História Dirty Blood - Capítulo 7


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Categorias Jennifer Lawrence, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Ação, Amor, Chaz Somers, Crime, Criminal, Drogas, Gangs, Jennifer Lawrence, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Traição
Visualizações 8
Palavras 2.926
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capítulo 06



Atlanta


Hoje era o dia de estar na empresa, vários dos nossos assaltos e acordos tinham como base informações que saiam do prédio da Bieber CO. e apesar de eu preferir ficar na minha casa, no meu escritório, como sócio majoritário e presidente eu deveria estar presente em todas as importantes reuniões, que sempre são chatas.


Entrei no elevador junto com alguns funcionários e cliquei no painel o meu andar. Todos me cumprimentaram, como de costume e eu respondi. Apesar de eu ser um traficante com nome forte, nenhum deles sabe sobre isso e espero que continue assim.

(...)

Entrei na minha sala e o telefone já começou a tocar.

- O quê é Mary? Mal entrei na minha sala.

- Senhorita Samantha Payne na linha quatro senhor Bieber. - Já avisei espessa garota pra não ligar pra .

- Merda. Repasse pra mim.

- Certo.

A ligação foi transferida e um suspiro de alívio foi audível.

- Bom saber que ainda está vivo Bieber.

- Vivo e muito ocupado. Diga logo o que quer. - A respiração dela estava ofegante

- Acabaram de tentar me matar...É a quarta vez essa semana, e a culpa é toda sua seu imbecil.

Estava ficando irritado com todo esse papo por uma linha comercial. Já avisei para ela não ligar pra cá mas, mesmo assim essa vadia insiste em quebrar as regras.

- Minha culpa?

- Claro, e de quem mais seria? Você quer matar todo mundo por conta própria, em qualquer hora do dia. - Ela quase gritou. - Estão desconfiando de mim Bieber! Você está matando todos relacionados às informações que me passam. Até mesmo os desnecessários.

- Eu te avisei que eliminaria um por um que quer me derrubar. Até chegar em quem eu quero. - Ela riu. - E não me ligue mais nesse número. Venha até mim, ou, ligue pra casa. Até mais.

A ligação foi finalizada e a raiva que eu não estava sentindo apareceu do nada. As informações que chegam a mim, são pra ser usadas e não arquivadas como carta na manga. A única coisa escondida na minha manga é uma faca, e ela vai perfurar quem quer que seja que queira me derrubar.

11h32

Depois de quatro reuniões e mais meia hora assinando papéis, conferindo produtos e mandando gente embora consegui desmarcar outras coisas e ir pra casa. Temos uma carga de cocaína para por pra dentro da cidade, os tiras estão em cima querendo algo como sempre mas, dessa vez a única coisa que eles vão ganhar vai ser um tiro no meio da testa.

Rick e Chris me mandaram uma mensagem, avisando para ir para o galpão repassar as coisas e treinar com armas novas que tinham acabado de receber. Apesar de eu não me preocupar tanto, eu fiquei meio pensativo sobre tentarem matar a Samantha. Se estão atrás dela com certeza vão vir atrás de mim. E isso eu não vou permitir.

Estacionei meu carro ao lado do Porsche do Chaz e fui direto pra dentro saber de tudo. As vozes lá pareciam alteradas, eu já estava começando a me irritar.

- Que porra tá acontecendo? - Todos pararam de falar e me olharam. - Qual o motivo da DR??

- Estou dizendo que pontos eletrônicos no ouvido seriam melhor do que aqueles comunicadores com fio. - Chaz disse como se fosse óbvio e socou a mesa.

- Eu concordo com você Charles. É o que faremos. - Falei incisivo e peguei um cigarro logo acendendo. Dei um trago e continuei. - Vocês sabem que Samantha Payne está em perigo por nossa causa, certo?

- A Sam? Não estamos sabendo. - Rick falou colocando uma mala enorme na grande mesa central. -

- Os caras do Tyler estão perseguindo ela. Quase todos os dias, e ela sendo perseguida não recebo as informações que preciso. - Respirei fundo. - Não posso matar o Tyler agora, apesar de ser o que eu mais quero. Preciso de informações dos clientes dele, quero tomar tudo dele pra que no final, a morte seja a única coisa que ele vá desejar.

Não precisei dizer mais nada, Chaz e Chris foram procurar informações sobre os capangas do Tyler para começar a elimina - los, enquanto isso Ryan foi resolver umas coisas para mim nas boates. Alguma vadia resolveu arrumar problemas e eu já estou cansado delas.

