História Dias de Guerra - Capítulo 10


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Categorias Saint Seiya
Personagens Aiacos de Garuda, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Kiki de Áries, Lune de Balron, Miro de Escorpião, Shion de Áries
Tags Camus, Guerra, Kimonohi Tsuki, Milo, Paz, Saint Seiya, Shun, Submundo
Visualizações 36
Palavras 2.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, e aqui está uma estória que foi quase que 90% cortada de Guerra e paz, simplesmente porque era um plot completamente terciário que se estenderia muito e alongaria ainda mais os acontecimentos da estória: Como Saga e Kanon começaram a trabalhar de seguranças na Dinamarca para os Walden.

Sim, é verdade que os próprios personagens dizem brevemente como tudo aconteceu, principalmente Saga e Ariel, mas a princípio isso estava planejado para acontecer em primeiro plano.

Aléeem disso, todo o enredo envolve os acontecimentos do Gaiden do Aspros, que percebi com G&P que MTTT gente não leu, e por isso ficava perdido, sendo assim trago para vocês esse Dia, que não só explica como tudo começou, como também conta a história de Aspros e Chris Walden em forma de conto. Espero que gostem!

Capítulo 10 - Dia X - Apaixonados não se atrasam, Aspros. Parte I


Fanfic / Fanfiction Dias de Guerra - Capítulo 10 - Dia X - Apaixonados não se atrasam, Aspros. Parte I

Dia X - Apaixonados não se atrasam, Aspros. Parte I

Era uma vez uma menina que viveu há quase trezentos anos.

Ela vinha de uma família com um passado cruel, e por isso em seu seio abrigavam uma maldição.

Piratas que alcançaram a riqueza e depois a nobreza, sentando-se confortáveis no topo do mundo, deveriam pagar o preço de tal fortuna ao deus que detém todas as riquezas sob a terra, em forma de lealdade.

Sob a sombra da morte essa família se ramificou, uma parte indo até as ilhas de Avalon, enquanto a outra escolhia os países do norte de guarida, porém ambas sempre guiadas pela serpe, a serpente alada que se assemelhava a um dragão.

O principal herdeiro dessa linhagem não renegou seu destino, desaparecendo para os vivos, enquanto na verdade se deixava engolir pela terra, acompanhado de seu fiel servo, até emergir como aquele que julga os mortos.

Radamanthys de Wyvern e Valentine de Harpia eram seus títulos.

Os demais membros dessa escura estirpe começaram a morrer um por um após esse desfecho, por obra da alma corrompida e apodrecida daquele que deveria ser um nobre e honrado juiz, que abandonara os julgamentos para abraçar as execuções.

Temendo o pior, um humano tentou lutar contra o destino, selando a maldição de sua família em sua pequena filha, tentando impedir que o preço antes pago por seus antepassados fosse cobrado da humanidade.

Essa menina viveu há quase trezentos anos.

Contudo, isso não foi o suficiente para fazer com que os servos do deus das profundezas não voltassem a exigir o pagamento ao seu senhor. Assim, o humano pagou por sua insolência quando demônios revogaram sua vida, através das mãos de sua filha mais velha.

Isso deixou a mais nova desesperada, temerosa, sentindo-se sozinha.

Essa menina estava sozinha há quase trezentos anos.

No entanto, as marés de seu destino mudaram quando, de um divino santuário, veio um anjo ouvir suas preces mudas.

Um anjo na forma de um demônio, um demônio na forma de um anjo, um santo e um diabo.

Por mais que tivesse a alma mais suja que as sombras que perseguia, ele era o salvador da menina, àquele que lhe estendeu a mão e exigiu que ela mantivesse a esperança.

Aspros de gêmeos, era seu nome.

"Eu gostaria de ouvir qual é o seu desejo de sua própria boca" – Ele disse a menina, mas o medo foi incapaz de permiti-la responder.

Mas mesmo frente a um monstro, ela sentiu-se segura pela primeira vez.

A menina não estava mais sozinha há quase trezentos anos.

“Para conseguir o que eu quero, sou capaz de me tornar um anjo ou um demônio.”-Ele disse a ela - “Salvarei o pecador e matarei o deus!”

Essas palavras ressoaram na mente dela, enquanto confessava, escrevendo na mão dourada dele, uma muda confissão de medo, frente a um atentado por parte de sua irmã e dos demônios para os quais ela parecia ter vendido a alma.

O cavaleiro, cuja alma era tão turva quanto o mar sobre a chuva, cujos bons sentimentos morriam a cada dia por suas ações, mesmo apesar da podridão de seu ser, comoveu-se por tal destino cruel, pois, era apenas uma menina.

