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História Disputa no Faroeste 2 - Capítulo 1


Escrita por: e winx__


Notas do Autor


OLAAAAAAAAAA

Depois de tantos pedidos, foram mais de cem comentários no último capítulo da Primeira temporada.

Eu fiquei impressionadissíma, pai amado.

Depois de quase um ano, estamos aqui kkkk

Vou explicar como será isso aqui, medo de decepcionar mds

Enfim

A segunda temporada será dividida em duas partes, a primeira terá nove capítulos, e a segunda parte terá dez.

Não se esqueçam.

Pra quem gosta de teorias, essa fic será fichinha.

Enfim, vejo vocês nós comentários e no grupinho, beijos da NamSou, amo vocês muuuuuito♥️♥️♥️♥️

Obrigada por tudo♥️♥️♥️♥️

Link do grupo: Squad da NamSou nas notas

Capítulo 1 - Parte A: Aniversário


Fanfic / Fanfiction Disputa no Faroeste 2 - Capítulo 1 - Parte A: Aniversário

Taehyung On


13 anos atrás.


— Que sol quente! — Passo a mão na testa, limpando o suor. — E esse balde está tão pesado… — Respiro fundo, recuperando o fôlego durante a caminhada. — A minha casa está tão longe. — lamento. — Desse jeito vou virar churrasco de Taehyung.

Olho para o chão, vendo a minha sombra na terra quente.

— O sol só pode estar colado em mim, porque que calor desgraçado.

Se não fosse pelas minhas roupas, a minha pele já estaria toda torrada.

— Ô, pirralho! — cesso os meus passos e olho para trás.

O sol bate com força no meu rosto, então coloco o braço na frente, a fim de proteger a minha visão.

— Onde está o seu pai?

A voz soa grossa e ranzinza.

Sentado no belo cavalo branco, suas vestes são pretas, têm um bigode e não para de mexer com o palito que está entre os seus dentes.

Ele arruma o chapéu que usava e então me encara mais firme.

Engulo em seco.

Essa é a primeira vez que vejo esse homem e quero que seja a última, ele me dá medo. Com certeza, não é coisa boa.

— Não me ouviu? Tá surdo, moleque?

— O-o meu pai… ele… ele…

— Ele está em casa, sim ou não?

— Sim! Quer dizer, não! Ele não está!

— Você não está mentindo para mim, não é? — pronuncia, calmo e desconfiado.

— Por-por quê eu mentiria? Eu nem te conheço.

O balde pesa mais a medida com que fico aqui parado, a minha mão doí bastante.

Nunca mais invento de carregar tanta água de uma vez só.

— Então, só tem você em casa? — pergunta, desviando o olhar para a minha casa.

— Não… minha mãe está lá dentro. — Rapidamente, olho na direção da mesma também. Não está muito distante. Apenas algumas léguas.

— Então, diga à sua mãe que voltarei mais tarde para falar com ela e o seu pai.

Ele conhece a minha mãe também. Será que é amigo dos meus pais?

Acho que não, se fosse, ele já teria aparecido outras vezes.

— Mas… — Volto a encará-lo. — Quem é você?

— Quem sou eu? — ele ri de canto, em seguida puxa as rédeas do cavalo, fazendo ele dar meia volta. — Escute bem e não se esqueça, você ainda vai ouvir muito esse nome. — Seu olhar cai sobre mim e em seguida ele ergue o chapéu, deixando o rosto mais visível. — Eu sou o Cobra Negra.

[…]

— TaeTae, já voltou? — Coloco o balde com água sobre a mesa. — Você foi rápido dessa vez. — Minha mãe enxuga as mãos no pano branco e anda em minha direção.

— Bati o meu recorde, tenho certeza.

— Bom garoto. — Acaricia o meu rosto. — Seu pai vai gostar de saber que você está se esforçando tanto para me ajudar nas tarefas de casa. Continue assim e você terá uma vida longa e boa. — Deixa um beijo na minha testa.

Ela pega o balde da minha mão e o leva para a cozinha.

— Ô, mãe! — Sigo-a.

— O que foi, meu filho?

— Aonde o papai tá?

— Ele foi na cidade pegar um dinheiro, por quê?

— Quando será que ele vai me ensinar a atirar? Eu já tenho idade.

— Está ansioso, não é? — Sento-me no sofá.

