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História Discoveries - Capítulo 15


Escrita por: e Cabulesck


Notas do Autor


Boa noite gente...
Nós estávamos tão ansiosas para postar este capitulo e esperamos de coração que vocês gostem...
E se caso quiser saber mais sobre a fic me segui no Instagram @for_llove, vou deixai o link nas notas finais...
Lá tem frases, comics e noticias de novas historias me segui lá para sermos uma grande família..
Vamos ser amigos eu prometo seguir todos só me dizer nós comentários ou direct a palavra "Nette"
Vou deixar o link do comic que eu traduzir.
Tenha uma ótima leitura e desculpa qualquer erro ortográfico

Capítulo 15 - Presa com Adrien


Fanfic / Fanfiction Discoveries - Capítulo 15 - Presa com Adrien


O destino nós uniu aquele dia...
E desde então eu não te esqueci...
Você é o motivo de eu nunca desistir...
Eu só quero estar contigo...

 

Marinette Dupain-Cheng Pov’s

— Hummm... É melhor você esclarecer, quero saber de tudo. — Diz Alya

— Não tem o que saber é normal namorado presentear sua namorada.

— Luka te mandando caixa de bombons em plena quinta feira.

— E tem dia para dar bombons à alguém?

— Sei que está me escondendo  algo. — Fala Alya colocando o livro de matemática no armário e pegando o de Química.

— Na verdade, tem uma coisa sim.

— Eu sabia, me conta tudo.

Quando eu ia contar a Alya sobre a proposta do Luka o sinal tocou e então logo percebi o desapontamento em seu rosto.

— Garota, você não me escapa depois eu quero saber de tudo.

— Não se preocupe. — Dou um sorriso colocando a caixa de bombons dentro do armário e logo vou indo para a próxima aula que era nada mais que Química.

— Não sei porque esse gênio fez a minha vida ficar difícil. — Alya rir da situação.

— Também não é para tanto — Olho para Alya.

Ao entrar na sala de aula meu celular apitar e ao ver quem era dou um sorriso fraco.

Luka:

Recebeu meu presente?

9:45am

 

Marinette:

Sim, eu amei são meus chocolates favoritos.

9:45am

Luka:

Então?

9:46 am

 

Marinette:

Então o que?

9:47am

 

Luka:

Qual é a sua resposta?

9:47am

— A aula já vai começar então alunos vamos guardando os celulares e sentando em seus lugares.— Senti que aquele aviso era para mim.

Marinette:

Agora não dá, falaremos depois.... minha aula já vai começar.

9: 48am

[...]

A aula foi chata como sempre, sei que não era culpa da professora. Mais eu sou suspeita para falar de Química já que é uma das matérias que não sou muito fã. Estava juntando as minhas coisas quando eu vejo que Nino e Alya eles pareciam misteriosos vou até eles mais o assunto estava tão interessante que nem notaram minha presença.

— Tem certeza? — Pergunta Alya

— Alya é verdade. Eu escutei.. ele não tem motivos para mentir a final de contas ele confessou para um amigo.

— Eu não posso acreditar. — Diz Alya chocada

— Do que vocês estão falando? — Pergunto curiosa

— Mari! — Fala Alya surpresa — Acho que aqui não é um bom lugar para se falar.

— Verdade, em um lugar que não seja a escola — Nino complementa o que Alya diz.

— Qual é, me contam eu preciso saber.

— É... na verdade eu não sei como te explicar. — Disse Alya meio sem jeito

— Que tal pelo começo? — Digo fazendo Nino rir

— Bom ... é que ... — Começa ela a dizer, mas faz tanta enrolação que isso me irrita

— Fala logo estou curiosa. — Falo já sem paciência

— Nino me contou que o Adrien esta namorando!

— Alya! — Nino fala surpreso.

— O quê? — Não consegui esconder minha cara de espanto.

— Algum problema? — Alya se aproxima de mim.