A alma dele foi tocada há quase trezentos anos.

“O que posso fazer para me tornar como você?” – Ela disse com suas letras mudas a ele.

A pergunta era ridícula, descabida, absurda, mas fez o coração quase podre dele se retrair, como há muito não fazia, frente à menina de apenas catorze anos.

“Eu sinto muito” – Foram seus dizeres que apenas a fizeram chorar.

Mesmo parecendo tão diferentes a princípio, ambos lutaram contra o destino. Contra os demônios do reino da morte, ela queria desistir de tudo, ela não queria lutar, era apenas uma menina, mas o cavaleiro com suas palavras duras, a trouxe a realidade.

“Não pense que estarei sempre aqui para te proteger, mas para mim um pecador pode se tornar um salvador”

A alma dela foi tocada há quase trezentos anos.

Por isso ela reuniu forças para não ser engolida pelas sombras da maldição de sua família.
Reuniu forças para resistir a um deus.
Reuniu forças para resistir ao destino.

A menina resistiu a se tornar um espectro, essa era sua maldição, essa era a maldição dos Walden, isso planejavam os demônios que destruíram sua família, o nome dela era Chris Walden, aquela que resistiu a possessão da Sobrepeliz de Ceto.

“Por favor, Aspros...Eu não quero ser um espectro...Eu não quero fazer mal a ninguém!” – A pobre menina implorou, as palavras tornando a soar em seus lábios, num tom melodioso que o cavaleiro jamais pôde esquecer.

Isso criou um pacto entre eles. E o começo de uma promessa.

E ele a ajudou, ajudou a se libertar.

A menina estava livre há quase trezentos anos.

Isso comoveu a sobrepeliz de Ceto, que carregava em si a alma de Cassiopeia, mãe da mitológica Andrômeda, que por arrogância quase condenou sua filha a um destino terrível amarrada num rochedo ao dizer-se mais bonita que as ninfas do mar.

Cassia, uma pecadora, quis resistir à menina, para depois resistir com a menina, não queria negar seu senhor, mas tampouco queria cometer mais pecados, quando a razão de seguir o deus dos que já se foram, era se expurgar dos erros do passado.

A menina e a estrela maligna se uniram, superando a maldição do destino.

“O poder de Ceto...Não se entregará por nada!”   

E então Ceto permitiu-se submeter-se a vontade da herdeira dos Walden, Chris, mesmo sabendo que quando a guerra começasse, elas, na figura apenas de uma menina, seriam consideradas traidoras do mundo inferior.

A menina estava condenada há quase trezentos anos.

"Já não serei derrotada por nada" – Ainda sabendo que o futuro seria negro, ela decretou com convicção para o cavaleiro quando venceram as forças das sombras.

Mas ambos sabiam que haveriam outros demônios no futuro.

"É verdade, está bem assim” – Na triste expressão dele, porém, a menina já podia ver que ele não acreditava que ela sobreviveria à provação.

Ambos sentiam, ambos sabiam que essa seria a última vez que se veriam, a morte os esperava de formas diferentes a poucos passos daquele rochedo com vista para o mar no qual se despediam.

Ainda assim, como ele, ela queria acreditar que podia continuar lutando.

Lutar contra a morte, contra o tempo, contra o destino.

Por isso, quando ele deu as costas, ela tornou a dizer, aquelas palavras que a alma dele jamais pôde esquecer.

“Eu espero que você volte para me ver um dia.” – Confessou ela, a esperança que ele ensinou a ter refletida em seus olhos.

A menina disse que esperaria há quase trezentos anos.

“É uma espera inútil” – Ele alegou com sua frigida voz – “Nossos caminhos tomam rumos completamente diferentes. a partir daqui, uma grande distância nos separa.”

Diante disso, a menina deu quatro passos para frente.

“Agora apenas três passos nos separam” – Ela decretou, vendo a surpresa estampada no rosto do cavaleiro divino “Você disse que queria ouvir o meu desejo da minha própria boca, então eu irei dizê-lo. Eu quero poder vê-lo de novo Aspros, quero poder agradecer por tudo que fez por mim, não quero mais estar sozinha.”

Ele riu frente a essa lógica, uma risada suave, diferente da risada do demônio que parecia ser.

“Você está errada” – Respondeu ele sem pestanejar, encurtando a distância que ainda os separava, ficando assim frente a frente – “Para mim são só dois passos, afinal, eu sou mais alto.”

Ela riu também, uma risada que ele jamais pôde esquecer, permitindo-se abraçar por tão inocente menina, sentindo como um pouco de luz entrava em sua perturbada alma.