— Muito, e assim que eu aprender a atirar, eu vou comprar a minha própria arma. E logo serei o melhor atirador do Oeste. — ela ri.

— Cuidado com o que diz. As palavras têm poder, meu filho.

— É isso o que eu quero, mamãe. Esse é o meu sonho.

— Bom, se esse é o seu sonho, trabalhe duro, uh?

— Pode deixar.

— Já está quase na hora do almoço, vá tomar banho para comer.

— Banho? Ah! Mãe, não preciso tomar banho agora.

— Você está sujo como um porquinho, e está suado também, sem falar do cheiro. — Tapou o nariz com os dedos.

— A senhora tá falando sério? — Começo a me cheirar. — Não tô sentindo na… Vou tomar banho. — Fico de pé e deixo a cozinha. — ela ri com o meu ato repentino, mas não diz nada.

Eu estava precisando mesmo de um banho demorado e com bastante sabão.

[…]

O almoço havia sido ótimo, mamãe e papai conversam agora na cozinha. Enquanto eu… estudo a arma do meu pai.

Sou simplesmente apaixonado por elas. Tão lindas e letais, precisa-se de força e coragem para manusear uma, além de vários treinos para se tornar o melhor.

Eu não vejo a hora de completar dez anos e meu pai finalmente começar a me treinar. Serei tão bom quanto ele, ou quem sabe no futuro, até melhor.

— Está sonhando de novo, Taehyung? — Sinto uma mão sobre o meu ombro e me assusto com o toque repentino, mas disfarço.

— Eu estava apenas estudando. — Deixo a arma parada sobre a mesa. Apenas agora noto que estava segurando ela com as duas mãos, apontando para o vaso de flores da minha mãe.

— Estudando, sei… — Ele pega a arma. — Você está muito ansioso para começar a aprender, não é? — Ele puxa a cadeira e senta-se próximo a mim. — Seu aniversário é daqui há duas semanas.

— Sim.

— Mas, eu estive pensando em adiantar o seu treinamento.

— Está falando sério? — Fico de pé.

— Sim, vamos começar amanhã.

— Obrigado, pai! — Abraço-o.

— Qual o motivo da euforia, meu filho?

Escuto os passos da minha mãe vindo em nossa direção.

Desgrudo do meu pai e vou até a mesma.

— Vou começar o treino para atirar amanhã! — conto animado.

— Ah, isso é o resultado do seu trabalho duro. — sorri, gentil.

— Agora, vá dormir. Assim você pode acordar cedo amanhã.

— Sim, senhora. Boa noite, mãe. — Beijo a sua bochecha rapidamente. — Boa noite, pai. — Aceno e corro para o meu quarto.

Amanhã será o meu grande dia.


Uma semana depois.


Miro bem no litro sobre o barriu. É o meu alvo.

Um, dois, três. Atiro.

Suspiro fundo, negando com a cabeça. Abaixo a arma, vendo que mais uma vez errei.

— Está tudo bem, filho, dessa vez o litro está bem longe. — Toca nos meus ombros. — Acho que estamos avançando rápido. Que tal voltarmos para o início? Assim, quando você chegar nessa parte do treinamento, poderá se sair melhor. — dá a ideia.

— Não, pai. Não podemos voltar.

— Mas, Taehyung, você ainda…

— Pai, eu vou conseguir. Eu sei.

— Eu também sei, meu filho. — Ele me encara. — Só estou dizendo que estamos indo rápido. — Olha nos meus olhos. — Não precisa ter tanta pressa, o tempo está ao nosso favor. — tenta me consolar.

— Eu sei. — dou-me por vencido. — Mas eu queria ser bom logo. Meu aniversário é na outra semana e terá uma festa na cidade no mesmo dia, e…

— O que, Taehyung?

— Alguns caras irão participar do desafio de tiro e eu… Também quero. — confesso.

— Ah, então é isso. — Ele ri de canto. — Por isso está se esforçando tanto.

Ele coloca a destra sobre a minha cabeça e bagunça os meus cabelos.

— Está bem, vamos continuar.

Sorri largo.

— Vou te dar uma dica.

— Está bem! — Arrumo a minha postura, ficando de frente para o litro.

— Primeiro, fique de lado. — Puxo o meu pé direito para atrás do outro.

— Assim?

— É. Segura a arma com apenas uma mão.

