História Dívidas - Capítulo 5


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Categorias Gintama, Sailor Moon
Personagens Abuto, Gintoki Sakata, Isao Kondo, Kagura, Kamui, Kotarou Katsura, Makoto "Lita" Kino / Sailor Jupiter, Personagens Originais, Rei "Raye" Hino / Sailor Mars, Sagaru Yamazaki, Shinpachi Shimura, Shinsuke Takasugi, Shouyou Yoshida, Sougo Okita, Tatsuma Sakamoto, Toushirou Hijikata
Tags Drama, Gintama, Gintoki, Hijikata, Katsura, Kotarô, Policial, Sakamoto, Sakata, Shinsuke, Takasugi, Tatsuma, Toshirou
Visualizações 9
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - 5


Ao chegarem ao quarto 392 onde Takasugi se encontrava, deram de cara com o homem que ajudou Takasugi quando foi baleado e ele continuava de óculos-escuros.

- Sakamoto? Sakamoto Tatsuma? – Gintoki parecia desnorteado.

Sakamoto soltou uma risada estranha, mas gostosinha de ouvir e Rei não se conteve: teve que rir junto. Os dois ficaram por um bom tempo rindo um da risada do outro e os funcionários do hospital que passavam pediu para fazer silêncio, mas não conseguiam. Até que Sakamoto pode finalmente falar:

- KINTOKI! QUANTO TEMPO! – Ele se aproximou e deu um abraço em Gintoki, pareciam ser amigos. – Katsura! Como vai? E – ele riu mais uma vez e prestou atenção no terceiro elemento que acompanhava, Rei. – E quem é essa dai? É uma das que você já laçou, Kintoki? Ela pelo menos tem um bom senso de humor.

- HEY EU EXISTO, OK? E não vou ser mais uma não, SE eu for, uma coisa que não esta nos meus planos. – Rei respondeu quase partindo para cima de Sakamoto. – Ah e claro que eu tenho senso de humor! Ta maluco?

Ele balançou as mãos e riu de novo, quase levando Rei junto com ele novamente. Porém, ela se aproximou de Gintoki e cochichou para somente os dois ouvirem:

- Ele é louco?

- Errr... MUITO. – Gintoki respondeu normalmente, como se não ligasse para o que Sakamoto ouviria, até porque ele nem prestou atenção.

Katsura passou na frente de todos e entrou no quarto, não levou muito para procurar por Takasugi naquele quarto que não tinha quase ninguém, uma enfermeira tentava o alimentar, mas ele recusava a todo custo tudo o que ela oferecia.

- Takasugi! – Katsura caminhou em passos largos e rapidamente para ao lado de Takasugi. A enfermeira se assustou ao vê-lo e não tentou impedir Katsura de se aproximar do amigo, ela já o conhecia.

- Senhor Katsura. – Ela disse e saiu do quarto, sabia que deveria deixar os dois a sós.

Um não pode conter o choro do outro, e tudo era assistido pelos três que ainda estavam na porta, esperando permissão de qualquer um dos dois para entrar. Takasugi não pôde conter a emoção ao ver o amigo bem, muito menos Katsura que viveu o sentimento de quase perder seu amigo novamente. Não suportava a ideia de ter deixado ele nas mãos de outros, mas era melhor isso do que acontecer o que aconteceu da última vez. Takasugi não conseguiu se mexer para abraçar o amigo e Katsura sabia muito bem que não seria bom para sua saúde abraça-lo agora, mas vê-lo bem trouxe uma paz em seu coração, mas então tudo mudou. O choro de felicidade de Katsura converteu-se em um choro de desespero, lembrou de que Makoto tinha falado para ele. “Tentativa de homicídio”, ele estava na mira de outro, mas de quem? Takasugi não saiu da casa de Katsura por muito tempo e quem cuidou da inauguração da adega foi as empresas Kaientai, ele não se envolveu com ninguém durante alguns meses que eles ficaram praticamente trancados em sua casa, saindo raramente para ver o sol ou para comer em qualquer outro lugar.  Foram meses duros para os dois, até que Katsura viu que não poderiam viver por muito tempo assim e foi atrás de um emprego enquanto Takasugi usava aquilo que restou de sua fortuna para construir a Kiheitai. Mesmo que isso lembrasse seu pai, não se importava, queria seguir em frente e tomar aquilo que o inimigo mais amava para ele e isso era perfeito para Takasugi continuar a viver, se agarrar a uma vingança foi o melhor que pôde fazer. Porém, foi impedido por Katsura de acompanhar o andamento da inauguração. Ficou em casa por mais quatro meses, enquanto Katsura recebia respostas negativas atrás de um emprego em hospitais e clinicas. Até que finalmente conseguiu encontrar e isso contava somente dias para a inauguração de Kiheitai. Gintoki, em meio a isso tudo, não contatou os amigos por um bom tempo. Ninguém sabia onde estava trabalhando, somente sabiam onde morava e Takasugi enviou uma carta convidando-o para a Kiheitai. Não tinham esperanças de que ele aparecia, mas felizmente apareceu, e salvou o amigo.

