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História Diga Que Me Ama (SEMI) - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Capítulo 12


Demi Narrando






Selena voltou a me beijar intensamente,tomando meus lábios para os seus de uma
forma lenta e carinhosa, suas mãos espalmaram por minhas costas e afagou aquela região por cima da minha blusa. Eu não estava conseguindo raciocinar direito, apenas sentia a sua boca quente na minha e eu retribuía como automaticamente. Minhas mãos muito bem pousadas em seus ombros enquanto aos poucos a minha mente começava a formula o que estava acontecendo, o carro da Selena tinha parado no meio da estrada por falta de agua, conseguimos uma garrafa de agua com um desconhecido bem educado e então comemorei por termos conseguido, e me joguei em seus braços. Foi então que nos beijamos. Meu cérebro deu um 360 graus, é a segunda vez que estamos nos beijando, depois de meses de eu ser abandonada na igreja, eu nunca mais tinha tido um contado desses com outra pessoa e olha só a minha situação. Bruscamente saio de seus braços e descolo nossas bocas, isso acaba soando um estalinho pela brutalidade. Automaticamente a minha mão vai de encontro com a bochecha da branquela, deixo uma bofetada um tanto forte.

- Ai meu Deus – Levo a minha mão até a minha boca – M-me desculpa Selena, céus que diabos eu fiz?

- Está tudo bem – ela colocou a mão
em sua bochecha e alisou.

- Não está nada bem – Entrei em pânico– Olha só a merda que eu fiz, eu te bati.

- Calma Demi.

- COMO CALMA? – Choramingo
desesperada – Eu dei um tapa em seu rosto, me perdoa, por favor.

- Eu já disse que está tudo bem, a culpa é minha – ela se afastou um pouco e se apoiou em seu Impala – Eu que acabei te beijando.

- Não, não, não – Neguei freneticamente– Não é culpa sua.

- Só se acalma, por favor – ela pediu, sua bochecha está bem vermelha já que o seu tom de pele é claro.

- Me perdoa – Ajunto minhas mãos – D- depois de tanto tempo e-eu nunca mais tive contato com mais ninguém, a-acabei entrando em p-panico.

- Relaxa.

- Eu acabei com o clima – Faço um bico – Eu sou uma inútil mesmo.

- Não, você não é – balançou a
cabeça – Você não quis esse beijo e eu te respeito por isso.

- Não é isso Selly– Grunhi em desespero – Eu quis esse maldito beijo, eu só fiquei em choque.

- Já disse, relaxa.

Eu sabia que ela estava um pouco
afastada de mim por conta do tapa que dei, isso só me deixava mais desesperada quase pra chorar. Selena ficou em silencio depois da nossa conversa, ela ainda acariciava a região vermelha e olhava para o lado, me evitando. Jogo todo o meu medo no inferno e me aproximo dela, removo a sua mão do rosto e substituo por meus lábios, plantando vários beijos molhados em sua bochecha. Selena me olhou surpresa, seus olhos castanhos estão acinzentados e isso me arrepiou. Encaro seus lábios inchados pelo recente beijo, suspiro pesadamente e dou-lhe um selinho. Senti minhas bochechas pegarem fogo pelo meu ato.

- Me perdoa – Planto um beijo estralado na sua bochecha – Não fique de mal de mim.

- Eu te perdoo – sorriu, fiquei
aliviada com isso – Está tudo bem, Demz.

- Isso tudo é tão novo para mim, Selly – Deito a minha cabeça em seu peito – É como se eu fosse adolescente novamente.

- Eu te entendo – Senti seus braços me agarrarem contra o seu corpo – Você passou por algo conturbado e que acabou pegando trauma.

- Exatamente – Concordo, a minha voz saiu baixinha – Por isso que é algo novo para mim.

- Se você não quiser, eu paro.

- Eu quero Selly– Suspiro levemente –
Preciso começar a vencer os meus medos.