— Problema? — Eu olho para eles e dou um sorriso fraco. — Problema algum, é natural não é? Alguém solteiro arrumar uma namorada.

— Não fique mal por isso. — Diz minha amiga tentando me confortar

— Por que eu ficaria? — Boa pergunta, porque eu ficaria eu estou com o Luka e o Adrien deixou claro que sou só uma amiga..

— Você sabe o por que.  — Diz ela

— Alya você sabe que eu já tenho um namorado, e estou feliz com ele.  — Tento mudar de assunto

— Ok, nos sabemos. — Fala indiferente — Só acho que você merecia ser feliz com alguém que você realmente ama.

— Alya! — Olho para ela.

— Estou falando nada mais que a verdade.

— Nós já falamos sobre isso. — Chamo a atenção dela

— Eu sei — Alya me abraça e então olha nos meus olhos.

— Isso o que você está fazendo não vai te levar a nada, olha para o que está acontecendo.

— O que você quer dizer com isso? — Pergunto confusa

— Bom, agente precisa ir embora. — Ela se afasta. — Eu e o Nino precisamos sair não é Nino?

— Precisamos? — Pergunta Nino — Ah é.... eu avia me esquecido. — Nino sorri e vai ate a Alya.

— Que pena que não podemos ficar. — Diz ela se afastando

— Sim. Realmente é uma pena.

— Até mais tarde Mari — Alya puxa o Nino e vai embora.

— Até ... — Olho para eles indo embora.

Não podia acreditar, Adrien namorando? Mas o que isso me interessa? Eu estou com o Luka e estou feliz com ele. Quem eu quero enganar isso está me incomodando.

Eu preciso tirar esse garoto de vez do meu coração e da minha cabeça, porque meu coração não pode admitir o que eu sinto?

Eu não posso namorar gostando de outro posso?

Mais eu também gosto do Luka. Preciso seguir em frente, preciso superar esse sentimento bobo, tenho um namorado que me ama o que mais posso querer?

Marinette:

Eu aceito...

11:54am

 

Luka:

Eu sabia que você aceitaria, não esqueça esteja lá sexta, as sete.

11:55am

Só não espero me arrepender desta decisão..

[....]

Já se passava das três horas da tarde o Adrien estava atrasado e isso é novidade, depois da notícia que recebi eu avia encontrado com ele e marcamos de nos encontrar na biblioteca da cidade, se bem que deveríamos fazer o trabalho na escola, mas tudo bem.

Minha paciência estava no final, balançava a minha caneta de um lado para o outro até que sinto meu celular tremer. Estava tão voada que atendo sem ver quem era.

— Alô?

— Mari? — Diz uma voz de homem muito bonita

— Sim.

— Aqui é o Adrien. — Como a voz dele fica mais bonita por telefone

— Adrien! — Digo surpresa

Ao escutar aquela palavras meu coração acelera, maldito coração.

— Como você conseguiu meu número? — Pergunto curiosa

— Eu tenho meus contatos. — Diz ele brincalhão

— Foi a Ayla não foi? — Deduzo

— Você quer mesmo saber? — Pergunta irônico

— Na verdade não. — Digo

Ele dá uma risada gostosa e logo diz:

— Aconteceu um imprevisto.

— Imprevisto?

— Sim, infelizmente não vai ter como eu ir aí.

— Como assim não vai ter como vir o trabalho é para sexta-feira.

— Podemos fazer amanhã. — Sugeri ele

— Amanhã vai ficar muito em cima da hora.

— Então vem aqui para a minha casa..

— O Quê? — Digo surpresa — Você diz eu ir aí na sua casa?

— Sim, qual é o problema? — Pergunta confuso

— Ah... eu ... Quero dizer não sei se é uma boa ideia. — Tento arrumar uma desculpa

— Porque não? — Pergunta novamente — Aqui em casa tem uma mini biblioteca e acho que podemos fazer o trabalho tranquilamente.

Meu deus o que não faço para não reprovar.

