História Dive - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 817
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura galerinha :)

Capítulo 1 - De onde você veio?


P.O.V Manuella

 

Depois de 3 horas dirigindo , finalmente estou chegando em São Paulo.Hoje é o dia que eu me mudo definitivamente, e eu não poderia estar mais feliz. Eu mal via a hora de terminar o ensino médio pra ir logo pra faculdade, que no caso começa em dois dias.

Eu espero que agora eu consiga ser uma pessoa um pouco mais exemplar do que eu era antes. Digamos que eu já tenha sido presa por pichar um muro (risos), mas foi só por um dia. Além das bebidas e das drogas, parei com esse último, afinal fígado regenera, cérebro não. Mas, modéstia a parte, eu sou legal, digamos que eu seja uma boa má influência.

A propósito, não me apresentei. Meu nome é Manuella Campos, mas eu deixo vocês me chamarem de Manu. Tenho 19 anos, e vou pro meu primeiro ano da faculdade de fotografia. Sou meio bipolar e falo muito palavrão, acostumem-se com isso. Minha vida é bem entediante e eu também, então não tem muita coisa pra eu falar.

Agora são exatamente 03:34 da manhã. E você me pergunta: “por que raios você tá se mudando a essa hora?” A resposta é: se você mora ou já foi em São Paulo, você sabe o inferno que é andar de carro, principalmente nos horários de pico. Agora não tem movimento, então eu não me estresso.

Uma coisa que eu gosto nessa cidade é que ela nunca dorme. Sempre vai ter lugares abertos, inclusive o Drive-Thru do Mcdonald's hehehe (mal cheguei e já tô engordando)

[...]

Cheguei no prédio e coloquei o carro no estacionamento. Peguei minhas coisas e subi para o 13º andar, número 107; não tinha andar melhor não? (rindo de desespero porque eu não quero nenhum demônio me visitando não).

Saí do elevador e parei no meio do corredor na frente da minha porta:

-Eu não acredito que cheguei até aqui- digo em voz alta toda feliz.

-Eu também não- disse uma voz que surgiu do nada e me deu um puta susto. Virei pra trás bruscamente e tinha um garoto ofegante à alguns passos de distância.

-MEU DEUS DO CÉU! DE ONDE VOCÊ VEIO?- digo com a mão no peito por conta do susto.

-Ahn… eu moro aqui- ele ri- Nesse prédio, nesse andar e tals. E eu não acredito que consegui chegar até aqui com todas essas sacolas- ele disse apontando várias sacolas de supermercado no chão- A propósito, meu nome é Gustavo.

-Manuella, prazer- damos um aperto de mão- Eu nem vou perguntar porque você foi fazer compras a essa hora, mas por que você não pegou o elevador?- digo apontando o elevador atrás da gente.

-Ah, mas eu peguei. Não esse- ele olha pra trás- porque ele tava demorando muito pra chegar, mas peguei o outro, que fica lá do outro lado, e tive que vir andando até aqui. Sedentarismo é foda. - nós rimos.

-Entendi - digo rindo- Se quiser, posso ajudar a levar até seu apartamento. Qual é?

-Eu serei eternamente grato- ele se curva igual aqueles cavalheiros dos anos 60- É o 110, logo ali.

Eu ajudei ele a levar as coisas, e enquanto deixava as sacolas no balcão da cozinha, fiquei reparando no apartamento. Eu sei que é feio reparar, mas vocês fariam a mesma coisa, então nem venham me julgar. Enfim o lugar era cheio de posters, e funkos, e referências geeks… um verdadeiro nerd eu diria.

-Gostei do seu canto. Talvez eu venha aqui outro dia roubar algumas coisas- ele ri.

-Pode vir. Eu tô começando a achar que estou me tornando um acumulador de qualquer maneira - e dá de ombros- E obrigado pela ajuda. Você aceita alguma coisa pra beber ou pra comer? Digamos que eu tenha bastante comida agora.

-Eu adoraria mas… tá tarde, e eu tô morrendo. Eu provavelmente dormiria em cima da sua mesa.

-Okay, mas é bom não recusar na próxima vez que eu te chamar.

-Desde que não seja às 4 horas da manhã - digo já saindo no corredor - Foi legal te conhecer - eu dou um abraço nele e saio em direção ao meu apartamento.

-Hey, você poderia me passar seu whats - ele fala um pouco mais alto, apesar de eu não estar tão longe.

Eu me viro mas sem parar de andar:

-Olha no bolso da jaqueta - ele tira um papel do bolso, que eu tinha pego na cozinha e escrito meu número, e colocado no bolso dele na hora do abraço.

-Você é uma ninja! - ele sorri satisfeito, enquanto eu dou uma piscadinha (que por sinal, é minha marca registrada) e faço uma espécie de movimento de alguma luta marcial, mas que provavelmente eu fiz muito errado. Ele faz um movimento de continência antes de entrar e fechar a porta.

Entrei no meu apartamento, e tava tão cansada, que do jeito que eu cheguei, eu fiquei.

 


Notas Finais


galerous se vocês gostaram adicionem à biblioteca e aos favoritos. E sintam-se a vontade para deixarem ideias nos comentários (porque eu provavelmente vou precisar delas *risos*)
os primeiros capítulos não vão condizer muito com a sinopse, mas eles são necessários, okay?
é isto. até o próximo capítulo


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