História Discípulo de um Assassino - Capítulo 15


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Assassinos
Visualizações 66
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Lírica, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Falo é nada, nas notas tá o link do grupo Yaoizeras, quem quiser entrar pra ver um pouco de kpop e putaria é só ir lá. 7u7

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 15 - Décimo quinto capítulo de...


Fanfic / Fanfiction Discípulo de um Assassino - Capítulo 15 - Décimo quinto capítulo de...

Ao descermos do avião seguimos para a área de desembarque, esperamos nossas malas e eu segui até o banheiro, tirei minha calça e minha boxer, limpei aquela bagunça que Bill havia feito.

–Maldito.– Praguejo.

Visto outra boxer e a calça. O clima lá estava frio tanto fora, quanto dentro do aeroporto. Saí e Bill estava sentado em cima da mala e mexendo em seus dedos, nem parecia que havia tentando nos matar.

–Vamos? Na carta dizia que eles estariam esperando no desembarque, iriam todos os cientistas juntos.– Explico pegando minha carteira, precisaríamos do Carimbó no nosso passaporte para podermos ficar lá na Rússia.

Passamos mais ou menos uma semana e meia, foi tempo o suficiente para todos explicarem suas teorias e pesquisas. Saímos pela porta do desembarque, andamos um pouco até vermos uma placa em inglês que dizia Convenção de São Petersburgo. Acho que era ali.

Nós aproximamos.

–Olá.– Cumprimentei e um cara com uma lista veio até nós.

–Nomes e dimensão.– Ele pediu.

–Sou Dipper Pines, da Dimensão 46*–. Explico.

–Aqui nós só temos Stanford Pines.– Ele diz olhando para a prancheta em suas mãos.

–Eu vim como representante de Stanford Pines, vocês enviaram o convite e algumas semanas atrás meus tivôs morreram.

–Stanford Pines?! Morto?!! Como?!!– Um outro cara se aproximou, parecia com o que estava com a prancheta.

–Assassinato.

–Oh. Eu sinto muito. Risque o nome de Stanford, coloque o nome do rapaz, depois explicamos o que aconteceu.– O rapaz pede e o outro obedece.

–Pode repetir seu nome?

–Dipper Pines e Bill Cipher.– Digo vendo o homem tremer um pouco na hora de escrever o nome do loiro.

–C-como?!!

–Dipper Pines e Bill Cipher.

–Como esse demônio está vivo?!!!– Eles pareciam assustados, um deles levou a mão até o quadril e eu vi que ele portava uma pistola.

–Não, não, não!!– Me coloco na frente do Cipher. –Ele é um humano! Não tem mais poderes, nem pode fazer nada contra vocês.

Eles me olharam desconfiados mas nos deixar passar. Chegamos ao hotel no qual todos os cientistas ficariam hospedados, nosso quarto ficava no décimo terceiro andar, junto com… Dipper Gleeful?!

–Olá, Pines.– Ele me cumprimenta simpático.

–Bom dia, Gleeful.– Respondo, pegando a chave do quarto. –Veio sozinho?

–Não, Will e meu tivô vieram comigo, na verdade, eu vim com eles.– Explicou.

–Hum. Bem, viemos só Bill e eu.– O loiro abriu a porta do quarto e logo me puxou para dentro. –Depois nos falamos!

Bill tirou a mochila das minhas costas e também deixou as malas em qualquer lugar. Me colocou contra a porta ao mesmo tempo em que a trancava. Logo após ele me olha malicioso e avança em meu pescoço.

–Hoje você é meu!– Ele pronuncia colocando uma perna entre as minhas, mantinha as mãos firmes na minha cintura, mordia e chupava meu pescoço com vontade.

–B-Bill…!! P-me solta!! Bill, é-e-nnhhh…

–Fiquei com uma puta ereção por causa daqueles seus gemidos deliciosos.– O loiro sussurra próximo ao meu ouvido.

–N-não é culpa minha se você tava me masturbando!!

–Estava gemendo igual uma cadela no cio.– Diz me fazendo corar.

–Idiota!– O empurro. –Juro que se me tocar assim de novo você morre!

Peguei minha mala e a coloquei no canto do quarto, eu tomaria um banho e apenas dormiria! Precisava descansar, em algumas horas a gente teria de bater de frente com diversos cientistas.

Mais tarde naquele mesmo dia fomos convidados para tomar café, nos arrumamos e fomos até o imenso restaurante que havia no segundo andar do hotel.

Pelo menos umas cinquenta mesas foram distribuídas por todo o grande salão, olho em volta, impressionado, haviam centenas de pessoas, tá certo que metade delas eram praticamente idênticas. Olhei para todas as mesas, procurando alguma em que Bill e eu pudéssemos nos sentar.

–BILL!!– Ouço uma voz conhecida chamar pelo loiro.

Ao que ele se vira um rapaz de cabelos azuis se joga sobre seu corpo, o fazendo ser jogado no chão com certa brutalidade. Bill imediatamente reagiu abraçando o rapaz de volta.

–Will!!– Todos a nossa volta nos olhavam e um certo constrangimento me tomava.

–Vamos nos sentar, Pines?– Dipper Gleeful vinha com uma roupa menos formal e as mãos dentro dos bolsos da calça.

–V-vamos. Se levantem, Bill!! Estão fazendo a gente passar vergonha!– Digo olhando para o loiro.

