História Different World - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Originais, Raças, Rose, Universos
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Palavras 3.424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Sci-Fi, Shounen
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieeee :3

Estou tão feliz de finalmente postar essa história (*-*

Bom, essa história que vocês estão prestes a começar a ler, é uma ideia que eu tive e tinha/ainda tenho vontade de publicar, porém como eu quero saber o que as pessoas acham, aqui estou eu :3
Por isso é importante que vocês expressem suas opiniões, para que eu possa saber se estou errando em alguma coisa ^^


Bom, agradeço desde já e espero do fundo do meu coração que vocês gostem :3

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Different World - Capítulo 1 - Prólogo

A Terra já tinha sido invadida antes mesmo de descobrirem, seres diferentes dos humanos vagavam pelas ruas como se fossem iguais ao resto e por fora de fato eram, mas suas habilidades eram impressionantes e, literalmente, de outro mundo.

Depois da descoberta, as coisas mudaram, o mundo deixou de ser o mesmo, não apenas por criaturas de diferentes mundos e universos conviverem entre si, mas os humanos também estavam diferentes, se sentiam ameaçados em seu próprio lar.

Se todas as raças fossem organizadas em uma lista, das mais fortes para as mais fracas, as pessoas veriam o quão grave este problema seria para os humanos. Eles que são os mais fracos, os mais frágeis e pior, os únicos que não tem uma habilidade, que não conseguem fazer nada.

Entre os diversos poderes que as outras raças tem e as armas feita pelos habitantes naturais da Terra, é fácil a conclusão de quem venceria e de quem seria exterminado antes mesmo do começo.

A humanidade está em perigo e a pior parte é que ela ainda não se dera conta disso.

[...]

Vinte anos atrás.

A época em que a Terra ainda era de domínio dos humanos.

As ruas estavam como sempre, calmas, porém o lado podre da humanidade estava sempre presente. Ao redor de todo o globo aconteciam roubos, sequestros, assassinatos entre outras brutalidades que a humanidade foi e ainda é capaz de cometer.

Uma das provas de que ainda temos muito a aprender são as delegacias, que dia após dia precisam ir atrás de culpados, precisam botar pessoas na linha por elas não seguirem as regras de convívio básico em sociedade.

Porém o nosso foco neste momento é uma delegacia específica, a Mountjoy Garda Station. Foi com eles que aquilo aconteceu, ou no caso de vocês, leitores, aquilo que está prestes a acontecer...

Era apenas mais um dia de trabalho cansativo, tiveram que preencher algumas fichas por furto, ouvir a uma ligação de uma casa que havia pegado fogo acidentalmente, onde o responsável havia ligado para a polícia por não saber o número do corpo de bombeiros e infelizmente, pela falta de maturidade que algumas pessoas tinham, precisavam também atender as diversas chamadas de trotes que recebiam.

A Lua brilhava no céu e isso demonstrava que a noite reinava naquele momento, enquanto o satélite natural fazia seu percurso habitual os policiais que estavam de serviço realizavam a troca de turno, afinal é como os super heróis dizem, "a justiça nunca dorme".

Enquanto faziam calmamente a troca de turnos, enquanto alguns se preparavam para ir embora e poder finalmente dormir em paz e outros se preparavam para virar a noite acordados por conta da cafeína que iriam ingerir. Num determinado momento, o telefone toca, fazendo que todos os presentes naquela sala trocassem olhares, a atendente que estava mais perto do telefone, tirou-o do gancho sem muita demora.

– Olá, com o que posso ajudar? – Perguntou ela se sentando com calma na cadeira giratória enquanto olhava para os companheiros que estavam parados perto da porta. O computador ao seu lado tentava de forma frenética localizar o local de onde a chamada era feita, enquanto isso a policial se perguntava se era sério, não queria que esta chamada fosse apenas mais um dos trotes feitos naquele dia.

Olá. – Começava a se manifestar uma voz do outro lado da linha, a voz de sono da pessoa dificultava um palpite em sua idade, porém era possível reconhecer que era um tom de voz normalmente feminino. – Estou tendo um problema com o barulho feito pelos meus vizinhos.


