História Dirty Blood - Capítulo 4


Postado
Categorias Jennifer Lawrence, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Ação, Amor, Chaz Somers, Crime, Criminal, Drogas, Gangs, Jennifer Lawrence, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Traição
Visualizações 21
Palavras 1.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá babies .. mais um capítulo para vcs ❤

Capítulo 4 - Capítulo 03


Fanfic / Fanfiction Dirty Blood - Capítulo 4 - Capítulo 03

Atlanta


Sai da boate percebendo que estava quase na hora de me encontrar com o Bieber, se eu soubesse que a noite iria ser tão interessante teria marcado um pouco mais tarde. Eu estava tranquila, apesar, de ja ter tomado algumas doses de tequila.


Parei no sinal que estava vermelho, eu tinha muitos motivos para ser presa, mas, passar um sinal vermelho não era um deles.
O caminho até o grande prédio, de onde saiam as melhores fragrâncias de perfumes de Atlanta, foi rápida estacionei em uma vaga qualquer e logo me dirigir para o hall de entrada. Fui recepcionada por um gay de cabelo amarelo ovo, e uma morena peituda, que tinha com certeza exagerado no botox.


— Com licença posso te ajudar? – Senti mãos rodarem meu braço, e a peituda teve a ousadia de apertar me impedindo de andar até o elevador.


— Eu não estou boa hoje querida, você poderia fazer o favor de me soltar? Ou então vou ter que meter uma bala na sua cara aqui mesmo.


Os olhos dela quase saltaram do rosto e aos poucos ela foi me soltando. Dei um solavanco me desvencilhando dela e continuei andando, e novamente fui barrada.


— Me perdoe mas, não podemos deixar ninguém subir sem hora marcada. – Essa peituda tá me tirando do sério mais ainda.


— Vadia, eu juro que tô me segurando para não ter dar umas porradas aqui mesmo. E se você me parar mais uma vez eu não vou me segurar. – Ela cruzou os braços e fez um sinal para chamar a segurança.–  Ligue para o escritório do Bieber e avisa que Samantha Payne chegou. Com licença.



O silêncio reinou naquele saguão e o único barulho, era do salto das minhas botas caríssimas batendo contra o piso branco daquele lugar.
No elevador, digitei no painel o número do andar. Um cara barbudo e com cara de sujo entrou também, ele não disse nada e nem apertou nada no painel apenas escreveu algo no celular e permaneceu calado.


Abri a porta da sala do Bieber e já fui muito bem recepcionada.


— Está atrasada Payne. – Sua voz grossa e arrastada me repreendendo me dava um tesão, não mais do que quando ele gemia na minha cama, dizendo coisas sujas.


— Você consegue dizer algo que não seja isso?! – Perguntei mas, saiu como uma afirmação.


— Poderia, se você fosse pontual apenas uma vez. – Ele se virou e como de praxe, estava com um copo de whisky. Sua bebida preferida.


— Ai fala a boca e me arranja uma dose. – Apontei pra mão dele e me joguei no sofá.


— Conseguiu descobrir algo sobre o Tyler?


— Sim, e coisas bem interessantes. – Um sorriso vitorioso brotou nos meus lábios, quando me lembrei de tudo que eu tinha pra contar.


— Está ficando eficiente, desse jeito trabalharemos juntos mais vezes. Talvez eu até te deixe comandar em alguma missão. – Ele disse sendo irônico.


— Eu sempre sou Bieber. 


— Imagino que tenha transado com um dos caras dele pra descobrir coisas, assim como faz comigo. – Ele emanava ironia e sabia ao certo como me irritar.


– Isso não vem ao caso agora. – Mordi o lábio inferior. — Foi fácil como tirar doce da boca de criança.


— O que temos então?


— Tyler e seu time estão mesmo bolando algo pra te derrubar.


— Isso não é nenhuma novidade, pensei que você fosse melhor.


— Isso não é tudo, o Yan e o Gregory estão trabalhando pra ele. – Tomei um pouco da minha bebida, e observei com atenção seu semblante mudar. Ele estava furioso. O copo que estava na sua mão foi parar do outro lado da sala. — Tá bom pra você?


— Então foi isso que realmente aconteceu. – Ele murmurou para si mesmo como tinha costume de fazer quando estava pensando.


— Sim ou você acha que as informações chegam pra eles do nada? – Ironizei e ele me encarou não gostando, mas, ja sabia como eu era. —  Fiquei sabendo do Apolo


— Tão rápido? Faz uma hora que o matei.


— Acha que é o único com informantes por ai? – Ele deu de ombros e sorriu, definitivamente o Bieber ainda não conhecia a mulher com quem estava lidando.


(...)



— Vamos logo com isso Sebastian, eu não tenho a vida inteira. – Já estava cansada de esperar, o que tinha de tão difícil em conferir armas?


Eram muitas, mas, eu não tinha tempo pra ficar esperando ele ver todas elas. Haviam coisas mais importantes que precisavam da minha atenção naquele exato momento, como convencer a minha irmã a assinar a porra de um papel.


