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História Divided - Capítulo 13


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Notas do Autor


O capítulo ficou maior do que eu esperava mas espero que vocês gostem :)

Boa leitura

Capítulo 13 - De volta ao jogo


Daniel andava pela cidade, distraído em seus pensamentos. Depois de tudo o que viu, nem parecia que aquelas pessoas eram Granims. Não sabia como agir, estava contra uma parede. Ao passar o sinal verde, continuou andando despreocupadamente, passando em frente a um pequeno beco. De repente sua perna foi puxada por algo e ele caiu, logo sendo arrastado para a escuridão do beco.

Buscou rapidamente o machado em seu bolso, mas as mãos da pessoa seguraram as suas.

- Ei! Ei! Ei! Sou eu, Invader. - Disse a voz.

Logo a visão de Daniel se adaptou ao lugar.

- Você? O que está fazendo aqui? Não, não, não. Por que você me puxou? Ficou maluca?

- Eu não vi outra alternativa de falar com você. - Ela puxou sua mão, lhe ajudando a levantar. - Não atende minhas ligações e nem lê minhas mensagens.

- Vai me dizer que nunca te ignoraram.

- Depende. Quando esse alguém é um garoto chorão que tenta bancar um homem é novidade.

- Eu vou ter que repetir pela milésima vez?! Eu não quero mais fazer parte disso. Encerrou nossa parceria. - Ele lhe deu as costas e seguiu seu caminho mas foi puxado pela garota.

- Encerrar uma ova! Não tem como fugir do que se meteu. Não entendeu ainda? Você é uma coisa que muitos acreditam ser impossível e uma das únicas coisas que pode consertar tudo!

- Consertar o que? Os Granins? Peça ajuda a DCG, eles recebem pra isso.

Ela bufou.

- Olha Daniel, estou sendo paciente com você. Eu sei que você teve um choque ao descobrir sobre a sua amiga de infância, mas nunca mais me mande pedir ajuda daqueles idiotas ou eu quebro a sua cara!

- Grande apoio, parceira. - Ele disse a última palavra de forma arrastada propositalmente. Tal detalhe não passou despercebido por ela.

- Tá bom, Daniel. Quer saber? Esfria a cabeça, pensa mais. Você tem uma noite com os amigos hoje, não tem? Então vai lá e relaxe, depois conversaremos e decidiremos tudo.

- Okay. E por favor. Para de ficar espionando aonde eu for.

- Tá bom.

- Até mais.

Daniel seguiu seu caminho de volta para casa.

O relógio indicava exatamente 7:00 horas quando saiu de casa. Estava vestido casualmente, com uma mochila nas costas, levava algumas roupas e o videogame. Esperava ter a chance de se distrair de toda essa bagunça. Depois de pegar um ônibus e andar um pouco, finalmente havia chegado na casa do Paul.

Esse tinha sido o local decidido por todos, especialmente por ser mais perto da escola.

Tocou a campainha e ouviu alguns passos atrás da porta até ser atendido.

- E aí maninho! - Ambos se cumprimentam com um toque.

- Fala, mano. Pronto pra se divertir a noite toda?

- Esperei por isso há muito tempo. Entre, mi casa és tu casa.

A casa estava limpa, tinha paredes azuis e um grande tapete marrom no chão. Um cheiro vindo da cozinha invadia seu nariz. David estava mexendo no celular na poltrona.

- Fala mano. - Cumprimentou David.

- E aí, cara. - Daniel sentou no sofá junto com Paul.

- Cadê o precioso? - Perguntou Paul.

- Está bem... - Daniel revirava a mochila e retirou seu console de dentro dela. - Aqui!

- Oh yeah, baby! - Paul pegou o videogame. - Bendita seja Sony por um console tão primoroso.

- Prefiro o Xbox. - Disse David.

- Você tem um péssimo gosto para games meu caro. - Paul voltou sua atenção para o console. - É hoje que vamos botar essa belezinha pra funcionar!

- Se fritar meu PS4 juro que te mato!

- Relaxa, Daniel. Sei o que tô fazendo. - Paul se levantou e foi até a televisão.

- Espero mesmo que saiba. Se ele quebrar a Suzan me mata!

Claire saiu da cozinha e encostou em uma das paredes da sala. Estava de avental e seu cabelo ruivo preso.

- Ei Dan. - Ela sorriu. - Viu alguém do grupo enquanto estava vindo?

- Oi Claire. Não, não vi ninguém.

- Droga! Quando a Kelly chegar ela vai ver só. Aposto que ela tá se atrasando de propósito pra não ajudar a preparar a lasanha.

- O que mais você esperava de uma patricinha fútil igual a ela? - Perguntou Paul.

