História DIE: Terror em Riverdale. - Capítulo 15


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Categorias Riverdale
Tags Gritos, Lendaurbana, Morte, Pretty Little Liars, Psicopata, Riverdale, Scream, Slasher, Terror
Visualizações 16
Palavras 1.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente houve uma atualização não é mesmo? E aí quem na real e o assassino? Confesso que teve gente que bateu na trave em algumas suspeitas por aí. E minha nossa senhora, Elizabeth Cooper o que você fez pra esse assassino querer tanto sua cabeça? Muitos suspeitos, muito sangue e muitas perguntas né não? Esse capítulo e so pra instigar mesmo vocês, os próximos serão tensos (risos);

De antemão já quero pedir desculpas a todos pela demora em atualização e já deixo claro não é proposital ou por querer eu estou completamente atolada de atividades da faculdade, tendo aula pratico profissional duas vezes por semana + as aulas normais e o trabalho dito isso já é explicado a demora: falta de tempo e cansaço para escrever pois no tempo que sobra eu só quero dormir um pouco mais haha e estudar depois.

Capítulo 15 - 13. Erro. - Part I.


O caminho até a biblioteca municipal de Riverdale foi silencioso, pois Betty não tinha cabeça para ficar enchendo Cheryl de perguntas, contudo se a loura pensava que só ela dentro daquele veiculo desconfiava de alguém estava muito enganada, afinal, quem é que podia garantir a Cheryl Blossom que Elizabeth Cooper estava dentro daquele carro o tempo todo? Alem disso Cheryl percebia que sempre as noticias chegavam primeiro a Betty e depois se espalhava aos demais, sendo assim por mais bizarro que fosse não podia ignorar a possibilidade de Betty ser o assassino.

As primas nem tão ligadas assim desceram do carro e entraram correndo para dentro da biblioteca municipal onde o único propósito era de salvar Jughead Jones, mal sabiam elas o que lhe aguardavam muito sangue e o dobro de pessoas para salvar. A penumbra do local era de arrepiar dando medo em Cheryl e calafrios em Betty que só agora sentia dores nas costas e pernas devido à facada de dias anteriores, talvez fosse o medo de perder o melhor amigo? Talvez. 

-- Em hipótese alguma vamos nos separar entendeu? – Betty disse para Cheryl. – Isso é uma merda e sempre termina em morte, então se quisermos salvar o Jughead teremos de ficar juntas. 

-- Eu sei. – Cheryl respondeu seria analisando cautelosamente as feições de Betty. 

— Ficar desconfiando de mim não vai resolver. — Betty reclamou ao perceber que Cheryl a olhava cautelosamente.  — Eu não sei se percebeu, mas, e exatamente isso que esse assassino quer. — B respirou fundo. — Só não serei hipocrita, eu não confio em mais ninguém, todos são suspeitos... 

— Inclusive você. — Cheryl completou. — Calma, eu to seguindo a linha de raciocínio, não to te acusando. 

Cheryl e Betty seguiram juntas por um corredor da biblioteca quando ouviram um barulho de pisadas no andar de cima. 

— Shii — Betty fez sinal de silêncio para a ruiva que estava assustada, enquanto, procuravam  um lugar para se esconder. 

Cheryl apontou para uma porta que estava entre aberta e sem hesitar as duas foram a passos leves para o local. Entraram pela parte pouco aberta da mesma tentando não fazer barulho pois ouviram o assassino descer as escadas e sabiam que teriam de se esconderem. 

De nada um eco foi ouvido pelas duas e ao olharem ao redor por onde tinham entrado Cheryl e Betty viram que estava na sala da reitoria da biblioteca municipal e que tinha um auto-falante enorme e era dali que saia o eco. Ambas seguraram na mão uma da outra como forma de proteção e num olhar cúmplice sorriram como forma de manter a calma. Então pelo auto-falante ouviram a voz maligna do assassino anunciar: — E hora de alimentar a fera... os preparativos para o ato final está próximo e não se esqueçam: eu vejo vocês. 

