História Differents Lives - Capítulo 19


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Belieber, Chaz Somers, Ídolo, Justin Bieber, Kyra Santoro, Romance, Ryan Butler, Tragedia
Visualizações 244
Palavras 2.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🌸 Oii amores, como estão?
🌸 Mais um cap quentinho para vocês. Obrigada pelos 100 fav, vocês são fodas!!!!
🌸 Espero que gostem e desculpem os erros!

>>>>BOA LEITURA<<<<

Capítulo 19 - Threats


Fanfic / Fanfiction Differents Lives - Capítulo 19 - Threats

P.O.V Pietra Gabiatti

Segunda-Feira, 06 de junho de 2016, 09h00

Acordei assustada sem ter noção da hora e menos ainda de onde eu estava, abri meus olhos tentando me acostumar com a claridade que invadia o ambiente. Senti um peso na minha barriga e quando tentei me virar algo — alguém — me prendia na cama, rapidamente me lembrei de tudo que aconteceu e um sorriso involuntário surgiu em meus lábios. Me virei com cuidado para ficar de frente para ele, seu rosto estava marcado do travesseiro, a boca aberta fazendo com que um barulho baixo saísse dali. Um verdadeiro anjo no corpo de humano.

Justin parecia estar em um sono profundo e isso me deu uma ideia, ri baixinho para não o acordar e passei a ponta da minha unha por sua orelha, ele se mexeu resmungando e eu mordi meu lábio para a risada não ecoar por todo o quarto.

Respirei fundo para não acabar acordando-o com minha risada escandalosa e continuei com minha implicância, passava a unha e me afastava quando ele ameaçava acordar. Fui fazer de novo e uma mão segurou meus dedos, gargalhei.

- Eu sabia que era você desde o começo. — sussurrou fraco, rindo.

- Sem graça, achei que você estava dormindo. —  fiz bico.

- E eu estava, até você começar com isso e me acordar. Acordou faz tempo? — perguntou se sentando e me puxando para seus braços.

- Alguns minutos só, ia deixar você dormir, mas não queria ficar sozinha. —  olhei para a boca dele que estava convidativa, sorri.

- Que foi? —  perguntou rindo fraco.

- Nada amor —  sussurrei chegando mais perto da boca dele — absolutamente nada.

Puxei seu lábio inferior com meus dentes fazendo com que ele sorrisse no meio do beijo, começou carinhoso e logo se tornou urgente, eu precisava dele e ele de mim.

[...]

Ficamos mais algum tempo na cama e logo descemos para tomar café, Justin havia trago tudo que eu gostava de comer de manhã. Existe mais perfeito? Acho que não.

Comemos tudo em meio a risadas, Justin é um bobo que sabe como me alegrar. Gostaria de ficar aqui com ele para o resto da vida, sem mídia, sem problemas, somente eu, ele e o nosso amor. Mas infelizmente a realidade chama por nós e a preocupação com minha mãe já voltou a pairar sobre meu coração. Eu queria saber se ela estava melhor, se tinha acordado, mas para isso precisamos ir para o hospital.

Quando voltarmos para Los Angeles não sei como vai ser, minha mãe sempre foi muito orgulha e sempre quis ter as coisas dela, nunca quis dar trabalho para ninguém. Vai ser difícil de ela aceitar ficar na casa do Justin sem trabalhar.

Justin me disse enquanto tomávamos café que conversou com o Mike na hora que eles estavam planejando tudo isso que ele fez para mim, e ele confessou estar apaixonado por minha mãe, segundo ele, ela é a melhor pessoa que ele já conheceu. Mamãe nunca teve um homem de verdade e é disso que ela precisa, alguém que cuide dela da mesma forma que Justin está cuidando de mim. Mesmo conhecendo Mike a pouco tempo eu sei que ele tem capacidade de fazê-la feliz da forma que ela merece.

O pouco que sei dele é que ele tem uma filha um pouco mais nova que eu, quatorze anos se não me engano. Isso não seria problema, não para mim. Tenho certeza que para Dona Amélia também não.

Falando em idade, meu aniversario está chegando, Lily e Harry já estão me enchendo para que eu conte ao Justin e ele faça algo especial para mim, mas eu não acho que tenha motivos para comemorar, minha mãe está no hospital e meu pai na cadeia. De qualquer forma ainda temos um tempo para pensar nisso, a data ainda está um pouco longe ao meu ver.

- O que tanto pensa? —  sua voz baixa me fez despertar. Ele não me olhava, tinha sua atenção toda na estrada a nossa frente.

- Nada demais baby. —  acho que agora é a hora de contar.

- É o meu aniversário que está chegando. — me olhou surpreso.

