História Dívidas - Capítulo 3


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Categorias Gintama, Sailor Moon
Personagens Abuto, Gintoki Sakata, Isao Kondo, Kagura, Kamui, Kotarou Katsura, Makoto "Lita" Kino / Sailor Jupiter, Personagens Originais, Rei "Raye" Hino / Sailor Mars, Sagaru Yamazaki, Shinpachi Shimura, Shinsuke Takasugi, Shouyou Yoshida, Sougo Okita, Tatsuma Sakamoto, Toushirou Hijikata
Tags Drama, Gintama, Gintoki, Hijikata, Katsura, Kotarô, Policial, Sakamoto, Sakata, Shinsuke, Takasugi, Tatsuma, Toshirou
Visualizações 6
Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - 3


O caminho ao hospital durou anos, de acordo com a perspectiva de Katsura. Mesmo passando pela mesma situação que anos atrás com o amigo, não esperava passar de novo. Da última vez quase perdera o amigo por uma besteira que fez e isso quase arruinou sua carreira. Sendo enfermeiro, Katsura tem permissão para trabalhar como socorrista e foi o que fez naquela época: socorreu o amigo, mas... Isso trouxe muitas consequências. Apesar de ser simpático, gentil e um ótimo líder, Katsura perdeu seus amigos no trabalho e em todos os lugares que frequentava há alguns anos atrás. Isso por causa da descoberta deles que Katsura tinha amizade com Takasugi e que Takasugi... Takasugi não era uma das melhores pessoas para se confiar naqueles tempos.

A ambulância passa por um quebra-molas e faz Katsura acordar. Como não estava em seu turno não pôde fazer nada e deixou tudo para aqueles que estavam de plantão. Eram amigos de Katsura e já sabiam da competência de seu trabalho como enfermeiro, então deixaram com que ele pudesse dar algumas dicas durante, afinal, ele já tinha passado isso com o amigo.

Ao chegarem ao hospital, uma bateria de exames foi feita em Makoto, ainda acordada. A bala que veio do terceiro assaltante passou de raspão por seu ombro enquanto a que Takasugi levara não atravessou seu corpo ficando presa em seu ombro. Não perfurou nenhum órgão vital, mas a dor era imensa que o corpo de Takasugi reagiu o desmaiando. Correria risco de vida se o “misterioso” homem de óculos-escuros não tivesse ajudado a estancar a hemorragia. Na sala de cirurgia, tudo ocorreu como o esperado. Os estilhaços da bala foram removidos e Takasugi passava bem.

- Eu preciso ligar para meu chefe, agora. – Makoto repetia isso enquanto era levada para o próximo exame para confirmar se estava tudo certo. – Por favor, eu preciso ligar.

- Quando chegarmos lá, você poderá ligar. Até lá fique deitada. – O enfermeiro que a acompanhava repetia isso.

Katsura estava na sala de espera, precisava seguir as ordens do hospital e não se envolver com nada. Mas esperava ansiosamente qualquer notícia de qualquer um dos dois. Apesar de conhecer Makoto há poucas horas, parecia que tinham uma conexão há muito tempo, e isso o incomodava. Depois de quase uma hora, teve notícia de um: Makoto. Passava bem, estava no quarto e repetia que precisava fazer uma ligação para um tal de Hijikata Toshirou. Katsura não conhecia esse nome, mas desejou que ela não estivesse querendo ligar para esse homem, que poderia ser seu namorado ou até mesmo esposo. Ele balançou a cabeça, espantando esses pensamentos. Perguntou ao enfermeiro se poderia a ver: ele respondeu que sim, mas não poderia entrar no quarto. Levantou-se e foi para o quarto 494.

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Respirou mais uma vez antes de perguntar:

- Você é Sakata Gintoki? E por que eu to num carro junto com você, um completo desconhecido, me levando pra CASA? OK, nem se eu tivesse bêbada eu faria isso. – Rei disse olhando para Gintoki que dirigia. Seu cabelo branco balança de acordo com as correntes de ar que entravam pela fresta da janela que se mantinha aberta. Vestia uma roupa parecida com a de Takasugi, apesar de ser toda branca. O total contrário.

