História Dilemas - Laylor (história adaptada) - Capítulo 23


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Categorias Orange Is the New Black
Personagens Personagens Originais
Tags Laura Prepon, Laylor, Oitnb, Taylor Schilling
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Palavras 2.948
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 23 - 23


4 anos depois…

A diretora da instituição com a qual eu acabara de fechar um novo contrato caminhava ao meu lado, mostrando-me, orgulhosamente, as instalações recém reformadas do prédio. Ela contava animada que aquela reforma, e também a implantação do projeto de psicopedagogia, só foram possíveis devido aos esforços incansáveis de uma ONG que os apoiava, vez que o governo mal disponibilizava verba para as despesas básicas. A alegria dela era contagiante, e eu, além de me sentir contaminada, estava também muito feliz por finalmente poder iniciar um projeto em uma instituição pública. Era uma oportunidade maravilhosa de entrar em outros nichos e adquirir ainda mais conhecimento em minha área. Além disso, o cunho social daquilo me encantava. Estava até pensando em uma segunda graduação, em serviços social. Acho que seria muito gratificante para mim poder ajudar mulheres e crianças que sofrem algum tipo de abuso doméstico, entender melhor essas pessoas, poder dar a elas um suporte que pudesse trazer alguma melhoria para suas vidas… O tempo passava, mas mesmo assim não havia um dia sequer que eu não me lembrasse de todo aquele terror vivido por Carrie e João nas mãos do psicopata do Henrique.

Como será que ela está? Será que está feliz, finalmente? Espero que sim… 

Fui tirada dos meus devaneios pela diretora, que agora me mostrava as novas mesas e bancos do refeitório. Ela me dizia que aquele espaço era do qual ela mais se orgulhava, pois antes da reforma estava deplorável e inutilizável, devido a um vazamento no encanamento, que deixava o ambiente o tempo todo alagado e com um mau cheiro insuportável. Passei as vistas pela grande sala, encantada com as paredes coloridas e com a vida do espaço, sem conseguir, de forma alguma, imaginar que aquele lugar se tratava do mesmo que ela acabara de me descrever. Caminhamos mais para o meio do salão e dei um giro para poder ter uma visão melhor do ambiente. Foi quando a vi… sentada, sozinha, em um banco comprido, tendo metade do corpo coberto pela mesa a sua frente. Linda, absolutamente encantadora, mas com um olhar triste, de cortar o coração. Ela estava distante, olhando para o nada. Acho que estava chorando. Senti um aperto no peito, uma vontade incontrolável de caminhar até lá e consolá-la. Fiquei tão anestesiada por aquela imagem que simplesmente parei de escutar o que a diretora continuava a falar, sem parar, ao meu lado. Não me contive.

- A senhora pode me dar licença, só por um instante? – Pedi, sem tirar os olhos do meu alvo.

- Claro, querida! Está tudo bem? – Ela olhou para mim e seguiu o meu olhar até a mesa.

- Si… sim… – Gaguejei. – Eu só quero ir até ali, ver o que houve com ela. Tudo bem?

- Tudo. – A mulher sorriu e completou: – Vejo que você é manteiga derretida, igual a mim. Não pode ver lágrimas.

Sorri de volta para ela, mas nada respondi. Caminhei lentamente até a mesa, sem que ela notasse a minha aproximação. Fiz a volta e parei por trás. Fiquei um tempo a observando, ouvindo o choro baixinho e sofrido, morrendo de vontade de acariciar seus cabelos. Dei um passo para o lado e sentei no banco, de costas para a mesa, ao lado dela. Só então fui percebida. Meio assustada, ela me encarou com olhos arregalados.

- Oi! – Falei, tentando usar o tom mais suave que consegui, mas ela se encolheu e se afastou um pouco.

- Oi! – Respondeu-me quase sem som, tentando desviar o olhar do meu.