- Sabe Paul, as vezes eu odeio ter que concordar com você.

Depois de de preparar o console, Paul, Daniel e David sairam em grupo para comprar salgadinho, doces e refriferante. Nas sacolas tinha o suficiente para a noite inteira. Ao chegarem em casa foram logo se preparando para jogar. Os jogo da noite eram Naruto Storm 4, Call Of Duty Black Ops 3 e Mortal Kombat X.

O tempo passou e logo Kelly se chegou na casa, logo recebendo uma bronca da ruiva que se queixou por fazer o trabalho todo sozinha. Logo Ben também chegou e se juntou aos rapazes. Eram 21:00 hrs, Kelly, David e Claire conversavam alguma coisa no sofá enquanto Daniel, Paul e Ben se lutavam contra zumbis no Black Ops.

E logo a campainha tocou, Paul olhou confuso para todos e logo se levantou para abrir a porta. Ao abrir se deparou com a garota.

- ahm... Oi.

- Oi. - Ela sorriu.

- O que você tá fazendo aqui? Aliás, como descobriu onde moro?

- Ah a Claire me convidou. - Ela olha para dentro da casa e nota a ruiva. Ambas acenam uma para a outra.

- Chloe, você chegou! - Daniel quase engasga com o refrigerante que bebia. - Anda Paul, deixa ela entrar!

- Mas que...? - Daniel se pergunta.

- Você pode fugir do problemas mas os problemas vem atrás de você. - Diz Dante. - É meu caro, já podemos concluir que você está bem fudido.

Chloe passa pela porta e cumprimenta a todos. Sua presença logo chama a atenção de Daniel.

- Chloe, o que você tá fazendo aqui?

- Ué Daniel, Claire e eu somos amigas e ela me convidou para passar a noite aqui.

- Mas você nem faz parte do grupo!

Ben põe a mão sobre a barriga e logo sobe as escadas da casa, sumindo nos andares acima.

- Oh Daniel, sossega esse teu facho! Chloe é minha amiga e tem todo o direito de estar aqui! - Diz Claire.

- Bem... eu posso ir embora se quiserem.

- Bem, Paul você tem algo contra a Chloe estar aqui?

- Não. - Ele responde.

- Então pronto, você fica.

- Mas o Paul...

- O Paul é o responsável da casa e já que ele não tem nada contra ela estar aqui, então quem é você para se manisfestar?

- Claire, relaxa. - Diz David.

Ela suspira.

- Eu sei que ambos tem seus problemas mas será que podem esquecer isso e interagirem como pessoas civilizadas por uma noite? É pedir demais? - Claire olha para Chloe e depois Daniel.

- Como você mesma disse. Quem sou eu para me manifestar, não é mesmo? - Daniel levanta e vai para a cozinha com seu copo em mãos.

- É Rayes, a Claire te botou no bolso! - Kelly zomba.

- Cala a boca, Kelly! - Daniel grita. Ele deixa o copo em cima da mesa e abre a geladeira, tirando a garrafa de refrigerante dela. Chloe aparece na cozinha e pega um copo.

- Desculpa. Eu devia ter te contado.

- Você não me deve satisfações da sua vida.

- Mas são seus amigos! Eu acho que a Claire errou em não ter falado que me convidou. - Ela estende o copo de vidro em mãos para Daniel. Ele enche o objeto com refrigerante.

- Como eu já disse. - Ele guarda a garrafa na geladeira e pega o copo seu copo em cima da mesa. - Quem sou eu para me manifestar? - E volta para a sala.

Chloe segue a mesma direção de Daniel mas acaba levando um encontrão de Ben e ambos caem no chão.

- Meu Deus, Desculpa, desculpa, desculpa!

- Ei Ben, o que você tem? Enlouqueceu? - Pergunta Kelly.

- Eu só... eu só, quero pegar um ar! - Ele meio que grita as últimas três palavras. Ele ajuda Chloe a levantar. A mesma olha fixamente para ele. - E-eu volto logo! - E sai pela porta.

- Ele enlouqueceu de vez. - Kelly dá de ombros. Claire ajuda Chloe a limpar o refrigerante derramado no chão.

E assim a noite prosseguiu, eram 22:25 hrs quando Chloe se juntou a Paul e Daniel.

- O que estão jogando?

- Mortal Kombat X. - Responde Paul.

- Esse jogo é muito bom. Lembro de quando eu jogava ele no meu tempo livre.

- Você continuou jogando depois de ir embora? Achei que estava ocupada demais. - Disse Daniel.

- Aliás, Chloe. Onde você morava antes de voltar?

