História Discípulo de um Assassino (hiatus, Novamente) - Capítulo 14


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Assassinos
Visualizações 84
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Lírica, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É a partir dos próximos capítulos que a treta vai começar 🌚🌚
Eu tenho que caçar mais fotos Bipper
😐😐😐
Vou deixar nas notas finais um link pra um grupo de WhatsApp que criei, vcs podem entrar lá, conversar com o povo, comigo, mas já aviso!! É grupo R21 tem MUITA putaria, palavrão, gemidão do BTS, etc.

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 14 - Décimo quarto capítulo de...


Fanfic / Fanfiction Discípulo de um Assassino (hiatus, Novamente) - Capítulo 14 - Décimo quarto capítulo de...

Voltamos da clareira quase meia noite, eu estava morrendo de sono, mas precisávamos arrumar as malas para a viagem.

Bill me carregou até a cabana e quando chegamos eu passei um café para nós dois, eles fica bem animado quando toma essas coisas mais energéticas.

Tirei meu celular do bolso para colocá-lo em cima do criado mudo e vi que havia uma mensagem, era de Mabel.

Brobro, Oi… é a Mabel, faz um tempinho que a gente não conversa, né? Bem, aqui tá bem legal, mas eu queria ficar aí em Gravity Falls com você. Como estão as coisas aí? E o pessoal tá bem? Eu tentei ligar pra cabana mas dava só caixa postal, acho que o Soos e a Melody já foram embora. Um beijo, tchau Brobro.”

Eu queria retornar a ligação, mas precisava arrumar minhas coisas, as passagens eram para um aeroporto em algum estado do lado oeste do país, precisávamos sair na manhã seguinte para conseguirmos chegar a tempo.

Foi uma viagem até tranquila, tivemos que pegar uns três ônibus diferentes e fora um dia e pouco até chegarmos ao aeroporto.

Apresentamos as passagens e os documentos, eu tinha sim levado o Cipher para um cartório e o obriguei a fazer uma identidade, pelo menos isso ele tem que ter, o passaporte resolvemos lá na hora, quase perdemos o vôo.

O Cipher fora barrado na hora do embarque, principalmente por causa do tapa-olho, eu sabia que ele tinha algumas armas dentro da mala, mas não sabia o que ele fez para que passassem pelo raio xis sem nenhum alerta. O mesmo para o punhal que ele sempre, e eu digo sempre, carregava na cintura.

Dentro do avião o loiro pediu para ficar na janela, eu apenas queria tirar um cochilo, sabia que seria uma viagem longa.

Seria um vôo de quase quinze horas e mais ou menos na metade da viagem o avião acabou passando por uma turbulência.

–P-Pinetree! Pinetree, acorda!!– Ele me chacoalhava tentando me acordar.

–Mm… o que foi Bill?!– Abri meus olhos, já era de noite e estava tudo escuro dentro da aeronave, uma luz ou outra acesa.

–Essa coisa tá tremendo! Isso é normal?!!

–Pff- hahahahaha!! Não seja infantil Bill Assustado Cipher!– Ele faz um biquinho emburrado. –É normal sim, e se chama turbulência, devemos estar passado por alguma nuvem mais densa, isso acaba entrando nas turbinas do avião causando esse tremor.

–Aah!– Fez como uma criança.

Me estiquei por cima dele, olhando para o lado de fora, por estarmos bem no meio do Oceano Pacífico era possível vermos centenas de milhares de estrelas. Bill olhava também, mas para mim, minha mão estava apoiada no braço da poltrona que separava o meu acento do dele.

Havia mais um cara sentado ao nosso lado, não passava dos quarenta anos, Bill me empurrou e tirou aquela divisória que havia entre nós, passou os braços pela minha cintura e me puxou para seu colo.

–Bill!!– O repreendo em um sussurro. Eu sabia que a maioria das pessoas naquele vôo estavam dormindo, inclusive o cara que estava ao nosso lado.

O Cipher me deixou sentado de lado sobre seu colo, eu não sabia o que ele queria, mas aquilo com certeza acabaria dando merda.

–Não faz barulho. Cadê seu casaco?– Ele pergunta tateando o assento ao nosso lado.

–Está dentro da minha mochila.– Respondo sussurrado.

–Então pega e volta pro meu colo.– Sussurra ao pé do meu ouvido, eu não me atreveria a desobedecê-lo.

Principalmente com ele estando com aquele punhal acoplado no cinto da calça, eu ainda tinha medo de certas coisas que ele fazia, mas o que me apavorava mesmo era o fato d’ele ser bastante instável, poderia acabar me machucando ou machucando a si mesmo.

Me levantei de seu colo e me estiquei para pegar minha mochila de dentro do bagageiro. Tirei o casaco e recoloquei minha mochila no compartimento.

Eu não sabia pra que raios ele queria aquela peça de roupa.

Logo voltei a me sentar em seu colo, da mesma forma que antes, Bill pegou o casaco da minha mão e o colocou sobre meu colo como que para me cobrir.

