História Dirty Blood - Capítulo 9


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Categorias Jennifer Lawrence, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Ação, Amor, Chaz Somers, Crime, Criminal, Drogas, Gangs, Jennifer Lawrence, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Traição
Visualizações 8
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Capítulo 08


Atlanta


Eu já não me aguentava mais de tanto trabalhar, ok já tinha terminado tudo na confeitaria e deixei tudo pronto, mas tinha umas coisas para comprar e eu não podia fugir, tinha que ser hoje.


Me esforcei pra não esquecer de nenhum item, sim eu tinha uma lista mas, como sempre extensa com coisas para casa e para a confeitaria. Por alguns momentos eu pensei em largar o carrinho no meio do mercado e ir pra casa dormir.

Os pedidos dobraram essa semana e eu não tô dando conta, tô vendo que vou ter que contratar mais pessoas.

E lá vamos nós continuar nossa jornada...

(...)

Finalmente passei as coisas no caixa e paguei tudo e, com toda paciência esperei pelo cara terminar de colocar nas sacolas. Eu era uma pessoa tranquila e paciente mas, hoje tudo tá me irritando.

- Pode esperar um momento eu vou chamar alguém para ajudar com as sacolas. - O cara disse e antes mesmo de sair eu o impedi.

- Eu dou conta. - Equilibrei todas as sacolas nos braços e comecei a caminhar até a saída.

- Certeza? São muitas e...

- Eu me viro, obrigada. - Sai ignorando o que ele falava.

Eu não iria conseguir esperar até ele encontrar alguém pra me trazer as sacolas, então levei tudo do jeito que consegui, até que começou pesar.

Aquela chuva deixava tudo mais chato e cansativo, eu só queria chegar em casa e me colocar embaixo dos cobertores após um banho quente e relaxante, acompanhada apenas por uma caneca de chá de limão bem quente.

Peguei meu celular discando o número do Bryan, eu detestava ter que ocupar ele mas, era um caso importante,liguei uma vez e apenas chamou e da segunda foi direto pra caixa postal, respirei fundo e passei a mão livre pelas minhas têmporas fazendo uma massagem.

- Oi. - A mulher disse parando na minha frente e logo a reconheci.

- Oi, você é a...

- Melissa, nos conhecemos no salão da Brianna.

- Ah, sim. Eu lembro de você. - Guardei o celular e ameacei a andar e ela me parou.

- Está tudo bem?

- Está sim, eu vim fazer umas compras pra loja e pra casa. Acho que me enrolei um pouco. - Olhei pro meu mar de sacolas e dei uma risada. - Com a chuva complica mas, tá tudo bem.

- Ok, precisa de alguma ajuda?

- Não, obrigada. Eu tô tentando falar com meu namorado mas, parece que hoje ele resolveu me ignorar. - Eu tava puta isso sim.

- Você mora por perto?

- Não muito, moro na Phenill com a High Princeton.

- Sério? Posso te dar uma carona, se você quiser.

- Não, não precisa sair do seu caminho só para me ajudar. Dou conta.

- Eu estou em um hotel ali perto mesmo não vai me custar nada. - Ela me deu um sorriso simpático e eu murmurei um okay. - Deixa eu te ajudar com algumas sacolas.

Ela me ajudou colocar as sacolas no carro, até que aquela impressão estranha que eu tive dela foi ficando de lado, engatamos em um assunto qualquer e a conversa fluiu. Ela era legal.

- E quando pretende ir embora Melissa? Pretende prologar a estadia?

- Acho que um pouco antes do Natal, um dia antes talvez. - Ela deu de ombros. - Eu queria poder ficar um pouco mais, só que não tenho escolha preciso me reunir com minha família. Tradições sabe?

- Acho importante passar com a família esses momentos, muitos dizem que é uma data qualquer e eu discordo.

- Eu só acho que é um dia importante para celebrar, junto das pessoas que amamos. Mas, e você vai passar com seus pais?

- Bem. - Sorri fraco. - Meus pais não são mais vivos.

- Aí meu Deus Stacey, me desculpa. - Ela deu de ombros sem ter o que falar. - Que vergonha.

- Tudo bem, já tem alguns anos. Mas, fico sempre com minha irmã, espero ser assim esse ano também e também com a Brianna

- Não sabia que tinha uma irmã. - sorriu.

- Tenho sim, Samantha. Somos gêmeas.

- Eu também tenho irmãos, Dimmy e Tiffany.

- São mais novos?

- Mais velhos e eles também estão meio que cada um pra um lado.

- Entendo. - O resto do caminho foi silencioso, não trocamos muitas palavras e quando eu cheguei trocamos número de telefone eu agradeci e desci.

- Olha Stacey Dorothy Payne chegando em casa com uma pessoa que não é o Bryan. - Soltei as sacolas e encarei a Sam.

- Era uma amiga

- Amiga? - Fez careta. - Esse não é o carro da...

- Não era a Brianna, era uma outra amiga.

- Desde quando você​ tem outra amiga que não seja a Brianna?

- Por que não me ajuda levar as coisas ao invés de ficar falando? - sugeri e ela revirou os olhos como de costume. - Por favor Samantha, e não revire os olhos pra mim. - Ela sorriu e pegou algumas coisas me ajudando a levar pra cima.

Logo que entramos já deixamos as sacolas na cozinha e voltamos pra sala

- Quanto tempo conhece essa sua amiga? - Ela perguntou do nada.

- Faz uns dias, nos conhecemos no salão.

- Faz bastante tempo mas, eu me lembro que fomos ensinadas a não falar com estranhos Stay. - Encarei ela, por alguns segundos e começamos a rir.

- Se levasse isso a sério nunca teria falado com ninguém.

- Acho isso um exagero, quem poderia se dar mal só por dizer um oi?

- Talvez ninguém, talvez todo mundo. - Pensou alto. - Depende da pessoa.

- Onde ficaremos esse mês? Afinal antes era uma casa, agora são duas.

- Estou pensando em ficarmos por aqui sabe, a Brianna e o Julian vão vir.

- O pirralho vai estar aqui também?

- Chama ele desse jeito mas, ama ele tanto quanto eu.

- Ele é um chato, as vezes não sei onde enfiar o moleque mas, eu até gosto dele.

- Eu sei.

- Ok, ficaremos por aqui então.

- Estou querendo ir pelas ruas entregar algumas quentinhas como nos outros anos. O que você acha Sam?

- Você sempre fica toda enrolada com o que tem pra fazer em casa mas, sai para ir entregar sopa para mendigos.

- São pessoas que precisam Sam, você sabe que isso sempre me deixa mais confortável.

- Todo ano é a mesma coisa, você vivendo o drama de pessoas da rua.

- Esse ano vai ser diferente.

- Vai dar algo que não seja sopa?

- Imbecil. - Joguei uma almofada nela. - Eu vou ajudar um número maior de pessoas.

- Tenha cuidado.

- Fica tranquila, a Brianna deve ir comigo e vamos de carro.

- É, mas, mesmo assim é melhor ter cautela, nunca se sabe quem pode querer sua cabeça.

- Se alguém quiser minha cabeça vai ter que vir pessoalmente pegar.

- É assim que se fala.

- É assim que uma Payne fala. 



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