História Discípulo de um Assassino - Capítulo 13


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Assassinos
Visualizações 53
Palavras 986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Lírica, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vortei.

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 13 - 13


–Se. Afasta. Dele. AGORA!!– Will grita e puxa o gatilho, não houve o tiro.

Lentamente Bear sai de perto de mim e se aproxima de Will.

O mesmo puxa novamente o gatilho e dessa vez o tiro atravessou o ombro de Bear, que parou de andar e apertou o lado esquerdo, tentando parar o sangramento.

Will correu na direção do mais velho e bateu com a arma na cabeça de Bear, que não teve tempo de reagir ou desviar. O mais velho caiu desacordado no chão.

–Isso é ruim.– Will diz e me olha. –Tenho que te tirar daqui!!

Will vem até mim e me pega no colo.


–Sua mochila!– Ele diz depois de me colocar dentro do carro preto que usara outro dia. Will volta para dentro da casa e em segundos sai. –Aqui.

O azulado coloca sobre meu colo o casaco que usava. Logo depois ele começa a dirigir.

–Espero que Bill não surte quando te vir assim.

–Por favor, não conte para ele!– Peço.

–Olha, garoto Pines, isso não está nas minhas mãos, ele fica sabendo mesmo que você guarde o segredo a sete chaves.

Ele dá uma olhada no espelho retrovisor e para no acostamento da silenciosa estrada.

–Se vire, vou tirar essas algemas de você.– Com um grampo que ele achou no console do carro Will soltou meus braços.

–Obrigado. Como sabia onde eu estava?

–O revólver.

–O que tem?

–Ele tem um rastreador. Bill pediu para que eu colocasse no seu.– Ele fez uma pausa. –Acho melhor te levar para a minha casa, se você chegar na cabana do mistério assim pode acabar tendo problemas.


Já era quase meia noite quando chegamos na casa dele, era algo simples. Uma casa de um andar, com três quartos sala e cozinha até grandes e dois banheiros.

Entramos na casa e Will me guiou até um dos banheiros, pediu para que eu o chamasse caso precisasse de algo.

Liguei o chuveiro, deixando a água morna cair sobre meu corpo. Aonde haviam cortes ou arranhões, ardia. Logo sai e Will me entregou um conjunto de roupas.

Vamos até a sala e Will me entrega um comprimido e um copo de água. Engoli o remédio depois que ele me explicou que era algo para a dor.

Ele passou delicadamente os dedos sobre meu braço.

–Desgraçado.– Will murmura. –Vou buscar uma pinça pra tirar essas farpas.

Depois que ele saiu da sala vi que em cima da mesinha de centro havia um retrato, um retrato de família. Era a família dele, desuso depois de ver Bill na foto, o loiro aparentava ter uns sete ou oito anos, sorria deixando à mostra os dentes de leite que faltavam, logo atrás seus pais, uma mulher muito bonita com os cabelos loiros, o pai, ruivo, vestia algo formal e olhava sorridente para a foto, segurando na mão do homem havia um outro garotinho de cabelos ruivos olhava Bill com certo medo e curiosidade.

No colo da mãe o terceiro filho, olhava fixamente para o fotógrafo. Ao fundo havia uma casa, grande, bonita.

–Sinto tanta saudade dessa época.– Me assusto ao ouvir a voz de Will. –Bear ainda era um bebê aos olhos da mamãe. Bill eu éramos o orgulho do meu pai.– Vejo um sorriso triste se formar em seus lábios.

Ele se senta ao meu lado, depois começa a puxar os pequenos pedacinhos de madeira do meu braço. Um tempo depois ele para e diz que conseguiu tirar todos. Agradeço e Will vai até a cozinha, prepara algo para ele e para mim e começamos a comer.

–Descanse. Amanhã te levo pra cabana.

Concordo e Will me leva pra um dos quartos. Nele havia uma cama de casal não muito grande, me sentei e Will me desejou uma boa noite, digo o mesmo a ele, que fecha a porta do quarto.

Suspiro e me deito na cama. Bato a mão na testa ao lembrar que não havia pego meu celular, Mabel deve estar louca atrás de mim, amanhã me explicaria pra ela. Fecho meus olhos e, apesar das dores, consegui dormir.

Abri os olhos e ao olhar em volta vejo o quarto daquela casa de madeira, parte dele estava imersa na escuridão, eu não conseguia ver nada mas ouvia alguém conversando.

Ao tentar me levantar percebo que meus pulsos estão novamente presos. Passos se aproximam de mim.

–Mate-o ou eu faço!– Um rapaz diz firme, eu não sabia quem era.

–N-não posso…

–MATE!!

Vejo alguém sair das sombras, carregava vacilante uma arma, tentei me afastar ao ver o rosto de Bill surgir, ele estava sem o tapa-olho, parecia que havia apanhado muito e seu rosto estava todo molhado.

–Mate-o!!

–M-me desculpe…

–Bill!! Na-

Antes que eu pudesse gritar ouço o som do tiro e no segundo seguinte abro os olhos.

Tudo não havia passado de um mero pesadelo. Acordei na cabana do mistério, como eu havia ido pra lá eu não faço a menor ideia. Quando olhei pro lado Mabel me observava, minha boca estava seca e eu suava frio.

–Tá tudo bem, brobro?– Ela pergunta.

–T-tá, foi só um pesadelo.– Respondo com um meio sorriso.

Ela abaixou o olhar pro meu pescoço e arregalou os olhos.

–O que aconteceu, Dipper?!

–E-é, eu… não posso explicar. V-você não entenderia.

–Como não, Dipper?! Seu pescoço tá todo mordido, seu braço cheio de cortes, e seus pulsos tão todos enfaixados!!!

–Depois eu explico.

–Reclama que eu não atendo suas ligações, mas você também não deu um sinal de vida ontem!!

–Eu deixei meu celular em casa. Não contou pros nossos pais, né?!

–Não, apenas disse que você tinha saído.

–Mabel, me desculpe... Que tal passarmos o dia juntos, hum? Sem um sair de perto do outro? Só nós dois, como antigamente?

–Pode ser.– Ela sorri. –Mas promente que não vai sair de perto de mim.– A morena estica seu dedo mindinho pra mim e eu entrelaço com o meu.

–Prometo.

–Promessa é dívida, brobro.– Mabel me encara séria.

–Não vou sair nem um centímetro do seu lado.– Respondo sorrindo.


Notas Finais


Beijinhos e até o próximo capítulo.


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