— Uma mão? Assim é que eu não acerto mesmo. — ele ri alto.

— Confia no seu pai. — Ele ergue a minha mão em que seguro a arma. Agora, olha bem e mira no litro.

Faço como ele diz, suspiro fundo e miro no litro.

Parece não ser diferente da forma anterior, mas vou tentar. Afinal, é uma dica do meu pai e ele sabe o que diz.

Mas confesso que estou sentindo um pouco de dificuldade em segurar a arma desse jeito e ainda ter que atirar no litro que está a uma boa distância.

Vou arriscar, né. Não tenho nada a perder.

Fecho os olhos brevemente e abro-os em seguida.

Conto internamente.

Um, dois, três.

Miro e atiro.

Arregalo os olhos, quando vejo a bala acertando o litro em cheio, deixando-o em pedaços.

— Consegui! — Encaro o meu pai. — Eu consegui!

— É isso aí, filhão.

— Que lindo. — a voz surge repentinamente. — Esse laço entre pai e filho, é realmente a coisa mais pura que já vi.

Desvio o olhar do meu pai para o homem montado no cavalo próximo a nós.

Estranhamente, meu pai fica em minha frente, como se quisesse me proteger.

— O que você está fazendo aqui? — pergunta, sério.

— Esqueceu que temos negócios a tratar? — responde o velho.

Olho na direção dele com dificuldade.

Reconheço que é o homem que vi na semana passada, o tal do Cobra Negra.

Infelizmente, eu não esqueci o nome dele, nem do seu olhar.

— Taehyung.

— Sim, pai?

— Vá para casa. — Olho para ele confuso.

— Porquê?

— Não faça perguntas, apenas vá para casa.

— Mas, pai…

— Isso é uma ordem, Kim Taehyung! — pronuncia, bravo.

Engulo em seco.

— Está bem.

Giro sobre os calcanhares e caminho em direção à minha casa, deixando o meu pai para trás.

Por que ele agiu assim? Quem é esse Cobra Negra, afinal?

Olho para trás brevemente e vejo que o velho já desceu do cavalo e agora está do lado do meu pai, conversando com ele.

Estranho, eles parecem serem amigos agora.

Assim que chego em casa, abro a porta e adentro.

Deixo a minha arma sobre a mesa de centro e vou para a cozinha tomar água.

— O treino já acabou? — pergunta ao me ver.

Olho na direção da mais velha que está colocando lenha no fogo.

— Não, o pai está conversando com um homem.

— Quem?

Pego a jarra que está sobre a mesa e derramo o líquido transparente dentro do copo. Bebo um pouco e enfim, a respondo simplista.

— Cobra Negra.

— O que? — pergunta, assustada.

Imediatamente, ela para o que está fazendo e corre para fora de casa.

— Mãe? — Vou atrás dela.

Alcanço-a.

Ela está parada debaixo do alpendre, encarando os homens mais à frente, conversando.

— Mãe? O que foi? Por que ficou assustada? — pergunto, confuso, assim que me aproximo.

— Taehyung. — Ela vira, me encarando — Como você sabe o nome dele?

— Ele… ele me falou.

— Ele te falou? Quando foi isso?

— Na semana passada…

— Na semana passada? — Arregala os olhos. — Aonde eu estava? Aonde foi? — Segurou nos meus ombros. — Taehyung, me responde!

— Foi aqui na frente de casa, mãe. — respondo de uma vez. — Eu estava trazendo o balde d’água, então ele apareceu e perguntou sobre o papai. Eu disse que ele não estava, aí ele foi embora.

— Foi apenas isso?

— Bem, ele me disse o nome dele e falou que voltaria mais tarde para ver o papai. Era para eu dizer isso para a senhora, mas eu esqueci.

— Você não está se esquecendo de mais nada?

— Não. Eu juro. — Repentinamente, ela me abraça.

— Filho, escuta bem o que eu vou dizer. — Acaricia os meus cabelos. — Fique longe daquele homem. Na próxima vez que você o ver, corra.

— Correr? — Ela finda o nosso abraço para me encarar.

— Exatamente. Corra, fique longe. Me prometa, Taehyung.

— Mas ele não é amigo do papai?

— Não. Ele não é amigo. Me prometa, Taehyung!

— Eu prometo, mãe.

— Bom menino. — Me abraça novamente. — Eu te amo, meu filho.

