostei daquele elogio e continuei a provocá-lo. Seus dedos enroscavam-se em meu cabelo e até nos beijávamos enquanto ele socava de quatro em mim.
Ouvir os suspiros abafados dele me deixavam com mais e mais sede dele.
Brincava com meu clítoris e sentia que logo iria gozar.

- Goza nos meus peitos.
- Aish, (S/N)! - Ele acelerou os movimentos por mais alguns segundos e saiu de dentro de mim.
Ele me virou para que eu ficasse de frente e tirou sua camisinha, deixando-a cair no chão.
Woo Shik me beijou e começou a masturbar-se olhando nos meus olhos.
Não tardou dois minutos e senti seu leitinho quente escorrendo sobre meus peitos e barrigas.

Respirávamos ofegantes e sorridentes. Acho que tinha ganhado um grande amigo ali no meu bairro.


Notas Finais


Desculpem pela formatação bosta e é isto, espero que vocês tenham gostado 💜


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