História Different Hybrid -Incesto- (TaeYoonSeok) - Capítulo 12


Escrita por: , Abibliofobia e Ba_Mi

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bromance, Bts, Comedia, Fluffy, Gay, Hoseok, Incesto, J-hope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Lgbt, Namjin, Namjoon, Rap Monster, Suga, Taehyung, Taeyoonseok, Yaoi, Yoongi
Visualizações 743
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GNT VCS SABEM OQ VEM DPS DO FIM DESSE JIKOOK?
H O T
AAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Eu ainda n escrevi por medo
MAS EU VOU ESCREVER ASSIM Q ACABAR

Capítulo 12 - O capitulo das ligações de Jimin part. 2 do outro


P.O.V JIMIN

 

O barulho do celular tocando, não só me desperta como também me assusta o suficiente pra cair no chão.

        – O DEMÔNIO QUE FUDEU COM MINHAS COSTAS VAI LEVAR UMA VOADORA!– Grito pegando o celular em cima do sofá, por sorte ele não caiu.– Alô.– Digo o mais fofo que consigo, mesmo com essa voz rouca de sono. Acho que tô com bafo.

        – Hyung.– É o Jungkook. Só ele pra me chamar de hyung.– Ainda bem que atendeu, hyung… Tô mandando mensagem há meia hora e você nem vizualizar.

        – É que eu tava ocupado, Jungkook.– Volto a me sentar no sofá.

        – Ô– quase consigo vê-lo abrir a boca em um “O” perfeito.– D-desculp-pe incomodar, eu vou desligar agora.

        – Não precisa, você já me acordou mesmo.– Esfrego meu olho com a mão esquerda, fitando a tv desligada reproduzindo minha imagem distorcida.– Então, sobre o que queria falar?

        – T-tava dor-dorminndo?– Isso tá começando a me irritar.

        – Claro que sim, eu fui babá de Misa Amane a tarde inteira, você tem noção?– Com cuidado, retiro meu casaco ouvindo a risada gostosa de Jungkook.

        – Seu passeio com ela foi tão ruim assim, hyung?– O mais novo ainda ri da minha cara. Só espero poder acertá-lo um soco.

        – Foi pior. Ela não sabe parar quieta.– Jungkook ri mais uma vez, me fazendo questionar os motivos de lhe contar sobre meu encontro com ela.– O único jeito de calar a boca dela foi com um beijo.

        Nesse momento, Jungkook para de rir e começa a engasgar.

        – Jungkook? Tudo bem?– Lhe pergunto, as a única resposta que tenho são suas tosses secas.– Meu Deus, Kookie, respire!– Esse menino não pode morrer. Se o Jungkook morrer, quem vai me ouvir reclamar sobre como Misa Amane é chata?– NÃO MORRE JUNGKOOK!

        Ouvi as respirações alteradas do outro lado da linha. Imagino que Jungkook deva estar tentando controlar sua respiração pra voltar ao normal.

        – Tudo bem?– Pergunto mais uma vez.

        – S-sim.– Ah finalmente.

        – Achei que ia morrer aí.– Digo à ele.– O que aconteceu, homem?

        – N-nad-da hy-hyung.– Responde.– Me engasguei com suco.– Sua respiração enfim se normaliza e eu fico mais calmo.

        – Ainda bem.– Falo sério.– Porque se você morrer, eu vou até o inferno te puxar de volta pra conversar comigo e ouvir minhas reclamações sobre a Misa e todas as outras Misas do mundo.– Dessas vez, a sua risada é bem mais alta e escandalosa. Tanto que pode acabar com minha audição e ele até imita um porco, três vezes. Presenciar isso deve ser muito fofo.

        – E você também não pode morrer, porque eu preciso de um amigo que me consiga o número das ruivas garçonetes.– Imagino que Jungkook esteja sorrindo agora.

        – Você mandou mensagem pra ela?– Pergunto em expectativa. Vai que ele diz que sim? Eu vou ter um troço. Se ele disser não… EU VOU TER UM SURTO.

        – Mandei.

        Por um momento, meu coração coisou de uma forma… Ruim.

        Aí, vamos lá Jimin, não dá pinta.

        – AH MEU BEBÊ TÁ CRESCENDO! FINALMENTE O POKEMON EVOLUI É ISSO NENÊ TADEPARABENS!– Digo tudo de uma vez, tentando não transparecer essa… Sensação ruim aqui de dentro.

        – Nós vamos sair amanhã, depois da aula de dança.– Aí. Meu. Pão!

        – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA….– Grito no telefone e tenho certeza que ele está com o celular bem longe do rosto.– Que bom pra vocês, use camisinha e leve ela num motel legal.

        – Hyung, meu ouvido é sensível.– O menino reclama.

        – Foi você que ligou, agora aguenta!– Repreendo mesmo. Se não quisesse me ouvir, nem me acordava.– Quando você voltar do seu encontro, me liga pra gente falar mais da ruivinha.

        – Não vou poder hyung.– Ué gente?

        – Quando eu voltar vou me arrumar pra j…

        – Dois encontros num só dia? Que isso, Jeon? Arrasador de corações!– Dou uma risada nervosa, espero que ele não perceba que estou nervoso.

        – Não hyung! Meus pais me chamaram pra ir com ele à um jantar, amanhã as 08:00 pm. É uma coisa importante pra eles então eu vou.– O menino diz meio envergonhado. Eu sei que Jeon não gosta de espalhar que sua família é rica (tipo aquele povo da tv que parece que caga notas de 1 e limpam com notas de 5).

        – Então a gente fala sobre isso depois de amanhã, esses jantares nunca têm hora exata pra acabar.

