História Dilmer Moments - Capítulo 9


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Categorias Demi Lovato, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Personagens Originais, Wilmer Valderrama
Tags Casal, Demi Lovato, Dilmer, Ones, Romance, Wilmer Valderrama
Visualizações 150
Palavras 1.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Eu Preciso De Você


Flashback ON:

- Oi, Will...

- Como você está?

- Phil provavelmente já deve ter te falado, né...

- Ele me ligou, Demi, estamos preocupado com você, Phil disse que você está tendo muitas recaídas em relação a comida e a cortes...

- Eu só ando estressada, vai ficar tudo bem...

-  Você está sóbria? 

- Claro que estou, mas está difícil me manter assim.

- Você sabe que pode me ligar, não é? Se sentir vontade de fazer qualquer coisa, ou tomar qualquer coisa, me ligue, por favor.

- Will... 

- Eu me preocupo com você, nena, eu estou te dando o tempo e o espaço que você precisa, mas não posso deixar de me preocupar com você.

- Eu... Preciso desligar...

Escutei Wilmer suspirar do outro lado da linha.

- Onde você está?

- No estúdio.

- Você vai ficar bem?

- Eu não sei... Tchau...

- Tchau, se cuida, por favor.

- Eu te a... Até mais.

Flashback OFF:

(...)

As coisas estão desandando um pouco, quero dizer, vou entrar em turnê, estou estressada, pressionada, e nada está indo bem, eu não estou me alimentando bem e as pessoas a minha volta estão percebendo isso. Eu só quero sumir...

Tenho tantas coisas para fazer, mas a única coisa que consigo pensar é no saquinho de cocaína e na garrafa de vodca que estão em cima da minha mesa, eu estava quase me rendendo ao vício, quando lembrei da conversa que eu tive com Wilmer semana passada,eu não consigo lidar com isso, pelo menos não sozinha, eu chorava compulsivamente enquanto entrava em meus contatos e logo estava na linha com ele.

- Will...

Disse entre soluços.

- Demi, o que aconteceu?

Percebi a tensão em sua voz.

- Eu... Eu preciso de você aqui.

- O que você fez? Eu estou indo.

Escutei o barulho do trânsito.

- Você disse para eu te ligar se eu sentisse vontade de fazer ou tomar qualquer coisa, e eu realmente preciso que você venha rápido, Will, porque não sei se aguento mais.

- Eu estou chegando, hermosa, fique calma por favor, estou perto da sua casa. Você fez alguma coisa?

- Eu... Eu estou sangrando, estou segurando um saquinho cheio de cocaína agora, e talvez eu use.

- Demi, por favor, não faça nada, me espere chegar. 

- Acho que cortei muito fundo dessa vez, eu...

- Fica na liga comigo, OK? Vai ficar tudo bem, eu estou chegando.

- Eu não posso...

- Converse comigo, eu estou chegando, você consegue fazer isso.

Não conseguia dizer nada, apenas chorar, fiquei na linha com Wilmer, ele tentava a todo custo me acalmar, falando palavras reconfortantes. Depois de dez minutos escuto o mesmo dizer:

- Abre a porta.

Desliguei o celular e fui andando até a porta, a abrindo devagar. 

Ele estava um com uma feição preocupada, entrou rapidamente, fechando a porta, logo senti meu copo vacilar e me afundei em seus braços, chorando em seu peito.

- Vai ficar tudo bem... Eu vou cuidar de você. 

Wilmer beijou a minha testa e foi até a mesa, pegando a garrafa de vodca e a cocaína.

- Eu vou levar isso comigo e jogar em um lixo bem longe daqui, você não pode permitir que isso estrague a sua vida de novo.

Olhei para baixo.

- Me desculpe.

- Quem te deu a cocaína?

- Uma das minhas dançarinas, não é tão difícil assim arranjar...

Falei em um tom baixo. O latino me observou atentamente e me puxou cuidadosamente pela mão.

- Vou fazer um curativo nesses cortes, estão profundos, por que não me chamou antes?

- Porque eu sou um completo desastre, Wilmer, hoje eu ainda estou sóbria, mas daqui a duas semanas posso não estar mais, sou a pessoa mais inconstante do mundo. Me desculpe por te decepcionar.

Disse em um tom alto.

- Você tem noção do quanto eu te amo? Eu vou estar sempre aqui, Demi, você pode me chamar a qualquer hora, eu não me importo de ficar aqui a noite toda, cuidando de você, te deixando sóbria, porque eu me preocupo com você, você não me decepcionou, eu só queria que você percebesse o quão extraordinária você é.

Neguei com a cabeça e soltei um suspiro de dor quando o mesmo passou um algodão com água em meu pulso.

Depois de terminar o curativo, ele disse:

- Você já jantou?

Neguei com a cabeça.

- Eu ainda não comi hoje.

Ele me observou por alguns segundos e suspirou.

- Eu vou pedir alguma coisa, pode ser?

Dei de ombros.

- Tanto faz.

Deitei no sofá de barriga para cima, Wilmer estava no telefone, quando terminou de fazer o pedido, sentou no sofá e eu deitei minha cabeça em seu colo, enquanto o mesmo fazia um cafune.

- Eu pedi comida japonesa.

- Está bem...

- Quer ver um filme?

Neguei com a cabeça.

- Eu só preciso ficar quietinha, aqui com você. Não vá embora.

- Eu não vou a lugar nenhum.

- Eu sinto a sua falta, as vezes eu estou em casa sozinha e eu a única coisa que consigo pensar é em como eu sinto a sua falta...

Não consegui conter minhas lágrimas logo comecei a soluçar.

- Babe, você teve que tomar uma decisão difícil... Eu te entendo.

- Até hoje não sei se foi a certa, porque mais uma vez eu estou aqui vulnerável, tendo que pedir a sua ajuda para eu não me destruir de novo.

Wilmer me analisou e acariciou meu rosto.

- Vai ficar tudo bem, você sabe que no final sempre fica tudo bem...

- Eu te amo... Obrigada por estar aqui...

- Sempre.

Um silêncio gostoso se instalou por alguns minutos, enquanto ele acariciava meus cabelos e eu apenas pensava, até que disse:

- Você conseguiu se relacionar com outras pessoas depois do término?

- Ele pensou um pouco.

- Sim... Quero dizer, não da mesma forma, não consigo sentir com ninguém o que sinto quando estou com você, não senti aquelas borboletas no estomago quando a gente se beijava

- As borboletas...

Comentei sorrindo.

- Eu também não consegui sentir alguma ligação forte com ninguém nesse meio tempo, eu tentei de todas as formas de esquecer, mas você é inesquecível, Valderrama.

Completei.

- Eu gostava da sensação das borboletas, é como se eu estivesse voando enquanto te beijava, eu me sentia em casa.

- Por que está falando tudo no passado?

- Porque eu não quero te pressionar a nada.

- Talvez eu queira ser pressionada, Wilmer.

Eu sentei no sofá e envolvi meus braços ao redor do pescoço de Will, que me puxou para perto de seu corpo, demos um selinho demorado, o latino me deitou no sofá, ficando sobre mim, beijando meu pescoço, e me fazendo eu soltar leves suspiros.

Ele colocou sua mão por dentro da minha calça, acariciando minha intimidade, logo soltei um gemido arrastado, fomos interrompidos pela campainha tocando.

- A comida chegou...

Ele disse...

- Por favor, vamos ignorar, eu preciso de você esta noite.

Wilmer sorriu e logo eles se beijaram.

 

 



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