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História Dirty Game - Capítulo 32


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Notas do Autor


Yoo minna voltei, demorei mas to aqui, com novas tretas, espero que gostem e não esqueçam de comentar <3

Capítulo 32 - As escolhas e o erros.


Fanfic / Fanfiction Dirty Game - Capítulo 32 - As escolhas e o erros.

Não é um segredo que eu tento esconder

Você sabe que me quer

Então, não continue dizendo que nossas mãos estão atadas

Você diz que não está nas cartas

E que o destino está te levando a quilômetros de distância

E longe do meu alcance

Mas você está aqui no meu coração

 

≼ DG ≽

Seu organismo estava absorto nas misturas alcoólicas que percorriam sua corrente sanguínea, sendo absorvida pelos tecidos dos órgãos, resultando em sua baixa percepção do seu estado; uma fala enrolada, alguns sentidos sendo prejudicados, outros se afloravam a deixando suscetível a decisões que, em sua plena consciência e sanidade não escolheria, mas sua cabeça bagunçada e seus pensamentos confusos a levaram querer fugir de sua rotina segura, apenas uma noite de erros, para uma vida perfeita.

Nem ao menos ligou para o estado intoxicante de seu organismo, estava embriagada, com pouca lucidez, mas com uma grande vontade de deixar acontecer, um momento em que experimentaria não ser ela mesma, um momento de mentiras e máscaras, era o que queria experimentar naquela noite.

Dançou a noite toda com o homem coreano que havia conhecido naquela noite, os dois compartilhavam a embriaguez enquanto se beijavam e sentiam o prazer de seus corpos transmitindo calor.

— Você quer ir para minha casa? — indagou o albino ao pé do ouvido da ruiva, que sorriu com o pedido.

— Sim! — assentiu sem pensar nas consequências, bem aquela noite ela já havia decidido que não seria ela mesma.

Não, ela não queria se perguntar o que estava fazendo, na casa de um homem estranho aos beijos com ele, Erza não parou um segundo se quer para refletir sobre aquilo, seria sexo, apenas isso. Como uma adolescente cheia de hormônios ela se deixou levar e aproveitaria cada minuto de seu momento depravado, descobriria o que ela não é.

Eles adentraram no apartamento de Kai, a ruiva não demorou para tirar seu salto deixando em algum lugar da casa, não prestou muita atenção no ambiente, estava mais preocupada com seus lábios sendo ocupados pela língua quente do albino, a única coisa que conseguiu notar foi o cheiro masculino e suave do local, era levemente familiar a ela.

Sem apartar as caricias, os dois caminharam até o quarto de Kai, se moveram até o homem encostar na cama e Erza o empurrar de leve para que se deitasse.

— Tem camisinha? — Ela indaga, estava bêbada, mas não louca.

— Sim! — Ele se esticou até a cômoda ao lado de sua cama pegando o pacote brilhante na gaveta.

Com a proteção em mão, Erza se aproximou de Kai, que estava se apoiando em seus cotovelos a olhando fixamente. Ela se sentou sobre o rapaz, voltando a beijá-lo intensamente, o albino passava suas mãos pelas coxas grossas da ruiva, subindo por dentro do vestido ate suas costas. Quanto mais suas línguas se entrelaçavam e seus corpos se roçavam, mais o tesão os possuía.

Com os lábios dormentes, Kai se separou por um momento, removeu sua camisa dando a visão de seu corpo escultural, Erza mordeu o lábio inferior.

— Eu poderia lhe ajudar com o vestido? — pergunta meio sem jeito e a ruiva assente. Lentamente ele levanta o vestido preto dela até ter o corpo de Erza exposto.

— Nossa! — disse Kai ao observar os belos seios de Erza, ele passou o olhar sob cada canto do corpo da ruiva, seu corpo se aqueceu e seu coração acelerou. — Você é completamente linda — elogiou a deixando um pouco se graça.

Guiado pela necessidade de saciar seu desejo, Kai puxa Erza colando seus corpos seminus, uma corrente de hormônios alvoroçados os percorreu, seus pelos se ouriçaram e seus membros latejaram. A ansiedade em chegar aos finalmente tomou conta dos dois, Kai inverteu as posições deixando Erza deitada, rapidamente ele removeu sua calça e sua cueca. Seu membro enrijecido e exposto latejava, enquanto colocava a camisinha fuzilava o corpo de Erza, ela respirava ofegante esperando por mais toques.

Completamente nu, o albino se debruça sobre o corpo da ruiva, beijando seu ventre e subindo até os seus seios; os massageou devagar, ele não queria ser bruto com Erza, não sabia como ela gostava de ser tocada e nem do que poderia deixá-la desconfortável, então não arriscou em toques mais violentos. Ele passou sua língua quente pela aureola rosada da ruiva e chupou o seu bico enrijecido, fez esse movimento algumas vezes arrancando suspiros de prazer de Erza.