— Eu também te amo, mãe.

[…]


Uma semana depois.


Meus olhos correm por toda a cidade, maravilhados.

A decoração está tão linda. As luzes estão brilhando por toda a cidade e tem pessoas de diferentes lugares. Está tudo perfeito.

As comemorações de quatro de julho são realmente as melhores.

Olho para trás brevemente e vejo os meus pais conversando animadamente com outros adultos.

Volto a minha atenção para o local que estão organizando, aonde acontecerá a disputa de atiradores.

Estou tão ansioso.

Treinei duro por duas semanas, dia e noite. Meu pai ficou muito impressionado com as minhas habilidades que, segundo ele, são de outro mundo. E também com a rapidez com a qual aprendi tudo.

Fazer o quê se temos um gênio na família? E, melhor ainda, esse gênio sou eu.

Desequilibro-me e quase vou ao chão. Alguém passa rápido e bate com força em mim.

— Ei! — Olho na direção da pessoa.

Ela, que por acaso é uma garota, vira me encarando. Olhando-me de baixo para cima.

— Você quer morrer? — pergunto

O que há com esse olhar superior?

— Ei, fique quieto, garoto. — me dá as costas e segue o seu caminho, me ignorando.

Arregalo os olhos, incrédulo.

Essa garota têm algum problema.

— Ei, sua magrela! — grito, mas ela não me escuta. — Aish.

— Taehyung, com quem está falando?

— Ah, mãe… com ninguém.

— Então vamos dar uma volta pela cidade. — sorri, gentil. — Seu pai e eu queremos te dar um presente, ou esqueceu que hoje é o seu aniversário?

— O que é?

— Você já vai saber. Vem.

Seguimos juntos entre as pessoas em direção a um beco, também movimentado.

Andamos por ele, indo para outra rua.

Minha mãe acena para algumas pessoas no caminho, sorrindo gentil e até fala com outras.

Entramos em uma loja, aonde parece vender coisas usadas e antigas.

Vejo o meu pai próximo ao balcão e o vendedor. Ele nos vê e acena para irmos até ele.

— Esse aqui é o meu filho. — diz meu pai para o homem à sua frente.

— Ele já é um rapaz grande. — responde o velho.

— Sim, é o nosso orgulho. — Coloca a mão sobre a minha cabeça.

— Então, o que você me pediu, é para ele, não é?

— Sim.

— O quê, pai?

Em seguida, o homem dos cabelos grisalhos, coloca uma caixa de madeira sobre o balcão. Passa um pano por cima, limpando-a, e a deixa na frente do meu pai.

Ambos desviamos o olhar para a caixa.

— Taehyung, filho. Esse é o seu presente de aniversário.

— Queremos que a use hoje à noite. — diz minha mãe. — E que vença a disputa.

— Isso é…

Ele então abre a caixa, revelando um revólver lindo e novíssimo.

— Uau, pai! — Não acredito no que os meus olhos veem. — Isso é para mim?

— Isso mesmo, meu filho.

— Um revólver tauro trinta e oito, para seis tiros de três polegadas!

— Parece que ele entende mesmo de armas. — riem.

— É, ele entende. — concorda o meu pai.

— E então? Você irá ganhar a disputa, rapazinho?

— Com certeza. — Encaro-o, convicto.

[…]

Um, dois, três. Atiro bem no alvo.

As pessoas ao redor gritam enlouquecidas com as habilidades demonstradas nessa disputa.

Restaram somente três.

Eu, um cara e uma garota.

E, infelizmente, é a estranha com quem trombei mais cedo.

Ela tem boas habilidades, mas não irá ganhar de mim, eu serei o vencedor.

— Senhora e senhores, daremos uma pequena pausa, essa será a última fase. — diz o juíz.

Desço do palanque, acompanhando os outros participantes e vou à procura dos meus pais.

Mas novamente, trombo com a pirralha.

Ela vira na minha direção lentamente e assim que ela vê quem eu sou, se aproxima.

Dou um passo para trás. Essa garota é estranha.

— Então… é você. — Olha-me de baixo para cima, novamente. — Pelo visto, você deve estar tentando chamar a minha atenção.

— O que?

— Você não tem nenhum problema de visão, mas está sempre esbarrando comigo.

— Não entenda errado, eu nem te conheço. — explico.