— Ok, se você diz. — Aceito derrotada.

— Onde você está? — Pergunta ele

— Na biblioteca municipal, onde mais seria Adrien — Digo irônica.

Ele dá uma risada e logo diz:

— Certo vou mandar o Gorila ir te buscar.. Tchau Mari!

— Ok... Tchau Adrien.

Desligo o celular respirando fundo.

Ai meu deus o que estou fazendo? Isso não está nos meus planos de eu ficar sozinha com ele.

Bom tecnicamente tem os empregados lá então não preciso me preocupar, afinal de contas é só um trabalho.

Me levanto da cadeira e vou em direção a saída, andando em passos lentos estava meio receosa de ir até a casa dele. Primeiro porque estou chateada com ele é na verdade não sei por que. E segundo por culpa dele por me deixar estressada.

Estava andando até que um carro enorme para ao meu lado. Continuo andando fingindo que nada avia acontecido, até que escuto algo que me fez parar.

— Senhorita? — Escuto uma voz atrás de mim.

— Sim — Olho para um homem que estava de óculos escuros e terno preto.

— Sou Gorila o chofer do jovem Agreste.

Que cabeça a minha eu me esqueci que o Adrien ia mandar o motorista vir me buscar..

— A senhorita por acaso seria Marinette? — Pergunta ele

— Eu mesma. — Respondo

— Poderia me acompanhar por favor? — Pede com educação

— Ok.

Ele da meia volta e vai sentido ao grande carro prata que eu não sei dizer qual tipo seria, só sei que ele era um veículo super elegante. Ao chegar onde o carro estava o homem de preto abriu a porta para mim.

Sem que eu perceba o carro começou a andar, era tão moderno e estar sentada em um confortável banco de couro aos poucos meus olhos vão se fechando até me render ao sono.

— Senhorita — Escuto uma voz que logo fica nítida.

Abro meus olhos e vejo o homem próximo de mim ao mesmo tempo não tão próximo. Ao olhar ao redor percebo que estava no carro.

— Já chegamos.

— Ah sim, claro.

Saio do carro ajeito minha roupa que estava meio torta e vai saber como isso foi acontecer..

— Por aqui. — Diz o Chofer que eu já esqueci o nome.

Eu o sigo indo em direção a porta estava meio ansiosa não sei descrever o que se passava dentro de mim, era ridículo tudo aquilo.

A porta se abre e então logo vejo a imagem intacta dele sentado no sofá olhando para um livro, sua concentração me fez sorri de lado ao perceber o que estava fazendo logo me lembro que estava aqui com apenas um objetivo fazer o trabalho.

— Vejo que você está empenhado. — Digo

— Mari — ele fala me olhando e logo se levanta.

— Então... onde é a biblioteca? — Pergunto indo direto ao assunto

— Lá em cima — Ele se vira e vai em direção a algumas escadas.

Olho ao redor e percebo o quão grande era aquela casa e que não tinha ninguém.

A casa estava completamente vazia.

— Cadê todo mundo? — Pergunto curiosa

— Como assim? — Ele fala sem desviar sua atenção nos degraus.

— Achei que teria gente aqui na sua casa. — Comento subindo os degraus

— Meu pai está trabalhando e hoje é quinta-feira , cada quinta do mês meu pai permite que os funcionários tirem uma folga. — Diz como se isso fosse normal

— Então isso quer dizer?

— Temos a biblioteca inteira para nós. — Completa ele como se não ter ninguém em casa fosse normal.

Ao ouvir aquilo eu paro imediatamente de subir os degraus e fico olhando para ele que subia em uma tranquilidade. Logo ele se vira para trás e da um largo sorriso.

— Não se preocupe meu pai pode chegar a qualquer momento. — Completa

Se isso foi uma tentativa de me deixar calma isso só piorou.

—Qual é o problema? — Pergunta confuso

— Não é nada. — Digo

Subo a escadas calada não queria falar com ele só o que for necessário.