– Ah sim. – Claro, considerando o horário, era bem provável que uma ligação deste tipo fosse acontecer, não que fosse muito normal, como algo que acontece todos os dias, porém também não é normal alguém as dez da noite estar se arrumando para ir dormir e ter a brilhante ideia de passar um trote para a polícia antes de dormir, tipo, quem nunca? – Eles estão fazendo uma festa ou apenas tocando música alta?

Na verdade, não consigo ouvir nenhuma música, então acho que não seria uma festa, mas não posso ter certeza, parece ter um grande número de pessoas lá dentro, eles na verdade estão falando muito alto e como são muitas pessoas, é como se estivesse acontecendo alguma confusão lá dentro e pior é que nem da pra entender o que eles estão falando. – Respondeu a mulher que ainda estava sonolenta, a associação era lógica, a vizinha com sono que tem que acordar cedo, não consegue dormir e então precisa acionar a polícia para que eles dêem um jeito.

– A senhorita já tentou pedir para que fizessem menos barulho? – Perguntou apenas para ter certeza. Ela olhava para seus companheiros de serviço com um olhar de quem está entediada enquanto rodava uma caneta com os dedos da mão direita.

Sim sim, fui lá antes de liga-los, porém não ouve comunicação, não atenderam a porta, acabei ficando mais algum tempo lá porém mesmo assim ninguém apareceu, então decidi voltar para casa. – Respondeu a mulher do outro lado agora com menos sono, então em relação a sua idade era possível chutar cerca de vinte e sete anos.

– Okay, qual o endereço por favor? – Perguntou para a pessoa do outro lado da linha, enquanto se virava e olhava para o monitor do computador que havia chego em uma área de trinta quilômetros, indicando que a mulher estava fazendo a chamada de algum lugar dentro desta área. Do outro lado da linha a mulher falou o endereço enquanto a policial anotava-o em um papel junto com algumas outras informações, apenas para não passar informações erradas para seus companheiros. – Obrigada, iremos mandar uma viatura. – Disse finalizando a chamada, ela então colocou o telefone no gancho, arrancou a folinha do bloco de papel e estendeu-o para frente enquanto voltava seu olhar para os demais policiais na sala. – Reclamação de barulho alto.

– Nós vamos. – Disse um policial enquanto seu parceiro concordava com a cabeça. – Já estávamos indo embora mesmo, podem deixar que nós vamos lá, ai depois deixamos a viatura aqui e vamos embora.

– Okay. – Disseram os outros dois, que por conta da troca de turnos iriam se encher de café para permanecerem acordados a noite toda, era sempre assim.

Os outros dois então saíram da sala, foram até a viatura e seguiam rumo ao destino escrito no pequeno pedaço de papel, um dirigia enquanto o outro mantinha a atenção nos arredores, afinal, é perigoso que policiais andem desprevenidos quando o Sol brilha acima de suas cabeças, imagina então na imensidão da noite.

Passaram algum tempo no percurso e finalmente chegaram, a viatura foi estacionada, então ambos saíram do carro, o policial, que estava no banco do passageiro, pega o pequeno pedaço de papel que marcava o endereço, apenas para confirmar se estavam no local certo e sim, realmente estavam, tanto que a sua direita estava a casa de quem fez a denúncia.

Os dois andavam até a casa e viam que a mulher que ligou não estava errada, o barulho que saia de lá era alto e incômodo, o estranho era que só ela tinha ligado, tipo, o resto não se importa com isso?

Eles então chegaram perto da antiga porta de madeira, digo antiga pois a parte de baixo demonstrava que já estava ali a tempo o suficiente para que até os cupins se aproveitassem, na verdade toda a casa demonstrava isso, paredes mofadas, janelas quebradas. Os policiais tinham uma visão logo de cara dos moradores dali e era bem capaz que não fossem os únicos a vê-los como relaxados, despreocupados e irresponsáveis, que nem se importam com o fato de a casa estar quase que caindo aos poucos, parecia mesmo que aquele lar havia sido abandonado, mas não era isso que a barulheira dizia.

Tocaram a campainha e nada, tocaram mais uma vez e nada, pelo visto uma parte daquela casa realmente iria abaixo, sua porta. Um dos policiais se preparou e avançou sobre ela, que pelo estado frágil que se encontrava, nem mesmo durou, caiu direto na primeira pancada.

