História Diferentões- Quebrando as regras da sociedade - Capítulo 25


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Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Apollo, Artemis, Austin Lake, Bianca di Angelo, Calypso, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dionísio, Frank Zhang, Hades, Hazel Levesque, Jason Grace, Kayla Knowles, Leo Valdez, Meg McCaffrey, Nico di Angelo, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper Mclean, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Travis Stoll, Will Solace
Tags Caleo, Frazel, Jasiper, Percabeth, Pjo\hdo, Solangelo, Wico, Wilco
Visualizações 90
Palavras 1.066
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii

Capítulo 25 - Não.


Fanfic / Fanfiction Diferentões- Quebrando as regras da sociedade - Capítulo 25 - Não.

~Isabel~

Nico,Will, Austin e eu resolvemos ir pela praia.

A gente zoava, fazia competição e etc.

Paramos e sentamos na areia. Ficamos em silêncio observando o mar.

Ficamos ali por apenas quinze minutos até papai ligar para o Nico dizendo que tínhamos visitas em casa.

Fomos para casa. Quando chegamos Perséfone estava colocando o lanche na mesa .

-Boa tarde meninos. - Disse simpática.

-Boa tarde. -Respondemos.

-Tchau princesa- Austin me deu um selinho.

-Tchau meu amor.

Will deu um selinho no Nico também.

-Garotos, vocês já estão indo?

-Sim Perséfone.

-Ah, fiquem aqui, suas irmãs estão lá em cima. Além do mais seus pais só chegam de madrugada.

-Pode ser.

-Perséfone, você não disse de manhã o que estava fazendo aqui. -Disse Nico.

- É que eu dormi aqui. -Respondeu ela logo após reprimindo o lábio.

-Que?- Nico perguntou

- É que até eu fechar contrato com as empresas de vocês eu vou ter que ficar em Miami. E os hotéis aqui são muito caros. Então seu pai nos ofereceu os quartos de hóspedes até quando precisarmos.

Ele arqueou a sobrancelha e deu de ombros.

- ISABEL.-Ouvi meu pai me chamando.

-O QUE? - Gritei de volta.

-VEM CÁ. - Ele gritou de algum lugar.

-CÁ ONDE? - Ele gritou de novo, mas foi inauditivo . - Onde ele tá? -Perguntei para Perséfone.

-Acho que no porão.

-Ata, obrigada.

Fui até o porão, enquanto o Nico e os gêmeos subiam as escadas.

Abri a porta que dava para o porão e desci as escadas.

Ali embaixo estava cheio de caixas.

- Oi filha.

-Oi pai. Por que me chamou?

-Eu achei uma coisa que talvez você goste.

Ele me deu uma caixa cheia de DVD's e fotos. Eram fotos da minha mãe, do Nico e da Bianca pequenos. E tinha uma folha com a música que minha mãe fez para o Nico. Ela contou a história dessa música, ela fez por que o Nico chorava muito quando bebê, e depois que cresceu eu lembro que ele tinha medo de escuro. Essa música, ou talvez ouvir a voz da mamãe o acalmava.

Sorri ao ver a foto do dia que eu fui adotada.

-Obrigado pai. - O abracei e larguei a caixa.

- Você não gostou?

- Eu adorei. Só vou deixar aqui porque pretendo fazer uma surpresa pro Nico .

- Tá bom. -Ele voltou a mexer nas caixas.

Sorri e subi para o 2°andar a procura de William Solace. O achei no quarto do Nico.

-Com licença. Will, posso falar com você? - Olhei para o Nico - A sós.

-Ahn, claro. -Ele levantou e foi até mim na porta. Nico me olhou desconfiado .-O que foi? -Puxei ele e fechei a porta.

- Austin me disse que você sabe tocar piano. E eu queria saber se poderia me ensinar.

-Claro cunhadinha. Você me assustou.

-Tem mais uma coisa...

-O que?

Sussurrei no ouvido dele:

-Não conta pro Nico. Porque é surpresa. -Ele confirmou com a cabeça. Ouvi alguém limpando a garganta atrás de mim. Olhei para trás e lá estava Austin.

Ele entrou no meu quarto de novo e bateu a porta.

Olhei para o Will.

- Acho que alguém tá com problema. -Falou como uma criança. Abri a porta do quarto do Nico que bateu na cara do mesmo. Eu sabia que ele estava atrás da porta.

Empurrei o Will para dentro do quarto.

- Só pra constar que seu namorado é um idiota que nem você. -Disse para o Nico.

- Eu sei, por isso que eu tô com ele. - Respondeu Nico.

Fechei a porta do quarto do Nico e fui até o meu. Tentei abrir a porta, mas ela estava trancada.

-Austin Solace. Abre essa porta. -Gritei.

-Não.

-Por favor meu amor, abre. 

-Não.

-Mas o quarto é meu.

-Tô nem ai.

-Por favorzinho. Abre.

-não.

Suspirei e fui até o quarto do Nico. Entrei sem pedir licença e peguei a chave da casa dos Solace que estava no criado mudo. Nico e o Will continuaram fazendo o que estavam fazendo. Se pegando.

Fui até a casa dos Solace. Destranquei a porta e fui até o quarto do Austin, abri a sacada e chamei o Austin que estava na minha sacada.

-Da pra parar de ser criança?

- Não.

-Ah, para de me responder "não".

-Não.

Ai eu me irritei.

-Ai Austin, eu tentei de tudo, mas se você quer ficar bravo comigo por ter simplesmente falado no ouvido do seu irmão que fique. Mas por gentileza deixa eu entrar no meu quarto.

- Não.

-Caralho que cara chato.

-Não - Falou segurando o riso.

-Você tá me irritando de propósito seu bosta.

-Já falei que você fica engraçada irritada?

- Engraçado vai ser o soco que eu vou dar na sua cara.

-Quanto amor.

Sai da casa dele trancando a porta.

Fui até a minha e quando entrei eles já estavam todos sentados na mesa.

Fui que nem uma fúria direto em Austin, eu ia dar um tapa na cara, mas como não tenho coragem de estragar aquele rostinho angelical, eu bati no ombro. Isso fez ele olhar para mim com um ponto de interrogação na cara.

-Aii! Podia ter batido em outro ambiente quando estivéssemos a sós pelo menos. -O Leo o olhou maliciosamente. Até eu maliciei aquilo. -Não, por que você me bateu na frente de todo mundo.

-E bato de novo.

-Não bate nada.

-Bato.

-Não.

-Bato!

-Não.

-Bato!

-Não.

-Voce tá fazendo de novo.

Ele riu.

-Tô.- Austin me puxou pra ele e me sentou no colo dele. E ia me beijar. Virei o rosto.

-Não.

-Voce tá brincando né?

-Não.

-Isabel...-Eu ri e o beijei.-Eu sei que você gosta de mim.

-É... -Fingi que pensei -Não.

Todos na mesa riram.

Quando papai chegou na sala de jantar foi silêncio geral.

-Por que vocês sempre fazem isso?- Falou meu pai decepcionado.

-Isso o que?- Perguntou Perséfone.

-Ficam quietos. Se estão rindo, param de rir.

- É que estávamos só rindo da grande história de amor do Austin com a Isabel.

-Alias, por que quê ela tá sentada no colo dele?-Nem tinha visto. Sentei na cadeira do lado do Austin.-Calma, eu não vou matar ninguém.

-Ainda bem- Murmurou Austin.

Meu pai não ouviu. E simplesmente se sentou.

Comemos e depois ajudamos a Perséfone a limpar a mesa.

 Depois ficamos conversando enquanto ela preparava a janta.


Notas Finais


Até o próximo.


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