- Eu fui para Londres. Decidi que era hora de experimentar novos ares e além do mais recebi uma proposta de imtercâmbio. - Ela sorri só de lembrar.

- Esses novos ares significam esquecer amigos? Porque até onde sei eles viram passado. - O sorriso dela some.

- Deixa de ser chato, Daniel. Deve ter sido divertido.

- Sim foi. Tirando o fato de ser frio. - Ela observa o combate dos dois personagens na tela da tv. - Vejo que ainda sabe dominar um Scorpion, Daniel.

- Algumas coisas nunca mudam, não é Chloe?

- Realmente, lembro de quando eu te dava uma surra com o Sub-Zero no Armaggedon.

- Só porque eu deixava você ganhar. Eu sabia que se eu continuasse vencendo você ia ficar chorando no meu ouvido.

- Engraçado, não é bem assim que eu me lembrava. Eu sempre via você abrindo o berreiro quando o meu Sub-Zero botava seu Scorpion pra mamar.

Paul fez um "oh".

- É que eu tinha que atuar bem. Sabe como sãos os chorões, sempre tem que fazer parecer que conseguiram.

Claire botou sua atenção na discussão e ainda soltou um "se fosse eu não deixava".

- Se essa era a intenção então você conseguiu, já que sempre que perdia ficava gritando e chorando igual uma bichinha.

E todos na sala gritaram um "oh". E foi ai que perceberam que tinham virado o entretenimento do grupo.

- Então vamos jogar Chloe!

- Aceito! - Paul dá o controle para ela. Claire se levanta e vai até a cozinha.

Na tela de seleção de personagens, Daniel escolhe Scorpion em sua variação Infernal. Chloe ri de canto e escolhe Sub-Zero na sua variação Grão Mestre. Após o loading a luta se inicia na Floresta de Gelo. Daniel já inicia chamando um demônio para agarrar a perna do oponente e desfere uma sequência rápida de socos, fazendo o personagem sair do chão e terminando com um gancho. Chloe não se abala e Sub-Zero desfere uma bola de gelo que é desviada por um pulo de Scorpion e que lhe atinge uma voadora e logo quando ia lhe acertar outra sequência, tem seus golpes defendidos e leva um gancho de volta. Scorpion não recua e teleporta para trás do ninja azul mas é defendido e atacado, abrindo espaço para um combo com os machados de gelo. Daniel oensa rapido e e usa o "quebra-kombo" derrotando o oponente com um golpe depois.

Round 2, Sub-Zero salta e consegue alcançar e encurralar Scorpion em um combo, o levando para a parede. Daniel estava encurralado mas aproveita o delay dos golpes e teleporta gastando uma barra, logo imobilizando o oponente. A luta estava equilibrada mas o que decidiu a vitória foi o X-Ray de Sub-Zero. Agora no round 3, Daniel precisava ser rápido e cauteloso. Invoca um demônio que agarra o pé do rival e joga sua corrente, logo desferindo uma sequência e teleportando, com direito a gastar barras. Chloe não se intimidou e quando iria se atacado de novo, fez uma estátua de gelo que congelou o ninja amarelo, o que fez Daniel se desesperar e logo o pegou em um combo. As vidas estavam baixas, então Daniel ativou o X-Ray de Scorpion que rodopiou em direção de Sub-Zero mas foi defendido e por essa brecha foi derrotado.

- Que mentira! Isso foi roubado!

- Que nada! Você que se desesperou.

- Quero revanche!

E assim mais lutas aconteceram, para o azar de Daniel, Chloe saiu vitoriosa. Quando se deram conta já eram 23:40, ao voltarem sua atenção aos amigos perceberam que a maioria deles estavam bêbados devido e a causa disso era a garrafa de vinho caída no chão. Somente eles e Paul estavam sóbrios.

- Odeio quando isso acontece. - Disse Paul.

- Ai, ai. Eu vou comer, depois a gente joga mais Daniel.

- Tá bom.

Ben volta até a casa, ele olhava para todos os lado frenéticamente. Paul se levanta e vai até ele.

- Ei Ben. Você está bem?

- Tô. - Sua voz era rouca demais. - Eu só... só quero tomar um banho.

- Tem certeza mano? Você não parece bem. - Paul põe a mão no ombro do amigo.

- Eu já disse que tô bem! - Ben tira a mão dele, a apertando com muita força. Paul grita e logo cai no chão. - Me... me desculpa.

Ben corre escada acima e Daniel vai até Paul.

- Meu Deus! Você tá bem?

- Tô! Ele enlouqueceu?

- Eu sei lá mas já vou descobrir.

