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História Diferente Sentimento - Capítulo 20


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Notas do Autor


Me atrasei um pouco eu sei... Desculpem a demora amores, sou muito perfeccionista então não posto o capítulo sem revisá-lo umas mil vezes kkk. Enfim espero que gostem!

Sou tão perfeccionista a ponto do capítulo que representa ano novo (2020) ser o capítulo 20 kkkk tô brincando, isso foi muita coincidência.

Boa leitura!

Capítulo 20 - Feliz Ano Novo


Fanfic / Fanfiction Diferente Sentimento - Capítulo 20 - Feliz Ano Novo

Henrique permanecia lavando seu rosto e logo quando inclina sua cabeça, é surpreendido ao ver no reflexo do espelho.

– O que é que tenha dito pra ela, pelo visto foi merecido essa bebida no rosto, no é mesmo? – diz Paola adentrando o banheiro e logo se apoaindo na pia ampla que se encontrava ali.

Ele solta um riso de sua própria situação.

– Seria bem pior se eu contasse sobre nós. 

– E no contou? 

– Não ué, ia querer que ela gritasse pra todo mundo aqui que a gente tem um caso? Seria um escândalo total, do jeito que ela é louca. – ele pega alguns papéis toalha para se secar. – Mas e aí, ainda tá chateada comigo? Ou agora acredita em mim?

– Acha que talvez ainda ela possa sentir algo por você?

– Já te falei Paola, a gente não tava bem faz tempo. Não tinha amor ali, disso eu tenho certeza. Não se sinta culpada pelo nosso término, isso não estava longe de acontecer.

– Eu confesso, fiquei um pouco chateada sim, mas eu confio em você. Desculpe por ficar tão frustrada e ter falado que o que nós temos é uma coisa estúpida.

– Que bom que sabe que não é. Eu fui sincero em tudo que disse, eu tô completamente louco por você. – se aproxima dela e a segura pela cintura, colando seus corpos. – Quero que tudo isso acabe logo pra passar todo tempo ao teu lado. – deposita um selinho na mesma, ela sorri ao finalizar. 

– Fale que nem homem Fogaça. 

– Eu sei ser romântico também porra. – ele ri. – Então vou reformular o que disse, quero que tudo isso acabe logo pra poder te pegar de jeito em qualquer lugar e a todo momento.

– Agora sim. – ela sorri. 

– Você bebeu quantos copos de bebida dona Paola? 

– O bastante pra vim até você e entrar no banheiro masculino. E agora que me notei que a qualquer momento pode entrar alguém por esta porta.

– Não seja por isso. – ele se afasta um pouco para alcançar a fechadura da porta e trancá-la. Logo volta pra onde estava, continuando a envolvê-la pela cintura. – tá linda nessa roupa, mas... – desce uma alça do body, deslizando lentamente o tecido sobre seu ombro. – prefiro você sem nada.

Paola sorri de maneira lasciva e facilita para que ele pudesse retirar a peça até o início de sua cintura, expondo totalmente seus seios fartos. 

Seus lábios se juntam intensivamente, unindo-se em um beijo profundo. Henrique com uma mão, guiava até os cabelos ondulados da mesma, e a outra tocava seus seios. Brincava em diversos movimentos, ora apertava todo o seio e outra desenhava seus mamilos com os dedos, torturando-a totalmente. 

Henrique corta o beijo e começa a trilhar seus lábios pelo queixo, pescoço e colo da mesma, até chegar onde queria. Sua língua iniciava proporções imediatas de habilidades experientes sobre os mamilos rígidos. Começa a sugá-los de maneiras intercaladas, não deixando de mordiscá-los algumas vezes.

Paola arqueia totalmente seu corpo ali facilitando os processos que eram feitos em si. A cada momento seu corpo reagia de uma forma diferente, deixando escapar alguns gemidos pelo prazer que sentia.

Henrique sobe seus lábios novamente em direção aos dela e tasca-lhe outro beijo. Suas línguas pareciam dançar em perfeita sincronia, ficando cada vez mais intenso, agora de maneira mais urgente, quente e molhada.

Ele posiciona-se com as mãos perante as nádegas da mesma e rapidamente a pega no colo, colocando-a sobre a pia. Paola afasta suas pernas para o lado, dando espaço para o mesmo. Ainda naquele beijo intenso, Henrique subia suas mãos sobre a coxa exposta de Paola, apertando-as com vigor. Ele a puxa para mais perto, colando totalmente seus corpos, chocando suas intimidades ainda por cima da roupa. Novamente interrompe o beijo e revezava beijos e mordidas entre seu queixo e pescoço, sem deixar de acariciá-la lateralmente.

