História Discípulo de um Assassino - Capítulo 14


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Assassinos
Visualizações 42
Palavras 994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Lírica, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mano
Eu comecei a escrever esse capítulo e quando fui ver já tava com quase 1.100 palavras, aí eu olhei e disse: para. Deixa pros próximos capítulos.
Kkkkkk

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 14 - 14


Agradeço que tive aquele dia para me dedicar a dar atenção só e apenas para Mabel, ela anda bem desanimada desde que cheguei aqui…

Faz tanto tempo que não a vejo…(N/???: E se continuar a fazer as mesmas coisas nem condicional você consegue.) E quem disse que quero essa porra?! Apenas queria um momento com a única família que me resta. (Suspiro) Enfim, ela e eu saímos da cabana mais para a parte do meio dia, já que nem eu tampouco ela acordou cedo. Nos arrumamos e fomos almoçar em um dos novos restaurantes que haviam sido inaugurados. Stan havia ido conosco, nos deixou em uma das ruas do centro e seguiu com o carro, ele iria ver como seu barco estava, dali a dois dia seria a “temporada de pesca”, toda a cidade reunida pra pegar a maior quantidade de peixes que coubesse no barco.

Mabel e eu entramos no lugar, agradável até, nos sentamos e logo uma garçonete veio nos atender, anotou nossos pedidos e seguiu para outras mesas.

–Se ficar calada não iremos aproveitar esse dia.– Digo sorrindo para ela.

–Estou apenas pensando…

–Em que? Posso saber?

–Dipper, estou preocupada e é por sua causa.– Ela diz depois de um longo suspiro. –Você passou a semana fora da cabana, chega tarde da noite, e… noite passada apareceu com todos esses machucados. O que está fazendo, Dipper?!– Pergunta discretamente me fazendo abaixar a cabeça. –Não está se metendo em encrenca, está?

–Mabel eu só… Parece que há um ímã de confusões grudado no meu peito…

–O que quer dizer com isso?!– Ela começara a se estressar.

–É como se eu tivesse feito, e basicamente fiz, um acordo com Bill.– Ela cobre a boca e escora as costas no encosto do banco. –E-eu não sei como aconteceu!– Coloco os cotovelos sobre a mesa e passo minhas mãos sobre a cabeça. –E-eu não-

–Dipper-

–Seus pedidos.– A garçonete volta e logo sai.

–Me desculpa, Mabel. Eu não posso te falar nada agora, mas eu juro que você saberá de tudo. Não quero você envolvida nisso também.

–É pra isso que você sai todos os dias?! Fez um acordo com aquele demônio– Lágrimas começavam a escorrer pelas suas bochechas. –, porque, Dipper?!

Me levanto e me sento ao seu lado tentando consolá-la.

–SE AFASTA!!– Ela me empurra e eu caio do banco. –VOCÊ JUROU QUE NUNCA MAIS MEXERIA COM ISSO!!! VOCÊ JUROU!!– Algumas pessoas olharam assustadas para Mabel e eu.

–Eu-eu sei, Mabel. Mas-

–Não tem mais nem menos, Dipper! Você traiu nossa família! Achei que estava do nosso lado!!– Volto a me sentar ao seu lado e seguro suas mãos, ela queria me bater.

E eu entendo. Mas foi tão derrepente…

–V-você… jurou...– Ela soluçava e eu a abracei.

–Me perdoa, me perdoa, me perdoa...– Acaricio seu cabelo e lhe dou um beijo na testa. –Olha pra mim– Levanto seu rosto e limpo suas lágrimas com os polegares. –Ele não vai mais enganar a gente.

–Como?! Você caiu no truque dele! O que ele(soluço) ofereceu em troca, hum?!

–Nada. Mabel, olha, eu estava em uma clareira e ele apareceu, eu tentei fugir e ele me seguiu, pediu que eu o ajudasse.

–Em que?– Ela se acalmou um pouco. Ainda era visível a raiva dela nos seus olhos.

–Eu não sei, eu…

Sem dizer mais uma palavra ela me abraça.

–Eu não quero perder meu irmão… não quero.

–Vai ficar tudo bem, minha estrelinha.

Foi um apelido que dei a ela depois de ver que ela usava a diadema que dei a ela no nosso último aniversário. Ela sorri e me dá outro abraço.

–Vai ficar tudo bem…


Como eu estava enganado…



Se passaram duas semanas e eu não tive nenhum sinal de Bill, nem Will tampouco Bear, claro que diariamente eu ia até a clareira e “treinava”, minha pontaria até que melhorou, comecei a acertar mais o alvo e algumas vezes tentava atirar apenas com uma mão, como vi Bill fazer uma vez.

Houve um dia em que eu estava tentando atirar com a mão esquerda e antes de puxar o gatilho ouço:

–Levante mais a mão. Seu pulso está torto.

No susto me viro e seguro a arma, quando percebi era Bill. Ele olha para o revólver, que estava no seu peito, e depois volta a olhar para mim.

–Precisa dessa violência?– Ele sorri.

Abaixo a arma o encarando, Bill tinha alguns pequenos cortes no rosto e curativos nos braços.

Ele vestia algo mais “relaxado”, uma calça jeans escura, uma regata branca que tinha escrito Kill me em letras pretas. Um all star preto e um casaco preto.

–O que foi, hum? Tem algo errado em mim?– Ele curva a cabeça para o lado.

–Não.– Respondo voltando a me virar.

–Aah, o que há?! Não ganho nenhum abraço?– Ele rodeia minha cintura com seus braços e apoia a cabeça no meu ombro.

–Porque eu te abraçaria?

–Porque eu passei um tempão fora e sei que pensou em mim nesse meio tempo. O que é isso?!– Ele me solta e fica à minha frente.

Franzi as sobrancelhas ao ver os cortes nos meus pulsos.

A maioria dos machucados e marcas que havia no meu corpo já tinham sumido, isso era bom já que andar com roupas de manga comprida não é legal, principalmente porque estava um calor do cão.

Bill tirou seu casaco e o amarrou na cintura, corei ao ver que seus braços eram até definidos.

–O que aconteceu, Pinheiro?– Volta a me olhar.

–N-nada, e-

–Não mente pra mim, sei que você apanhou. Sei quem fez isso, mas não sei como fez. Quero que me conte!– Ordenou.

–Bill, eu… Não. Não vou dizer pelo simples motivo de que eu tenho medo do que você pode acabar fazendo!

Apesar de odiar Bear com meu corpo e alma, ele ainda era o irmão mais novo de Bill, e eu não queria vê-los brigando.

Bill suspira e fica ao meu lado.

–Atira! Quero ver como está sua pontaria.

Levanto a arma, miro e puxo o gatilho.


Notas Finais


Beijinhos e até o próximo capítulo.


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