- Sim, eu sou. Quer minha identidade? E sério que você diria “não” para mim? – Gintoki sorriu de lado para Rei. O que estava acontecendo com sua vida que havia tantos homens bonitos praticamente “chovendo”? Realmente, quem era esse Katsura que ela conheceu? Ainda mais esse Takasugi, por que somente ele parecia ser o alvo? Era por causa da adega? Por que? – Ei para de babar em cima de mim, eu já tomei banho hoje.

- Até parece que eu babaria para um homem tão assim como você. E POR QUE VOCÊ CONTINUA INDO EM DIREÇÃO A MINHA CASA? VAMOS PARA O HOSPITAL AGORA.

- Se Katsura falou par...

- EU NÃO ME IMPORTO, MINHA AMIGA ESTÁ LÁ E... DROGA... EU NÃO PUDE FAZER NADA. . – Ela bate na parte da frente do carro e Gintoki já vira no primeiro retorno. Tinham gasto somente 10 minutos, era fácil chegar onde estavam e seguir rumo ao hospital. Abriu a janela e deixou o vento bater em seu rosto enquanto observava as paisagens passarem rapidamente. Durante o caminho todo não se falaram, mas as músicas do rádio passavam e Gintoki cantarolava algumas delas.

..............

- KATSURA! ESTAMOS AQUI! – Encontraram Katsura que tinha acabado de falar com um enfermeiro. Seguiram para a área dos quartos.

Rei perguntou várias vezes quem era esse “Gintoki”, mas Katsura não respondeu. Assim que foram adentrar a área dos quartos, um homem com o cabelo liso e preto passou por eles correndo e virou na mesma ala onde estava Makoto. Eles continuaram em seu caminho, afinal o hospital não era somente de Makoto ou Takasugi. 

Quando chegaram ao 494 ouviram vozes e Gintoki se aproximou da porta para entender o que estavam conversando lá dentro. Rei o seguiu.

- Eu tenho certeza, NÃO FOI UM ASSALTO COMUM! – Makoto gritou com quem fosse estivesse lá dentro.

- Makoto, não é assim. Vamos com calma, o que você viu? – A voz era masculina.

- Eles pareciam ser convidados, podiam ter feito qualquer um de refém e conseguido todo o dinheiro que estava lá. Eram pessoas importantes! O dono das empresas Kaeintai estava lá, assim como outros investidores famosos. – Ela fez uma pausa. – Miraram nele, o tiro era para ele, mas algo atrapalhou. Acho que foi a menina loira que estava servindo alguns vinhos, ela parecia trabalhar lá.

- E o que mais? Conseguiu ver o tipo de arma?

- Não era grande. Estava escondida na roupa do visitante, assim como dos outros. Eles acharam que iria ser fácil demais.

- Você tem certeza disso? Se abrir esse caso ele será totalmente seu... A última ve...

- A última vez não... – Um gemido alto de dor saiu da boca de Makoto e foi possível ouvir passos. O homem pode ter se aproximado dela. – Não será igual da outra vez, prometo me aplicar.

- Não me decepcione, muito menos Kondo. Contamos com você para isso.

- Obrigada, Toshi.

A porta abriu e os três estavam sentados em algumas cadeiras perto da porta. Rei e Gintoki fingiam estar lendo uma revista qualquer.

- A sua está de cabeça para baixo. – O homem que saiu da sala de Makoto pega a revista de Gintoki e a vira. Ele sai, pega um cigarro para acender, mas logo é impedido pelos enfermeiros e médicos.

Os três entram no quarto e todos, ao mesmo tempo perguntam:

- QUEM É ESSE CARA?

- PERGUNTEM SE EU TO BEM! – Makoto forçou corpo para frente e gemeu de dor novamente. – E EU TO BEM, SE QUISEREM SABER! Ah, e aquele é meu chefe.

- Por que você nunca me disse sobre ele? – Rei perguntou, indignada.

- Eu disse! Eu sempre digo! Você esquece as coisas. E QUEM É VOCÊ PENSA QUE É PRA TOCAR NO BOB? – Makoto se virou furiosa para Gintoki.

- BOB? – Gintoki parecia confuso.

- SIM, MINHA ARMA.

- EU TE AJUDEI!

- IDAI?

Katsura leva a mão a cabeça e balança enquanto a confusão se instaurava no quarto e sorri. Uma enfermeira passa pelo quarto e pede silêncio, não muito educadamente. Ele tinha feito novos amigos.



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