História Discípulo de um Assassino (hiatus, Novamente) - Capítulo 13


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Assassinos
Visualizações 78
Palavras 1.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Lírica, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nem falo nada

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 13 - Décimo terceiro capítulo de...


Fanfic / Fanfiction Discípulo de um Assassino (hiatus, Novamente) - Capítulo 13 - Décimo terceiro capítulo de...

Era incrível existirem outras infinitas dimensões, universos, diversos eu e você de outra forma, nossos opostos!!


Me levantei de súbito e fui até aquela prateleira, logo acima da que estava a caixa do jogo havia uma prateleira onde eu coloquei os objetos multidimensionais, dentre eles estava a caixa com o dado de lados infinitos, voltei a sorrir de forma besta.

Era como se eu tivesse acabado de ter um choque de realidade! Descobrir e esfregar na cara da ciência moderna o fato de não sermos os únicos no universo, aliás, com muita certeza haviam infinitos universos, paralelos e atravessados ao nosso.

Então lembrei de uma teoria que li uma vez, que dizia que nosso universo era apenas um floquinho dentro daqueles globos de neve, sabe?

Então cada floco de neve representaria um Universo, agora toda essa ideia faz sentido pra mim.

Eu precisava e iria naquela convenção.

–Hey, Pinetree!! Vamos dar uma volta na floresta? O ponto de interrogação e aquela outra mulher voltaram.

–O Soos e a Melody.

–Tá, tanto faz! Então, vamos?

–Pode ser. Mas temos que voltar cedo, vamos ir para a Rússia depois de amanhã.

–Vai mesmo naquele lugar?– Ele parecia preocupado.

–Sim, e você vai comigo.

Bill parecia ter se tornado mais humano, além de estar sem seus poderes, ele realmente agia mais humanamente. Sua personalidade sádica e demoníaca continuava, mas eu não me importava mais.

O loiro vivia me atrapalhando e em vezes me ajudando em alguns projetos, mais atrapalhando que ajudando, como não usaríamos mais a máquina de codificar a mente resolvi desmontá-la e usar algumas das peças para consertar o maquinário do laboratório de Ford, todos os equipamentos eram muito velhos, eu diria que foram construídos por volta dos anos sessenta ou setenta.

Bill continuava a sumir por dias, tinha vezes que ele voltava todo machucado, cheio de cortes, arranhões e até alguns hematomas, eu sabia que ele era meio que masoquista, mas aquilo já passava dos limites.

Subimos até o andar da loja, Melody terminava de vestir o colete da cabana do mistério, fora algo que Stan havia encomendado, era um amarelo vivo com o nome da pessoa na frente e um grande e preto ponto de interrogação na parte de trás.

–Soos! Preciso falar com você!– Digo me aproximando dele.

–Pode falar, véi!– Ele ainda falava essa gíria.

–Se meus pais ligarem pra cá para a cabana diga que eu logo vou retornar, diga que fui na biblioteca ou sei lá, invente algo!– Eu iria me arrepender muito disso.

–Está bem.

E por fim saímos, o caminho até a clareira foi silencioso, tirando pelas partes em que Bill falava algo aleatório, ou simplesmente começava a explicar alguma teoria sobre o universo.

Às vezes eu gostava de ouvi-lo falar, suas ideia eram, em parte, brilhantes!

Chegamos e eu inspirei sentindo o cheirinho da leve chuva que acabara de cessar. Estava tudo bem verde e molhado.

Ignorando esse fato me sentei escorando minhas costas em uma árvore. Bill pegou a faca que estava em sua cintura e começou a movê-la como se atacasse alguém, eu apenas o observava, já que havia deixado meus livros na cabana.  

Escorei minha cabeça no tronco e fechei meus olhos, minha pernas estavam esticadas e cruzadas e minhas mãos tocavam a grama úmida, inspirei novamente sentindo a leve umidade invadir meus pulmões, era uma sensação relaxante.

–Argh!!– Eu estava quase dormindo quando ouvi um grunhido do loiro.

Abri os olhos vendo ele apertar o braço, havia certa quantidade de sangue naquela área e acabava pingando no chão.