- Rick vamos pro campo de tiro, quero ver como essas belezinhas funcionam.

Agora é a hora de ver o estrago que essas armas que recebemos da Rússia fazem.

(...)

Exausto. Era o que me definia nesse momento, acabei de ligar para a Sam pedindo pra ela vir aqui pra casa. Decidi tomar um banho rápido para me livrar desse sono, vesti uma cueca azul e uma bermuda preta e fiquei aguardando por ela no meu quarto.

Duas batidas na porta.

- Pode entrar.

Ela estava linda, uma calça jeans apertada modelava seu corpo perfeitamente. Deixou suas pernas ainda mais torneadas e em evidência, a jaqueta de couro e o boné a deixavam imponente e ao mesmo tempo sexy.

- O quê você quer Bieber. Eu não estou com muito tempo.

- Conversar? Isso se você não estiver muito ocupada tentando ficar viva. - Ela riu jogando a jaqueta na poltrona a sua direita e subiu na cama deitando ao meu lado.

- Há há há Justin. Muito engraçado. - Ele ironizou. - O pior de tudo é esconder da Stacey essas coisas. Ela é curiosa demais, vai querer saber quem tá por trás e vai acabar sendo morta.

- Você nunca me fala dela.

- Porque não tenho o que falar pra você. - Ela acendeu um cigarro e soltou a fumaça no meu rosto.

- Certo.

- Sobre o que queria conversar?

- Sabe que vamos por uma carga grande pra dentro em breve, não sabe? - Ela assentiu. - O quê tem a me dizer sobre o chefe de polícia de Atlanta? Ele tá querendo grana, e eu quero ter 1000% de lucro nessa carga. Nada de pagar propina.

- O quê vou ganhar com isso? - Ela sentou em cima de mim e beijou o canto da minha boca.

- Você para de ser perseguida.

- É... Talvez eu saiba de algo... Preciso refrescar minha memória. - Ela apagou o cigarro no cinzeiro e tirou os sapatos. - Quer me ajudar a lembrar?

Não foi preciso dizer nada mais, uma nuvem de tesão pairou sobre nós e naquele momento eu só queria foder ela até ela pedir pra parar.

21h

Samantha me disse que o chefe de polícia tinha uma amante, e consequentemente uma filha com essa outra mulher, a qual ele amava demais. O segredo era que essa tal amante, é reabilitada por conta de alcoolismo e drogas. Uma viciada vamos dizer assim, e nosso querido chefe fraudou alguns papéis pra sua querida amante sair da reabilitação e cuidar da filha deles.

Se por um acaso o superior dele souber disso talvez ele perca o emprego dele, e eu tenho certeza absoluta de que ele não quer isso já que recebe além do salário grande, uma gorda propina semanal de vários traficantes de merda da região. Fora que vai correr um grande risco de morrer, sem a proteção do seu distintivo.

Passei todas as informações pro Chaz sobre essa tal mulher, e pedi pra ele mandar "por engano" vídeos do chefe de polícia Kelly e cópias alta da amante dele, a falsificada e a original que dizia que ela deveria ser mantida internada. E para o Kelly, um recado especial. Vamos ver se depois disso ele ainda vai querer me subornar.

Desci para comer algo e vi que meu pai tinha acabado chegar. Havia meses que eu não o via.

- Olha quem resolveu dar as caras por aqui.

- E ai filho, como estão as coisas? - Ele disse sem ao menos se desculpar por ter sumido por quatro meses.

- Se não fosse por mim e pelos catas, estariam péssimas. Agradeça por eu não ser um inconsequente. - Ele riu e pegou uma cerveja na geladeira, abriu e deu um gole.

- Estou perguntando como vai a empresa. Não seu ganha pão de merda que você chama de tráfico. Quero saber de tudo, em breve vou voltar a ser o manda chuva de lá. - Dei uma gargalhada altíssima, ele só pode estar de brincadeira comigo. - Está rindo de que Justin?

- Você mal chegou, e antes de ir embora sem dar satisfação alguma pra Erin e as crianças, deixou bem claro que não queria saber de nada. Que já que eu queria ser o homem da casa, que eu fosse. Largou tudo nas minhas costas e foi vadiar pelo mundo com o meu dinheiro. - Ele jogou a garrafa na parede, ela se quebrou em mil pedaços. Era o que eu queria fazer com o Jeremy agora. - Não adianta ficar puto, sair quebrando coisas ou pior, descontar na Erin e nas crianças. Juro que dessa vez eu não vou ter piedade.

- Justin eu ainda dou as ordens aqui eu saiba você que...

