História Discípulo de um Assassino (hiatus, Novamente) - Capítulo 12


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Assassinos
Visualizações 87
Palavras 1.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Lírica, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Perdi a chance de ficar com a crush ;---------;

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 12 - Décimo segundo capítulo de...


Fanfic / Fanfiction Discípulo de um Assassino (hiatus, Novamente) - Capítulo 12 - Décimo segundo capítulo de...

Foram dias e mais dias para que eu conseguisse minha “estadia permanente” na cabana do mistério, eu havia trazido a maior parte das minhas roupas para esta viagem, que acabaram por se tornarem minha roupa do dia a dia.

Mabel e minha mãe, ainda com ódio nos olhos por eu ser um teimoso (e “imaturo”, como meu pai), saíram da cidade, voltando para a Califórnia. Minha irmã ainda viria para Gravity Falls nas férias, mas com bem menos frequência, pois sei que meus pais irão negar qualquer pedido ou manha que a morena fizer.

Bill me contou que por esse meio tempo que passei em coma, a cabana foi interditada, Dipper Gleeful havia se livrado do corpo da irmã, o enterrando em Reverse Falls, nunca encontrariam.

Will ainda tinha seus poderes, então em uma semana já estava totalmente recuperado.

Meus tios foram enterrados um ao lado do outro no cemitério de Gravity Falls, toda a cidade havia ido, lamentaram muito pelo que ocorrera, mas achei melhor deixar às escondidas o que realmente aconteceu.

Por dias eu fui ver a lápide deles, contando como ia a loja para Stan e o avanço nas pesquisas para Ford, eu lia diversas vezes o que estava escrito nas duas lápides.

Eu ainda não acreditava que aquela vadia tinha matado meus tios, se fosse hoje que ela tivesse feito essa merda eu pegava mais uma prisão perpétua, porque eu iria torcer o pescoço dela. (N/???: Ei!! Volta o foco aqui!!) Desculpe.

Bem, as datas de nascimento e óbito também iguais, muita falta de sorte, na minha opinião, pois além de terem nascido no mesmo dia, acabaram por morrer também no mesmo dia. Ambos tinham setenta e cinco anos de idade, algumas semanas depois da notícia de que os irmãos Stan haviam falecido uma carta chegou, endereçada a Ford.

Estranhei muito, pois a carta fora enviada meses antes da morte dele.

–O que é isso?– Bill estava sentado no balcão da loja, terminava de atender uma senhora que usava aqueles bonés abertos em cima e uma camiseta que dizia “Amo Gravity Falls”.

–Uma carta. “Sociedade das estranhezas de São Petersburgo”?! Porque raios os russos enviariam uma carta?!– Me pergunto. –Ah! Deixa que eu te ajudo!– Corro para abrir a porta para a vovozinha.

–Obrigado meu jovem.– E se foi, com um sorriso meio bangela.

Fechei a porta e deixei as outras cartas sobre o balcão, coisa simples, contas, propagandas, etc.

Resolvi abrir a carta russa, estava com vários selos e algumas palavras russas eram legíveis.

Assim que tirei o papel que havia dentro do envelope dois outros papéis caíram no chão.

–Duas passagens, para daqui dois dias.– Deixo sobre o balcão. –Não mexa.– Ameaço e Bill volta a colocar suas mãos sobre o colo.

Prezado Dr. Stanford Pines da Dimensão 46’–

Esta é uma carta endereçada apenas ao senhor e a mais algum cientista que gostaria de convidar para o nosso encontro anual para tratar de estranhezas ou atividade paranormais e/ou sobrenaturais em sua localidade.

É com imenso prazer que requisitamos sua presença em nossa sede na cidade de São Petersburgo, Rússia.

Ass.: Sociedade das estranhezas de São Petersburgo.”

–Doutor Stanford. Tsc. Ele fez por merecer esse título.– Sorrio ao ler a carta.

–Já que Ford está a sete palmos enterrado no chão, acho que você terá que ir.

–Não sei não, tenho apenas dezesseis anos, não quero me meter no meio de um monte de cientistas renomados.

–Tem dezesseis anos com a genialidade de um cara que acabou de pegar seu primeiro PHD, você conseguiu resolver todos os problemas matemáticos que Ford levou anos para começar a calcular, isso com a minha ajuda, ajudou o Gleeful a arrumar aquela máquina para eles poderem voltar para casa, e ainda conseguiu ensinar um troll a falar!! Coisa que esses cientistas nunca nem pensaram em fazer!!– Bill começou a se tornar tão humano.

Ele sempre dizia o que eu precisava e queria ouvir e, mais uma vez, tinha razão, muitas das pesquisas que Ford fazia, quem resolveu os cálculos, os erros de sinal e equações fui eu.

Eu tinha dois dias para decidir se iríamos para lá ou não, atravessar o mundo para ir em uma conferência de gênios que dedicam a vida a estudar o sobrenatural. E sim eu levei o Bill junto, porque querendo ou não ele era maior de idade e poderia me acompanhar.

–Vou estar lá embaixo, no segundo andar, se precisar ou quiser me chame.– Aviso e pego as outras correspondências, arrumei os óculos sobre meu nariz e desci até o antigo escritório de Ford.

Bill e eu reorganizamos aquele lugar, tiramos todos os estandartes com o antigo Bill dali, os queimamos naquela mesma clareira.

Eu estava sentado em uma cadeira e olhava todas aquelas anotações do meu tio, todas o mais complexas possíveis, mas também… só eu compreendia.

–Ahh…– Suspiro deixando a cabeça no encosto de cadeira. –Queria tanto que você estivesse aqui, tivô.

Acabo elevando meu olhar ao teto e vejo ali mais uma lâmpada queimada.

–Droga, esqueci de trocar essa.– Vou até uma prateleira ali e pego uma caixa com mais daquelas lâmpadas que Ford havia criado. –Vem cá.

Subo em um banquinho e troco a velha pela nova. Desço e pego novamente aquela carta. Leio e percebo algo que não tinha visto antes.

–Dimensão quarenta e seis apóstrofe travessão?! O que?! Como assim?

Eu já havia visto aquilo em algum lugar, mas aonde, apoio meus cotovelos nas pernas lendo novamente aquela frase.

–Dimensão quarenta e seis?– Levanto meu rosto e vejo uma caixa velha, jogada em um canto daquela prateleira, li o nome que estava na lateral, Masmorras, masmorras e mais masmorras.

Era dali!! O estatistiqueitor!!!

Eu não acreditava no que estava vendo. Me lembro de uma frase que Ford disse no dia em que o convidei para jogar “É meu jogo favorito em todo o multiverso!”

Multiverso! Eu não acredito nisso!– Jogo meu corpo para trás, passando minha mão sobre a testa e sorrindo bobo para aquela óbvia descoberta. –Dipper Gleeful!! Era por isso que éramos tão parecidos!!! Tivô você e Bill são gênios!!


Notas Finais


Falo é nada.
;3

Beijinhos e até o próximo capítulo.


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