[...]

Algumas horas depois

— Agora eu entendi a pergunta do professor.

— Como assim? — Pergunta Adrien.

— Parece que não prestou muita atenção na aula. — Ele da de ombros.

— Na ultima aula de história o Felipe perguntou sobre quem descobriu a França e eu respondi João então ele perguntou só João.

— Digamos que você esqueceu que avia dois João. — Diz ele rindo de mim

— Uma pequena falha — Falo olhando para a folha que estava em minha frente.

Meu telefone vibra o pego e vejo que é uma mensagem da Alya..

Alya:

Como vai o trabalho com o seu Crush...

Como eu queria estar ai para vê a sua cara

17:25am

Estranho como ela sabe que eu estou fazendo trabalho com o Adrien?

O Adrien deve ter comentado com o Nino, só pode ser isso..

Marinette:

Pare de graça Alya..

Está indo tudo bem.. Besta pensa cada coisa..

17:26am

Alya:

Assume logo que você não o esqueceu e fique

Logo com ele..

17:26am

Ou você vai acabar o perdendo!!

17:27am

Marinette:

Se você já se esqueceu eu vou fazer o favor de te lembrar..

O Adrien não gosta de mim e para completar ele tem namorada..

17:28am

Alya:

A sua ingenuidade vai te causar um grande problema um dia Mari...

17:28am

— Mari, Mari está me ouvindo?

— Hã?Ah, sim... Acho que o que escrevemos está bom.

— Mari está tudo bem?

— Desculpa é que eu estava respondendo uma mensagem.

— É o seu namorado?

Olho para ele que me olhava com um olhar que eu realmente não sabia como explicar.

— Sim. — Minto

— Ah!! Então é por isso que está assim.

— Assim como? — Olho para ele — O que você quer dizer?

— Agente não terminou o trabalho falta escrever uma parte e você está voando. — Ele muda de assunto

— Desculpa — Falo olhando para folha.

— O que mais precisa?— Pergunto olhando para folha. — Acho que já está bom. — Comento

— Eu não quero reprovar você quer? — Pergunta ele

— Ok — Falo pegando a folha e a caneta azul. — O rei era conhecido como o João, o Bom .

— Sério que você quer botar isso? — Pergunta ele

— Sim.

— Tá bom, assim terminamos mais rápido. — Diz ele voltando a escrever

Após escrever na folha, começo a juntar os livros e vou ate as estantes.

— Não precisa fazer isso, deixa que depois alguém vem aqui e arruma tudo.

— Não custa nada guardar — Digo

Subo com uma mão a escada de madeira.

— Cuidado. — Escuto a voz de Adrien.

— Não se preocupe.

Vou colocando o primeiro livro em seu lugar, o segundo também mais quando chega o terceiro livro era em um lugar muito alto e com a tentativa de alcançar estico todo meu corpo para que o livro encaixe na prateleira.

Tendo fracassado resolvo ficar nas pontas dos pés, logo comecei a desequilibrar fecho meus olhos já esperando o impacto que teria com o chão já que eu estava em uma altura significante, mas isso não aconteceu.

— Você está bem?— Ao abrir meus olhos pude ver o rosto de Adrien bem próximo do meu.

Meu coração estava acelerado não sei se foi pelo susto ou o fato que Adrien está me carregando no colo. Espera aí o Adrien está me carregando no colo?

— Eu...bem — Tento formular uma frase, mas não conseguia porque estava distraída com ele tão próxima de mim, os seus olhos estavam com um tom verde nunca visto antes o brilho que ele tinha era lindo.

Me assusto com o trovão e por impulso o abraço, eu não tenho medo de chuva, mas este trovão me pegou de surpresa. Ele retribui o abraço.

Bom, não sei por qual motivo eu estava agindo desta forma. Não tinha coragem de desfazer o abraço e com certeza estava vermelha que nem um tomate.

— Está tudo bem foi só um trovão.