A mão de Kai deslizou até a intimidade dela, acariciando por cima da calcinha de renda, massageou sua entrada subindo para seu clitóris; Erza arqueava as costas, era diferente aquela sensação, só havia transado com seu ex-noivo e por mais que gostasse do sexo, ser tocada por outra pessoa lhe trazia sensações diferentes.

— Por favor — implorou Erza com seu ventre se contraindo, necessitava de mais do que apenas carícias por cima de sua calcinha.

O albino colou seus lábios aos dela a beijando vorazmente, quando se separaram por falta de ar, ele removeu o último tecido que restava deixando ambos nus.

— Posso? — Ela assentiu. Seus corpos embriagados não conseguiam mais manter o foco, necessitavam do máximo de prazer possível.

No momento em que Kai adentrou na vagina latejante, Erza arqueou as costas e os dois gemeram de prazer. O albino fazia movimentos de vai e vem em um ritmo constante, aumentando o nível de tesão em seus corpos quentes e suados. Erza prendeu a cintura do albino com suas pernas, ele se aproximou se encaixando melhor na intimidade e aumentando intensidade das estocadas.

— Aaah — Ela gemia freneticamente, desejando chegar ao ápice. — Mais rápido, mais...— Erza mordia o lábio inferior tentando controlar os sons que saiam de si involuntariamente.

Atendendo ao pedido de Erza, o albino começou entrar e sair de sua cavidade quente e úmida mais rápido. O tesão ia subindo de forma intensa e descontrolada, tudo para chegar ao ápice logo. Seus corpos estavam ainda sobre o efeito do álcool, cansados e com os sentidos fracos, ansiavam pelo ápice e pelo memento de alivio.

Com estocadas rápidas não levou muito tempo para que Kai chegasse ao ápice, jorrando seu líquido quente dentro da camisinha, em seguida deitado ao lado de Erza, que para o azar não conseguiu gozar e seu parceiro não parecia estar apto para fazer qualquer outro estímulo. Ela suspirou, estava cansada, sua visão embaçada, e frustrada por ter tido sua dose de prazer, mas ele ter morrido antes de chegar ao limite.

 

≼ DG ≽

Dia de folga e as garotas aproveitaram para passarem um tempo juntas, até por que a única que tinha namorado e algo divertido para fazer era Levy, mas a baixinha estava muito angustiada para pensar em passar tempo com Gajeel, ela só queria ficar em casa e remoer sua ansiedade até não aguentar mais.

— Levy-chan, você ainda está incomodada com a sua mãe namorando? — indagou Juvia sentada na poltrona com um pacote de salgadinhos de queijo.

— Não — falou desviando o olhar.

— Péssima mentirosa — Lucy estava deitada no sofá passando os canais da Tv.

— Desculpa se nunca me deixei influenciar por você — retrucou fazendo a loira rir.

— Tu não tens vergonha na cara né Lucy — Juvia sempre sendo a sensata do grupo.

— Não, nenhuma!

— Não foi uma pergunta — A azulada e a loira se olham por um momento tenso, mas logo em seguida as duas riam.

— Loucas! — Juvia joga um salgadinho na cara de Levy, que por reflexo incrível pega com a boca a bolinha de queijo. As meninas berram animadas.

— Puta merda tu fez sem querer, não pode ser! — Lucy, a cética.

— Nunca mais faz de novo!

— Eu sou muito habilidosa, sofram com sua mediocridade! — As meninas reviram os olhos para Levy.

— É só fazer algo minimamente legal que o ego dela bate no cu da Lua — Satiriza Lucy e sua amiga lhe mostra o dedo do meio.

Elas ficam em silêncio por um momento, vendo Lucy procurar algum filme que todas quisessem ver no streamers, o que era uma tarefa árdua já que elas não conseguiam concordar com o que iriam assistir.  

— Minha mãe quer que eu vá esse sábado conhecer o namorado novo — Era notável o tom de desgosto que a voz da azulada transmitida.

— Avisa sua mãe de não deixar de usar camisinha, gravidez nessa idade pode ser perigoso! — Levy joga uma almofada com violência em Lucy.

— Levy, talvez ele nem seja tão ruim, tá fazendo uma tempestade em copo d´água! — afirmou Juvia.

— Eu sinto essas coisas, ele quer dar um golpe nela, não é possível, é um folgado de merda e ainda tem um filho, coitado do garoto deve ser um lixo igual ao pai — Juvia e Lucy se entreolharam.

— Acho que você precisa de um chá de camomila! — indica a loira meio assustada com a forma que sua amiga falava do homem que nem conhecia.

— Acho que vai ser preciso de algo mais forte!

— Um soco na cara? — perguntou Lucy.

— Aish, parem de serem tão idiotas! — Elas deram uma risada singela.

— Tu pelo menos sabe o nome do cara? Sabe stalkear ele?

— O espírito de stalker nunca morre né Juvis — Lucy sorriu e sua amiga deu de ombros.