Eles então seguiram adentrando o local, andaram pelo térreo, entretanto não acharam nada, nem ninguém, então seguiram e subiram as escadas, o andar também estava vazio, desceram as pressas e foram rodear a casa, afinal o barulho tinha que vir de algum lugar, até que um dos policiais finalmente achou a porta que ligava ao porão.

Ambos entraram no local, sendo guiados pela luz da lanterna que um deles segurava, foram andando pelo estranho local, parecia que estavam dentro de um filme ou jogo de terror, era escuro, cheio de teias de aranhas e conseguiam ouvir barulhos estranhos ao fundo e eram eles mesmos que estavam guiando-os.

O barulho ia aumentando, aumentando e então eles perceberam, não era apenas barulho, eram conversas, porém eles estavam realmente falando línguas estranhas, assim como estava escrito no papel, pensavam eles que poderia ser alguma língua perdida ou até mesmo latim.

Andaram mais um pouco, abusando da audição para que soubessem onde ir e finalmente chegaram na fonte do barulho, uma sala cheia, realmente cheia de pessoas, se tinham mulheres e homens, se tinham adultos, idosos e até mesmo crianças, a sala estava lotada e todos falavam aquela língua, o que era realmente estranho.

Os policiais conseguiram chamar a atenção e pediram para que todos fizessem menos barulho e um, por curiosidade, perguntou o que estava acontecendo ali, porém sem respostas, as pessoas apenas se olham e em seus rostos estavam estampados o que pensavam, o olhar confuso de quem não está entendendo nada, até que finalmente alguém veio do fundo e se aproximou, com medo, porém se aproximou.

– Nós estamos apenas fazendo uma reunião, senhor. – Respondeu de forma calma, porém seus olhos estavam agitados, era como se quisesse que aquilo acabasse rápido para continuarem o que estavam fazendo.

– Entendo... – Respondeu o outro policial, que cruzou os braços e olhou um a um algumas das pessoas da sala antes de voltar a olhar ao que os representava. – Então por que eles pareciam confusos quando perguntamos? Não poderíamos eles mesmos já terem respondido?

– É que eles não falam a nossa língua. – Respondeu como se fosse óbvio e realmente era, o que o representante não percebeu era que o policial queria chegar exatamente neste ponto.

– Então que língua eles falam? – Perguntou olhando-o sério, mentir agora não iria ajudar ninguém, só causaria mais problema e mais perda de tempo, porém contar a verdade também traria problemas para as pessoas da sala. O representante engoliu a seco e olhou para uma das crianças da sala. – Olhe para mim e responda minha pergunta, estou falando com você. – Disse o policial já ficando irritado.

– É uma língua perdida, não me lembro o nome. – Riu rápido e baixo como se quisesse deixar a conversa mais natural e menos séria, porém seu riso saiu forçado.

– Reunião do que mesmo que estão fazendo? – Perguntou o outro policial que estava estranhando tudo que ali estava acontecendo, não era uma simples reunião com simples pessoas, aquilo estava errado.

– É uma reunião para os preservadores desta língua, para que ela não desapareça. – Disse como se apenas jogasse as palavras para fora, ele dizia calmo, porém o suor que começava a escorrer por sua testa demonstrava que não era bem assim que se sentia.

– Acho que não iria se importar de ficarmos um pouco por aqui então. – Disse um dos policiais e então ambos começaram a andar em direções diferentes, praticamente rodeando as pessoas que estavam ali.

O homem fez que sim com a cabeça, porém o que ele mais queria era botar os policiais para fora dali, mas se fizesse isso ai sim seria estranho, então concordou e seguiu para falar com os demais, que não estavam entendendo nada do acontecido.

Estes homens que estão rodeando-os são os policiais deste local, ajam com naturalidade e finjam que não se importam com a permanência deles aqui. – Falou na língua desconhecida para os policiais, porém ele não sabia que um deles estava tentando descobrir qual língua era, então quanto mais ele falasse naquela língua, mais próximo da descoberta do policial eles estariam. – Vocês ficarão comigo nesta casa por mais algum tempo, para que eu possa explica-los como as coisas funcionam por aqui, antes eu peço para que se mantenham no mesmo lugar para que eu possa conta-los e ver se estão todos aqui. – Falou na esperança de que a conta desse certo, não seria bom chegar mais alguém enquanto os policiais estavam ali.