- SAIBA VOCÊ QUE QUEM DA AS ORDENS AQUI SOU EU, A PARTIR DE AGORA OU VOCÊ ACATA ELAS E EXECUTA OU VOCÊ SAI. TÔ CANSADO DE RESOLVER SUAS MERDAS PAI!

- Abaixe o tom Justin, eu ainda sou seu pai.

- Você perdeu esse direito quando, foi embora e largou a gente sem nem ter o que comer. Então sai da minha frente, antes que eu mate você agora.

- Você vai se arrepender de ter dito isso um dia. E eu vou fazer questão de te perdoar, mas, te dou só um aviso Bieber: a vingança chega um dia. Você vai pagar muito caro. Por tudo isso.

Ele pegou as malas do chão e voltou por onde veio, quando ouvi a porta da frente bater e o carro sair disparado que pude soltar o ar que prendia. Eu queria socar e bater em tudo a minha frente. Entrei em um estado de destruição total, e, só parei quando alguém me puxou pelos ombros me tirando da cozinha que estava completamente destruída. Esse é o efeito dele sobre mim. Devastador.

- Ei cara, calma, relaxa. - Reconheci a voz do Ryan e deixei ele me sentar no sofá.
Jeremy me deixa fora de mim mais do que qualquer pessoa, hoje eu estive no meu limite de sanidade.

- Aquele imbecil. Eu não sei como ele teve coragem de vir aqui, me confrontar. Dentro da minha casa Ryan! - Minhas mãos estavam doendo, com muitos cortes e sangue mas, a adrenalina era maior.

- Relaxa man, vamos resolver isso ele já foi embora isso já é alguma coisa. - Andava de um lado a outro já com a raiva me dominando denovo. Ele só podia estar sem grana pra ter que voltar aqui.

- Vou dar um jeito nisso. Ele que aguarde, se eu souber que Jeremy Bieber ainda está em Atlanta, vou fazer de tudo para achar ele e matar com as minhas próprias mãos.

Ninguém ameaça a minha família dentro da minha casa e sai impune.

(...)

Depois daqueles vários ataques a Samantha decidi por conta própria ver se estava tudo correndo bem com a irmã dela. Eu não sou tão insensível quanto pareço, jamais me perdoaria se algo acontecesse com alguém que não tem nada a ver com essa história.

Todos os dias quase no mesmo horário eu a sigo quando sai da sua loja, até a porta de casa. Me sinto no dever de garantir sua segurança. Ninguém quer saber se ela a Stacey ou a Samantha, se a encontrarem vão matar sem nem perguntar que dia é hoje.

A semelhança física era totalmente perceptível, óbvio, elas são gêmeas idênticas. Mas, os cabelos de Stacey são loiros, e confesso que isso a deixa ainda mais linda e sexy. Seu jeito é totalmente diferente do de sua irmã, seu sorriso mais largo, sua gargalhada contagiante... Quando ela usa vestidos colados que realçam suas curvas, fica ainda mais linda e gostosa, os cabelos soltos esvoaçando juro que eu casaria com uma mulher assim, mas, ela com certeza não aceitaria essa minha vida apesar de eu ter a empresa e tudo mais, Stacey é uma mulher diferente forte e bastante correta ela nunca teria algo com alguém com o meu histórico.

Ela ligou o alarme, ajeitou as bolsas no ombro e mãos e seguiu seu caminho falando ao celular. Provavelmente com o namorado, que até hoje não vi por aqui, ela riu de algo. Guardou o celular, e enquanto virava a esquina pra entrar na rua Phenill não percebeu quando um cara atravessou a rua correndo, e a empurrou contra a parede pra roubar sua bolsa. Ela bateu forte o ombro na parede e caiu sentada na escada enquanto gritava por ajuda.

- SOCORRO! Alguém pega esse idiota que acabou de me roubar. - Ela gritou mas, só havia ela e eu na rua. O garoto saiu correndo em direção a rua Mitts decidi ir atrás dele.

Comecei a correr feito um louco, focado em recuperar aquela bolsa pra ela. O garoto parou para conferir o que tinha roubado, e nesses momentos eu agradeço por ser tão ágil e silencioso. Enquanto ele abria a bolsa, andei silenciosamente até ele e deu uma chave de braço.

- Injusto roubar garotas indefesas essas horas,não acha? - Perguntei apertando mais seu pescoço.

- E-eu... - Ele tentou falar mas, sua voz não saia pela falta de ar.

- Está querendo dizer algo? - Perguntei irônico.