“Nesse caso eu prometo que voltarei algum dia, herdeira da família Walden” – Ele decretou, tomando sua mão e selando sua promessa com um honroso beijo, mesmo que suas palavras soassem vazias. “Consegue esperar até lá?”.

“Sim, eu esperarei”- Respondeu ela com lágrimas em seus olhos.

Porém essa foi a última vez que se viram.

Quando a guerra prometida começou, ela foi morta por aquele que julgou o resto de sua família, Radamanthys, e seu sangue, como o de sua irmã, escorreu pelo penhasco no qual ela prometeu esperar.

Mesmo Aspros encontrou a morte cedo, enlouquecido por sua alma devastada por um deus do tempo.

Mesmo assim...

E mesmo assim...

A menina continua esperando há quase trezentos anos.

Sua alma resistiu parada naquele penhasco que se despediram, observando o mar aflita tal qual Cassiopeia ao ver sua filha acorrentada ao rochedo. Juntas esperaram pelo retorno do cavaleiro.

Mas isso nunca aconteceu. Ela continua esperando, mas ele nunca voltou.

Está é uma história cruel, um conto trágico sobre o destino.

Mas o próprio destino é permeado de reviravoltas e ironias.

Quase trezentos anos depois, um novo regente dos mortos surgiu, o herdeiro legítimo de Andrômeda em todos os sentidos.

Ele ressuscitou a alma de Aspros de Gêmeos.

Ele reencarnou a alma de Chris Walden.

E com todo o direito de fazê-lo, perdoou a traição de Cassiopeia, libertando-a de sua pena, absolvendo-a finalmente de seu pecado e dever mandatório como espectro.

Ainda assim, ela quis permanecer com a menina, como sua alma já estava frágil, fez-se parte dela, para que esperassem juntas, como um ser completo.

Seu nome agora era Ariel.

E mesmo ainda sendo apenas um bebê, sua alma ainda espera, sua alma ainda o chama, sua alma ainda deseja ver seu querido cavaleiro.

E a alma dele também deseja por fim a essa espera, dar sentido àquelas palavras vazias, reencontrar àquela que deu um pouco de luz ao seu ser.

Mesmo que sua atual vida, Saga de Gêmeos, não lembrasse de sua velha promessa.

E o deus que detém todas as riquezas sob a terra,o deus das profundezas, senhor do reino da morte, deus dos que já se foram, regente dos mortos, responsável por fazê-los se conhecer e se despedir, também é aquele que no final permitirá que se reúnam novamente.

-.-.-.-

- Saga? ...Saaagaaaaa...Terra chamando Saga! ...Grande Mestre?

- ...O que exatamente você está fazendo, Kanon? – Perguntou, franzindo a expressão ao ver e sentir como seu irmão mais novo tampava o seu nariz.

- Eu que deveria perguntar isso – Respondeu impaciente o segundo geminiano, de longos cabelos azuis escuros e olhos celestes brilhantes. Usava uma jaqueta de couro e calças jeans, enquanto seu irmão usava um sobretudo negro de ares formais e calças risca giz. – Você está há pelo menos quinze minutos olhando aquele penhasco.

- Ah... Eu não notei – Disse desviando o olhar para um panfleto que tinha em mãos.

- Éeee – Confirmou Kanon com ignorância – Eu meio que notei isso.

-...É só que – Seguiu hesitante, voltando a olhar a grande mansão – Eu acho que esse é o lugar da história que nos contaram.

- Que TE contaram – Corrigiu o mais novo – Caso tenha esquecido, eu não falo e não entendo NADA de dinamarquês, além de “obrigado”.

Dito isso, uma garçonete veio entregar seus cafés, respondeu a ela somente um “danke” com um sotaque carregado que a fez rir.

-...Pelo menos podemos passar por belos turistas estrangeiros – Seguiu com um sorriso galante vendo como a moça conversava naquela língua esquisita com suas companheiras de trabalho, nem um pouco discretamente apontando para a mesa deles.

- Não viemos aqui para turismo Kanon – Ralhou, voltando a olhar seu panfleto.  

- Ah não? – Questionou com ironia, olhando impaciente para seu irmão – Andando pelas ruas sem rumo, tendo como guia um panfleto de viagem, ao tempo que só sabemos falar inglês, e você um pouco de dinamarquês, comendo em restaurantes gregos porque não fazemos ideia de como é a culinária local e nem sabemos falar o nomes dos pratos! Isso parece ser BASTANTE turístico para mim, daqueles de camisa florida, chapéu de palha, óculos escuros e câmeras penduradas no pescoço.

