História Direção - Capítulo 4


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Camille O'Connell, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Enzo, Hayley Marshall, Isobel Flemming, Jenna Sommers, Jeremy Gilbert, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Malachai "Kai" Parker, Matt Donovan, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood
Tags Ciume, Delena, Posse, Romance
Visualizações 13
Palavras 1.703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu aqui de novo!!🙃🙃

Eu tinha postado esse capítulo antes,mas achei que tinha ficado muito curtinho.

Não ando com muita criatividade e muito menos tempo ultimamente, mas espero que vcs gostem do capítulo e ajudem a entenderem um pouco a cabeça da Elena.

Bjos🥰

Capítulo 4 - Noite fria


Fanfic / Fanfiction Direção - Capítulo 4 - Noite fria

Elena P.O.V

Eu olhava fixamente para seus olhos e não conseguia ter qualquer tipo de reação, apenas encarava aqueles lindos olhos azuis que me atormentaram o dia inteiro. Aquela onda de arrepios não abandona meu corpo por nenhum segundo. Não me importava nem com as finas gotas de chuva que molhavam a minha pele.

Ele parecia não se importar também, pois me analisa calmamente, como se estivesse me estudando. Olha para meu rosto e vai descendo vagarosamente o olhar para o meu corpo.

Sinto minhas bochechas arderem pela sua inspeção nada discreta.

Ele volta o olhar para o meu e vejo um brilho surgir no mesmo, e novamente ele me olha com aquele ar de curiosidade misturado com pura intensidade . Abro a boca para falar algo mas vacilo e a fecho novamente.

- Não era eu que estava olhando para o celular e não prestando atenção no resto do mundo.- ele debocha assim que percebe que não direi nada.

Minha bochechas queimam novamente, uma mistura de vergonha por ser verdade e uma leve pitada de raiva por ele estar debochando de mim.

- Então se você não estava distraído com nada, por que esbarrou em mim? Já que o senhor estava com total atenção por onde andava?- arqueei a sobrancelha enquanto cruzava os braços e levantava a cabeça em uma pose desafiadora.

- Você realmente tem um ponto.- solta um sorriso ladino. - Talvez eu quisesse esbarrar com a garota que praticamente me deixou falando sozinho na noite passada.- não imaginava que ele fosse lembrar de mim.

- Era você? Nossa nem me lembrava mais.- banquei a desentendida.

Qual é? Ele não precisava saber que eu passei o dia inteiro pensando nos maravilhosos olhos dele. Deveria ser pecado alguém ter olhos tão lindos quanto o dele.

- Engraçado que sua reação ao me ver não foi a mesma de que seria se realmente não se lembra de mim.- arqueou a sobrancelha.

Revirei os olhos, ele está testando minha paciência. Quando pensei que ia relaxar e voltar a ser a garota animada que sempre sou esse sujeito aparece e tenta tirar minha paz. Estou pensando seriamente em dar meia volta e voltar para casa de Vicent e ver se o convenso a me dizer o que fazer ao invés de tentar me fazer descobrir sozinha. Eu só preciso de um rumo na vida para concentrar toda minha energia.

Dou uma olhada na direção do prédio de Vicent, mas logo volto meus olhos ao de Damon. Ja está ficando tarde e não posso tomar mais o tempo do meu terapeuta.

As gotas de chuva começam a diminuir cada ves mais e eu agradeço mentalmente por isso, só o que me faltava era ficar encharcada e acabar pegando um resfriado por culpa desses olhos azuis.

Damon me encara atentamente e logo arqueia uma sobrancelha como se perguntasse se não irei o responder.

- Se é o que você pensa.- solto a resposta e dou de ombros indiferente.

- É o que tenho certeza.- piscou o olho para mim e abriu um sorriso galante.

- Bom... Eu tenho coisas pra fazer, então tchau.- comecei a andar na direção que pretendia antes de ser interrompida mas paro a ouvir me chamar.

- Qual é Elena, vai me deixar falando sozinho de novo?- senti o tom de brincadeira em sua voz.

Permaneci de costas para ele, enquanto sentia meu peito subir e descer rapidamente. Meu nome soava tão sexy em sua voz. Novas ondas de arrepio se espalharam pelo meu corpo e prendo o fôlego para ver se minha respiração se acalmava.

-Quem sabe não nos esbarramos novamente. - reuni toda minha confiança e o respondi ainda de costas e voltei a caminhar calmamente.

- Vou cobrar. - o ouvi falar mais alto para que eu pudesse ouvir.

- Não prometi nada. - falei mais alto para que ele também pudesse me escutar enquanto virava de frente para o mesmo e continuava andar na direção que seguia,agora de costas.

Avistei um leve sorriso em seus lábios, apenas revirei os olhos e me virei continuando a andar normalmente.

Que homem!

...

Depois que cheguei em casa tomei um longo banho para relaxar o corpo.

Ainda me surpreendo como o tempo muda de uma hora para outra, hoje de manhã estava um calor terrível e agora cai uma leve chuva com um vento gelado. Particularmente eu amo esse tempo mais chuvoso e frio.

Sento em minha cama enquanto ligo a televisão, nada melhor do que ficar em casa sozinha em uma noite como essa, ver um filme e comer muita besteira.

Coloco em um filme qualquer e presto mais atenção ao balde de pipoca a minha frente do que no filme que passa na TV.

