História Disturbed (DTBD) - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Visualizações 85
Palavras 731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heya

Sei que praticamente ninguém vai lembrar, mas eu sou a MiemeiVerdun_, a menina que escrevia "O Monstro Caído."
Eu sumi por muito tempo mas agora eu estou aqui de volta dessa vez com um universo alternativo 100% criado por mim. Eu não vou voltar com aquela outra fanfic, mas vou apostar nessa. Espero que gostem.

Fatos importantes:

* Todos são humanos.
* Frisk é adulta.

Mais informações nas notas finais.

Capítulo 1 - Disturbed - Protólogo


Fanfic / Fanfiction Disturbed (DTBD) - Capítulo 1 - Disturbed - Protólogo

Hospício Underground

[ X/ X/ 2017]

A umidade presente no ar denso do quarto sem ventilação não fazia nada bem aos pulmões da garota que residia no mesmo. Frisk se encontrava estirada no chão, ao encarar algum ponto sem precisão do teto. Sua pele sensível em contato com o chão extremamente frio de tempos em tempos lhe causava arrepios desgostosos, mas ela não se importava. Muitas mais coisas em seu dia a dia eram desgostosas o suficiente para desviar seus pensamentos.

O silêncio era ensurdecedor para ela, porque as vozes em sua mente não a deixavam desfrutar da ausência de som do ambiente. Mas o único real som eram as gotas de água que caíam do bolor presente nas paredes, outro defeito do cômodo. Era eufemismo querer ver algo de bom ali, o cômodo não realmente chegava a ter alguma qualidade. Deixou um riso nasalado escapar, se perguntando como até hoje não se lançou contra a parede até que desmaie para o sono eterno.

Seus devaneios foram interrompidos por passos. Tão conhecidos passos. Cerrou os olhos preparando seu subconsciente para a ladainha que provavelmente ouviria a seguir.

— Você sabe que ficar parada aí olhando para o teto não vai salvar ninguém, né? - O tom agudo da voz de Chara juntamente com suas asneiras fazia os ouvidos de Frisk latejarem. - Chega a ser... Rude. Para todos que estão aqui, saber que a liberdade deles está em suas mãos, e você não faz nada.

Abriu os olhos e avistou logo acima de si a figura levemente transparente de Chara. A "garota" havia se projetado logo acima de Frisk, fazendo-a inevitavelmente enxergá-la. Respirou fundo, concentrando toda sua calma e ouvindo (des)atentamente.

— Eu sei uma forma bem mais fácil de libertar. Na verdade, eu e você sabemos, só você que não quer ver... - Chara nunca desistiria de seus argumentos, e Frisk se impressionava com tudo isso, mesmo ciente de ser tudo uma projeção de sua mente.

— Sua definição de "libertar" é doentia. - Frisk finalmente mostrara sua voz, que saíra com uma parcela de rouquidão pelo desuso. O desgosto em seu tom era visível.

— E a sua de "matar" é precipitada. - A gargalhada repleta de escárnio de Chara preenchera o ambiente rapidamente, causando dores de cabeça em Frisk. - Aah... Vamos lá! - Erguera a mão, logo apontando para a outra - Você é o futuro de quem está aqui!

— Não me chame de "futuro" de ninguém daqui. - Frisk franzia o cenho - "Futuro" é uma variação de "Tempo". As pessoas precisam de tempo, é impossível viver sem ele. Resumindo... "Tempo" é importante. Eu, não.

Chara rapidamente pôs no rosto uma expressão repleta de desgosto e desprezo.

— Pare. Pare de se vitimizar. - Aquilo soou como uma ordem, conseguindo tirar a paciência de Frisk.

— Eu quase morro todo dia para você dizer que eu estou me vitimizando?! - Agora, havia soado em um tom alto, antecipando um grito. - Você poderia parar de falar merda e fazer algo que ajude!

Frisk desgostava usar palavras de baixo calão, mas Chara adorava retirá-la do sério.

— Oh, Frisk... - Chara lentamente andava ao redor da outra, a mesma já de pé - Você está ligada comigo. - Continuava seus passos, diminuindo gradativamente o tom de voz. - Eu vou estar para sempre com você. - Agora, se fazia presente praticamente um sussuro. - E então, enquanto eu estiver aqui, você vai ter que lidar comigo.

A respiração da garota de olhos dourados estava profunda, quase arrastada, como se dentro de si segurasse para algo muito destrutivo não ir à fora.

— Por que você faz isso? - Lágrimas percorreram seu rosto, juntamente de uma amargura incomum em si.

Era isso que Chara fazia. Tirava Frisk de seu normal e a fazia cometer atos que não faria em sã consciência.

Em um ato repentino, Frisk levou o punho cerrado com força suficiente para suas unhas perfurarem sua própria pele ao rosto de Chara. Seu braço atravessou a garota a frente, que em seguida começou a glitchar. Sua imagem se distorcia conforme Frisk reparava no que fez. 

Fez-se ouvir um som estranho. Algo como um objeto quebrando, ou uma morte em algum jogo. Era a vida de Chara se destruindo. Porém, não tardou a vir outro som. Algo se reconstituindo.

Chara até poderia morrer com aquilo, ou somente ser afetada. Mas seria impossível matar algo que ao menos estava vivo.

— O que você pensa que está fazendo?


Notas Finais


DISTURBED é um Universo Alternativo (UA) do jogo Undertale. A história se passa em um hospício comandado por Gaster, o Hospício Underground. Neste hospício, Gaster secretamente usa pacientes como cobaias experimentais, testando humanos como se fossem objetos.

Mais informações ao decorrer da história.

Até!


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