O que ele está pensando de mim agora, uma garota fresca que se assusta com um trovão atoa. Eu olhava para os livros não sabia o que fazer ate que sinto sua bochecha encostar em mim.

Tá legal agora era oficial eu realmente não sei o que fazer.

Se fosse alguns meses atrás nesse momento estaria desfalecida, mais agora as coisas estão diferentes. Sigo plena como se nada estivesse acontecido. Isso não é nada foi só um momento de fragilidade que passou, aos poucos vou virando meu rosto ate encontrar com seus olhos.

— Eu sei o que você vai dizer — Adrien diz baixo.

— Mesmo? — Ele balança a cabeça.

— Não há problema algum se assustar, para ser honesto eu também assustei. — Ele sorrir e isso me conforta

— Você não precisa dizer essas coisas para me fazer sentir melhor. — Digo

— Não fiz. Mais eu fico feliz de tentar mesmo sem tentar fazer você feliz. — Quando ele se toca o que disse tenta concertar. — Quero dizer melhor. — Ele fica todo atrapalhando, olho para ele meio confusa e começo a rir, ele me faz lembrar quando eu tentava dizer algo a ele.

— O que foi? — Quando eu percebi ele estava me olhando fixamente de um jeito que me faz ficar sem graça.

— Nada de mais só estou olhando para seu rosto.

— O que tem meu rosto? — Pergunto passando a mão nele.

— Quando você sorri aparece covinhas e eu nunca tinha reparado isso antes.

— Eu não sabia que você repara em mim.

Parece que o jogo virou e de uma forma que não sei explicar, ele fica sem graça e desvia o seu olhar do meu.

— Ai meu deus, eu não acredito nisso.

— O que foi? — Olho para ele ao perceber que falei ao invés de pensar.

— Nada — Dou um sorriso fraco torcendo para que isso acabe logo. — Bom... Eu acho que é melhor você me colocar no chão.

— Claro. — Adrien me colocou no chão.

Foi ai que ele percebeu que ainda estava me segurando.

A chuva vem com tudo e a biblioteca é preenchida com o vento forte, a porta fecha com toda a força causando um barulho estarrecedor, as cortinas balançavam e com isso as folhas que estavam em cima da mesa caem no chão.

A vergonha a este ponto já tinha ido embora, saio em disparada para pegar as folhas do chão e Adrien vem logo em seguida para me ajudar a catar as folhas.

— Então.... Já que está tudo pronto eu vou indo... Obrigada

— De nada. — Ele passa a mão sobre a nuca.

— Eu vou indo.— Me despeço pegando a minha mochila.

— Te vejo em breve. — Ele fala pondo a mão sobre os bolsos da calça.

— Ok.

Tento abrir a porta mais ela estava dura, como se estivesse trancada. Olho para a porta e coloco toda a minha força.

— Adrien a porta não quer abrir. — Digo entrando em desespero

— Deixa eu ver — Ele se aproxima da porta e tenta abrir mas a tentativa foi falha.

— Acho que estamos preços aqui.

— Não diga! Eu nem percebi — Ele olha para min e da um sorriso irônico.

— Não é hora de ironia aqui, acho que o a rajada de vento fez com que a porta fecha-se trancando a gente aqui.

— Acho que isso é o raciocínio mais lógico. — Ironizo da situação

— Eu achei que o Gorila tivesse consertado a porta mais pelo visto não. — Comenta

— Como assim? — Olho para ele.

— A porta é antiga, então ela estava com problemas de não abrir por dentro só por fora. — Explica Adrien

Ao escutar aquilo meu sangue subiu e eu juro que iria pular em cima dele só que desta vez ele vai estar morto.

— Não, Eu não posso acreditar que você sabia e não fez nada. — Falo indignada

— Agora a culpa é minha? — Acho que ofende alguém

— Se a carapuça serviu.

— Para sua informação eu não controlo o vento ok.. Eu deveria ter pensado nessa hipótese. Mais achei que o Gorila já tivesse arrumado a porta já que meu pai avia pedido.

