História Dirty Blood - Capítulo 6


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Categorias Jennifer Lawrence, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Ação, Amor, Chaz Somers, Crime, Criminal, Drogas, Gangs, Jennifer Lawrence, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Traição
Visualizações 7
Palavras 2.319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo 05



Atlanta


Coloquei a última bolinha que restava na árvore e dei um sorriso.

- Ficou linda! - Disse com um sorriso.

- Eu também gostei amor. Bom trabalho.

- Fazia bastante tempo que eu não decorava a casa pro natal. - Pequenos detalhes as vezes tem um significado gigante, e o natal me lembra da minha família.

- Na sua antiga casa vocês não faziam isso? Você e a Sam?

- Eu perdi a vontade quando meus pais morreram. - Dei de ombros. - Que bom que você está aqui, eu não conseguiria colocar essa estrela no topo sem esforço.

- Estou animado pra noite de natal, vai ser bem legal. Nosso primeiro natal juntos. - Ele sorriu terno pra mim.

- Também estou um pouco mais animada esse ano.

- E quais são os seus planos para hoje?

- Eu acho que vou pra confeitaria, fazer alguns bolos que me encomendaram e depois devo ir um pouco na Brianna.

- E tem um tempo pra mim nesse natal?

- Claro que tem. A maior parte. - Me sentei ao seu lado no sofá.

Bryan era um cara legal, nós estávamos juntos há 8 meses, eu não sabia bem como era me relacionar amorosamente com outra pessoa pois eu nunca senti algo realmente forte por ninguém. Eu comecei a gostar dele e rolou um clima, ele pediu pra namorar e aqui estamos. Eu o amo. Eu boba no início dizendo que apenas gostava dele, mas, dois meses depois eu era uma louca apaixonada declamando eu te amo por todo canto.

Namorar não era algo que estava nos meus planos. Eu não me via planejando viagens ou fazendo planos para as férias com nossos futuros filhos. Não estava e nem estou pronta pra isso, e também o alertei quando conversamos sobre o nosso futuro. Eu estava disposta a ficar do lado dele, ser fiel, criar uma pequena rotina, mas, nada que ultrapassasse meus limites, tudo aos poucos.

Algumas pessoas começam o namoro ja pensando em casar, eu queria apenas aproveitar os momentos, criar boas memórias e se em algum momento eu sentisse que era a hora teríamos outra conversa e iríamos decidir os próximos passos.
Pra falar verdade se o Bryan me pedisse em casamento agora eu teria que dizer um belo não pra ele, não por ele mas, por mim, eu não sei se quero passar minha vida inteira do lado dele, aliás não sabia se queria passar minha vida inteira do lado de alguém.

Eu acho que é algo que eu nunca ia querer, eu amo minhas coisas, minha pequena rotina, minha liberdade... então quando eu quero eu saio de tudo, fujo de alguns clientes, mudo o visual, talvez até de casa, eu não nasci pra ser presa e viver estagnada, muito menos limitada a um espaço, talvez isso tornasse o Bryan alguém que eu gostava, porque ele me entendia e me aceitava do jeito que eu era e tinha esperanças de algum dia sermos definitivamente nós.

- Não acho que você deva ficar aqui sozinha sempre. - Ele comentou. - Podia morar com a Bri ou voltar pra casa.

- Eu sei, e adoraria fazer isso, mas, acho que não vou conseguir voltar pra casa e com a Brianna ela tem uma criança, acho que não séria agradável.

- Entendo, sabe é apenas preocupação...

- Eu sei e te entendo obrigado por cuidar de mim mas, eu estou bem aqui e consigo me virar sozinha.

- Irônico. Uma garota que não alcança o topo de uma árvore dizer que consegue se virar sozinha. - Ele zombou.

- Engraçadinho. - Ri. - Você tem que ir trabalhar né? - Disse manhosa.

- Tenho mas, por você posso me atrasar um pouco, hum? Que tal um banho quente? - Sugeriu e no tom da sua voz eu havia malícia, mal acenei e ele já avançou em mim.

Eu não era o tipo de pessoa que ficava pensando demais para fazer algo, eu apenas tentava e se desse certo okay, mas, se desse errado okay tbm.

Sempre pensei que na vida precisamos tentar, precisamos estar sempre prontos para qualquer coisa, mudando e conhecendo coisas novas.

Você nunca descobre nada sem correr atrás e bem, na minha humilde opinião um minuto ja é tempo suficiente para mudar toda uma história.

O toque das mãos dele nos meus braços foram subindo para os ombros, sua mão era macia e quente. Emanava calor delas e isso fazia meu corpo todo se ouriçar.

