História Dirty - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Romance, Sasusaku
Visualizações 533
Palavras 2.082
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Sexto


Fanfic / Fanfiction Dirty - Capítulo 6 - Sexto

Capítulo 6 – Sexto

Presente
SAKURA

− Eu não tenho a chave da sua casa. Seus guarda-costas têm. Eu sinto muito, Sakura, mas não quis que você se sentisse pior do que já se sentia. Achei melhor que eles te vigiassem de longe, e torci para que você nunca precisasse deles.

Respirei fundo e o olhei, todo molhado, ainda de terno e cabelo pingando, enquanto ele se aproximava da bancada e pegava a cerveja que eu ofereci.
Eu não o queria aqui, mas simplesmente não conseguia me obrigar a mandar ele ir embora. Não queria ficar sozinha e Sasuke me dava segurança. 
Virei minha garrafa, depois a depositei na bancada.

− Vou tomar um banho. Você devia tirar esse paletó molhado.
Entrei no banheiro social e joguei uma toalha para ele.
Não dissemos mais nada.
Entrei no banheiro do meu quarto e senti meus olhos voltarem a encher quando tirei a blusa e vi a marca do soco no meu abdômen. Eu nunca havia me sentido tão vulnerável quanto naquele beco, com a minha vida e o meu futuro nas mãos de um bandido. Sempre foi o oposto. Os bandidos tinham o futuro deles nas minhas mãos. 
Chorei, sentando-me no sanitário apenas de calcinha e sutiã, ouvindo o chuveiro derramar a água no chão.

Eu estava arriscando não só apenas a minha vida. Oh, meu Deus, o que seria de nós se eu morresse?

A porta foi aberta e Sasuke veio na minha direção, pegando-me no colo.
Chorei no seu pescoço, feliz por ele estar aqui. Por ter finalmente vindo para mim. Mesmo que eu soubesse que não podia confiar nele, era fácil me render a familiaridade de seus braços, me render a tudo que eu sentia por ele e que nem toda a mágoa pôde apagar nesses anos de afastamento.
Ele beijou o meu rosto e senti meu corpo ser posto na cama.
Eu ainda chorava, aflita com toda a possibilidade de quase morte pela qual passei.

− Está tudo bem, Sakura. −aquele mesmo tom de voz que sempre me acalmou, que sempre me fez ter certeza de que eu estava segura com ele. Aquele tom de voz mentiroso.

Eu podia aceitar a mentira, eu podia usar isso a meu favor para não me afogar num poço de desespero. Segurei a sua camisa, sem deixar que ele saísse de perto de mim.
Senti o corpo dele deitar ao meu lado e me apertar contra si.
Entre lágrimas, beijei o seu pescoço, subindo para o seu maxilar. Sasuke estremeceu e afastou o quadril de mim, mesmo eu sabendo que ele estava excitado.
− Sakura, não faz isso. Você está fragilizada, não quer realmente isso.
− Foda-se! – Empurrei-o deitado e subi sobre ele, sentindo o membro dele rígido entre as minhas pernas.
Meu corpo sentia saudades do dele e eu queria me livrar de tudo o mais que eu estava sentindo.
Sasuke me apertou com as mãos, sentando-se de frente para mim, com meu corpo sobre o dele. Senti o ar quente de sua boca no meu pescoço, rebolei no seu colo, ouvindo-o gemer, quando sua boca encostou no meu pescoço. As mãos nos meus ombros.
Eu o queria dentro de mim, tirando todos os pensamentos ruins da minha cabeça.
− Sakura, por favor, não faz isso comigo. Amanhã você vai me odiar.
− Eu já te odeio agora, Sasuke, então faça o que quer fazer comigo. Eu vejo o jeito que você me olha. – enrosquei os dedos no seu cabelo, puxando-os para trás. – Você quer me foder. Mesmo agora, quando eu apanhei por você, mesmo quando eu estou chorando, “fragilizada”, você só quer me comer.
− Isso não é verdade!
− Cala essa porra dessa boca! E faz o que eu estou mandando! Tire esses pensamentos da minha cabeça... – beijei a sua boca, gemendo junto com ele, quando minha língua encostou na sua.
Sasuke segurou a minha cintura, apertando os dedos nela e tentando interromper o meu movimento sobre ele.
− Me fode! – pedi, olhando nos seus olhos, puxando seu cabelo para mantê-lo onde eu queria.
Sasuke foi rápido ao me virar sob ele. 
O beijo ficou mais voraz, batendo os dentes e me deixando enlouquecida.
Ele empurrou seu pau dentro da calça, sobre a minha calcinha. Enquanto eu abria os botões da camisa dele. 
Soltou a minha boca e desceu pelos meus seios. Afastou o sutiã e abocanhou um mamilo meu, enfiando as mãos entre as minhas pernas e enterrando um dedo grosso dentro de mim. 
Vi estrelas e abri as pernas, permitindo que Sasuke me desse prazer como só ele sabia fazer.
Seu polegar alcançou o meu clitóris, me estimulando, enquanto o dedo entrava e saia me deixando pronta para ele.
Ele abriu a própria calça com a outra mão, enquanto chupava ao meu seio e me masturbava deliciosamente.
A sua boca desceu pela minha barriga ferida e ele foi cauteloso, descendo direto para a minha pélvis.
Puxou a minha calcinha e enfiou a boca em mim, sem deixar de me foder com seu dedo, enquanto a outra mão puxava a calcinha para fora de mim.
Eu estava gemendo, absorta no meu próprio prazer, quando senti que ele tinha parado de me foder com o dedo e de me chupar, enterrando a cabeça de seu membro no lugar.
Ergui a cabeça, observando aquele pau grosso entre as minhas pernas, enterrando-se na minha buceta. Olhei nos seus olhos. Seus lábios melados de mim. Queria sentir aquilo.
Puxei o ombro de Sasuke, encontrando a minha boca com a sua, enquanto ele me preenchia em uma só estocada.
Gememos juntos entre o beijo.
Essa parte de mim sempre pertenceria a ele. Só a ele. Em nenhuma das minhas outras transas eu conseguia afastar o fantasma de Sasuke Uchiha.
Nenhuma das vezes que deixei que outro me comesse, eu pude me libertar da saudade de ser tocada por ele e lamentar não sentir o mesmo prazer quando outro se enfiava dentro de mim.
Esse corpo que era meu, tinha sido doado a ele, nos meus quinze anos.
− Sasuke. – gemi seu nome, fora de mim de prazer, quando seu pau atingiu o ponto que ele conhecia muito bem dentro de mim.