Aquilo estava muito estranho, no segundo seguinte o loiro puxou meu rosto para o seu, colando nossos lábios em um beijo calmo. Fui rápido ao me entregar ao ósculo, sentindo a língua dele adentrar com vontade de minha boca, fui aí que senti algo metálico, comprido e com uma ponta arredondada tocar minha língua.

Separei o beijo.

–O que você tem na boca?– Pergunto sussurrando e com as sobrancelhas franzidas, ele sorri e põem a língua para fora, exibindo um piercing que havia no meio dela.

–Gostou? Acho que é algo que deixa as coisas mais interessantes.– Diz e volta a me beijar.

Logo depois ele começa a descer pelo meu pescoço, beijando e mordendo. Cobri minha boca ao sentir aqueles toques, Bill tinha suas mãos em volta da minha cintura, mas não demorou para ele me arrumar em seu colo e passar uma das mãos para debaixo da minha roupa.

Me arrepiei e suspirei sentindo o toque frio dos seus dedos na minha pele. O loiro subiu a mão até meus mamilos, os beliscando e puxando, aquilo era um toque meio estranho, mas ao mesmo tempo me causava uma sensação boa.

Bill voltou a me beijar, ao mesmo tempo em que desceu sua mão até minha virilha, ameaçando adentrar minha calça, segurei seu pulso e afastei nossos lábios, eu o olhava repreensívo e ele divertido.

Parecia estar se entretendo com minhas respostas aos seus toques.

–Solta minha mão, não vou fazer nada que não goste.– Ele diz, passando de um sorriso divertido para um ladino.

Não o obedeci, ele não faria aquilo! Nem fodendo!!

Bill me olhava como se não acreditasse que eu estava relutando. Puxou minhas mãos para trás, as prendendo com alguma coisa, talvez o casaco que ele vestia e que na metade do vôo ele o tirou.

Sem mais nem menos Bill abriu minha calça e afundou sua mão dentro do tecido da minha boxer. Por algum motivo eu havia ficado meio excitado com aqueles toques de antes, a famosa preliminar.

Sua não fria rodeando meu pênis com certa brutalidade, mas não que eu acabasse por soltar um baixo gemido, o que fez o Cipher sorrir. O casaco sobre meu colo escondia em partes o que o loiro fazia.

Enterrei a cabeça na curva do pescoço dele, movendo o quadril para tentar afastar os toques dele.

–Para… Bill…– Mordo meus lábios ao ter praticamente gemido o nome dele.

Não era possível ver que a mão dele estava naquela parte do meu corpo, mas a movimentação que ele fazia era bem perceptível. Gemi um pouco mais alto quando senti ele passar o dedo sobre minha glande, senti um arrepio e um leve espasmo.

–M-mhh…

Aqueles toques… eu estava quase me rendendo, suas mãos eram tão habilidosas!

–Você gosta assim?– Ele acelerou sua mão, eu quase não conseguia segurar meus gemidos, suspirando até um pouco alto.

–Está tudo bem por aqui?– Uma aeromoça veio falar conosco, mantive meu rosto contra o pescoço dele.

–Está sim, ele só está um pouco assustado por causa da turbulência.– Desgraçado!!

Dei uma mordida no pescoço dele, que riu soprado.

–Okay, qualquer coisa é só chamar.

–Obrigado. Faça menos barulho, Pinetree, quase fomos pegos.– Sussurra ao pé do meu ouvido e acelera seus movimentos.

–B-Bill… nhh… p-para, p-por favor…

–Porque eu deveria? Hum? Sei que está gostando e você está quase gozando, sei disso. Sua respiração está mais desregulada.– Diz ladino contra meu ouvido e dá uma lambida no contorno da minha orelha, logo depois a mordendo.

–Mhh…

Realmente não foi muito tempo para eu sentir meu pênis pulsar e alguns leves espasmos e arrepios percorrerem meu corpo, senti aquele líquido se espalhando pela minha boxer, aquilo iria me incomodar pelo resto da viagem, pelo menos até pousarmos e eu poder pegar uma outra roupa na minha mala.

Continuei sentado no colo de Bill, era mais de duas da manhã e essa desgraça abaixo de mim não me deixou dormir nesse tempo. Escorei ofegante minha cabeça em seu ombro, sentindo ele soltar meus pulsos.

–Não faça de novo.– Levanto meu braço e dou um leve soco no ombro dele, que ri e deixa um beijo na ponta do meu nariz.

–Senhoras e senhores passageiros, pousaremos dentro de vinte minutos, pedimos que voltem para seus assentos e os deixem na posição vertical. São cinco e vinte e cinco, horário local.

O piloto avisa e de maneira meio incômoda voltei para meu assento, colocando o cinto e arrumo meu assento.

–Acho que vai gostar da descida, é a sensação engraçada.– Digo para ele, que me olha e sorri nervoso. –Relaxa, apesar de ser o maior avião que há vi, os pilotos sabem o que estão fazendo.

Tento acalmá-lo.


Notas Finais


Esse é o link, fiquem a vontade

https://chat.whatsapp.com/1IKEmkwmEf1DTE2mftIfsj

Beijinhos e até o próximo capítulo.


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