- Quer me dizer por que está chorando? – Ela fez que não com a cabeça e se encolheu, completamente acuada. – Eu só quero te ajudar… ser sua amiguinha. Fala para a tia o que está acontecendo?

Depois de longos segundos me avaliando, ela finalmente falou:

- O Matheus “quebô” a perninha da minha boneca, olha.

Ela levantou as mãozinhas e me mostrou, em uma, a boneca perneta, e na outra, o membro decepado.

- Ah, não! – Falei, fingindo espanto e levei uma das mãos à boca. – Esse Matheus é um danadinho, não é?

- É. Ele não gosta de mim.

Ela fez um beicinho tão lindo, que eu quase a puxei para os meus braços para apertá-la. Percebi que a perna da boneca estava só desencaixada e falei:

- Não precisa mais ficar triste. A tia vai consertar a boneca pra você.

Pedi a boneca, e ela me entregou. Encaixei a perna no lugar, entreguei de volta para ela e recebi o mais lindo de todos os agradecimentos. Um sorriso genuinamente satisfeito, mais do que iluminado. Meu coração aqueceu.

- “Obigada”, tia! – Agradeceu-me e abraçou forte a boneca.

- De nada, linda! – Sorri emocionada. – Qual o seu nome?

- Sofia.

- Sofia, seu nome é lindo! – Sorri. – Eu sou a Taylor, muito prazer.

- Muito “pazê”. – Falou, tentando imitar o meu tom de voz, já bem animada. Depois deu uma risada muito gostosa. – Você tem um bebê na sua barriguinha?

- Tenho sim! – Impressionei-me com a perspicácia dela. – O nome dele é Rafael. Ele vai nascer daqui a uns meses.

- Ele pode ser meu amiguinho?

- Claro que sim. Acho que ele vai adorar ter uma amiguinha tão linda e simpática como você. Ebaaaaaaa… – Ela lançou o corpinho contra o meu, agarrou minha barriga de seis meses de gravidez com as mãozinhas e depois deu um beijo nela. – Oi, Rafael, vou ser sua amiguinha, tá? Mas “pomete” que não vai “queba” a perna da minha boneca?

- Ele promete, meu amor. Pode deixar.

Sofia devia ter no máximo uns três anos. Os cabelos negros, armados acima do ombro em cachos fartos, adornavam o lindo rostinho moreno de traços delicados e olhos expressivos. Conversamos por mais um tempo, e ela se mostrou cada vez mais meiga e esperta. Eu não conseguia esconder o meu encantamento por ela. Estava abobalhada, muito provavelmente impulsionada pelos hormônios da gravidez e pelos instintos maternos já aflorando em mim. Laura e eu já havíamos conversado sobre adoção, mas tínhamos concordado que, por conta na demora no processo, nosso primeiro filho seria biológico. Engravidamos do Rafael e decidimos que depois que ele ficasse maiorzinho nós iríamos em busca de uma criança. Será que ela vai surtar se eu fizer uma proposta dessas? Duas crianças de uma vez só? Mas espera, por que eu já estou toda animada? Talvez a Sofia nem esteja disponível para adoção. A maioria das crianças daquele abrigo estavam, mas eu sabia que algumas delas estavam internadas lá apenas provisoriamente, aguardando que os pais voltassem a ter condições de cuidar delas. Tendo ciência disso, decidi me afastar antes que me envolvesse mais. Despedi-me dela com dificuldades, mas o fiz. Ela correu para brincar com os coleguinhas, e eu fui a procura da diretora, que já estava envolvida em outra conversa, dando algumas instruções para as cozinheiras do refeitório. Quando notou a minha presença, pediu licença às duas senhoras e voltou a atenção novamente para mim.

- Então você conheceu a Sofia?

- Sim! – Sorri. – Ela é um encanto de menina. Fiquei apaixonada.

- Ela é um doce e muito esperta também. Está aqui há quase um ano. Os pais envolvidos com o tráfico de drogas. A mãe foi assassinada e o pai está cumprindo pena. – Falou com pesar.

