História Dirty - Capítulo 1


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Categorias EXO
Tags Baekhun, Bdsm, Dirty Talk, Não É Bdsm De Vdd Rs, Pwp, Sebaek, Sehun!bottom, Sehun!fem, Sexotop, Top!baek
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Palavras 2.140
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Usem camisinha ☆
Não transem em banheiros ☆
Não sejam esses personagens aqui ☆

Capítulo 1 - 01 midnight's hoe


Oh SeHun se achava uma vadia imoral.

Ela se achava no direito de ser tudo isso, porque podia fazer Byun Baekhyun gozar só com uma piscadela. De certo, não era a melhor com o flerte, mas sabia conquistar.

Estava num bar, dentro de uma boate lotada, não esperava ver tantos rostos conhecidos ali, no entanto, era literalmente a mais badalada da cidade. SeHun tentou controlar sua submissão ao álcool, mas não podia ficar sóbria enquanto observava seu tão cobiçado ex namorado dançar tão próximo de outras garotas por ali. Apesar de terem terminado há alguns meses, a pequena Oh nutria uma certa admiração pelo mais velho — claro, a palavra certa é tesão e não admiração —, e essa suposta admiração costumava acentuar-se quando a garota bebia. Encher a cara era sua técnica de sorte, não deixaria de ser diferente neste sábado de verão.

A Oh já havia bebido, provavelmente, metade do pequeno barzinho que ficava em um ponto estratégico onde a mocinha podia observar de perto seu ex com seus próprios olhos sinuosos. Não podia crer que o Byun era tão audacioso à tal ponto, quando o tão fino Baekhyun aprendera a ser um cretino de primeira?

O rapaz fazia movimentos sensuais com a garota que estava agarrada ao seu pescoço, podia jurar de pés juntos que a Oh estava amaldiçoando até a sexta geração dos Byun, entretanto, era exatamente isso que ele queria. Baekhyun queria provocar o que havia ali dentro de Oh SeHun, a mulher perigosa que residia dentro dela. A verdadeira SeHun. E ele não perdia por esperar.

“Se ele quer me ver perder a cabeça, assim verá!” pensou a Oh, a loira podia sentir o álcool correr suas veias, tornando a sensação impiedosa, a sensação de quem precisa urgentemente fazer o que o coração estúpido manda. “Provoque-o” diz o maldito órgão que só deveria servir para bombear sangue, e SeHun, como a boa garota que era, prontamente obedecia. Ouviu de relance a música, não dando importância para a letra, afinal não importava se falava de amor, sexo drogas ou até mesmo uma família feliz do Texas, ela queria saber de foder, alto e duro, com o homem que tanto a provocou naquela noite. Estava dando zero importância para o fato daquele ser seu ex, seu fodido ex.

Rodopiou até a pista, tendo os olhos ligeiros em seu encalço. Era a hora dele observar, a hora dele ver a mulher gostosa que estava perdendo, se continuasse a dar bola para umas e outras naquela boate. SeHun desceu até o chão, rebolando e quicando, como se aquele fosse seu showzinho particular, seu show para um único expectador.

Ele estava sentado onde a Oh ocupava alguns minutos antes, aquele era um local de vista privilegiada. Dali, tinha a vasta visão das nádegas branquinhas expostas, afinal, a roupa de SeHun já eram apenas vestígios. A garota já estava aos trapos, só esperando o Byun ir lhe dar um basta, queria que ele a castigasse, queria que ele amarrasse seus lindos pulsos com aquele cinto de couro, provavelmente caríssimo, porque era excitante saber que tinha aquele homem todinho para si. E era mais excitante ainda, saber que ele poderia tornar tudo mais quente, se ela o provocasse, se fizesse tudo que garotas más fazem.

Desceu rebolando pela última vez, até sentir as mãos possessivas em seu pescoço e a voz rouquinha proferindo algumas indecências em seu ouvido, a  Oh só pôde sorrir em satisfação.

— Achei que fosse demorar mais. — disse SeHun, enquanto era, praticamente, arrastada para o banheiro daquele local.

— E deixar aqueles fodidos te comerem com os olhos? Fora de questão, Oh!

— Quem disse que você vai fazer mais do que comer com os olhos também, Byun? — teve forças o suficiente para virar-se e empurrá-lo na parede, era uma mulher de provocações, afinal.

— Acho que isso aqui. — disse enquanto afrouxava o aperto da Oh e apalpava seus seios fartos. — E isso. — desceu as mãos pelo vestido colado, conseguindo entrar facilmente e indo direto para o meio das pernas da garota. — Eu nem te toquei direito e você já está gemendo como uma vadia?

