História Direito à Propriedade. - Capítulo 1


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Palavras 809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Enquanto Hyperventilation não atualiza, vamos passar o tempo com coisas aleatórias ae...

Capítulo 1 - Primeiro Contrato: Propriedade do Demônio.


...Quando se conheceram pra ser mais exata, Horror mal tinha cacabado sair da cadeia  e completado seus 23 anos, praticamente já era um "Feliz" recém–casado, que havia acabado de mudar-se para uma cidade grande e muito distante, onde não conhecia quase ninguém... Mas a fachada doce de um Bom Morador, solícito marido, escondiam dos demais vizinhos um casamento abusivo, repleto de agressões, tanto físicas o quanto verbais. O lodo era tão denso, que era possível sentir o cheiro — invisível — da podridão e quase submissão. Um casal tão horrendo o quanto sadistas, encosdidos na mascara de uma Família Perfeita".

A culpa não era de Horror se ele era masoquista. Se gostava de levar algumas surras bem dadas, se era facilmente atraido por coleiras, correntes e cordas. Não era seu habito ser submisso, mas era tão bom e intrigante que as vezes apenas se deixava levar pela sensação de burburio e prazeres percorrentes por seu corpo.

Maldito é o tempo, que foi os desgastando e cansando. Logo não demorou para Horror perceber o que estava acontecendo, a loucura que aquilo estava virando... Não queria que tivesse acabado daquela forma tão vulgar e absurda, não queria mesmo que todo aquele desejo passasse tão subitamente que mal se dera conta, mas uma separação não seria o bastante... Pelo menos não dentro da sua cabeça, não. Tinha que fazer aquilo direito, de uma forma perfeita e sem deixar qualquer vestígios do que iria acontecer naquela noite. Não seria como da ultima vez, agora Horror iria notar os detalhes, sim, ele iria ser perfeccionista se era o caso, seria aquela pessoa Insuportável que não aceitava menos do que a 'Perfeição.

De fato. Seria tão perfeito e bem arquitetado, que logo, A morte de Aliza, se tornaria um mistério ate para si mesmo.


...


— Olá, posso me sentar? - O rapaz perguntou, o sorriso que veio acompanhado da voz aveludada e grave, que fazia parte do seu charme. Lust falava como um rapaz que havia sido educado num colégio interno que as freiras regiam com mão de Ferro. Seus gestos eram suavez e simples, sentando-se meio aborrecido com o cliente que não o olhou, apenas continuou vidrado na tela do aparelho celular. 

Há muito tempo, o Stripper, percebera que o ato de Seduzir possuía um tipo especial de prazer que independia do que iria acontecer depois. Só ele interessava e era nele que o "Don Juan" de olhos púrpuras se concentrava. Sua principal diversão era brincar com suas presas; Toca-las, prensar ser corpos contra os lençóis, sentir os corações batendo mais fortes, larga-las mostrando não querer mais, e então agarralas com ainda mais força; Dar e tirar esperanças de Terem seu corpo para elas, gozar com a sensação forte de desejo que sabia que provocava em tantos clientes e ate colegas de trabalho. Era fazer eles sentirem que por mais que queressem, nunca iriam possuilo como Um castelo ou um sonho, que podem ou não, ser a mesma coisa, afinal.

Lust sempre adorava sentir que estava brincando com o perigo, pois de fato, por mais que chegasse ao ápice levando os clientes aos quartos, nunca chegava a completar os desejos carnais tão aclamados por aqueles que queriam sentir seu gosto. Alguns, nem mesmo chegavam a chegar no quarto, bastava que vissem de imediato a gargantilha que usava com a letra B pendurada como pingente, e eles já sentiam o pavor paralisando seus corpos frágeis, a sensação de impotência surgia na hora, quase no mesmo momento em que começavam a suar frio e a mexer os olhos freneticamente enquanto procuravam o culpado pelo seu Pânico interno.

De fato, teria que ser muito, mas muito Burro para não se saber do que se tratava aquela única letra. MORTE na certa, era isso que ela retratava; "Se você não sair daqui Agora, nunca mai vai sair", era o que faltava dizer.

A boate, ou bar Stripper se preferir, ficava localizado quase que escondido na parte de "Classe media Altíssima" da cidade. O lugar era tão bem reservado, que apenas entrava quem tivesse uma gorda conta no banco, só eram VIP's aqueles que pagavam por cada hora dentro do lugar. Tinha mulheres e Homens de todos os tipos, cores, sabores, tamanho, tudo para agradar o maior numero de clientes possível... O Predio feito de tijolos vermelhos por fora, sem qualquer tipo de ilustração atrativa, escondia por dentro 3 andares mais do que magníficos, muito bem investidos e decorados, era de fato como um oasis. Ali não tinham regras, quase nada era proibido.

Quase porque... Se você era novo ali, algo tinha que ficar bem claro: Você poderia ter qualquer um dos Stripper's, Prostitutos e Prostitutas do lugar.

Menos um.

E esse, era justamente, aquele que usava a Gargantilha com a letra B. Inicial essa, que ploclamava e já sugeria o nome inteiro de seu dono. O mesmo dono da Boate e de todas aquelas pessoas ali presente;

Blood.



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