- Está esperando que ele saia para recuperar a guarda?

- Que nada, minha filha. Ele pegou mais de 20 anos por assassinato. Nem que ele quisesse, teria mais direito à guarda dela.

- E a família? Os avós ou outros parentes…

- Nunca ninguém se manifestou. Sequer procuraram saber sobre a menina. É uma pena. – Falou com um olhar triste.

- E nunca ninguém se interessou em adota-la?

- Sabe como é… – Ela tinha um pesar muito grande na voz ao falar. – Ela já é grandinha, negra… os casais interessados em adotar, normalmente, preferem recém-nascidos brancos. Crianças como a Sofia, geralmente, ficam pulando de lar em lar até completarem dezoito anos e acabam crescendo com uma amargura imensurável, muitas vezes até entrando no mundo das drogas ou do crime.

- Isso é realmente lamentável.

Lutei para não fazer a próxima pergunta, mas foi mais forte do que eu.

- E se eu quiser adota-la?

- Você fala sério? – Perguntou-me espantada.

- Sim… – Respondi animada, mas depois a realidade pesou. – Quero dizer… eu teria que conversar com a minha esposa antes, claro. Nós pensamos em adotar uma criança, mas agora eu estou grávida. Tenho que ver se ela concorda, afinal, seriam duas crianças ao mesmo tempo.

- Bom, Taylor, eu entendo que talvez seja pesado para vocês, mas confesso que seu interesse me deixou muito feliz. Só de pensar que a Sofia seria criada por alguém como você… nem conheço sua esposa, mas, se casou com você, deve ser uma boa pessoa também. Seria um lar lindo para ela, ainda mais com um irmãozinho…

A mulher estava muito animada e mais uma vez me contagiou.

- Olha, eu estou lisonjeada com os seus elogios e verdadeiramente emocionada com a possibilidade de ser mãe da Sofia. – Uma lágrima já escorria no canto do meu olho apenas com a expectativa de aquilo se tornar real. – Não sei se são os hormônios da gravidez, mas foi só olhar para ela para sentir essa ligação entre nós, sabe?

- Sendo assim, você não pode perder a oportunidade. – Deu-me um sorriso largo.

- Acho que a Laura vai surtar. – Sorri em um misto de nervoso e alegria.

- Traga-a aqui. Não deixe que ela tire nenhuma conclusão antes de conhecer a Sofia.

- Tem razão. Farei isso.

Concordando com as palavras da diretora, optei por não mencionar nada com a Laura antes que ela conhecesse a Sofia, pois eu a conhecia o bastante para saber que, embora ela vestisse aquela máscara de pessoa sem sentimentos, por dentro dela existia uma boba de coração de gelatina, completamente alucinada por crianças. Mas eu tinha ciência de que se eu apenas falasse, jamais conseguiria causar nela o mesmo efeito de um contato presencial com a menina. Laura, com certeza, ficaria encantada com o misto de doçura e esperteza dela. No dia seguinte, eu a acordei já com um plano elaborado e, lógico, usei todo o meu charme e poder de persuasão sobre ela para convence-la a me acompanhar até o abrigo.

- Bom dia, amor da minha vida! – Falei baixinho em seu ouvido, depois de ter deixado diversos beijinhos em suas costas e pescoço.

- Bom dia, meu amor!

Laura era uma criatura noturna. Nunca dormia antes das 2h da madrugada e nunca acordava antes das 8h. Quando ela levantou a cabeça para ver a hora no relógio da mesinha de cabeceira, espantou-se.

- Por que está me acordando as 6h da madrugada?

- Madrugada? O sol já nasceu, sua preguiçosa. – Falei em um tom divertido.

- Você está tirando onda com a minha cara, não é? Vou dormir de novo. Adeus!

- Ah, não! Pode acordar. Nós vamos sair.