— Isso faz quanto tempo? — Pergunto me acalmando

— Acho que uns quatro meses.

— Quanto tempo você não vem na biblioteca?

— Digamos que não sou o tipo de pessoa que vai a uma biblioteca com frequência.

— É deu para perceber. — Reviro os olhos com raiva da situação — E agora o que vou fazer se eu não aparecer o Luka vai achar que eu dei um bolo. — Nem sei porque eu disse isso eu não combinei nada com o Luka.

— Quer dizer que você tem um encontro? — Pergunta com deboche

— Se tenho ou não isso não importa, isso não vai acontecer mesmo.

Pego meu celular e tento ligar para a Alya mais para piorar minha trágica situação meu celular acaba a bateria.

— Já não é bastante agora isso!! — Resmungo

— O que foi? — Pergunta ele

— Acabou a bateria. — Olho para ele — Porque você não tenta ligar para alguém?

— Porque eu esqueci meu celular em cima da mesa da sala. — Diz ele

É impressão minha ou só eu estou desesperada por estar presa nesta biblioteca

— Não podia piorar — Ponho a mão em meu rosto.

— Pensa pelo lado bom. — Retiro minha mão do rosto e olho para ele.

— Que lado bom Adrien? Não tem lado bom. — Respiro fundo. — Socorro! — começo a gritar. — Ajuda, estamos presos aqui.

— Não adianta gritar, não tem ninguém em casa.

— Vem cá seu pai não chegaria a qualquer momento? — Pergunto com uma certa esperança

— Sim, mais pelo visto ele não chegou. — E lá se vai a minha felicidade

— Acho que a gente vai ficar preso aqui por um bom tempo. — Comenta

— Não fala isso. — Olho para ele. — Não quero ficar no mesmo lugar que você — Me afasto e vou me aproximando da enorme mesa de madeira.

— Por que? — Ele se aproxima ficando em minha frente.

— Não quero falar sobre isso.

— Depois que você começou a namorar o Luka, você não é mais a mesma Marinette que conheci. — Diz ele olhando para mim, era impressão minha mais aquele olhar queria me dizer algo, mas estava com medo de perguntar

— Como assim? — Franzo as sobrancelhas

Do que ele está falando?

Foi ai que percebi que é a primeira vez que conversamos sem eu gaguejar ou passar vergonha ou ficar vermelha, isso era estranho ao mesmo tempo bom, quem eu estou querendo enganar ele realmente mexe comigo de uma forma que ninguém nunca conseguiu nem mesmo o Luka.

— Você tem os mesmos olhos, o mesmo sorriso, mas sinto falta de você. — Neste momento ele estava bem próximo de mim

— Como assim?— Ao ouvir aquilo tudo ficou congelado.

— De você conversar comigo, de estar perto de mim. — Pausa — Sabe Marinette, você não imagina o quão fofa você é quando fica sem graça.

Ele se aproxima e isso realmente estava me assustando mais de uma maneira que não sei explicar não me movi, não falei nada simples assim, lá estava eu quieta parada só observando ele quebrando o espaço que avia entre a gente.

— E-Eu não sei... e-eu realmente não sei ...

— Viu? – Ele fala pondo a mão sobre meu rosto, fazendo um carinho ali. — Você não tem noção o quanto está linda agora. — Fecho os olhos por impulso

— Não diga isso.... Por favor — Sussurro

Tento reagir mais eu não consigo, ele me prendeu de uma maneira tão forte que não consigo mais fugir, seus braços eram fortes e sinceramente não queria sair deles.

— Por que não? — Diz Adrien bem próximo dos meus lábios.

— Porque eu...

Ás vezes a vida lhe prega peças...

Não se assuste com os obstáculos que irão aparecer

e para completar...

Não se esqueçam todos nós somos especias e que tudo que está acontecendo tem um propósito...

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Continua...


Notas Finais




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