— Sendo assim, fique fora do meu caminho.

Gira sobre os calcanhares e sai, me deixando sozinho, novamente.

— Eu hein, metida.

Saio dali e procuro os meus pais entre a multidão.

Eles disseram que estariam aqui me vendo.

Felizmente, avisto alguns amigos deles com quem eles estavam conversando. Quem sabe eles podem me dizer aonde eles estão.

Corro na direção deles.

— Com licença, senhora…

— Pois não? Oh, é o rapazinho da Talia e do Tae.

— Sim, é… você por acaso viu os meus pais?

— Ah, eles foram naquela direção ali. — Aponta.

— Obrigado. — Corro na direção em que ela falou.

Entro no beco, mas que estranho.

De todos, ele é o único que não tem nada, nem uma lâmpada, nem uma bandeira, e está escuro.

Será que eles vieram mesmo para cá?

Acho que não.

Dou meia volta. Eles não estão aqui…

Ouço a voz da minha mãe mais no fundo.

— Mãe?

Olho na direção do beco.

Sigo então para dentro.

Vou só dar uma olhada, mas provavelmente eles não estarão aqui. Então, é só ir embora depois.

Mas nós já demos o quê você pediu!

— Mãe? — sussurro.

A medida com que me aproximo, as vozes baixas ficam mais altas.

Ela está aqui, mas por quê?

Talia, Talia, Talia… Você sabe como funciona as coisas nesse mundo, não?

Espera aí, essa voz… eu conheço.

Mas, você disse…

Eu sei o que eu disse. Mas… como posso dizer isso… Mudei de ideia.

É o Cobra Negra!

Aproximo-me da casa abandonada aonde eles estão. Não têm porta, é toda de madeira e está caindo aos pedaços.

Você não pode fazer isso! Nós te demos tudo o que queria! Nós fizemos tudo! Cada ordem, cada capricho! Nós fizemos tudo por você!

— Ha, ha, ha. E vocês foram os melhores, realmente, eu não poderia ter encontrado pessoas melhores.

— Então, porquê?

Aproximo-me da porta e olho para dentro do local.

Arregalo os olhos, assustado.

Meu pai está amordaçado no chão e o maldito do Cobra Negra está com o pé em cima da cabeça dele, enquanto minha mãe… Está de frente para ele, ajoelhada no chão.

— Pai… mãe…

— Por que ninguém me deixa! — grita. — Ninguém sai do bando! Vocês sabiam disso, mas mesmo assim quiseram entrar. Agora, só por causa do filhinho de vocês. Por causa daquele moleque, vocês querem me deixar?

— Nós já comprimos o nosso trabalho! Por favor, nos deixe ir!

— Nada disso, Talia. Vocês não irão me deixar em vida. — aponta a arma para cabeça do meu pai. — Vocês só irão me deixar dentro de um caixão.

O barulho que é feito, dá fim a minha vida.

— Pai! — Corro para dentro, na direção dele. — Não! Pai!

Vejo o sangue escorrer manchando o chão sujo.

— Pai! Por favor! Não!

— Taehyung!

Antes que eu possa fazer algo, sou segurado por dois caras.

— Me larguem! — As lágrimas invadem os meus olhos.

— Taehyung! — minha mãe grita. — Por que você está aqui? Você me prometeu que fugiria!

— Mãe… o papai… — Eles me seguram contra a minha vontade, impedindo-me de me aproximar do corpo do meu pai.

— Olha só quem se juntou à festa. — ri, o maldito.

Ergo o meu olhar e o encaro furioso.

— Desgraçado! Eu vou acabar com você!

— Vai mesmo? Então me deixe aumentar o castigo. — Coloca a arma na cabeça da minha mãe.

— Não! — Desespero-me.

— Taehyung… — pronuncia baixinho. — Nunca se esqueça, eu te amo. Você é a razão da minha verdadeira felicidade.

Após essas palavras, ela cai morta no chão, pelo tiro.

— Mãe! — grito com todas as minhas forças. — Mãe! Não, por favor! Você não…

Desabo no chão em lágrimas.

— Ha, ha. Foi bom enquanto durou. — Anda em minha direção. — Pena que você não poderá fazer nada. — Coloca a arma na minha cabeça. — Moleque.

Se afasta e anda para fora do local.

— Matem ele.

Continua…


Notas Finais




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