— Está incomodado, Byun? Eu lembro do tempo que… — interrompeu sua fala com o próprio gemido lânguido, ele havia rasgado a calcinha de renda preta, os pedaços ainda a apertavam, mas ele chegou exatamente onde queria.

— O que disse, Oh?

— Vai me foder num corredor? Não parece muito seu estilo, Byun. Você decaiu muito, tsc!

Não houve resposta da parte do mais velho, ele apenas abriu de supetão a porta a sua frente, a qual não fez questão de saber o que era, mas por hora, parecia uma banheiro privado. Baekhyun já tinha meio caminho andado, a garota já estava praticamente sem as próprias calcinhas, e estava totalmente entregue. Nenhum dos dois estavam em condições de brincar, ainda assim, o mais velho fazia questão de filho da puta ao triplo com a loirinha a sua frente.

Havia colocado-a na bancada da enorme pia daquele banheiro, o vestido fazia um bolo enorme nos seios bonitos — e cobertos, tsc. — da garota. Usou de sua força para tirá-lo, e finalmente agraciar seus olhos com a beleza daquele corpo, os trapos da calcinha que ainda estavam presos ao corpo só a deixavam mais bonita e excitante, e a cada minuto que passava observando a Oh, parecia um minuto a mais no inferno. Oh SeHun era o pecado feito, escrito e pintado. Era a perdição de Byun Baekhyun, assim como o álcool era o vício do homem.

Desistiu de observá-la quando a garota soltou um resmungo raivoso, e o estapeou para que voltasse a realidade. O Byun riu malicioso, não deu tempo para SeHun rebater o sorrisinho, abocanhou de prontidão um dos seios dela, lambeu todo o mamilo sensível, tornando a Oh uma bagunça de saliva e gemidos. Ele ainda era o homem que mais conhecia aquele corpo, sabia de cor e salteado todas as áreas sensíveis dela, e levaria-a aos céus e ao inferno naquela noite — extremamente quente — de verão.

Baekhyun desceu a língua pelo vão entre os seios da Oh, rodeou o umbigo e chegou onde queria estar. Os trapos da renda atrapalharam sua passagem, no entanto, não era problema, rasgou o resto do que um dia fora uma calcinha e seguiu o caminho de ouro. Beijou a parte interna das coxas, chupou deixando marcas roxas por onde passava, sabendo que aquela região deixava a garota extremamente excitada. SeHun já se encontrava encostada no espelho atrás de seu corpo, facilitando o trabalho daquele que um dia fora seu namorado.

A loirinha gemeu em êxtase quando ele chegou onde ela queria. O mais velho lambeu o clitóris sensível de cima a baixo, como se estivesse provando do mais puro doce, e ah! SeHun era doce. Doce como um limão. A mulher tentou não parecer surpresa, quando ele fez algum comentário infame sobre sua excitação, mas aquela voz, aquela voz lhe dizendo coisas safadas, ela não podia aguentar.

— Toda vez que tu diz que não vai foder, você fica toda molhada, mesmo antes de eu ter te tocado, Sehunnie, porque tão malvada com o oppa? — comentou, com a voz abafada pelas pernas grossas da Oh.

— Byun, está velho demais para trepar com uma garotinha? Você só está falando e falando, ainda não o vi fazer. — SeHun disse, essa por sua vez, abafada pela própria excitação.

Byun não a respondeu, riu anasalado quando a penetrou com os dedos, fazendo as pernas tremerem pelo ato. A loira soltou um “imbecil” no meio do gemido prazeroso, e o pediu por mais. Não poupou a voz para pedir que ele a fodesse como só ele poderia fazer, e deixou os lágrimas de prazer escorrerem por sua face já borrada. SeHun fez questão de tirar a blusa que o ex namorado vestia, deixando vergões pelas unhas cumpridas por onde passava.

Não conseguia se manter sentada o suficiente para arrancar-lhe a calça de jeans preto, então suplicou lentamente, segurando os dedos que a penetravam e sentindo-se ainda mais excitada pela imagem que via. Se o Byun fosse menos maldito, a pequena Oh teria gozado, principalmente com a imagem do cinto batendo no chão, num baque surdo. Tantas possibilidades passavam pela cabeça maligna da Oh, que resolveu deixar suas ideias desgraçadas para depois e por hora concentrar-se em seu próprio prazer.

Praguejando contra os Byun assim que teve o contato negado, a loira absorveu-se em sua própria bolhinha, esperando pela boa vontade do grande Byun.