- Você vai conseguir – segurou os
dois lados do meu rosto e me fez olha-la – Já estou orgulhosa de você por ter dado o primeiro passo.

- Me sinto mais...normal – Sorrio
timidamente, a branquela selou nossos lábios em apenas um tocar e se afastou para me fitar.

- Vou colocar agua no carro e te levar para casa – Avisou me dando mais um selinho.

Selena pegou a garrafa de agua que foi  parar no chão quando começamos a nos beijar minutos atrás, ela colocou agua no carro e finalmente conseguimos seguir em frente naquela estrada. O clima voltou ao normal, a fazendeira ligou o radio deixando em uma musica agitada e ela começou a cantar, sua voz rouca me fez sorrir como uma idiota. Encosto a minha cabeça na janela do carro e toco meus lábios com meus dedos, céus, que beijo foi aquele? Nunca senti tantas eletricidades em meu corpo como senti naquele beijo. Olho de lado só para flagrar a branquela com um sorriso de canto, ela tinha visto eu tocando meus lábios.

- Algum problema com seus lábios? – questionou com uma voz maliciosa.

- Só estava verificando...se está inteiro – Pisco um olho.

- E está? – tirou uma mão do
volante e deixou pousada em minha coxa.

- Aparentemente sim – Solto uma risada

– Porque você é tão boba?

- Não sei –  deu de ombros – Mas
dizem que a minha bobeira atrai muitas pessoas.

- Te iludiram muito cedo – Faço uma careta, sinto a sua mão acariciando a minha coxa, prendo respiração na hora.

- Deve ser – ela me olhou
rapidamente – Estamos chegando.

- Huh, daqui a pouco vai dar meia noite – Mordo o meu lábio.

- Seus pais ainda estão acordados –
Ela disse assim que parou em frente de minha casa, ela foi a primeira a sair do carro e eu logo em seguida.

- Graças a Deus – Escutei a voz de
minha mãe, não tardou para aparecer em nossa visão.

- Onde vocês estavam? Aconteceu
alguma coisa? Porque demoraram para chegar?– Meu pai disparou as perguntas.

- Calma vocês dois – Faço sinal com a mão pedindo por calma – Aconteceu que o carro da Sellena deu problema no meio da estrada e tivemos que esperar por alguém passar para nos ajudar.

- Porque não me ligou? – Meu pai me encarou, sua expressão está bem séria.

- Não tinha sinal algum, simplesmente sumiu – Digo desanimada.

- Não briguem com ela, a culpa é minha – Selena entrou em minha frente – Eu que esqueci de deixar uma agua reservada.

- Está tudo bem querida – Minha mãe sorriu docemente para ela – Só ficamos preocupados.

- Eu não sou uma criança – Protestei – Não precisam ficar tão preocupados assim.

- Mas filha..

- Mas nada – Corto a fala de minha mãe – Eu tive uma tarde maravilhosa, nada iria me abalar para algo de ruim acontecer.

- Acho que é a minha deixa – Selena
jogou os cabelos para trás – Eu já vou ir.

- Espera Selly.

Meus pais se despediram da Selena com abraços calorosos e agradeceu ela por ter cuidado de mim, revirei os olhos com aquilo mas sabia que é verdade, a cowgirl é um anjo em minha vida. Meu pais entraram dentro de casa para nos dar liberdade, e eu me aproximei de Selena. Ela abriu um enorme sorriso e me envolveu em seus braços fortes.

- Tenha uma boa noite Demz– 
afagou a minha bochecha – Durma bem.

- Quando vamos nos ver novamente? – Faço um carinho gostoso em sua nuca.

- Em breve, eu prometo –  soltou
uma risadinha e me deu um rápido selinho – Você vai ficar bem?

- Vou sim, estarei te esperando
ansiosamente para te ver novamente – Seguro o seu rosto para beijar seus lábios, um selinho
longo dessa vez – Boa noite, Selly.

- Também estarei ansiosa.



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