- Você está exagerando – Disse baixando seu papel e tomando seu café também.

- É sério Saga, se eu comer Moussaka mais uma vez, eu vou explodir – Resmungou franzindo o cenho com desgosto – Vamos acabar engordando desse jeito.

Saga não deu atenção, perdido em seus próprios pensamentos.

Já fazia alguns dias que haviam deixado o santuário e chegado na Dinamarca, Kanon tinha razão em uma coisa, como não tinham um objetivo exato naquele lugar, tudo que fizeram foi achar uma pensão barata e passar o resto dos dias andando pela cidade, e só com isso  já haviam conhecido boa parte do pequeno País, uma vez que eram mais rápidos andando do que muitos transportes.

Agora estavam em um pequeno café, com mesas na calçada e pequenos guarda-sóis sobre as mesmas, numa rua basicamente comercial, com algumas construções de pelo menos dois à quatro séculos nas redondezas, dentre elas a mansão que tanto havia chamado a atenção do cavaleiro de gêmeos.

- Eu só estou preocupado – Seguiu Kanon com mais seriedade – Nosso dinheiro é pouco e não durará muito mais, e você sabe muito bem que deixou o santuário falido – O outro franziu a expressão com seu comentário – Desculpa, mas é a verdade. Então estamos sob nossa própria conta aqui.

-...Talvez...Devêssemos procurar um emprego – Tentou opinar.

-...Sem falar Dinamarquês fluentemente? – Colocou com descrença – Onde?

Não respondeu, respirando fundo.

-...Saga – Seguiu sério – Eu sei que você simplesmente sentia que devia vir para cá, mas já andamos por quase tudo e não chegamos a lugar nenhum...Acho melhor voltarmos ao santuário.

Novamente não obteve resposta.

Respirou cansado, seu irmão podia chegar a ser realmente teimoso.

-...Qual foi a história que te contaram dessa mansão? – Resolveu mudar de assunto, assumindo a batalha perdida, terminando seu café.

- A história da família Walden.

- Aaah, já ouvi falar deles. – Disse com reconhecimento.

- Já? – Saga mostrou-se curioso – Como?

- Eu trabalhei para os Solo, essas famílias ricas se conhecem, os Solos tem alguns acordos comerciais marítimos com os Walden, sempre que precisam de apoio jurídico recorrem aos Aldertha, transportam pelo mar as joias dos Garrard, essas coisas. –Enumerou sem grande interesse - Pelo que eu soube, eles eram uma antiga família de piratas. Era essa história que você ouviu?

- Não – Negou, voltando a ver a mansão – A história que me contaram foi de como a família Walden quase foi extinta há quase trezentos anos.

- Ah...- Foi tudo que pôde dizer em resposta, também  olhando a mansão – Isso eu não sabia...

- Há quase trezentos anos um psicopata começou a matar um por um os membros dessa familia, quando só restavam poucos e a herdeira direta era uma menina de catorze anos chamada Chris, o assassino foi descoberto. Ou quase.

- Como assim? Não prenderam ninguém? – Franziu as sobrancelhas.

- Não, apenas encontraram a mansão destruída e Chris e sua irmã mortas, mas devido a péssima relação que elas tinham, acredita-se que essa irmã chamada Ursula que a matou e cometeu suicídio depois, logo, assumiram que ela era responsável pelos demais assassinatos, mas...

- Mas... – Insistiu para que seguisse.

-Mas... Outros dizem que um anjo negro foi cobrar o preço da fortuna suja dos Walden.

- Anjo negro? – Repetiu Kanon, então a compreensão o atingiu – Acha que foi um espectro?

- Eu não sei – Confessou – Mas nos poucos registros que Aspros deixou, havia informações de uma missão que ele cumpriu aqui na Dinamarca.

- Bem... – Seguiu Kanon dando de ombros – Não deve ter sido uma missão lá muito bem sucedida se as duas morreram.

Saga não respondeu.

- Foi por isso que você quis vir para cá?

-...Em parte, é só que... – Porém não pôde terminar, pois notou uma comoção de pessoas dirigindo-se do café à rua, mesmo as garçonetes se esticavam para ver.

- O que aconteceu? – Kanon levantou-se, Saga logo o seguiu.

- Eu vou perguntar. – Foi até uma garçonete antes que seu irmão pudesse argumentar algo, e com seu intermediário dinamarquês perguntou da situação.

- Invadiram a mansão Walden – Ainda assim a jovem que os atendeu conseguiu entender– Parece que estão fazendo a família de refém.

Por alguma razão, essa informação caiu como uma pedra no estômago do grego

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