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História Diferente Sentimento - Capítulo 19


Escrita por:


Notas do Autor


Oie moressss, não desisti da fic não kk
Só tive problemas com os capitulos aqui, pq tinha perdido tudo o que tinha escrevido e enfim veio o bloqueio criativo e custei escrever esse... enfim me perdoem. Espero que gostem!

Enfim a party🎉🔥
Coisa boa está por vir...
Não vou demorar postar o próximo.

Boa leitura!

Capítulo 19 - Bebida


Fanfic / Fanfiction Diferente Sentimento - Capítulo 19 - Bebida

Paola fecha a porta e se vira, escorando-se com a cabeça na mesma. Respira fundo e começa a deixar-se levar pelos pensamentos.

Henrique estava de sentindo culpado. Culpado por não ter dito antes, ou até mesmo ter terminado tudo o que tinha com Carine há muito tempo. Se achava um completo idiota e não se perdoava por aquele vacilo. Queria acabar com tudo de uma vez por todas e pensava em como fazer isso.

...

O dia se passava rápido, o sol se põe alertando-os à grande noite que viria. Tudo já estava arrumado naquele momento, flores brancas espalhadas pela areia, decorações havaianas e outras próprias com o tema de réveillon, almofadas e sofás pequenos e algumas mesas onde todos poderiam se sentar, luzes em todo o local, absolutamente tudo perfeito para começar a esperada comemoração.

Paola arrumava Francesca para à festa, vestia-a com um lindo vestido floral de flores azuis e colocava em sua cabeça um arco branco, estava linda.

Mamá, acho que não precisa deste arco. – diz tirando-o. 

– Por que mi amor? Cê tá linda com ele. 

– Não gosto mais. – fala a olhando mostrando um sorriso meigo.

– Oh, minha bebê tá crescendo mesmo. – diz e logo deposita um beijo na cabeça da filha. – Ok meu bem, fica sem. – pega o arco e guarda-o.

– Já posso ir descendo pra lá? Vou ficar perto da tia Mônica. 

– Pode, mas nada de bagunça ouviu filha?! E não dê trabalho pra ela. – Francesca assentiu e logo saiu saltitante do quarto.

Paola toma seu banho, estava atrasada e não se importava muito com isso, pois a mesma não estava nem um pouco a fim de festejar aquela noite. Sai do banheiro e escuta a porta se abrir.

– Que susto mulher! – fala pra Ana quando a mesma adentrava o quarto.

– Tive que vim aqui porque não acreditei quando perguntei a Fran sobre você e ela me disse que nem arrumada você estava. E nem vendo eu tô acreditando. Que Palhaçada é essa dona Paola? Pode ir se arrumando, anda. – diz se aproximando da amiga.

– Ana, eu no muito festiva hoje. Prefiro ficar aqui deitadinha no meu quarto e esperando o dia amanhecer para voltarmos pra São Paulo. – fala sem olhar pra mesma, procurando roupa íntima para vestir.

– Olha só, não é só porque aquela loira oxigenada chegou que você tenha que ficar nessa fossa toda. Você é muito melhor que ela e sabe disso. – fala abrindo o guarda-roupa onde já havia uma roupa separada, que a mesma tinha escolhido.

– Amiga, eu no consigo mais olhar pra cara daquela mulher. 

– Tomara que seja por ciúme, porque culpa não pode ser né?! Você poderia sentir culpa se ela amasse ele de verdade e ele a ela também, e todos sabemos que não. Agora toma, se veste. – diz entregando-a o vestido. – E não precisa se preocupar com ela, vamos beber a noite toda e esquecer a existência desse ser.

– Você no existe Ana Paula Padrão! – ela diz e ri da amiga indignada.

Paola então se veste com o vestido longo, era branco e a parte de baixo transparente, transparecendo o maiô que fazia parte do mesmo. O decote descia até o início de seu umbigo, favorecendo totalmente suas belas curvas. Estava deslumbrante.

– Isso que é mulher! – Ana diz batendo palmas ao vê-la terminar. – Quem é Carine perto de você. 

Paola ri da amiga e logo finaliza sua maquiagem, pondo em seus lábios a cor vermelha, fechando tudo com perfeição. 

 – Agora vamos que a festa já começou e estão todos lá. Bora esquecer os problemas da vida e curtir esse dia especial! – Ana exclama e puxa a amiga para saírem do quarto juntas.

...

A festa já iniciada, estava perfeitamente linda. Todos espalhados em diversos cantos do local e alguns sentados comendo o buffet liberado. A música em um volume agradável, deixavam todos à vontade.

Henrique conversava com Patrício e Jacquin em uma roda, enquanto ficavam Carine, Rosângela e Marisa em outra roda. 

A atenção de Henrique, que até o momento estava voltada às conversas ali, é totalmente mudada de rumo e indo em direção à beleza exuberante que adentrava ao local. 

Caralho, que mulher absurda! – Henrique pensava.

Paola o olha rapidamente e desvia o olhar para outras pessoas.

– Paola como sempre maravilhosa! – Rô se pronuncia ao notá-la se aproximar.