Sem que eu me de conta, minha mente vaga para o esbarrão de algumas horas atrás, aqueles vividos olhos azuis me encarando e fazendo o meu corpo ter reações tão desconhecidas. Balanço a cabeça na intenção de esquecer esse pensamentos tão persistentes que andam me atormentando.

Escuto a campanhia tocar e estranho. Quem será que veio me incomodar a essa hora?

Levanto da cama e ando calmamente até a porta, solto um longo suspiro ao ver pelo olho mágico de quem se trata.

- O que você tá fazendo aqui?- solto assim que abro a porta.

- Você não atendeu nenhuma das minha ligações.- dispara.

- Já parou para pensar que talvez eu não quisesse falar com você?- cruzei os braços e arqueei a sobrancelha.

- Não vem com essa, estou te procurando a uma eternidade.- Kol esbarra em mim, ao entrar bruscamente no apartamento.

- Entra, fica a vontade. - ironizo enquanto fecho a porta.

Kol anda de um lado para o outro na sala, me olha abre a boca e a fecha vária vezes. Contínuo o olhando de braços cruzados esperando ele finalmente dizer algo.

- Por que não me contou?- solta depois de longos segundos em silêncio.

Eu tinha certeza que esse era o motivo de sua insistência em falar comigo, mas ouvir ele me pedindo explicações pessoalmente era diferente.

- Não sou adivinha pra saber do que está falando Kol.- me faço de desentendida,ando até o sofá me sentando em seguida.

- Não vem com essa pra cima de mim Elena. Não banca a desentendida, você sabe muito bem do que estou falando.- para em minha frente com um semblante irritado. - Por que não me contou que Matt te traiu? - fixa seu olhar no meu.

Desvio os olhos dos seus e passo a encarar um ponto qualquer da sala. Sempre contei tudo, absolutamente tudo para Kol, não sei por que não contei a ele o fatídico ocorrido com Matt.

- Não quero falar sobre isso.- falo em um tom de voz mais baixo.

Mesmo que Kol tenha me apresentado Matt, o mesmo nunca foi muito a favor do meu relacionamento. Sempre disse que Matt não era bom o suficiente para mim, que eu merecia coisa melhor. Sinceramente não sei o motivo do namoro com Matt ter durado tanto também, eu realmente não sentia nada especial em relação a ele.

Sempre tive um espírito de liberdade maior, sempre gostei de aproveitar a vida intensamente, mesmo com todos os meus complexos malucos que me impedem de ficar ligada emocionalmente a um cara por muito tempo.

Kol sempre soube de todos os meus problemas e sempre esteve lá por mim, me apoiando e incentivando. Tive medo da reação dele, o que poderia fazer e o que iria dizer sobre toda essa situação.

Eu nunca fui de dar importância para opinião das pessoas, sempre fiz o que quis. Saber que acabei quebrando a cara de uma maneira que sempre temi me destrói completamente.

O pior de tudo é que Kol e Caroline sempre me alertaram sobre isso, nunca acharam Matt totalmente confiável. Não o tratavam mal, mas também não era um mar de rosas.

-Lena, olha pra mim.- Kol se abaixa a minha frente e segura meu queixo, fazendo assim meu olhar parar em sua direção. - O que está se passando nessa cabecinha linda?- pergunta o mais doce possível afagando me rosto.

- Eu não sei.- admito e sinto meus olhos começarem a marejar.

- Ei, não vai chorar por aquele babaca. Eu sempre disse que não ia com a cara dele.- O mal de Kol é o mesmo de Caroline, ter que enfatizar que tinha razão. Esse pensamento me faz abrir um leve sorriso.

- Não tô chorando por ele, nem sei por que estou tão triste. Eu não gostava dele o suficiente para ficar mal, só que ser chifrada acaba com a minha auto estima. - abraço meu corpo e sinto uma lágrima escorrer pelo meu rosto.

- Baby, não chora. A Nádja nem é grande coisa, é sério, já trepei com ela e você da de um milhão a zero.- da um sorrisinho sacana. Dou um tapa em seu braço.

- Deixa de ser idiota Kol. - ele solta uma gargalhada o que faz eu sorrir minimamente.

- Só estou animado aminha garota favorita. - ele se estica um pouco, selando os lábios em minha testa.

Kol sempre consegue me animar, até nas horas mais tristes. - Agora, levanta essa bunda gostosa do sofá. Vamos pro seu quarto ver um filme ou fazer uma coisa mais interessante. - sinto o tom de malícia no final de sua frase.


Levanto do sofá e reviro os olhos, a safadeza de Kol não tem limites. Ele gargalha ao meu lado enquanto passa o braço pelos meus ombros, me trazendo para mais perto de si. Acho engraçado que com tão poucas palavras Kol já tenha feito eu me sentir melhor em relação a todas as minhas inseguranças. 

Me sinto segura em seus braços, como nunca consegui me sentir nos braços de outro cara. Talvez eu e Kol deveríamos assumir um relacionamento, já que nos damos tão bem, mas apesar disso tudo, não consigo enxergar nós dois realmente como um casal.

Acho que no dia em que encontrar um cara que me faça sentir toda a segurança que sinto com Kol, será o cara certo para mim.












Notas Finais


Esse foi o capítulo, espero que tenham curtido.

E me digam se estão conseguindo entender a Elena, pq nem eu entendo ela direito.🙄

😍😍 goodbye


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