História Discípulo de um Assassino - Capítulo 15


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Assassinos
Visualizações 36
Palavras 1.133
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Lírica, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Me empolguei
Kkkkkk
Foi mal

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 15 - 15


No outro dia Mabel acordou animada, queria que eu fosse comprar roupas para a festa de Pacífica.

Eu tinha me esquecido completamente!!

Chegamos ao shopping da cidade, não haviam muitas pessoas e as que estavam lá apenas conversavam na praça de alimentação.

Entramos em uma loja de roupas e começamos a olhar algumas coisas, Mabel separou umas três camisas e algumas outras roupas.

Foi divertido, tenho que admitir, ela às vezes vestia umas roupas masculinas que acabavam ficando grande, isso a deixava fofa e até sexy. Quem não te conhece que te compre, lembrem-se disso.

Depois passamos fomos para a praça de alimentação, nos sentamos em uma mesa. Não conversamos tanto quanto eu gostaria, mas o que conversamos me deixou até contente.

–Como estão você e Pacífica?– Resolvo perguntar.

–Bem. Ela está diferente, mas não é aquela pessoa esnobe e egoísta de antes.

–Que bom.– Sorrio.

Era tão bom ver minha irmã em um relacionamento que não acabou em dois dias.

Ela e Pacífica se davam tão bem, mas aí ela… Mabel ficou atrasada. Demorou muito pra encontrar alguém de novo, e nem sei como ela está agora…

Enfim. Depois que saímos do shopping resolvemos voltar para a cabana, mas antes acabamos passando em uma loja de tatuagem, Mabel queria fazer um segundo furo na orelha. Nossos pais haviam deixado, falaram que se eu quisesse fazer algo também podia.  

Nós apenas olhamos os preços, ela faria antes da festa de Pacífica. Acho que não deu muito certo.(Segura o riso)

Mas ela gostou do resultado.


–Brobro.– Ela me chama. –Posso te pedir uma coisa?– Ela se senta na cama.

Nós estávamos no quarto, ela brincando com Waddles e eu lendo um livro qualquer.

–Calro!

–É que… isso é meio constrangedor.

–O que foi?– Me sento em minha cama e a olho.

–É que… lembra o dia que eu dormi na casa da Pacífica?– Afirmo. –Ela… meio que a gente… Ai que droga. Como que eu vou explicar.

–Vocês se beijaram?

–Não, não.– Vejo seu rosto tomar uma cor mais avermelhada. Ela estava muito nervosa.

–Ah, já entendi, não precisa continuar. Enfim, você queria perguntar algo, o que era?

–Como se faz isso?!– Ela pergunta de uma vez só. –Eu sou nova no coisa de namorar Dipper, você sabe, nunca passei de apenas uns beijos com algum menino. Aí a Pacífica deu “um passo maior que a perna" e eu não sabia como reagir, o que dizer, o que fazer!!

Ela agora estava muito corada. Me lembrei do que Bill havia feito comigo, ele me tocando daquele jeito e… Ah, esquece!!

–Olha Mabel, o que você quer saber?

–O que eu devia ter feito?

–Eu sei lá, eu… bem, se você e ela querem– Tento fazer algum gesto com a mão. –, você pode tocar ela, hum… toque na cintura, no pescoço.

Eu estava muito constrangido, principalmente porque ela me olhava como se eu contasse alguma história.

Ela me perguntou mais algumas coisas e depois foi se arrumar para dormir. Mas eu não consegui pregar os olhos. As cenas do que Bill havia feito, não só daquela vez na cabana, na clareira também, tudo volta à minha mente, diversas vezes acabei me arrepiando, lembrava dele passando a mão pelas minhas costas, cintura.

Era impossível eu não acabar com uma ereção. Tentei ignorar, mas já não havia mais volta, me levantei e fui ao banheiro tentar resolver esse problema.


Autora POV’s


Durante aquela noite:

–Quantas vezes vou ter que repetir que você nunca deve chegar perto dele?! Hum?!– O Cipher mais velho diz e desferiu um soco no rosto do mais novo.

Bear acumulou todo o sangue possível na boca e cuspiu para o lado, logo sentindo o gosto de ferro tomar conta, ele passa a língua pelos lábios e sorri ladino.

–Me bata o quanto quiser, sabe que não sinto.– Disse ofegante.

–Então não fazia sentido você ter feito aquilo, não é?– Will brincava com o pente de sua pistola.

–Não estou falando com você!– Bear responde e Will levanta sua arma, mirando na cabeça do de cabelos roxos. –Já disse que você não tem coragem, deu aquele tiro em mim por puro impulso. Argh!!– Bill dá uma joelhada na barriga do irmão, o fazendo cuspir mais sangue. –Que porra!!

–Quer dizer que agora está sentindo?– Bill sorri sádico ao ver o irmão encolhido de dor.

–Bill, chega, você vai acabar matando ele, vamos embora.

–É bom que morra mesmo. E pensar que nossos pais depositaram tanta confiança nesse merda.

Deixaram Bear jogado naquele beco sujo, sabiam que mais cedo ou mais tarde algum dos “homens” dele viria buscá-lo.

Os mais velhos entraram no carro de Bill, que começou a dirigir. Queria se encontrar com Dipper no outro dia, Will iria junto. Sabiam que se apenas Bill e Dipper fossem, acabariam em encrenca.


Dipper POV’s


“Venha para a clareira, se lembra daquela estrada? Se sim, vá até ela. Traga sua arma.

Ass.: Mr. B.”


Era óbvio que ele iria querer me encontrar lá, penso depois de ler o bilhete que estava em cima do criado mudo. Tinha o formato de um triângulo e havia uma gravata preta desenhada.

Sorri pela criatividade dele.

Quando estava quase saindo, resolvi deixar um recado para Mabel, para que ela não se preocupasse novamente com onde eu estaria.


Cheguei na clareira e vi Bill e mais uns três homens junto dele, além de Will. Todos vestiam roupas formais, Bill se destacava pois vestia uma camisa social amarela e um colete preto, ao me ver ele vem até mim.

–Vista isso.– Ele me entrega um conjunto de roupas. –Não me olhe assim, é apenas pra você não chamar tanta atenção.

Bill sorri e começo a me despir, era estranho estar no meio de uma clareira e ter que vestir uma roupa formal. O loiro “cobria” meu corpo, tentava fazer um tipo de cortininha.

Terminei de me vestir e coloquei minha roupa dentro da mochila.

Seguimos até chegar a uma estrada, haviam dois carros, os outros homens foram em um e os gêmeos e eu fomos no outro. Depois de um tempo dirigindo Bill se pronunciou.

–Não fale com ninguém, se alguém perguntar seu nome diga que é Pinheiro.

–Trouxe sua arma, né?– Will perguntou e eu murmurei um sim. –Ótimo. Deixe-a engatilhada, só por precaução.– O azulado se vira e dá uma piscadela para mim.


Depois de um bom tempo de viagem nós chegamos a uma grande mansão, não era a da família Northwest, era um pouco mais sofisticada, digamos assim. Os portões se abriram e logo estávamos na entrada do lugar.

Ao entrarmos no salão Will pediu para que eu não saísse do seu lado, ou que ficasse perto de Bill.

Passamos por várias pessoas, que olhavam de forma assassina, tentei não me assustar muito.

Também haviam várias mulheres, algumas davam mais medo que os homens.

–Will, que lugar é esse?– Pergunto num sussurro para o mais velho.

–É a mansão da família do nosso pai.


Notas Finais


Opa.

Beijinhos e até a próxima.


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