— Vou perguntar para a mãe — Levy pegou o celular e mandou uma mensagem para sua querida mãe.

— Qual é, no ensino médio você tinha problema com não invadir a privacidade do Gray! — Enticou Lucy.

— Águas passadas, assim como no ensino médio você era mais fofa — retrucou.

— Nossa, para sua sorte eu prefiro ser maldosa mesmo, mais divertido — sorriu sacana.

— Tadinho de quem ficar sozinho com você! — Lucy sorriu travessa. — E aí Levy-chan, sua mãe respondeu? — Juvia estava curiosa.

— Sim, mas achei muita pouca coisa do homem nas redes sociais!

— Reservado....

— Ou psicopata — Completou Lucy que levou uma fuzilada de Juvia a repreendendo.

— Tem cara de ser motoqueiro maluco!

— Qual o nome? A Lucy fala com os contatos mafiosos dela para rastrear o cara.

— Eu achei que era tu que tinha os contatos — As duas se olharam.

— Acho que já era o negócio da máfia... — Antes de continuar elas ouvem uma batida na porta vizinha.

— Acho que a Erza chegou — comentou Levy.

— Ela passou a noite fora? — indagou Lucy.

— Eu fui chamar ela hoje cedo para tomar café da manhã, mas não tinha ninguém em casa — As meninas ficaram pensativas por um momento.

— Será que ela arranjou um boy bem gostoso?

— Lucy, a Erza não anda fora da calçada, nem chega perto das barracas de tiro por que acha perigoso, acha mesmo que ela estava na casa de um homem? — Juvia estava errada dessa vez.

— Ela deve ter ido visitar o tio Igneel! — comenta Levy e as meninas acham que era a ideia mais plausível.

— Tá agora qual era mesmo o nome do namorado da sua mãe?

— Um bem esquisito, Metalicana — Juvia e Lucy franzem o cenho — Bem, ele que se prepare, pois vou chutar ele a ponta pés e se precisar o filho apanha junto, esse namoro não vai continuar!    

  

≼ DG ≽

Horas antes.

Erza se remexia na cama, lentamente o sono em seu corpo estava a deixando, dando lugar para a dor de cabeça. Ela esfregou seus olhos, em seguida os abrindo lentamente até se acostumar com a claridade do cômodo. Erza piscou várias vezes, olhando para o teto, um sentimento horrível invadiu seu corpo, seria ressaca? Ou arrependimento? Não sabia, mas seu estômago estava sofrendo assim como sua mente.

Respirou fundo tentando se lembrar dos eventos da noite passado, respirou ainda mais fundo quando se lembrou. Com calma e enrolada no lençol ela se levantou e procurou suas roupas, não pensou duas vezes antes de vesti-las. Enquanto terminava de colocar seu vestido, o mais rápido que podia, ouviu a porta do quarto ser aberta.

— Oi — cumprimentou o albino sem jeito — Quer comer alguma coisa? Eu...

— Não...ham...eu já vou indo para casa — sorriu sem jeito.

— Tudo bem, quer que eu te leve? — Ela nega — Bem, sobre a noite passada eu preciso me desculpar, sabe por você não ter...

— Não! — Falou ríspida com o rosto corado. Kai se assustou como tom de voz da ruiva  — Quer dizer, não precisa se desculpar, estávamos muito bêbados, então não se preocupe — Ele baixa a cabeça envergonhado.

— Tudo bem, eu te acompanho até a porta.

Os dois caminham pelo pequeno corredor do apartamento de Kai, que estava bem desconfortável, se sentia mal pela noite passada, por ter bebido de mais e ter sido um idiota. Erza também, estava mal, o silêncio entre os dois deixava isso bem claro, só queria sair dali o mais rápido o possível.

Quando chegaram a sala, os dois param em frente ao sofá olhando espantados para o homem sentado assistindo TV despreocupadamente.

— Achei que você chegaria só a tarde — Comentou Kai ao homem que ainda não havia os visto.

— Estava chato lá, decidi...— Ele para de falar quando nota a presença da ruiva.

— Ah essa é a Erza ela passou a noite aqui e— O albino olha para a ruiva que estava petrificada de vergonha.

— Eu vou agora! — Ela saiu rapidamente do apartamento não dando nem tempo de Kai falar alguma coisa, o albino ficou confuso.

— Poxa cara tu a deixou envergonhada! — reclamou Kai — Tem que me avisar quando voltar mais cedo!

— Cara...— O amigo do albino estava confuso com toda a situação que havia acabado de acontecer.

— Relaxa, eu já estraguei as coisas com elas mesmo — Kai notou a feição de seu amigo a estranhando — Ei...Jellal, tudo bem? 

 

 

 


Notas Finais


O que acharam? Bem espero ter surpreendido vocês hihihih
Ha vários jeitos de se fazer um ''jogo sujo''
Até o próximo cap minna <3


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