A mão dele, na base da minha coluna, erguendo meu quadril para que seu pau entrasse completamente dentro de mim, batendo naquele mesmo ponto, fez com que eu me contorcesse. Eu já me sentia suja de estar me entregando a ele, depois do que ele tinha me feito, mas o prazer era imenso, como eu não sentia desde a última vez que nos tocamos, desde o baile de formatura dele.


SASUKE

Meu pau estava sendo espremido dentro dela. Sakura ia gozar a qualquer momento. Assim que isso acontecesse ela se arrependeria disso. Mas por enquanto eu faria a sua vontade: eu a foderia para que ela esquecesse que aquele filho da puta tinha colocado as mãos nela.
Segurei sua anca, apertando os dedos nela, isso ficaria marcado. Empurrei-me dentro dela, até o fundo. Beijei a sua boca, seu queixo, aqueles seios lindos. Aquele corpo que eu amava ainda. O cabelo rosa espalhado no travesseiro. Mordi seu ombro, sabendo que explodiria dentro dela em breve.
Eu nem sequer coloquei uma camisinha. Mas não me importava. Se ela engravidasse de mim, me odiaria, mas eu amaria um filho dela.
Ela gemia o meu nome, arranhando minhas costas e meus braços. O gosto dela ainda estava na minha boca. Deixando-me ainda mais excitado. 

− Sakura, você é deliciosa... – falei em seu ouvido, sentindo-a estremecer do orgasmo.
Estoquei mais rápido, aumentando o orgasmo dela e apressando o meu.
Senti o meu pau pulsar e o jato de porra ser jogado dentro dela.
Sakura estava deliciosa, rendida em sua cama, preenchida pelo meu pau semi-ereto.
Eu a queria para mim. Como sempre quis. Eu a amava tanto.
Não ia falar nada. Beijei a sua boca com saudades imediatas. Porque eu sabia que ela ia me expulsar assim que o êxtase passasse. Ela me correspondeu no beijo, deliciando-se de mim como eu me deliciava dela.
Era fácil achar que Sakura ainda me amava quando ela me beijava desse jeito.
O beijo acabou e ela abriu aqueles olhos verdes maravilhosos. 
Pronto. Estava acabado.
Aproximei a minha boca da dela novamente. Sakura virou o rosto.