- Katsura? Por favor, pare de chorar. – Takasugi implorou, não suportava vê-lo naquelas condições. Eles se conheciam muito bem, eram amigos de longa data, então quer mudança minuciosa no comportamento já poderia ser descoberta pelo outro. – Não precisa me contar... Eu já sei.

- Sabe? – Katsura limpou as lágrimas que deixaram rastros por seu rosto.

- E não vou morrer, não agora, não assim. Minha vingança contra ele ainda não terminou. – Takasugi parecia determinado, apesar de aparentar totalmente indefeso na frente da turma. Aliás, todos ainda esperavam pacientemente para entrarem no quarto definitivamente.  

- Desista dessa vingança, desista disso. Viva sua vida! – Katsura estava prestes a chorar novamente.

- Não vou me envolver com todo aquele lance de novo, não mesmo, mas eu preciso, eu preciso... – Takasugi tossiu e Katsura se assustou. Mil pensamentos passaram por sua cabeça das inúmeras doenças que ele poderia ter pegado naquele hospital. Apesar da limpeza, era possível que qualquer paciente fosse contaminado pela bactéria da tuberculose naquele hospital.

-É bom você prometer para ele, Takasugi. – Gintoki entrou na conversa, e se moveu até  os dois. Cruzou os braços e Shinsuke ficou perplexo, não acreditava, era Gintoki depois de quase um ano.

- Gin... Gintoki? O que esta fazendo aqui? – Takasugi quase levantou da cama onde estava.

- Pois é, quanto tempo. – Ele coça a cabeça e sorri de lado, uma de suas mãos estava no bolso da calça. – E como ta ai? Vaso ruim não quebra fácil, né?

- Ahhhh – Rei tentou se pronunciar no meio da reunião de amigos. – É agora que eu saio daqui ou... ?

- Você? O que voc...

- Vim ver você. Algum problema se preocupar pelo amigo de seu amigo? – Rei corta Takasugi se aproximando dos três. Sentiu-se um pouco deslocada, mas não importava. – Está bem? Makoto levou um tiro de raspão, mas eu soube que o seu foi direto no ombro.

- Que preocupação toda foi essa do nada? – Gintoki olhava para Rei com os olhos semiabertos enquanto cutucava o nariz com o mindinho e dava um leve sorrisinho.

- Além de WOMANIZER é um nojento, joga essa coisa pra lá. – Rei não ligou para o que Gintoki disse sobre estar preocupada. Não era lógico que deveria estar preocupada? Qualquer humano em sã consciência ficaria. Apesar de ela achar Takasugi um tanto quanto... Sexy. – Responda.

- É estou bem. Obrigado, eu acho. – Takasugi respondeu e antes de Gintoki e Rei pudessem ver a cara de Katsura, ele já tinha a limpado com a mão.

Sakamoto se aproximou e passou o braço pelos pescoços de Rei e Gintoki, e abaixou os dois para ficar quase da altura de Takasugi. O óculos-escuro de Sakamoto desceu um pouco e Rei pode ver os olhos azuis de Tatsuma. Ele começou a rir e finalmente disse:

- HEYA! TAKASUGI!

- Olá. – Takasugi respondeu friamente, mas Sakamoto não perdeu sua postura.

- É assim que você vai cumprimentar o amigo que ajudou sua empresa?

- Espere! – Rei estava um pouco deslocada. – Quem é você mesmo? E como assim ajudou?

Ele virou a cabeça para Rei e sorriu.

- Sakamoto, dono das empresas Kaientai. Ele financiou a adega de Takasugi. – Gintoki respondeu antes mesmo que Tatsuma pudesse dizer algo. Sakamoto se virou para Gintoki e riu.

- É isso mesmo, Kintoki! E agora, quando vamos a um karaokê mesmo? Ou a qualquer outro lugar para encher a cara e se divertir? Você ta convidada, mocinha!

- Mas eu nem te conheço.

- Quem se importa?

- Segue o roteiro. – Gintoki tirou o braço que o envolvia e se levantou.

- Estamos reunidos de novo, e vocês acabaram com a reputação que eu tinha com Rei. – Katsura estava com a mão cobrindo o rosto e balançava a cabeça.

- Pelo menos não foi com Makotoela... – Gintoki se aproximou de Rei, esperando que ela continuasse com sua brincadeira, e foi o que ela fez.

- Pensa que ainda não perdeu a namorada. – Rei já tinha saído do braço que envolvia ela e fazia praticamente a mesma expressão que Gintoki enquanto olhavam para Katsura.

- O que vocês estão falando? – Takasugi se intrometeu na conversa.

- De quem te salvou de tomar mais tiros, a Makoto, que esta no outro quarto. Mas não se preocupa... AH! Desculpa, você é super sem coração pra conseguir entender, ne? – Rei rebateu.

- Não é assim...

- Você quis me expulsar de sua adega! Voltei pra atormentar o próprio satanás.

- ELA É BOA, A GENTE VAI FICAR COM ESSA DAQUI! – Gintoki passou um de seus braços pelo pescoço de Rei e os dois riram da situação.



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