História Dívidas (BDSM) - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bdsm
Visualizações 83
Palavras 755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - 05.


Ficamos assistindo aquele filme uma meia hora e quando percebi ela ja estava dormindo escorada no meu ombro, pego ela no colo e levo ate o quarto, a deito na cama, arrumo as cobertas e a cubro. Fecho a janela e as cortinas, apago a luz e saio do quarto. Volto pra sala e desligo a tv. Arrumo a cozinha e sento na varanda fumando um cigarro, a nossa casa e rodeada por mata, isso me acalma, silencio e paz. O céu esta bem nublado e provavelmente vai chover, fodase isso tudo, preciso focar naquele imbecil que ta atrás dela, ninguem vai me tirar ela. A chuva começa cair, então fecho a casa e vou tomar banho, tomo um banho e deito na cama extremamente cansado em poucos minutos já tinha apagado. Acordo com Ana me chamando, puxando meu braço assustada, ainda com sono abro os olhos e olho pro celular são 3 da manhã "O que houve?" pergunto não entendendo porque ela não esta dormindo "To com medo dos trovões" meninas... dei uma risada e dei espaço para que ela deitasse do meu lado, ela se agarra em mim e como magica meu sono some "Me desculpa eu to com muito medo" ela diz assustada e tapando os ouvidos a cada trovão "Tudo bem Ana." ela deita no meu peito e eu a abraço sorrindo, nunca estive tao intimo assim como uma garota sem transar com ela "Você ainda não disse seu nome" me olhando ela perguntou e de fato eu não tinha dito "Lucas" nao é meu verdadeiro nome mas ja faz tanto tempo que não uso meu verdadeiro nome que nem faz mais sentido. Ela sorri e a cada trovão me agarra mais, eu sabia que aquele era meu limite. Eu não ia conseguir passar daquela noite, eu precisava transar com ela. Passei a mão em seus cabelos e disse "Você parece uma boneca" ela sorri e quando ia responder alguem bate a porta, isso é impossivel, quem poderia ser uma hora dessa. Mando ela ficar onde esta, pego minha arma e vou ate a porta, a porta principal é de vidro e quando estou na sala ja posso ver quem esta lá fora, é um homem mas não sei quem é. 

Vou ate la e abro ele invade a casa e eu aponto a arma pra ele "Eu vou te encher de bala se você não me dizer quem é e o que quer aqui" Ana vem ate a sala, fica assustada com a cena "Volta pro quarto Ana" o homem mostra um destintivo e outros homens entram na casa "Eu sou o delegado Eduardo e esses são meus policiais da 23 DP o senhor esta preso por sequestro e carcere privado" começo rir e abaixo a arma, vou ate o sofá me sento e continuo rindo "Você sabe quem eu sou? Você não pode me prender seu delegadinho de merda" ele se aproxima com uma algema e pega meu braço eu tento me soltar mas os outros otários ajudam ele e agora eu estou algemado, eu não consigo entender como eles me acharam, eu nunca fui pego isso é novo pra mim. Ana se desespera e tem uma atitude que deixa eles impressionados, ela vem ate mim e me abraça, não posso abraca-la de volta porque estou com as mãos para trás "Vai ficar tudo bem, eu vou resolver isso em minutos" falo tentando tranquilizar a minha princesa "E você menina, vem comigo, vai direto pro conselho tutelar" "Ah que ótimo, vocês vão tirar ela de uma casa como a minha, com todo o conforto do mundo para leva-la ao conselho que certamente ira devolve-la ao pai alcoólatra" o delegadinho chega perto do meu rosto e responde me olhando aparentemente irritado "Não me ensine a trabalhar" "Alguem tem que ensinar, porque de fato você não sabe" "Voce tambem vai responder por desacato" "Eu não vou responder por nada" "Vamos fazer exames nela e se descobrirmos que você abusou dela você..." "ELE NAO FEZ NADA" Ana grita chorando ainda me abraçando, na frente do delegado e os policiais, ela enxuga as lagrimas e vai ate o delegado "Ele cuida de mim, e ele nunca fez nada de errado. Eu não quero ir embora e não quero que ele va" O delegado me olha com raiva, eu sorrio para ele. Esse é um momento sublime, ela me defendendo e chorando... ela é tao linda e tao inocente como ela ainda não percebeu o que eu quero. Eu estou achando tudo isso hilário.


Notas Finais


cara, como ele descobriu meu endereço?


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