Seus corpos reagiam inconscientemente por ordem de seus desejos. O fogo queimava cada poro de suas peles, sentindo um calor imensurável invadi-los por completo. Mais uma vez se encontravam totalmente perdidos um no outro, algo que não estava ao alcance do controle. 

Nada poderia pará-los ali. Até um certo momento...

– Oi? Tem alguém aí dentro? – alguém diz do lado de fora, batendo na porta.

Os dois, de uma forma extremamente rápida, interrompem o que estavam fazendo e se olham com uma feição desesperada.

– E agora? – sussurra Paola, descendo da pia e subindo seu body para vesti-lo.

– Fica ali dentro. – diz apontando para o local fechado, onde ficava a privada.

– Tá ok. Espera... – se vira para o espelho pra se ajeitar e limpar o batom borrado. – Pronto. – termina e vai depressa se esconder.

Henrique então destranca a porta, abrindo logo a mesma.

– Ué Fogaça, o que cê tava fazendo aqui dentro trancado? – Patrício indaga curioso adentrando o local. – Demorou tanto que pensei que você tinha morrido. 

– Tava aqui pensando na vida mano. 

– Com uma praia e uma vista linda lá fora, cê prefere pensar no banheiro?! – ele ri, indo em direção ao mictório.

– Pois é, vou sair daqui a pouco. – tenta disfarçar sua feição culposa.

– Chega de pensar mano. – termina e lava as mãos logo indo até Henrique. – Vamo agora pra fora. – empurra o amigo pra porta.

– Não pô... 

– Bora, vamo aproveitar a festa. – insiste e Henrique sem escolha sai juntamente com ele dali.

Paola espera alguns minutos, se ajeita melhor no espelho e discretamente também deixa o local.

...

– Amiga, onde você tava? Saiu de fininho sem dizer nada. Não some de novo porque você não pode ficar sozinha depois do tanto que você bebeu.– Ana diz ao ver Paola se aproximar.

– Desculpa. Eu tava me agarrando com um tatuado no banheiro. – fala se aproximando do bar. – Um wisky duplo, por favor. 

– O quê? Isso é sério? – Ana ri da amiga. – Meu Deus, vocês são uns safados. Adoro quando não tá sóbria, porque aí você não tem vergonha na cara de me contar essas coisas.

– Ana, eu tô super sóbria. – começa a tomar de sua bebida que lhe foi entregue. 

– Tô vendo isso, super...

Elas ficam algum tempo ali conversando e se juntam novamente com todas que estavam ali.

Henrique de longe não tirava os olhos de Paola, e em seus pensamentos totalmente lascivos não paravam de imaginá-la nua em sua frente. 

A hora se passava e cada vez ficava mais próximo da meia noite. 

– Bora dançar galera! – Patrício grita pra todos ouvirem, os convidando pra pista de dança. Levantando a maioria.

– Sei dançar não porra! – Henrique fala, segurando um copo de cerveja em sua mão.

– É sertanejo carai, sabe dançar sertanejo não?! Bora Ana. – Patrício chama ela pra dançar e ela aceita. 

– Eu também no sei, então somos dois. – fala Paola chegando por trás de Henrique, encostando o queixo em seu ombro. 

– Se você chega assim de novo tão perto, eu não vou conseguir me controlar. – sussura somente pra ela ouvir e logo solta um sorriso, ela retibui.

– Vem, vamos tentar. – o vira pelo ombro, fazendo o mesmo ficar de frente pra si.

Henrique deixa o copo na mesa e coloca suas mãos sobre a cintura de Paola. Ela segurava-se em seus braços. 

– Agora só a gente fazer aqueles movimentos igual o Patrício fazendo com a Ana. 

– O máximo que eu consigo fazer é igual o Jacquin, que nem mexe direito. – fala olhando a tentativa de dança do amigo. Paola não segura a risada.

– Coitada da Rô. 

– Mas tá bom, vamos tentar. – ele fala e junta seus corpos novamente.

Começam a dançar, mesmo não sabendo muito, conseguem chegar o mais próximo da dança.