Enquanto eu falava, tirava de seu rosto o travesseiro que ela acabara de usar para cobrir os olhos. Repeti o gesto com as cobertas. Ela bufou em frustração, mas depois virou para mim, resignada, mudando sua expressão para uma de total preocupação.

- Sair? Para onde? Você está sentindo alguma coisa? É alguma coisa com o bebê?

- Não, amor. Eu só quero que você venha comigo no abrigo, antes de ir para o trabalho.

Ela se sentou na cama e me encarou com uma expressão confusa.

- Quer que eu te leve? Já está ficando ruim para dirigir? Eu disse que você deveria parar. E se sentir alguma coisa enquanto dirig….

- Não é isso. Quero que você vá comigo lá. – Fiz uma pausa e a encarei. O olhar dela, àquela altura, estava mais confuso ainda. – Quero que conheça uma pessoa.

- Que pessoa?

- Confie em mim. Quando chegar lá, você vai descobrir.

- Uh! Isso está me cheirando a golpe.

- Que absurdo! Por que me tomas dessa forma?

- Quem não te conhece que te compre, Taylor.

- Você me comprou.

- Sim, porque eu mal te conhecia, na época.

- E se me conhecesse não teria me comprado?

- Não sei… – Ela levou uma mão ao queixo e franziu o cenho, como se estivesse pensando em uma decisão.

- Cuidado com o que vai dizer. – Fingi um tom sério para provocá-la.

- Claro que sim, meu amor. Compraria todas as ações. Única dona.

Ela se lançou sobre mim, com cuidado para não pressionar minha barriga, e me tomou em um beijo carregado do mais doce e intenso amor. Não importava quanto tempo passasse, as borboletas nunca deixavam de se agitar em meu estômago quando ela me beijava daquele jeito. Precisei de muito esforço para interromper o momento, mas não podia mais esperar pelo encontro das duas.

- Vem, vamos tomar banho.

- Ui… Adoro fazer amor no chuveiro.

Falou em meu ouvido com um tom absolutamente sedutor, fazendo meu corpo se arrepiar inteiro. Mas eu fui forte e resisti.

- Nada disso, sua tarada. Estamos atrasadas.

- Me acorda às 6h da manhã e ainda me deixa na mão. – Bufou.

No fim, mesmo me esforçando, não consegui resistir aos encantos dela. Acabamos demorando no banho mais do que eu havia calculado.

Impossível não sorrir abobalhada, enquanto Laura nos guiava até o abrigo. Nunca pensei que pudesse ser tão feliz e tão plena na vida. Nosso casamento superava todas as minhas expectativas. Laura, maravilhosa como sempre, não me deixava faltar amor, carinho, cuidado, atenção e… muito sexo. O nosso fogo parecia inesgotável. A família dela se tornou a minha também. Eles me acolheram de forma tão calorosa que era como se eu tivesse nascido e me criado com eles. A minha sogra acabou se tornando uma grande mãe para mim também. Uma mulher de um coração gigantesco e de um amor perene. Impossível não ama-la de volta. Minha mãe também havia cumprido a promessa dela e estava de volta ao Brasil permanentemente. Ela e o marido estavam morando no meu apartamento e nos víamos quase todos os dias. Sam e Ben também casaram, algum tempo depois de nós. Eles estavam mais felizes do que nunca e até se animaram em ter um filho depois que Laura e eu engravidamos. Eu, finalmente, não me sentia mais sozinha no mundo. A chegada do Rafael e a possibilidade de ser mãe de Sofia só aqueciam ainda mais o meu coração.