O homem a segurou pela cintura, tirando-a do suposto conforto daquela bancada, queria que ficasse em pé, de frente para a própria imagem refletida e encarnada. Os saltos de tamanho médio facilitaram para que o Byun pudesse estimulá-la por trás, roçando o pau duro na  boceta encharcada da Oh.

— Estava esperando por isso, Oh? — sussurrou no ouvido da garota, tendo que estimular ainda mais o clitóris sensível de SeHun.

— Quer um convite para me foder, Byunzinho? — disse seria e lentamente, apreciando os estímulos no ponto onde a deixava mais trêmula. Não se fez de rogada, empinou-se enquanto debruçava-se na bancada de mármore. — O senhor não sabe mais fazer uma mulher gozar? — continuou, quase arrependendo-se do que falara. Quase. Só foi dar um tiro no pé do Byun, que ele acordara.

O Byun  entrou convicto, sabendo que ela estava tão próxima do orgasmo, quanto mercúrio estava próximo do sol. Segurou a loira pela cintura, trazendo os braços da garota para trás do corpo, quase como se dissesse que ela era a sua prisioneira. Aquilo tornou tudo mais excitante, a aura do local parecia até mais quente e a Oh duvidava de suas forças para manter-se em pé.

Não iria reclamar, não numa hora daquelas, quando estava tendo o que ansiava desde que colocara o maldito vestido de veludo vermelho. A Oh ainda tinha voz para gemer alto toda vez que algum ponto erógeno em seu corpo era estimulado, e aflição de estar tão perto e ao mesmo tão longe começou a atingi-la.  

SeHun estava com os braços seguros pelo Byun, este que aproveitava de seu lindo corpo, era quase como se ele soubesse que ela iria se tocar sozinha, para que chegasse ao ápice mais rápido. Se se esforçasse bem, podia ouvir a voz do homem dizendo-a para se esforçar sozinha, para que chegasse lá sem a ajuda de seus preciosos dedinhos, e ela quase poderia obedecer sua ordem, quase.

— Eu sei que você gosta de boceta, SeHun, mas não sabia que era tanto. — o Byun mencionou com a respiração cortada, mas sem deixar o riso frouxo sumir de sua face. — Quer tanto se tocar assim? Que pena, não irá!

Ele estava devolvendo a quase ereção em público que tivera, a Oh merecia, fora que, estava tão excitada e estava sendo torturada em tantos lugares de seu corpo, que poderia gozar só com um pedido do homem mandão.

SeHun retesou, podia sentir as contrações em seu ventre, e o Byun não estava muito diferente. O orgasmo estava tão próximo que a Oh contraia-se involuntariamente, revirando os olhos por baixo das pálpebras superiores. Soltou súplicas em tom baixo, queria que ele fosse mais rápido, que fosse mais forte, e ele não negou. Baekhyun soltou os braços da garota, sorrindo malicioso em seguida, olhando para sua mão livre.

Não se importou com os gemidos contrariados quando se retirou de SeHun, virou a pra sua frente, agora podia ver direito as lágrimas no rosto corado pelo esforço, e sussurrou no ouvido dela que iria passar. Baekhyun não deu tempo para ela assimilar o que estava acontecendo, enfiou-se fundo, novamente, trazendo a perna de SeHun para cima da bancada, totalmente flexionada e exposta.

Sehunnie não se importava, não enquanto o tão almejado gozo quase escapava pelo ventre. Implorou novamente, até colocaria-se de joelhos, se pudesse e se isso o fizesse ir mais rápido, afinal, o Byun não perdia uma chance para provocar.

A garota estava começando a ficar mole, dando indícios do orgasmo, e Baekhyun sentiu a oportunidade perfeita. SeHun ainda tinha a perna flexionada em cima da bancada, e o Byun tornou tudo mais intenso. O moreno segurou a Oh pelo pescoço, deixando a quase sem ar, e ela não conseguia ver a parte ruim nisso, o desgraçado estava tornando tudo ainda mais intenso.  E num último aperto de misericórdia, SeHun gozou, contraindo-se por completo, fazendo o pau do Byun se tornar uma bagunça ainda mais molhada dentro dela.

Ele havia gozado segundos depois que ela, o aperto imensurável que aquele canal fazia era quase insano, ele não pode se controlar e derramou-se ali dentro. A Oh sentia o esperma descer por suas coxas e sentia-se satisfeita, aquele ainda era seu homem, apesar de tudo.

Oh SeHun ainda se achava uma vadia imoral. E não porque tinha um namorado bonito e gostoso, que fodia bem pra cacete ou porque trepava em banheiros de boates, mas porque ela havia decidido aquilo para si mesma.



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