–O que você fez?!– Me levanto e vou até ele.

–Errei o movimento, não se preocupa, já tive cortes piores.

Ele sorri e me olha, havia voltado a usar seu tapa-olho, o que fazia muitos dos turistas acharem que Satn havia mudado de estilo. (Revira os olhos)

Na verdade, Bill havia mudado um pouco seu estilo, raspou o lado direito da cabeça, não na zero, mas deixava a raiz castanha aparecer, usava roupas mais sociais e ajeitadas, independente da ocasião.

Eu achava assustador quando ele fazia algum corte ou machucado e simplesmente vinha para perto de mim como uma criança que acabara quebrar o brinquedo do amigo.

Muitas vezes vinha com machucados nos braços, mas também nas costas e às vezes nas pernas, ele sorria como se dissesse “Pode fazer um curativo?” O loiro me fazia parar tudo para cuidar dos seus ferimentos, os quais eu até hoje não sei aonde ele arranjava.

–Eu sinceramente não sei o que fazer com você Bill!! Parece até que sente prazer em se machucar! Masoquista.

–Não me culpe, essas coisas só acontecem comigo, relaxa que daqui a pouco isso aqui para.– Ele ainda apertava o pulso.

–Me deixa ver.– Eu queria ter certeza de que não era algo muito grave.

Por muita sorte dele eu tinha alguns instrumentos que poderiam nos ajudar nessa situação. Curativos e alguns remédios.

–Me dê seu braço.– Peço com um tom indiferente e o loiro obedece. –Não foi tão fundo, acho que só uma gaze bem apertada resolve.

Tiro do bolso interno do meu casaco um rolinho de gaze e começo a passar em volta daquele corte, na cabana eu arrumaria aquilo.

Em poucos segundos aquilo estava quase todo tomado pelo sangue, finalizei passando uma fita que não deixaria a gaze sair.

O Cipher sorria enquanto eu fazia aquilo, mas quando dei uma apertada mais forte vi ele se arrepiar e ter um leve espasmo.

Nesse pouquíssimo tempo que ficamos juntos eu sabia o que lhe deixava puto, feliz e até excitado.

Sei que minha fala está mudando, está passando para algo mais adulto, mas é com motivo! Eu estava com dezesseis anos e já tomava conta de mais de cinco pesquisas altamente perigosas e praticamente suicidas.

Eu mexia com produtos e propriedades químicas, de ácidos e bases até químicos radioativos, uma vez Bill trouxe de dentro daquela nave espacial que está enterrada debaixo da terra, perto da encosta daquele imenso penhasco.

Eu amo a vista que aquela encosta pode proporcionar, é perfeita para olhar as estrelas e seus posicionamentos.

Levantei meus olhos para o céu alaranjado que tomava espaço sobre os grandes pinheiros que nos cercavam. Algumas poucas estrelas eram visíveis e a lua estava em uma posição não tão comum, parecia estar sorrindo.

Passei algum tempo olhando para aquele céu que lentamente passava de um rosado para o azul escuro noturno que tanto assusta as pessoas e me encanta.

Ao abaixar meu rosto percebo o olhar intenso que o loiro me lançava, sua íris possuía um brilho totalmente diferente de tudo o que eu já havia visto, diferente até mesmo de quando o encarei antes d’ele me transformar em sua marionete, não era um brilho demoníaco.

–Bill…?

–Não fala. Apenas… deixa eu olhar você, pinheirnho.

Aquele apelido, nunca pensei que fosse me apegar tanto a ele, sinto tanta falta dele, do Cipher me chamando de Pinetree e às vezes gritando meu nome quando ficava com raiva.

Sinto saudade de quando ele me tocava possessivo e carinhoso, das conversas geniais e estúpidas pelas quais nós passávamos horas discutindo, dos olhares profundos que trocávamos, e o beijo dele!

É o que mais me dá vontade de me jogar de algum lugar apenas para poder ter o Cipher nos meus braços e sentir aqueles lábios tocando os meus com ternura…

(Limpa aquela lágrima que teimosamente insiste em descer pela bochecha)


Notas Finais


Ficou meio blerg mas eu tentei

Beijinhos e até o próximo capítulo.


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