Seguimos o Gleeful até uma mesa, nela haviam vários outros rapazes, uns dez ao menos, ao lado de cada um havia um homem mais velho.

Eu estava desacreditando que aquilo era real!! Todos eles levantaram seus olhares para Bill e eu; engoli em seco ao ver que todos eram como uma cópia de Bill, Stanford e eu.

–Novato, Gleeful?– Um deles pergunta me olhando.

–Dipper este é Drei. Drei este é Dipper do Universo 46.

–Oh! Muito prazer em conhecê-lo!– O garoto parecia ter uns onze pra doze anos, ele me estendeu a mão esquerda e eu o cumprimentei de volta, ele era sorridente e as roupas que vestia ficavam extremamente grandes nele.

–O prazer é meu.

Gleeful nos convidou para sentar e começamos uma conversa até amigável, reparei que não haviam apenas rapazes na mesa, também estavam conosco umas cinco garotas, algumas se vestiam como Bill e outras como eu.

Top top

–Isso tá ligado?– Ouvimos um senhor falando por um microfone. –Ah, sim, obrigado. Bem, sejam bem-vindos a nossa vigésima convenção das estranhezas de São Petersburgo!!– Todos aplaudem. –Okay, okay. Silêncio por favor. Percebi termos rostos novos por aqui– Diz olhando para todos. –, para quem for a primeira vez neste evento, irei explicar como nosso encontro funciona, junto com a carta que fora enviada, vocês receberam instruções para que trouxessem seus próprios experimentos e teorias sobre coisas e atividades que podem ser consideradas fora do normal. Vocês deverão apresentar sua teoria do que seria a estranheza ou podem explicar como determinado experimento funciona.

Eu prestava atenção no que aquele senhor falava, mas sentia alguém me observando, essa sensação sempre me acompanhava…

–Receberá um prêmio quem conseguir desvendar um dos mais complicados experimentos já testados por nossos cientistas: Viagem entre dimensões! Apenas com um pedido ao conselho do tempo nós pudemos realizar este evento, mas quem conseguir explicar como passar de uma dimensão a outra receberá este belíssimo prêmio.

Era uma estatueta, tinha o formato do que parecia ser a explosão de alguma estrela, mas não era apenas isso, ao rodar a base do prêmio, o senhor que explicava fez com que aquela explosão voltasse a ser apenas uma pequena bola de fogo.

–Para quem ainda não desvendou o que seria isso, eu explico: Esta, senhoras e senhores, é a menor estrela existente em todo o nosso universo. Está contida pelo magnetismo composto pelos materiais que formam a base deste belo prêmio, mas ao rodar apenas e exatos dois milímetros, a matéria que compõe esta estrela entra em combustão, fazendo este belo desenho, que em segundos paralisa no espaço tempo.

Eu estava simplesmente encantado!!


O primeiro dia do evento foi algo absurdamente animado, pessoas mostrando objetos e criaturas jamais vistas pelos olhos humanos, e que estes nem sonhariam existir. Passada duas horas do evento, Dipper Gleeful fora chamado para demonstrar seu experimento, eu estava curioso para saber o que era.

De primeira eu já explicaria como a viagem entre dimensões funcionava, houveram diversas teorias, mas nenhuma delas fora testada, tão pouco era original, deu até prisão porque um dos cientistas estava explicando algo que já era patenteado por outro.

Bill e eu seguimos com os Gleeful's até o palco que ficava no meio do salão.

–Okay! Boa tarde, senhoras e senhores!– Ele diz através do microfone, chamando atenção das pessoas em volta. –Hoje irei realizar um experimento um tanto diferente.– Sua fala era confiante e sua postura também. –Envolve o psicológico das pessoas, não farei nada mágico, como estão acostumados a ver.– Diz fazendo as pessoas rirem.

Continuou sua explicação, Bill olhava atento tudo o que o Gleeful fazia e eu olhava em volta procurando por Will.

A sensação de estar sendo cuidadosamente vigiado me toma novamente, começo a olhar em volta, ninguém me olhava, todos tinham sua atenção no Gleeful.

–Para poder realizar este experimento precisarei de um voluntário, que já fora previamente escolhido. Will cipher.– Ele diz e o garoto e trazido para o palco, parecia estar desacordado.

Olhei para Bill, estava com as sobrancelhas franzidas e os braços cruzados à frente do peito.

–O que estão fazendo?!– Ouvi ele praticamente rosnar e começou a se atravessar por entre as pessoas para poder chegar ao palco.

–Bill!!– Tento impedi-lo, seguindo o loiro até chegarmos à beira do palco.

O loiro subiu no local e puxou sua faca da cintura.

–Jurou não fazer nada a ele, Gleeful!– Bill diz entre os dentes, olhava o moreno com uma expressão assustada.

A segurança do lugar já havia sido acionada.

–BILL!!!

–Cala a boca Dipper!!– Ordenou sem me olhar.

–Abaixe a faca Cipher! Ou ele morre.– Uma garota havia passado o braço em volta do meu pescoço e colocado o cano de uma arma na minha cabeça.

Todos em volta já estavam o puro desespero, ninguém entendia o que estava acontecendo. Dipper Gleeful sorria divertido com aquilo. Bill larga a faca no chão e sinto uma forte pancada na cabeça.


Notas Finais


Fiquem a vontade pra dar um oi ou um Annyeong lá.
https://chat.whatsapp.com/1IKEmkwmEf1DTE2mftIfsj

Beijinhos e até o próximo capítulo.


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