Beijos molhados foram depositados em meu pescoço, as respirações ofegantes...ah! Poucos segundos e eu já estava totalmente entregue, ele me puxou para o seu colo e se levantou me carregando para dentro do quarto. A todo instante ele dizia me amar, meu corpo parecia em ebulição de tanta excitação. As poucas roupas foram arrancadas uma a uma delicadamente, beijos e toques lentos excitantes me torturaram dentro daquele quarto que parecia uma fornalha. O cheiro de sexo no ar era inebriante.
Delicadamente fui deitada na cama, com as pernas pendendo para fora Bryan se abaixou na altura da minha cintura e deslizou aquela lingerie azul por minhas coxas até o meu pé.

Ele beijava o interior das minhas pernas e dava leves mordidas. Gemidos altos saiam do fundo da minha garganta, ele era bom. Suas mãos faziam um carinho gostoso em minhas pernas, me fazendo implorar por mais toques.

- Não me tortura por tanto tempo, seja rápido e bom como sempre é. - Ele sorriu malicioso e começou a massagear meu clitóris com os dedos.

Movimentos leves de vai e vem alternados com beijos e mordidinhas, uma de suas mãos foi parar no meu seio apertando e puxando o bico dele, me fazendo soltar um gemido arrastado e quase agonizante do fundo da garganta.

- Assim está bom pra você baby?

- Me chupa. Agora!

Os movimentos cessaram e minhas pernas foram brutalmente abertas, o homem a minha frente mergulhou no meio delas e começou a chupar, passando a língua por todo canto me deixando cada vez mais molhada.
Ele lentamente introduziu um dedo fazendo movimentos de entra e sai. E logo depois mais, e depois mais outros. Eu pingava.

- Juro que se você não levantar agora e vir aqui meter em mim, chuto o seu saco.

Ele riu e meteu mais um dedo sem ao menos avisar.

- Você que manda.

Seus olhos ganharam um tom mais escuro, era pura malícia. Ele me ajeitou na cama e depois pegou uma camisinha no criado mudo logo vestindo - a. Massageou a cabeça do seu pau que estava pulsando de tanto tesão e se enterrou em mim sem dó. Dei um gemido sofrido, cravei minhas unhas em seu bíceps com toda a força enquanto ele metia com vontade em mim.

- Você é sempre tão apertada. Não sei se vou aguentar muito tempo. - Ele dizia entre gemidos e estocadas.

- Oh meu Deus Bry... Não para... Aí, aí mais forte....

- Como eu amo você garota. - Nossos olhares se encontraram por alguns instantes, haviam malícia em ambos. O barulho dos nossos corpos friccionando um no outro, o ambiente, o tesão...

Nós.

Ele estocava forte, eu já mal conseguia me manter parada. Envolvi minhas pernas em seu quadril, me movimentando no mesmo ritmo tentando juntar ainda mais nossos corpos, eu já não me aguentava mais e ele também não.

- Oooh.... Eu vou gozar.

- Você vai. - Ele afirmou acelerando ainda mais as estocadas, senti meu corpo todo tremer o seu pau ficar mais rígido ainda, dentro de mim.

Minhas pernas tremeram e aquela sensação de ir ao céu e voltar veio e se foi em um piscar de olhos. Bryan ainda deu mais algumas estocadas, ele provavelmente gozou também. Se debruçou sobre mim, não depositando todo seu peso apenas encostando. E mais uma vez chegamos ao ápice juntos, eu não poderia estar mais satisfeita.

- Tenho que ir.

- Que coisa a se dizer depois do sexo. - Ele riu.

- Não seja má, sabe que se pudesse eu ficava, e foderia você a noite toda...

Ele me beijou carinhosamente e se levantou da cama ainda nu. Percebi que seu celular vibrou, uma mensagem de 'S'. A desconfiança apareceu naquele instante, me contive para não pegar seu celular.

Ele percebeu que eu vi a notificação, e pegou o celular indo para o banheiro com a desculpa do banho e do atraso. Desconfiança é algo que quando se tem, a probabilidade de estar certo sobre ter algo de errado é de 99,9%.

De uma coisa tenho certeza: não há nada que Stacey Payne não possa descobrir.

10h54

Empurrei a porta da frente do salão da Brianna e ouvi os sinos, logo Julian correu em minha direção se jogando com tudo em cima de mim, ele é a única criança que eu gosto.

- Tia Stay! - Ele gritou como se eu não fosse escutar, seus braços estavam envolta das minhas pernas e eu me abaixei pegando ele.

- Meu amor. - Disse com um sorriso no rosto. - Como você está? Se comportando para ganhar algo do papai noel?

- Eu achei que não fosse mais me ver. - Ele falou meio embolado. - Sim, estou sendo bonzinho.

- E quando é que eu vou deixar de vir ver o menino mais bonito dessa cidade? - Beijei sua bochecha e ele fez o mesmo sabendo que eu sempre cobrava isso dele.

- Tia, eu preciso te mostrar uma coisa. - Ele falou se mexendo pra descer do meu colo.