De repente um barulho semelhante ao de uma pedrinha sendo jogada no chão chamou a atenção das garotas e pelo vídro B e C viram Archie correndo do assassino e quando Cooper tentou se aproximou-se da janela da reitoria da biblioteca todos os vidros da janela explodiram e pedaços do mesmo espalharam-se pelo local e quase atingiram a loura fazendo Betty gritar com o impacto dos cacos caindo próximo ao seu corpo. Do nada, de uma maneira rápida Betty e atingida pelo assassino que pulou em cima dela fazendo com que a garota caísse tonta no chão e gemer pois ainda tinha os pontos do corte da facada anterior que havia levado. Cooper se desequilibrou quando o assassino lhe empurrou e a loura foi com direto com o rosto na parede do banheiro e o assassino a trancou la dentro. Rapidamente e sem deixar com que a ruiva  sequer conseguisse tempo para tentar ajudar a prima, velozmente o assassino prendeu ao pescoço de Cheryl um fio fino e potente, depois o assassino obrigou a ruiva a tomar aquele "aparente" como d'água e Cheryl após tomar a água forçada aos poucos foi perdendo os sentidos até que apagou. 

X

Cheryl Blossom acordou em outro lugar completamente distinto de onde estava há horas atrás. Ao abrir os olhos viu suas mãos completamente cobertas de sangue, um cheiro de morte, de sangue pairava no ar e invadia seu nariz, respirando fundo e ao mesmo tempo olhando para o ponto fixo a sua frente a garota  deu de cara com o corpo de Jughead Jones pendurado e muito sangue pingando no chão, de imediato a ruiva gritou e mesmo que ainda que estivesse confusa Cheryl  percebeu que o sangue em questão escorria do peito do amigo e encarou bem o corpo e pode ver que Jughead estava vivo, estava apenas desacordado e naquele momento dada a situação Cheryl parecia que estava tendo um Djavu, pois a situação era a mesma de um mês atrás: Jughead preso pelos pés no dia que Reggie e Polly foram mortos, Betty enterrada viva e Archie e ela correndo contra o tempo para sair de dentro da fábrica de xarope de  bordo de sua família, Cheryl lembrou-se do momento em que os pedaços dos corpos  de Jason e Toni caíram sobre os dela e lembrou-se também do momento em que havia sido presa no freezer. 

A ruiva sentia-se tonta, estava perdida e aquele sangue espalhado estava dando-lhe a sensação de gastura no estômago e uma imensa vontade de vomitar.  Ao sair do transe e perceber que suas próprias mãos estavam sujas de sangue, viu a poça de sangue redonda na direção que Jones estava amarrado e temendo  o que parecia estar acontecendo Cheryl abriu  a jaqueta Jeans que usava por cima da camiseta da Riverdale High e viu a peça branca ensopada de sangue além de suas mãos, forçou a si mesma para lembrar o que havia acontecido, contudo apenas as memórias dos cacos de vidros caindo sobre Betty e o grito agudo da loura vieram em sua mente e logo em seguida Cheryl só se lembrava de ter apagado.

Cheryl se levantou e ouviu os gemidos de Jones que devido às condições do momento estava pálido e sangrando muito e nem parecia o filho do serpente, comilão e sarcástico Jughead Jones que ela conhecia. Ainda com o pescoço dolorido por algo que até o momento ela não lembrava o porque Cheryl foi até o rapaz e o desamarrou e andando com dificuldade os dois caminhavam rumo à sala da reitoria da biblioteca atrás de Betty. 

— A Betty... eu acho que... — Cheryl respirou fundo. — O assassino a trancou no banheiro.

— Ela e forte! — Jughead respondeu, até mais do que eu. — Ela vai dar um jeito de escapar.

Cheryl e Jughead andavam com certa dificuldade devido ao ferimento do moreno quando deram de cara com Verônica Lodge correndo assustada. 

— Verônica? — Jug e Cheryl perguntaram em uníssono e curiosos.

— Eu recebi mensagens de vocês dizendo que era pra vir até  aqui para pegar o assassino, mas quando cheguei dei de cara com a reitoria onde vi os vidros estourados e gritos de dentro do banheiro, contudo quando abri era apenas uma gravação da Betty pedindo socorro.

Jughead e Cheryl acenaram a cabeça em afirmação de que estava tudo bem, mas por dentro ambos estavam com uma enorme pulga atrás da orelha. 

— Se você ouviu apenas as gravações dos gritos da Betty no banheiro, onde ela está? — Cheryl perguntou trêmula e como se fosse uma piada assim que a ruiva calou-se os celulares  dos três apitaram com um vídeo enviado pelo assassino. 

“O erro calará uma donzela inocente”  



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