        – É verdade, Hyung.– Uma longa pausa do outro lado da linha. Espero que Jungkook fale mais porque se for pra eu falar, não vai sair nada. Essa conta de telefone dele vai sair cara pra um caralho.

        – Jungkook?

        – Desculpe. Enfim… E-eu tenho que procurar a minha “roupa de eventos importantes do papai”.– Jeon ri fraquinho do outro lado da linha e eu não pude deixar de imaginá-lo colocando a mão na frente da boca, num ato de vergonha.

        – Tudo bem, Jeon. Eu preciso comer mesmo– Me deito no sofá sentindo aquela velha amiga se deitar por cima de mim. Preguiça o nome.

        – Tchau, hyung, eu te amo. Beijos.– O menino disse mesmo que me ama? Ama?

        – T-tchau Jeon. Beijos.– Ouvi um suspiro do outro lado da linha, ele deve tá afastando o celular do ouvido– te amo também.

        Ouvi o barulho de coisas caindo do outro lado e mais tosses, em seguida a chamada foi encerrada. Ele deve ter se engasgado com o suco de novo.

        Preguiçosamente, me levanto do sofá deixando por lá mesmo meu celular e o casaco que usei no passeio com Misa. Vou até minha cozinha, abrindo a geladeira e tirando de lá alguns legumes pra botar no miojo. Miojo com pimentão verde e tomate não é miojo.


 

(...)

 

Agora, estou eu sentado no sofá, eu abri as pernas dele, e estou com os pés esticados. Vendo alguma coisa inútil na tv e comendo meu macarrão com legumes e resto da carne do almoço. Isso aqui tá bom demais.

        Meu celular toca de novo, e eu, achando ser Jeon o atendi no segundo toque.

        – Jimin, filho.– Quase me engasgo com o som da voz do meu pai. Coloco a tigela de lamen de lado e volto o celular ao ouvido. É raro quando senhor Park me liga.

        – Oi pai.– Digo, ainda um pouquinho surpreso.– Faz meses que o senhor não liga.

        – Eu sei, por isso eu liguei. Na verdade tem dois motivos. Mas fale pro seu velho pai como andam as coisas aí no seu apartamento.– Ouvi o barulho de movéis se movendo então imagino que ele esteja se sentando pra falar comigo.

        – Vão bem, pai. Estou conseguindo pagar o aluguel sozinho.– Estufo meu peito pra dizer isso. O mais velho não achou que eu ia conseguir sozinho.

        – Isso é realmente bom, filho.– É impressão minha, ou esse velho tá falando com falsidade?

        – Também vou muito bem no emprego.

        – Oh, isso também é bom, rapaz. Na verdade, essa noticia é ótima. Que bom que está se dando bem no novo ambiente.– Dessa vez, sei que ele não tá falando por falar. Papai sempre valorizou todo tipo de trabalho, seja ele qual for. Ele até aprova prostituição, desde que ambas as partes concordem.

        – Fiz um amigo novo lá na escola de artes. O nome dele é Jungkook.– Lhe digo, sorrindo ao lembrar de Jeon e nossas brigas.

        – E você gosta dele? Como… Digo...– O homem limpa a garganta com certa força.– Romanticamente falando.

        – Não, pai. Olha ser bissexual não quer dizer que eu vá gostar de todas as pessoas que cruzem meu caminho. Encare isso como se eu visse todos os homens como mulheres e entenderá.– Tento lhe explicar de uma forma que entenda.– O senhor não gosta romanticamente falando de todas as mulheres que vê.

        – Se você põe assim, posso pensar melhor. Obrigado Jimin.– Só pela voz, sei que papai está um tanto desconfortável pelo rumo da conversa. Ele tenta se manter mente aberta pra não criar mais confusões, já que seus dois filhos– eu e Minnie, minha irmã– somos bissexuais.– O outro assunto que tenho, filho. Quero que vista sua melhor roupa social e venha aqui pra casa amanhã por volta das sete da noite, tudo bem?

        – Tudo sim, pai… Mas o senhor e a mamãe não estão tentando me noivar com alguma “garota que seria um ótimo partido”?– Faço aspas com os dedos pois sei que o senhor do outro lado da linha me conhece e sabe o que estou fazendo.

        – Não, Jimin. Só é um jantar de comemoração da nova filiação da empresa do papai.– O homem ri de si mesmo enquanto respiro aliviado por não ser outro noivado. Não quero deixar outra menina chorando.

        – Como vai a mamãe?– Pergunto apenas pra quebrar o gelo, aquela mulher se pudesse me ligaria dormindo.

        – Muito bem, parou de tomar os remédios pra rejeição do rim e nada aconteceu até agora.– Papai para de falar por cinco segundos e depois volta:– Na verdade, acho que ela está indo mais ao banheiro.– Ele dá uma risadinha contida. Deve tá no escritorio pra fzer isso.

        – Que bom que ela não precisa mais do remédio.

        – Pois sim.–  Entramos num silêncio que diferente do silêncio na ligação com Jeon não foi acolhedor. Tá mais pra constrangedor.– Até amanhã, Jimin.

        – Ah, sim. Até pai, te vejo amanhã.– Saio de meu transe falando essas palavras, quase atropelando uma na outra.

        – Tenha uma boa noite filho.

        A ligação se encerra e eu suspiro voltando minha atenção á tv, agora passa um filme porno e eu nem sei como foi parar no canal porno. Quer dizer, eu tava vendo transformers… Juro.

        Pego de volta minha tigela de comida, e ponho a tv no outro canal. Deve ter mudado quando eu tava procurando o celular.


Notas Finais


QUEM QUER O ESPECIAL DE 300 FAVORITOS??
Falta pouco (na vdd sla pq eu nem sei em qnts ta)


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