Ele ia contando pessoa por pessoa e para ter mais certeza do que estava a fazer, ele também apontava para as pessoas, para ter uma melhor noção de quem já contou e de quem ainda faltava adicionar a conta. Ficou por um tempo ali, até que um dos policiais percebe o que ele estava a fazer.

– Se você está tentando contar, tem vinte e oito, vinte e nove se contar com você mesmo. – Respondeu o homem que assim como seu parceiro, ainda estava a rodear as pessoas, tinha algo de estranho ali e ele sabia disso.

O homem que antes estava a contar, agora sentia o sangue subir para a cabeça, aquilo não podia estar acontecendo, não agora, faltavam duas pessoas, deveriam ter exatamente trinta, nem mais, o que não iria acontecer mesmo, e nem menos. Agora só lhe restava rezar, rezar para que os que estavam faltando não aparecessem agora, porém sabia que as probabilidades eram altas. Do outro lado o conselho só queria acabar com tudo o mais rápido o possível, mas isto iria colocar em risco todo o segredo que guardaram por anos.

– Obrigado. – Respondeu tentando parecer o mais calmo o possível. Ficou alguns segundos parado encarando uma garotinha mas não se dera conta disso, apenas tentava se lembrar do que iria fazer agora, do que iria dizer, afinal, não era tão simples fazer as coisas com os policiais ali, mesmo que falassem em outras línguas, afinal ele ainda teria que falsificar identidades para todos naquela sala, explicar pra que elas servem, dizer as regras básicas de convívio e distribuir os Dexters.

E bem, alguma força decidiu que estava no hora da humanidade descobrir, porque enquanto ele pensava outras duas pessoas apareceram e se juntaram aos demais, os policiais viram e depois se olharam, eles não tinham vindo pela mesma porta que esses dois, um dos policiais então foi ver de onde os recém chegados tinham surgido e o outro ficou ali esperado.

O policial que investigava a nova entrada estava em um corredor totalmente escuro, era uma área separada da entrada principal, a pergunta que rodava sua cabeça era apenas "Como?", ele e seu companheiro tinham andado por todos os cômodos da casa que estava acima deles, deram a volta na casa e só encontraram uma única entrada, então por onde eles teriam chego se não fora pelo mesmo lugar? Até que ele finalmente encontrou, era algo diferente, algo novo, nunca tinha visto qualquer coisa que se assemelhasse a isso, talvez tivesse visto algo parecido em um filme, mas agora não estava vendo um filme, era real, não sabia exatamente o que era aquilo, mas imaginava que era dali que os dois tinham surgido.

A visão que tinha era de algo em formato triangular, a parte interna do triângulo era linda aos olhos, parecia que estava a admirar alguma parte do espaço. Nas pontas do triângulo tinham algumas pequenas peças de metal, quase imperceptíveis, provavelmente eram elas que mantinham aquela "coisa" existindo.

O policial, então, voltou para onde todas as pessoas estavam e olhou para o cara que estava "organizando tudo", andou em sua direção com uma feição extremamente séria.

– Que coisa é aquela lá? – Perguntou sem enrolação, sem mais nem menos, foi direto ao assunto, aquilo não era um simples projeto. – E não ouse mentir, se não todas as pessoas daqui vão ser presas e isso inclui você.

– Eu não sou obrigado a responder isso, se quiser vá lá e descubra por conta própria. Só digo uma coisa zero um. – Ele disse cruzando os braços enquanto olhava para o oficial, que tinha um olhar nada amigável.

Os policiais realizaram uma troca de olhares e o que havia ficado ali, sem muita demora, pegou o rádio que estava pendurado em seu cinto e apertou o botão para se comunicar com a central, explicou rapidamente a situação e pronto, iriam mandar reforços, não tinha certeza de quantos, mas os dois que estavam no edifício iriam e, provavelmente, também iriam contactar os oficiais que estavam em seus horários de descanso.

Já passara da meia noite quando uma quantidade enorme de policiais estavam no local, eles levavam as pessoas ao monte para o prédio da Mountjoy Garda Station, onde estavam as prendendo até que a situação fosse completamente esclarecida.

Ainda na casa, os policiais que participaram de tudo desde o início aguardavam, junto com o "tradutor", a chegada do Coronel, afinal precisavam dele ali para que pudessem agir corretamente.