− Você quer que eu vá embora? – perguntei, deixando nas mãos dela. 
Ela apenas assentiu.
Não falou uma palavra enquanto eu saia de dentro dela, me vestia e saia do seu quarto, depois de seu apartamento.
Temari estava do lado de fora do apartamento, com a porta do apartamento ao lado, o que eles estavam morando, aberta.
− Shikamaru vai acompanhá-lo, senhor Uchiha.
− Não, fiquem de olho nela. Se ela sair de casa, me avise. Agora que ela sabe, não precisam ser mais tão discretos. Eu não quero que ninguém encoste nela, sequer se aproxime. Entendeu?
Ela assentiu e apontou para a minha blusa. 
Os botões estavam nas casas erradas. Ela sorriu sutilmente, voltando a entrar no modo profissional.
Tudo em mim queria voltar lá para dentro e para dentro dela, mas eu me forcei a fazer o que ela me pedia: ir embora.


Dez anos antes
SASUKE

Sakura me mandou uma mensagem para me encontrar na sala de aula de sempre na hora do almoço.
Eu agradeci a qualquer coisa, e estava agora andando de um lado para o outro, esperando-a aparecer.
Duas semanas haviam se passado e olhá-la de longe era um castigo infinito. Algumas vezes pensei em fazer uma besteira. Eu tinha me aberto para essa menina e ela estava me pisando.  Então eu lembrava dela chorando e me dizendo que estava apaixonada. Lembrava de seu corpo na minha cama, dela me dizendo que era virgem e se entregando para mim.
Dela dormindo ao meu lado, seminua e linda.

Quando ela abriu a porta da sala e me viu, respirou errado, como sempre fazia.
Eu nem dei tempo para ela dizer o que veio dizer. Atirei-me contra ela e a abracei, beijando a sua boca com saudades. Isso não era normal. Eu nunca havia sentido isso antes. Recebeu-me e retribuiu com a mesma intensidade. Ela tinha voltado para mim.

 

SAKURA

Fugimos da escola e entramos no quarto dele enganchados. Sasuke me carregava no colo, com as mãos sob a minha saia.
Eu tinha aberto os botões que alcancei da camisa do uniforme, descobrindo aquele peitoral lindo dele. 
Aqueles ombros largos que me abraçavam como se nada no mundo pudesse me atingir.
Eu me sentia protegida nos braços dele.
− Sakura, você quer ser minha... – Interrompi sua fala, porque eu queria, queria muito.
Nos beijamos e dessa vez foi muito diferente da primeira.
Sasuke foi devagar, e me fez chegar a lugares que eu nunca conheci. Eu já tinha tido um orgasmo, me masturbando sozinha. Mas gozar com outra pessoa era diferente. Ter o prazer extraído de você por outra pessoa era melhor.

− E então, você vai ser minha namorada? – perguntou com um sorriso tímido, deitado ao meu lado, apoiando o cotovelo na cama e a cabeça na mão.

− Sim, mas todos sabem do que aconteceu com a Karin. Não quero que isso manche o que temos. Vamos deixar assim por enquanto...
Ele não gostou. Beijei sua boca com um selinho demorado.
− Sakura. Não quero mais me esconder com você. Quero que todo mundo saiba que estamos juntos. Saiba que eu adoro você.
Ele ia começar a se fechar. Eu começava a conhecer o Sasuke. Toda vez que ele se sentia muito exposto, ele se fechava e me trancava do lado de fora.
Abracei-o.
− Você sabe que eu sou completamente apaixonada por você, não sabe? Temos isso, Sasuke. E é só por enquanto. Vamos fortalecer isso, antes de sofrer ataques de pessoas que não sabem o que está havendo.
− Você quer que eu seja o seu segredinho sujo, Sakura? – ele estava brincalhão, alisando o meu mamilo com o indicador.
Assenti, sorrindo, embasbacada com o quanto ele era maravilhoso. – O que mais você quer de mim, Estranha?
 
Aproximei minha boca do seu ouvido e sorri antes de dizer:
− Eu quero que você me chupe até eu gozar, Estranho.

Ele ficou todo arrepiado e eu senti seu pau endurecer quando ele me apertou contra si. Estávamos felizes assim.
Eu queria suspender o tempo. Éramos lindos juntos, mesmo que todos pensassem que ele era um sujo, que tinha engravidado uma garota e pouco se importado se ela quase morreu ao tirar o filho dele.
Eu sabia a verdade: Sasuke se importava.


Notas Finais


Gente, eu amo e odeio esse capítulo, porque eles ainda se amam e estão tão magoados. 💔
Então, Sasuke não é um monstro, ele só não é um príncipe encantado.
Parei de defendê-lo.
Um beijo pra quem comentou! Alice e Saky!
No próximo capítulo tem revelação! Então vem!
Aguy


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