Puxei a bolsa da mão dele e empurrei seu corpo para longe. O garoto saiu correndo sem olhar para trás. Talvez eu tenha dito algo sobre cortar suas mãos e mandar pra sua família.Olhei para a bolsa em questao questao questao e quer saber? Olhar não faz mal. Tinha um celular com a foto dela e de um cara que eu conhecia de vista. Acho que dá empresa, sei lá. Chaves, chicletes, uma agenda lotada, um pacote vazio de Lay's e lenços umedecidos. Eu precisava devolver.

Coloquei meu capuz e olhei para os lados em busca da mulher platinada. Fiz o caminho de volta e a encontrei escondida atrás de um carro. Samantha com toda certeza daria risada se estivesse aqui. Examinando pessoalmente elas são sim idênticas na aparência​ mas, totalmente diferentes no jeito de ser. Ela era uma pessoa boa.

- Toma. - Estendi a bolsa e ela pegou com um pouco de receio. Me examinou o quanto pode da cabeça aos pés enquanto eu tentava esconder meu rosto.

- Quem é você? - Ela me questionou enquanto conferia se estava tudo lá.

- Ninguém que seja da sua conta. - Um pouco grosso mas, eu no fundo não queria ter dito isso.

- Obrigada. - Ela disse um pouco alto pra que eu conseguisse ouvir.

Apenas ignorei e segui o meu caminho. Peguei meu carro e fui para a casa do Ryan, nesse horário ele já devia ter chegado da grande reunião com o Wilson. Os portões foram abertos porque os seguranças me conheciam.

Desci e entreguei as chaves pro Khalil. entrei em casa, segui para o escritório que era onde ele estava.

- Bieber.

- Que cara é essa Butler?

- Tenho más notícias, o Wilson, ele quer parte do lucro que vai entrar das cargas

- Como assim ele quer? Ele não tem que querer nada,apenas colocar a carga para dentro e pronto.

- Ele disse que ou ele fica com metade e a gente com metade, ou então, ficamos com nada.

- Como se ele pudesse realmente exigir algo de mim.

- Ele tem o contato dos fornecedores. Se não concordarmos com isso ele cancela tudo e ficamos sem nada.

- Vou dar um jeito nisso, o Wilson vai saber quem manda nessa porra.

- Vai com calma, não esquece que precisamos dele para os negócios. Se fizer alguma besteira nós ficamos com zero.

- Relaxa, vamos ficar com tudo. Aliás, liga pros garotos e avisa que vamos nos ver na Only Fuck em 15 minutos.

Assim que ele fez saimos dali, eu precisava resolver algumas coisas, relaxar e não podia ser com as mesmas coisas de sempre. Eu estava cansado das mesmas putas, do mesmo lugar pra reunião e da mesma vida, hoje eu só queria me divertir.

A boate estava bombando, eu tinha que conseguir fazer aquele filho da puta me passar aquele lugar, com certeza lucraria muito com aquele puteiro.

Eu ia precisar trocar algumas vadias, os barmans... mas, no final tudo ficaria perfeito da forma como eu queria. Sonhar sempre foi meu ponto forte, eu sonhava e conseguia, mesmo que precisasse matar aquele filho da puta eu ia pegar aquela boate pra mim.

- Acha que devíamos diminuir a propina dos canas?

- Chaz, eu já disse, seja um bandido, faça coisas de bandido; mas, nunca fale como um, porra.

- Você hoje ta irritando mesmo hein, por que não vai comer uma puta para relaxar?

- É exatamente isso que eu vou fazer - Eu precisava sair​ dali.

Eu não tinha achado nenhuma daquelas mulheres boas, sei que eu transava com muitas mulheres, mas, eu tinha uma certa seleção, afinal não podia colocar meu pau de ouro em qualquer vagabunda.

Me sentei esperando o barman trazer uma dose de whisky enquanto isso prestava atenção nas coisas a minha volta, precisava estar sempre alerta. Ali não tinha nada que me prendesse atenção, apenas a Gabrielly uma gostosinha do escritório, resolvi me aproximar.

- Ora, ora. Uma mocinha direita neste lugar. - Disse irônico, essa menina se fazia de santinha mas, eu sabia que ela não passava de uma safada que se fazia de comportada.

- Senhor Bieber. - Ela sorriu.

- Gaby, voltei. - Bryan disse e assim que me viu forçou um sorriso.

- Você por aqui Justin?

- Sempre estou, adoro festas. - Disse saindo.

Eu não costumava terminar assuntos com as pessoas, pra mim histórias não devem terminar com pontos finais,mas com reticências.



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