Por volta das duas da manhã, todas as outras trinta pessoas que estavam na casa já tinham sido levadas para a delegacia e o Coronel já havia chegado. Agora eles poderiam prosseguir.

– Como está coisa funciona? – Perguntou o policial de maior patente para o simples homem, que era o representante dos demais, enquanto seus companheiros seguravam-o para que não fugisse. – Pode começar o tutorial.

– O painel ao lado, está vendo? – Perguntou e pode ouvir o Coronel murmurar que sim, então continuou. – Nele você tem que colocar as coordenadas de onde dejesa ir, os primeiros dois números indicam o universo, os outros dois indicam o planeta e os três últimos indicam qual dos portais daquele local. – Respondeu sem demora, não tinha porque esconder, todos do outro lado estavam cientes de que uma hora ou outra os humanos iriam ter noção do que acontecia bem debaixo de seus olhos.

– Quer dizer que eu posso ir para outros universos apenas com isso? – Perguntou o policial não acreditando, mas não era porque estava surpreso, ele só achava que o "meliante", como via a pessoa a sua frente, era um mentiroso.

– Sim, se não acredita não posso fazer nada, mas se for tentar, sugiro que vá ao Conselho. – Sugeriu enquanto olhava sério, seu olhar demonstrava que estava falando a verdade, que não estava tentando engana-los. – O número de lá é o 01 - 01 - 001. O portal que deu origem a tudo. – Disse a última sentença mais baixo e deu um sorriso de lado.

O Coronel decidiu que iriam passar, porém que todos ali iriam, simplesmente pois ele tinha medo, medo do desconhecido, medo do que aguardava-os do outro lado. Mas, mesmo assim, eles foram, um dos policiais colocou a numeração e eles seguiram, passaram um a um pelo portal e chegaram a um lugar completanente diferente de onde estavam antes.

Dia 26 de outubro. O dia em que a humanidade finalmente descobriu tudo, finalmente conheceu as outras raças.

O lugar em que chegaram poderia ser definido como simétrico, como detalhado, limpo, bonito e não poluído visualmente.

Logo ao saírem pelo outro lado do portal foram recebidos pelo que pareciam ser seguranças, mas mais tarde eles também conheceriam pelo nome de "Protetores dos Portais". O ser que antes servia de representante, a partir deste momento passou a ser usado como tradutor, para que houvesse comunicação entre os Humanos e os Inritas e outras raças que também possuiam participantes no Conselho.

Mais tarde naquele mesmo dia, a Terra foi inclusa na Aliança de Paz, que era uma medida de segurança, onde todos os membros concordavam em não se atacarem e assim evitarem guerras e mortes desnecessárias. A Humanidade estaria segura, pelo menos por hora.

O tempo foi se passando e com isso a notícia foi se espalhando. O medo do novo, do desconhecido estava em todos os lugares. Pois depois de entrarem na Aliança, mais portais foram implantados em diversos lugares do mundo e o portal que deu início a tudo, se tornou apenas uma lembrança, foi desativado e ao seu redor fora construído o chamado Museu da Tecnologia. Com a chegada de seres de outras raças, as pessoas perceberam que não precisavam ter medo.

Outra coisa que deixou a população ainda mais tranquila, é a existência da Classificação de Planetas, que classificou a Terra (ou melhor, o planeta três do universo trinta e sete) como Passivo/Pacífico, ou seja, na saída de todos os portais se tinha o sistema de segurança, onde além dos protetores de tal portal, se tinha também uma máquina especial, que iria identificar a raça das pessoas que por ali passavam e as raças conhecidas por serem hostis não poderiam entrar apenas por vontade própria, não poderiam entrar sozinhas, elas deveriam entrar acompanhadas, tendo assim alguém que seria responsável por qualquer problema que sua estadia pudesse agregar.

[...]

Porém nem tudo é um mar de rosas, quem disse que todos aceitam os termos da Aliança de Paz?


Notas Finais


E então, o que acharam? :3

Eu espero muito mesmo que tenham gostado ^^
Estou tão animada (*-*

Mas bem, algum palpite do que pode estar por vir? :3

Espero que tenham gostado, estarei ansiosa aguardando os reviews e até a próxima :3


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