Estou há dias fazendo suas vontades, pra ver se ela assina os papéis passando a casa dos nossos pais pro meu nome, mas, ela tá irredutível. E aquele namoradinho dela só tá piorando as coisas.


— Tudo certo. Vou mandar alguém entregar a grana pra você. No local de sempre. Tony estará lá.


— Espero que da próxima vez você faça essa merda rápido.



Sai daquela sala imunda e com um odor terrível de mofo e sangue velho, tinha que ir até a casa da Stacey mas, eu não sabia onde era então o jeito é ir pro trabalho dela.


No rádio do meu carro tocava um rap qualquer do momento, eu comecei a cantarolar sem me importar muito. As ruas estavam meio vazias, o trânsito estava calmo e em cada sinal vermelho um novo cigarro ia parar na minha boca. Meus pensamentos me levavam até aqueles belos olhos cor de mel, aqueles braços fortes e tatuados...
Se eu estava apaixonada? Desde o primeiro momento eu estive, me vejo ao seu lado comandando tudo. Sinto que ele está cedendo aos poucos, e isso é um avanço e tanto.

Minha primeira parada seria pegar a grana com Tony. Passei pelos seguranças dele sem ao menos dar alguma satisfação para eles liberarem minha entrada, já me conheciam e já sabiam que eu devia simplesmente ter algo marcado com ele.

— Uau Samantha, não acredito que você tenha mudado tanto desde que te vi. E mudou para melhor. — Disse com um sorrisinho.

— Mudei muito sim, e pra pior então eu teria medo se fosse você.

 — Além de gostosa ficou arrogante, adorei. – A vontade de vomitar veio no mesmo instante.

— Você vai adorar a minha arma fazendo um buraco no meio da sua testa se não me pagar nesse instante.

— Mantenha a calma gata, – Ele ergueu as mãos. — Eu vou te dar cada centavo do que é seu. E muito obrigado por sempre executar bem suas tarefas. — Eu odiava o sorriso daquele filho da puta, e todo esse ar de superioridade que ele exalava.

 
Ele era o cara mais debochado que eu já havia conhecido, e eu posso jurar que me controlava sempre que o via para não mata-lo.

— Aqui está. – Ele me passou uma bela maleta prata, e eu como sempre desconfiada abri conferindo e vendo todas as notas que eu tanto gostava.

— Por que seu capacho não tem vindo cobrar?

— Se isso fosse da sua conta você  saberia. — Sai dali indo diretamente pro meu carro, e jogando a maleta lá.

O Tony era a pessoa mais cínica que eu já conheci em toda minha vida, ele conseguia mentir na cara de dura na frente de um juiz se preciso, e aposto que o tal acreditaria. Apenas com uma simples palavra ele me irrita, até o Bieber era menos ridículo do que esse daí. Ou, talvez, fosse apenas aquele jeito gostoso que ele tinha que me fazia pensar isso, quem sabe?

Aproveitei meu dia corrido pra fazer tudo de uma vez, mais dois foram cobrados naquele dia e logo depois, passei na boate pra pegar o dinheiro com a vadia da Sandra, afinal o patrão dela deixou que ela tomasse conta de tudo mas, eu ainda mando nisso.

Eu não suportava esses caras, todos eles. Por Isso preferia que o Sebastian ou o Henry viessem cobrar eles. Mas, tinham coisas que a gente tinha que resolver pessoalmente.

— Passei pra pegar o dinheiro do seu patrão. Little Jay. –Fui direta com a vadia-

— Não conversou com ele? – Ela levantou uma sombrancelha.

— Não tenho o que conversar com ele, apenas passar a carga e pegar o dinheiro.

— Ok . – A vadia deu de ombros se ajeitando na cadeira não dando a mínima. — Ele não tem como te pagar agora. Talvez na próxima se...

— Ele que se vire. Não quero ouvir ladainha. Eu tenho cara de quem vende droga fiado? – Disse sem dar muita importância, eu não ia me estressar, queria minha grana e eu iria ter.

— Ele teve problemas com..

— O que ele teve ou deixou de ter é problema dele. Foda-se!

— Olha, Samantha – Ela sorriu irônica, vagabunda. – Sinto te informar que ele não tem esse dinheiro agora.
 
— E eu sinto informar que não me interessa de onde ele vai tirar mas, quero o meu dinheiro e quero nesse exato momento.

— Não temos. – Ela disse parecendo uma sonsa. Além de vadia quer fazer a sonsa logo comigo, sempre tem um pra te testar né.

— Então tá bom. – Me virei em direção a saída. — Ah, – Voltei a olhar pra ela. — Vou deixar um recado pra ele dizendo que eu volto mais tarde. Aqui oh.

Saquei a minha pistola da cintura e acertei sua cabeça, bem no meio, sem dar tempo algum dos seus neurônios funcionarem.

— Quero meu dinheiro, e com juros. – Disse alto e claro pra todos os que estavam ali. — Passem o recado.



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