História Discípulo de um Assassino - Capítulo 12


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Assassinos
Visualizações 51
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Lírica, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Foi mal pela demora, passei o fim de semana sem internet, mas consegui escrever uns bons capítulos

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 12 - 12


–E pra onde eu iria?– Digo num sussurro.

–Quem está nessa situação é você, então o problema é seu. Haha. Agora, que tal nos divertirmos um pouco?

–O que quer dizer c-

Ele me prensa contra um parede e pressiona meu ânus por cima da minha roupa, ao sentir o toque tento me distanciar de Bear o empurrando para trás, me desequilibro e acabo caindo por cima das minhas mãos.

–ARGH!!

–O que eu lhe disse sobre tentar fugir?!– Ele me olhou com ódio.

Bear me pega por um dos braços e me faz ficar de pé, ele me empurrou até um quarto do segundo andar da casa,cada degrau que subiamos era um ranger mais alto que o outro.

Ao abrir a porta Bear me joga para dentro do cômodo, novamente senti meu corpo bater contra o chão. Pequenas farpas acabam se enterrando no meu antebraço, me viro de barriga pra cima e vejo Bear se aproximar, ele põe o pé sobre meu pescoço, me sufocando.

–P-pa-a...– Eu não conseguia falar e o mais velho apenas me observava.

–O que será que Bill deve estar fazendo agora? Matando? Mutilando? Só sei que está recebendo muita grana pelo serviço.

–B-Bear...– Consegui pronunciar seu nome.

–Me chamou? Acho que não. Tsc.

Ele tira o pé do meu pescoço e me pega no colo, começo a tossir assim que sinto o ar voltar aos meus pulmões. Bear me faz passar as pernas em volta da sua cintura e me põe contra uma parede, me ajeita em seu colo e segura meu rosto.

Ao passar a mão pela minha testa ele sorri.

–Olha o que temos aqui! Que marca interessante, Bill disse que havia conhecido alguém com uma marca assim, disse que precisava e reencontraria essa pessoa, quando eu era pequeno eu pensava que era uma garota muito especial, mas eu estava totalmente enganado.

–Por que está fazendo isso comigo…?

–Ora, porque eu quero e porque eu posso. Sabe, Dipper, desde que Bill mencionou seu nome pela primeira vez ele não parou mais de falar de você. Isso me irritou tanto! Antes quem recebia toda a atenção de Bill era eu-

–Está fazenso isso apenas por ciúmes?! Pois saiba que Bill e eu não temos nada, inclusive há menos de três anos nós éramos inimigos mortais, eu queria e às vezes ainda quero mata-lo.

Ele se calou por um instante, parecia pensativo, logo ele sorri e me olha. Do bolso de trás da sua calça ele puxa novamente a faca, engulo em seco quando ele aproxima a lâmina do meu pescoço.

Sorrindo divertido com o meu desespero ele crava a faca ao lado da minha cabeça, ele avança contra meu pescoço dando chupões fortes e mordidas que acabavam cortando minha pele.

Eu tentava não gritar por conta da dor absurda, grossas lágrimas desciam pelo meu rosto, senti Bear começar a subir passando a língua pela minha bochecha.

Ele puxou minha camisa para cima e a deixou levantada acima do meu peito, começou a puxar e beliscar meus mamilos, meu medo aumentou quando ele me carregou e me jogou em uma cama que havia ali, logo me virando de barriga para baixo e puxando minha calça e minha boxer os jogando para longe.

Ao afundar um dedo no meu corpo ele sorri e diz:

–Caramba, achei que Bill já tivesse resolvido esse problema aqui.– Ouço ele abaixar o zíper da sua calça e posicionar seu pênis rente ao meu ânus.

–N-não… Por fa-vor… AAAAAAH!!– Só consegui gritar ao que ele se enfiou fundo em mim.

Aquilo estava me rasgando e doía tanto. Não demorou muito para Bear começar e me penetrar de forma rápida e bruta. Ele segurou meu cabelo e o puxou para trás, enquanto segurava com a outra mão a minha cintura.

Mais e mais lágrimas desciam pelas minhas bochechas, sinto Bear se tirar de dentro de mim, ele me vira de barriga para cima e logo volta a me penetrar.

–A-AAAAH!!!– Grito novamente.

O mais velho segura minhas pernas e aumenta a velocidade das suas estocadas, até que goza em meu interior.

Era uma sensação tão estranha e desconfortável, assim que ele tira seu pênis consigo sentir seu sêmen escorrer.

Ele me dá uma última encarada, sua respiração estava um pouco desregulada, saiu da cama e arrumou suas roupas.

–Não se preocupe, vou voltar.

E por fim saiu do quarto, me virei de lado e larguei minha cabeça contra o colchão mofado e velho sentindo mais uma vez aquele líquido escorrer do meu ânus para o tecido da cama.

Nunca desejei tanto que Bill estivesse por perto ou pudesse ouvir o que eu pensava. Olhei pela janela do quarto e vi que estava quase anoitecendo, devia ser umas cinco ou seis da tarde, o sol já estava se pondo.

Quando tento me sentar para ver como estavam meus pulsos uma ardência e dor tomam conta da minha bunda e do meu ânus, aperto os olhos e mordo os lábios.

Logo depois olho para meus pulsos, estavam com diversos tons de roxo e vermelho, pareciam estar inchados.

Ouço o ranger dos degraus novamente e começo a me afastar para o lado da cabeceira da cama, Bear logo entra no quarto, olha para o lado e puxa a faca da parede, sorri e vem até mim, ele sobe na cama e engatinha até estar a centímetros do meu rosto.

–Agora sei que é possível sentir o medo das pessoas.– Ele se sentou sobre os calcanhares depois de se colocar entre minhas pernas.

–Me solta.– Peço sem deixar minha voz vacilar. –Se na-

–Se não o que? Vai falar pro Bill?– Diz com uma voz sarcástica.

Logo em seguida ouço o som de uma arma sendo engatilhada. O sorriso de Bear se desfaz.

–Se não eu dou um tiro no meio dessa tua fuça!– Outra pessoa se pronuncia e Bear vira o rosto para ver quem era.

Will estava parado na porta, uma arma sendo segurada por suas duas mãos, ele parecia tremer um pouco, vi que era o revólver que Bill me dera.

–Tsc. Você não tem coragem nem de matar uma formiga, quanto mais me dar um tiro.– Ao que Bear se vira de volta para mim Will puxa o gatilho da arma.

No susto eu acabo me encolhendo e sinto alguns respingos tocarem meu rosto. Abri meus olhos para ver o que tinha acontecido, Bear tinha a mão sobre a orelha direita.

Ele afastou um pouco e segurou entre o indicador e o polegar um dos seus pricings.

–Era o meu favorito.– Diz olhando fixamente para o pequeno objeto nem ligando que sua orelha ainda sangrava.

Ouço o som das balas do revólver caindo no chão.

–Só tem uma bala aqui dentro Bear, e eu não sei em qual cilindro ela está. Se afasta do Pines ou eu descubro aonde a bala parou.


Notas Finais


WOOOOOOOOOO


Beijinhos e até o próximo capítulo.


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