- Me mostre então. - Coloquei ele no chão e o vi correr para algum lugar no salão.

Julian se parecia muito com o Ryan mas, também tinha traços da Brianna, que eram bem poucos.

- Há cada dia ele fica mais a cara do pai. - Disse e a Brianna me jogou uma escova. - O quê?

- A mãe dele sou eu, eu carreguei 9 meses, eu fico com ele. E você vem me dizer que ele se parece com o pai?

- Não vou mentir pra você amiga. -Ele voltou correndo e logo me mostrou uma revista.

- Está aqui. - O puxei para o meu colo novamente enquanto ele folheava a revista.

- Esse! - Ele disse animado e apontou para uma pista de carrinhos.

- Esse que quer de natal? - Apontei o dedo pra pista para confirmar seu pedido e, recebi um aceno dele confirmando.

- Vou mandar um email pro papai noel pra ver o que ele pode fazer por você, okay baby Julian?

Ele só sorriu e saiu correndo novamente pelo salão, que estava relativamente cheio. Brianna tinha clientes fixas e muito fiéis, apesar de ser nova ela é muito querida e simpática, porém, uma mulher diferente aguardava sua vez na pequena salinha de espera.

- Bri?

- Sim? - Ela respondeu enquanto finalizava um penteado com spray fixador. - Cade o Julian? - Olhou ao redor.

- Julian foi para dentro. - Ela assentiu. - Quem é aquela mulher ali? - Apontei para a ruiva que lia desinteressada uma revista de noivas.

- Eu não sei, me ligou cedo marcando horário. Chegou minutos antes de você. - Assenti informando que entendi. Mas, mesmo assim a sensação de conhecer essa mulher não tinha ido embora.

- Onde vai passar o natal?

- Não sei, mamãe quer que eu leve Julian para ficar com ela. Sem mim.

- Sua mãe é maluca. Mas, pelo menos você tem uma. - Suspirei fundo e levantei para pegar água.

- Não vou deixar ele passar o natal longe mim. Nunca. Nem se fosse o pai dele que pedisse. - Eu podia entender o rancor, a mãe a abandonou quando soube da gravidez assim como o pai, que só registrou o filho porque estava sob ameaça.

- O que acha de passar lá em casa? Bryan vai pra lá e acho que Samantha também. Vai ser bom ter vocês e não vou me sentir sozinha.

- Sério? - Ela abriu um sorriso. - É claro que vamos então. Vai ser ótimo, só não quero atrapalhar você e Bryan.

- Você não vai nos atrapalhar. A casa é minha, e vocês dois são sempre bem vindos.

- Você sabe que não vou muito com a cara dele, mas, eu aturo por uma boa causa... - Dessa vez eu joguei uma escova nela. Juro que eu não entendo essa birra dela com o Bryan. Até porque os dois pareciam se dar muito bem no início.

- Não quero brigas e piadas maldosas no meu natal. Só amor e paz.

- Está certo. Amor e paz.

(...)

Brianna e eu almoçamos enquanto sua única funcionária ia cuidando das coisas, aproveitando que o salão havia esvaziado.

Agora no salão só restavam eu, Brianna e a dita cuja que descobri se chamar Melissa. Ela veio de Nova York a passeio, esta hospedada em hotel próximo e decidiu fazer o cabelo no salão da Bri. Dizendo ela que pediu sugestões e ouviu ótimas recomendações do salão dela.

- Pretende passar o natal na cidade Melissa? - A questionei.

- Na verdade não. Minha família tem uma tradição há gerações, todos temos que estar juntos independente de onde moramos ou de onde estamos. - Ela olhou pra nós e sorriu. - Vocês sabem, coisas de pais.

- Sim. - Mesmo não lembrando concordei. O silêncio perturbador veio, e o único barulho que ouvíamos era do secador.

Havia me esquecido totalmente de ir a loja para começar a despachar encomendas para o natal. O incomodo de estar no mesmo lugar que aquela mulher já era insuportável, decidi ir dar uma desculpa para voltar depois.

- Que pena você não poder ficar. O papo estava ótimo. - Melissa disse apertando minha mão.

- Tenho muitas coisas para resolver, já passa das 15h. Não posso deixar a loja sozinha por muito tempo.

Me despedi das duas e avisei Brianna que voltaria mais tarde, parece que já conheço essa mulher mas, não me lembro de onde. E pela segunda vez no dia, a desconfiança tá tirando a minha paz.

Mais uma vez faço meu caminho para casa e tenho aquela sensação de estar sendo seguida. Todo estresse de trabalho e festas de fim de ano está me deixando louca, às vezes queria só ser a Samantha e fugir de tudo por uns dias. Ou, talvez pra sempre.


Notas Finais


Gostaria muito de saber a opinião de vocês sobre a história, se estão gostando e já quero saber os shippers. Beijooo!


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