Finalmente chegamos ao abrigo. Durante todo o caminho, Laura me fuzilou de perguntas, mas me mantive impassível na minha decisão de não falar nada. Fomos direto para a sala da diretora e eu as apresentei. Conversamos por alguns instantes e logo uma das monitoras apareceu na sala, segurando a mão de Sofia que, quando me viu, correu animada em minha direção, como se já me conhecesse de longas datas. Eu não tinha como critica-la, pois me sentia exatamente da mesma forma. Não sabia o porquê, mas era como se ela já fosse a minha filha. Olhei de soslaio para Laura e vi que ela nos observava com curiosidade. Voltei minha atenção para Sofia e a recebi com um forte abraço.

- Oi, minha lindinha!

- Oi, tia! Você trouxe o Rafa pra me ver?

- Trouxe sim, meu amor. Ele estava morrendo de saudade de você. Ficou pedindo assim: “Mamãe, mamãe… me leva pra ver a Sofia?”

- Mentira… – Gargalhou descrente. – Ele nem sabe falar ainda.

Todas nós rimos da esperteza dela, inclusive Laura. Bingo! Está funcionando.

- Sofia, essa aqui é a tia Laura. Ela é o amor da vida da tia Tay e vai ser a outra mamãe do Rafael. Diz oi pra ela?

- Oi, tia Laura! – Disse, sorrindo, com certo encantamento no olhar.

Laura tinha um poder mágico com crianças. Ela sorriu de volta para Sofia, mas antes de falar, virou-se para mim e soltou:

- Já saquei tudo, viu, sua danada? Golpe baixo. – Olhou-me com reprovação e depois se agachou na frente de Sofia para que ficassem na mesma altura. – Oi, Sofia. Você é uma menininha muito linda e muito esperta, sabia? Posso te dar um abraço também?

Ela não respondeu. Apenas se jogou nos braços de Laura com um largo sorriso no rosto. Depois que se soltaram, Laura já estava sorrindo também. Sofia nos olhou e soltou a frase que foi o ultimato para arrebatar os nossos corações de vez:

- Tia, o Rafael vai ter duas mamães, né? Ele tem sorte. Eu não tenho nenhuma mamãe.

A tristeza com que falou isso fez com que meus olhos e os de Laura se enchessem de lágrimas. Não falei nada. Esperei por uma reação de Laura, e ela não me decepcionou.

- Sofia, você gostaria de ter duas mamães também?

- Siiiiiim…. – Ela levantou os bracinhos, sorrindo. – Muito, muito, muito.

- E se fossem duas mamães e um irmãozinho? Você ficaria mais feliz ainda?

A essa altura eu já estava tapando o rosto com as duas mãos, tentando conter a emoção.

- Ficaria, mas ele não pode “quebar” minhas bonequinhas.

Laura sorriu emocionada e me olhou.

- Sabia que eu te amo muito? Nem que eu procurasse por todo o universo, jamais encontraria alguém que me completasse assim.

- Isso é um sim?

Ela não me respondeu. Virou-se para Sofia e falou com ela.

- Sofia, você quer que a tia Tay e a tia Laura sejam suas mamães? Quer ir morar na nossa casa e ser irmãzinha do Rafa?

O olhar da menina era um misto de dúvida, surpresa, emoção e felicidade.

- Ebaaaa, ebaaaa, ebaaa… – Ela saiu saltitando pela sala. A diretora e a monitora, a essa hora, também já estavam muito emocionadas. – Vou ter duas mamães e um irmão. Ebaaa… eba… eba…

Laura levantou e me abraçou forte.

- Você me conhece, né? Sabia que eu não resistiria se a conhecesse.

- Sim, eu sabia. O teu coração não cabe dentro de você, e é por isso que eu te amo tanto.

- Eu também te amo, meu amor. Você faz de mim a mulher mais feliz do mundo. Que família linda nós vamos ter!

- A mais linda de todas, meu amor. Amo você!

FELICIDADE: qualidade ou estado de feliz; estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento, bem-estar.

Precisa dizer mais?

Dilema? Que dilema?

Se eu pudesse redefinir o título desta história, mudaria para: Amor… Simplesmente Amor. 


FIM


Notas Finais


Até logo... 😘❤


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