Ficam um bom tempo dançando ali e todos curtiam aquele momento. A festa estava sendo incrivelmente maravilhosa.

Após terem dançado por bastante tempo. Vão para a mesa de sobremesas que naquele momento fora liberado para eles.

Todos pegam o que querem comer e vão para uma mesa se sentarem todos juntos.

Começam a conversar sobre como essa viagem estava sendo maravilhosa e sobre o futuro do progama.

Henrique que se encontrava um pouco distraído, é despertado pela mão leve que estava sendo depositada em sua perna em baixo da mesa.

Paola queria provocá-lo de alguma maneira e estava conseguindo. Ela sobe delicamente sua mão até a área de prazer do tatuado e começa a deixar carícias ali. Ele quase dando um pulo pra trás na cadeira, rapidamente a interrompe pegando-a pelo pulso.

Ela ri discretamente retirando sua mão dali e volta a beber seu coquetel de cereja, não deixando de olhá-lo e sorrir maliciosamente enquanto saboreava a bebida.

Ele sem que alguém perceba, se aproxima do ouvido da mesma. 

– Pode ir se preparando pra hoje. – diz com uma voz rouca, fazendo a mesma fechar os olhos e sorri ao ouvir.

Patrício se levanta e pede pra Marisa se levantar também.

– Bom galera, já é quase meia noite. Então vamos fazer um brinde pra nova diretora do Masterchef. Um brinde à Marisa! 

– À Marisa! – todos falam em uníssono e brindam, logo aplaudem a mesma.

– Obrigada gente! O pouco que trabalhei com vocês, eu já adorei! Espero passar muitos anos com vocês e ter pelo menos um pouco da sabedoria desse cara aqui pra fazer um trabalho à altura. – diz abraçando de lado Patrício. Ele agradece e todos parabenizam o sucesso de ambos.

...

Os minutos se passaram rápido. Faltavam cinco minutos apenas para a grande virada. Então todos se levantam da mesa e vão para à beira da praia aguardar o show de fogos.

Jacquin se aproxima de Fogaça curioso.

– Onde é que tá sua muié Fogaça? 

– Carine. E ela não é mais minha mulher meu jovem. Terminamos a alguns momentos atrás, agora só falta no papel. Ela deve tá no quarto, preferiu passar o ano novo isolada lá do que com vocês que ela fala considerar "amigos".

– Opa! Enton a coisa foi séria. Mas fica sozinho aqui non meu amigo, todo mundo tá com um par. Chama Paola pra ficar com você do seu lado, aproveita e dá um selinho nela que eu sei que  é doido por isso. – fala fazendo Henrique arregalar os olhos e logo se afasta do amigo.

Faltavam apenas 25 segundos apenas e todos se posicionam, ficando todos juntos um com o outro.

Paola vai até Henrique e fica ao seu lado. Ele sorri ao perceber ela se aproximando.

– Cada um tem seu par aqui, eu sobrei. – ela fala, olhando para o céu.

– Claro que não. – ele coloca sua mão sobre o ombro da mesma, abraçando-a carinhosamente. 

– Vai começar a regressiva. – sorri olhando para o mesmo e ele retribui.

Faltando 10 segundos, todos ali começam a contar em alto som. 

Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um... Feliz Ano Novo! – dizem em uníssono.

Os fogos começam a serem distribuídos em todo céu daquela praia, estava tudo lindo.

Todos que estavam ao lado um do outro, comemoram com um selinho e se abraçam.

– Feliz Ano Novo, meu tatuado! – Paola diz sorrindo, envolvida nos braços de Henrique.

– Feliz Ano Novo, minha argentina! – ele retribui o sorriso e tenta beijá-la.

– É só um selinho Fogaça! – ela o repreende disfarçadamente.

– Ok, foi mal. Me empolguei. – deposita um selinho nos lábios dela.

Todos então começam a se abraçarem um por um e logo abrem um champanhe para comemorar.

Ainda na beira da praia, todos se sentam ali, agora inclusive com a presença de Mônica e as crianças, para terminarem de verem os fogos de artifício.

...

Um novo ano se iniciava, novas experiências, novas histórias e novos desejos estavam por vir. E aquele dia ainda só começava.


Notas Finais


Happy new year! 😅🔥

Então... O que acharam?
Espero que tenham gostado.
Desculpem a demora de novo viu?!
Me perdoem se houver erros ortográficos.

Até o próximo. Beijos!


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