– Gata demais! – Marisa também a elogia.

Carine a olhava dos pés à cabeça e não dizia nada.

– Muito obrigada meninas! – ela sorri para ambas. – Vocês também estão lindas.

– Cadê o Fogaça gente? – pergunta Carine totalmente aleatória tirando a atenção de todas, que estavam sobre Paola. 

Paola olha dentro de seu decote como se estivesse procurando algo.

– Aqui ele no tá. – a provoca, e todas caem na gargalhada. Exceto Carine, que a fuzilava com os olhos, não entendendo a piada.

– Então vamos beber mulherada! Curtir essa noite, que é uma criança. – Ana exclama.

– Falando em criança, a Fran tá com a Mônica junto com meus filhos, ali no canto brincando com os amiguinhos novos deles. – diz Rô para Paola.

– Agradeço por termos a Mônica. – ri junto com a amiga.

...

Carine decide ir atrás de Fogaça, enquanto as meninas foram todas para o bar do local começar a beber.

– Amor, vamos tirar algumas fotos pra postar? – ela diz se aproximando de Henrique.

– Quero não pô. Tô ocupado agora. – fala levantando o copo de bebida para mostrá-la.

– Você tá estranho desde que cheguei aqui, aconteceu alguma coisa Fogaça? – fala aumentando o tom de voz. E ele a leva para um canto longe das pessoas. – Me responde.

– Eu acho que devemos dar um tempo. Isso... – faz um gesto entre eles. – Não tá legal.

– Você bebeu?! Tá maluco?! O que você tá dizendo? – ela se altera.

– Ah, para de fingir Carine. Tem meses que não estamos bem e sabe disso. Eu me cansei... Quando terminamos uma vez não éramos pra ter cometido o mesmo erro de voltarmos novamente. Você é uma pessoa boa e não merece ficar com alguém que não te ama. Acho que devemos isso pra nós dois.

– Fogaça, não vamos fazer isso com a gente por favor, eu gosto muito de você. 

– Gosta, falou certo. 

– Pra que temos que resolver isso agora? Vamos conversar direito e com calma. É um novo ano que está por vir, um recomeço. Nos dê mais uma chance.

– Rola não Carine, pra mim deu. 

– Tem outra mulher? É isso, outra mulher! Eu sabia.

– Não é por outra mulher. O nosso relacionamento já estava acabado faz tempo. Não começa a colocar culpa em mulher e vir com essas suas paranóias não, porra. 

Enquanto discutiam, Ana que estava no bar observou o que acontecia entre eles.

Alá amiga, já estão brigando. – Ana fala discretamente pra Paola.

– Eu preciso beber mais...– diz e logo vira toda a bebida em sua garganta. – Ei meu amor, pode me dar mais dois copos deste? – fala ao barman e ele assentiu.

– Opa! A Paola quer esquecer essa noite hein. – fala Rosângela.

Do outro lado da praia, Henrique e Carine continuavam a discutir.

– Então é isso mesmo Fogaça? Vai terminar o nosso relacionamento assim sem mais e nem menos? Na véspera de um ano novo. – ela fala com palavras carregadas de ódio.

– Tem o mais e o menos, deixei bem claro. Ia deixar pra termos essa conversa depois mas você insistiu... – ele finaliza.

Ela rapidamente pega o copo que estava na mão dele e joga toda bebida em seu rosto. Ele fecha os olhos e passa a mão no rosto.

– Caralho, desnecessário isso porra. A maturidade cê colocou onde? – diz controlando sua paciência.

Ela não diz nada, bufa e sai dali sem olhar pra ninguém. 

Ninguém havia visto a cena, exceto Ana e Paola que se assustaram com o que viram.

– Meu Deus! O negócio foi sério, ela até saiu da festa. – Ana comenta.

– Coitado do Fogaça. – Paola sem querer solta um riso, e abafa com a mão.

– Amiga, para de rir e vai lá limpar o rosto dele. 

No, preciso beber mais um pouco. Até agora o barman no me deu os dois copos que pedi...

– Paola, você já bebeu esses copos. – ri da amiga.

– Então eu quero mais dois. Mais dois desse, por favor. – diz se virando para o rapaz.

– Se controle mulher, você já fica bêbada no terceiro copo que bebe, porque não é muito acostumada. – Ana segura o riso da situação.

Henrique vai até o banheiro pra lavar seu rosto. Fica aliviado no ponto final que acabara de dar, ponto final esse que deveria ter posto há muito tempo. 

Estava pronto para um novo recomeço com alguém que lhe fazia bem. Torcia para que todos os problemas que o impedia, pudessem ser acabados e esquecidos naquela noite de celebração. 

...


Notas Finais


E a festa como sempre... ainda não está no fim.
Paola bêbada de novo kkk ish
Soltem os foguetes que a embuste ficou bolada com o término e saiu da festa🎉🎆
Vai ter muita provocação simm, que eu sei que vocês gostam!

O que acharam?
Espero que tenham gostado!
Me perdoem se houver erros ortográficos.
Até o próximo.
Beijos😘


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