- Quando que é? Você não me falou nada sobre isso amor. — suspirei.

- É no dia 29 de junho, ainda falta bastante. Nunca comemorei aniversario nenhum.

- Dezessete anos já, temos que planejar algo, vou falar com Mad para ver no que ela pode nos ajudar. Você tem falado com ela? —  me olhou de rabo de olho. Ri.

- Às vezes nos falamos, Lily está com ciúmes dela. Ela torce por nós dois, no começo tinha ciúmes, mas agora diz que te faço bem.

Sorriu sem olhar para mim e concordou com a cabeça. Senti sua mão em minha coxa fazendo um carinho de leve e me deixei levar ao pensamento de suas mãos passando por meu corpo na noite passada. Não foi carinhoso igual na primeira vez, mas sem dúvidas foi especial. Quando acordei minha intimidade estava ardendo um pouco mas acho que foi por eu não estar preparada e Justin ter ido com bastante força. Não disse nada para ele, é totalmente normal e ele ficaria preocupado a toa. Exagerado do jeito que é.

Uma lembrança vaga passou por minha cabeça fazendo com que eu engasgasse com a saliva, olhei para o Justin que me olhava assustado, meus olhos estavam marejando. Logo ele parou no acostamento.

- O que foi Pietra? Você está me assustando.

- Nós não usamos camisinha Justin. Meu Deus, como pudemos esquecer disso. Logo eu que sempre fui mui... —  me interrompeu.

- Calma, é só tomar pílula do dia seguinte, nada vai acontecer. É sua segunda vez, ninguém engravida rápido assim.

Suspirei aliviada e voltamos para a estrada. Fomos em silencio até o centro de Paris, mas não era um silencio bom, era um silencio pesado. Nós dois sabemos que eu não posso engravidar agora, minha mãe teria um treco. Somos muito novos.

Paramos em uma farmácia e olhei para Justin esperando que ele fosse comprar, óbvio que eu não iria, morreria de vergonha.

- Você não vai lá comprar? —  perguntou me fazendo rir de nervoso.

- Eu? —  sussurrei.

- Sim. Se eu for em segundos todos vão saber que transamos e ainda por cima sem camisinhas, ou que estou te traindo. É melhor você ir. Não precisa ter vergonha. — suspirei—  Toma, a senha é 975310 — me entregou seu cartão de crédito e desci do carro. Minhas mãos estavam soando.

Empurrei a porta fazendo com que um barulho chato chamasse a atenção da recepcionista. Cheguei perto do balcão e ela olhou-me de cima a baixo.

- Boa tarde, você tem pílula do dia seguinte? —  conforme eu fui falando minha voz foi abaixando por conta da vergonha.

- No corredor dois. — olhou espantada para a aliança que brilhava em meu dedo.

- Obrigada.

Fui para o local indicado por ela e tinha de várias marcas, peguei qualquer um, uma garrafa de agua e fui para o caixa. A senhora que estava atendendo me olhou com uma expressão estranha, como se eu fosse muito nova para estar comprando algo daquele tipo. Paguei e rumei em direção ao carro, tomando todo o cuidado para que ninguém visse que éramos nós que ali.

Abri a porta do passageiro logo me sentando no banco, Justin estava mexendo em seu Iphone. Tirei o comprimido da embalagem e joguei na garganta, tomei um bom gole da agua para que descesse sem agarrar em nada. Nunca fui fresca para tomar remédio.

Justin quando viu que eu já tinha terminado, me olhou com uma expressão de pena e meu coração logo apertou.

- O que aconteceu?

- Ligaram do hospital, pediram para irmos para lá, querem falar com a gente.

A vontade de chorar se fez presente em mim de novo, afundei meu rosto em minhas mãos sentindo Justin arrancar feito louco com o carro. Se o clima já estava ruim agora, agora piorou cem vezes mais.

Acontece uma coisa boa e duas ruins, uma proporção bem triste para quem já se ferrou tanto na vida. Vivo a espera do dia em que tudo irá se resolver e eu vou poder ser feliz com meu namorado. Esse mesmo que, estava com o rosto fechado e o maxilar travado olhando para o caminho em nossa frente. Quando ele fica assim me assusta, nunca sei o que ele está pensando.

P.O.V Justin Bieber

Depois dessa noite maravilhosa que tive com Pietra, é óbvio que algo ruim aconteceria. Essa não seria minha vida se eu não me ferrasse a todo instante.

Quando Pietra entrou na farmácia para comprar o remédio meu celular tocou, era do hospital onde Amélia está internada. Depois de muita insistência da minha parte eles me disseram que ela teve uma piorada durante a noite e estava no CTI, como eu diria isso para a minha menina? Ela não pode perder a mãe em hipótese alguma, ela não suportaria.

Liguei para o Mike mandando que ele fosse para o hospital com minha equipe de segurança, pelo pouco que vi no twitter o inferno estava formado na frente do mesmo, muitos paparazzi e fãs faziam cercas impedindo a entrada e saída de pessoas. Eles não têm limites.

A raiva já tinha tomado conta do meu corpo, o preço que estou pagando por aquele hospital já era para ela estar em casa e bem, e não ter piorado. Incompetentes.

 Meu maxilar travado e minha cara de bravo entregava o quão puto eu estava, pude sentir os olhares de Pietra sobre mim a cada instante, mas em momento algum eu me permiti olhar para ela. Sabia que seu olhar seria fatal, eu desabaria ali mesmo após gritar coisas que ela não precisava ouvir.

Quando ela desviou o olhar para a janela eu me permiti por breves segundas olhar seu rosto, ela estava chorando, puta que pariu. A minha garota estava chorando.

Direcionei minha mão para seu rosto e sequei suas lágrimas, fazendo em seguida um carinho em suas bochechas, sem desviar meu olhar da estrada.

Chegamos na frente do hospital e confirmei todas as minhas suspeitas. O lugar estava impossível. Deixei que os seguranças levassem Pietra primeiro e fui logo depois, cercado pelos mesmo.

Entramos e o doutor já nos esperava em sua sala, rumamos pelo mesmo caminho que fizemos ontem. A porta estava aberta e entramos sem pedir permissão, a ocasião dispensava educação.

- Justin, Pietra. — suspirou —  sinto muito que tudo tenha corrido dessa forma, a cirurgia ocorreu bem mas as 24h de pós cirúrgico não ocorreu como esperávamos. Sua mãe sofreu duas paradas cardíacas e está em coma. Estamos procurando um doador de sangue para ela, mas seu tipo sanguíneo é raro. Buscamos informações em seus dados e vimos que nem o da Senhorita Gabiatti é compatível. — suspirei com raiva olhando para o doutor. Mas espera, Pietra é filha dela.

- Qual é o tipo sanguíneo dela? —  perguntei tentando me manter calmo.

- B+, extremamente raro. —  pera...

- É o meu tipo sanguíneo, eu posso doar o sangue para ela. —  Pietra me olhou de olhos arregalados.

- Nós não podemos aceitar sangue de pessoas que possuem tatuagem, sentimos muito. —  visivelmente a esperança dela se desfez, fazendo com que uma lágrima escorresse por sua bochecha. Ninguém faz a garota do Justin Bieber chorar.

- Eu vou doar o sangue e vocês vão fazer a transfusão para ela, sendo proibido ou não. — praticamente gritei e os dois me olharam assustados.

- Senhor Bieber, não podem... —  o interrompi.

- Eu quero falar com o responsável por esse hospital, agora. —  nessa parte eu gritei.

Pietra se encolheu na cadeira enquanto o doutor foi chamar o responsável. Cheguei mais perto dela e fiz carinho em seu cabelo.

- Desculpa se te assustei, só quero o bem de sua mãe. —  depositei um beijo em sua testa e a porta foi aberta novamente.

- Boa tarde, poderia me acompanhar para que possamos resolver isso? — um velho grisalho disse parado da porta. Mandei um olhar reconfortante para o meu amor e o segui.

Entramos em uma outra sala completamente branca e ele se sentou, chamando-me para me sentar também.

- Senhor Bieber, o doutor que está cuidando da Senhora Gabiatti me disse o Senhor deseja fazer uma doação de sangue para ela, mas vai contra as regras do nosso hospit....

- Escuta aqui tio, eu não quero saber as regras desse hospital. Vocês vão fazer a transfusão sendo autorizado ou não. E isso vai acontecer agora antes que ela piore. Se algo acontecer com a Amélia enquanto ela estiver aqui dentro a única coisa que vai sobrar desse hospital são as histórias sobre ele. Eu sou o Justin Bieber e eu posso acabar com tudo isso aqui em segundos, estamos entendidos? —  o olhei com a sobrancelha arqueada.

-C-claro. — frouxo.

- Ótimo. Foi bom conversar com você.

Saí da sala e fui em direção ao local certo para fazer a transfusão.


Notas Finais


Grupo no wpp: https://chat.whatsapp.com/AbVMw9nbeqs1d7OqLfENaz
Leiam a estória de uma leitora minha: https://spiritfanfics.com/historia/the-biebersjustin-bieber-10301282

Até o próximo.
Xoxo, Va!


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