Daniel sobe as escadas e se depara com o corredor com 3 portas. A primeira o quarto da mãe de Paul, estava vazio. A segunda o quarto do próprio, também vazio. O terceiro e último, o banheiro estava trancado.

- Ben abra essa porta! - Bateu na porta com força.

- Vai embora Rayes! Eu não tô bem!

- Me deixa te ajudar! Vamos, abra logo!

- VAI EMBORA PORRA! Você já tá me irritando!

- Vai se fuder Ben! - Daniel pega o cilindro de seu bolso e o mesmo se estica, como uma espécie de bastão. Daniel bate na maçaneta até a mesma quebrar e a porta abrir. - Mas que...

Bem pula em cima de Daniel e desfere vários socos, o mesmo deixa o bastão cair ao seu lado. Daniel consegue inverter as posicões e segura os seus braços e quando vê, seus dentes estavam transformados e olhos estavam animalescos. Ben se solta, pega Daniel pelo rosto e o joga de cabeça no chão voltando a socá-lo e logo morde seu ombro, fazendo Daniel gritar.

O bastão estava ao seu lado e esticou seu braço para pegá-lo, a dor estava forte e isso o atrapalhava. Já conseguia sentir o sangue escorrer de seu braço quando chutaram o rosto de Ben, o agarram pelo pescoço e o jogaram contra o banheiro.

- Você tá bem, Daniel? - Perguntou Chloe.

- Meu ombro... doi demais!

Ben se recompõe e se joga em cima de Chloe mas a mesma o segura pela cabeça.

- Se controla seu maluco! Eu tô tentando ajudar! - Ela olha para Daniel. - Daniel, preciso que segure ele! Eu tenho algo que vai ajudar!

- Droga! - Daniel se levanta, pega o cilindro e dá com tudo na barriga de Ben. O garoto recua e o Dividido o prensa contra a parede com o cimindro em sua boca. - Seja rápida, Chloe!

Chloe desce as escadas rápidamente. Ben arranhava a barriga de Daniel que já não resistia mais. Até que ela voltou com algo em mãos.

- Tira isso da boca dele!

- O que?!

- Confia em mim! No três! 1, 2, 3! - Daniel recua e Chloe enfia a mão na boca de Ben. O garoto se debate mas logo vai se acalmando aos poucos até desmaiar no piso do banheiro.

- O que... foi isso que você fez?

- Eu dei Lûmia à ele. Sempre levo na mochila caso precise.

- Então ele...?

- Tenho certeza que ele não come a algum tempo. É isso o que acontece quando não se come, perde a sanidade e ataca qualquer um que aparecer.

- Isso não faz sentido! Nós não somos comida!

- Acha que ele liga?! Olha pra ele, Daniel. Está sem controle de si mesmo. Ele teve sorte de eu ter vindo.

- Eu teria o impedido.

- Como?! Matando seu amigo? Teria coragem para fazer isso?! - Daniel baixa a cabeça. - Anda, me ajuda a levar ele pra cama.

Daniel o carrega pelas pernas enquanto Chloe o carrega pelos braços e juntos eles o levam até a cama da mãe de Paul, onde ele dorme tranquilamente.

- Como vai seu ombro? Vai ficar uma cicatriz feia.

- É só eu me transformar que vai passar.

- Não aqui, né?

- Óbviamente. - Eles sorriem e Chloe beija sua bochecha.

- Eu não sei o que faria se ele tivesse te matado. Acho que eu teria...

- Ei, você não perderia o controle. Relaxa. - Ela sorri. - Vem, vamos embora.

Ambos saem do quarto e Daniel fecha a porta, logo dando de cara com Paul.

- Ahm... você dois estavam...?

- Não, não! Nós só estavamos pondo o Ben pra dormir. - Diz Chloe.

- Ah sim. Espero que ele fique melhor. A cama da minha mãe é confortável então ele vai gostar.

- Onde está sua mãe?

- Provavelmente está transando com o namorado novo agora. Bem, vou indo. Boa noite.

- Não vai passar a noite com o pessoal? - Pergunta Daniel.

- A não ser que façam uma orgia, então não. Odeio bêbados. - Paul entra em seu quarto.

- Então... pensa nisso tudo. Granins podem ser perigosos mas não tem culpa quando agem por comida. Nós perdemos a consciência e quando voltamso a ter sanidade, vemos coisas que não gostariámos de ver. No fundo, tanto humanos e Granins são iguais...

Daniel correu igual louco até chegar no café, bateu freneticamente na porta que logo se abriu. Correu pela cozinha até chegar na escada e invadir o local.

- Que porra você acha que está fazendo, Rayes? Me ligando a essa hora da madrugada!

- Me poupe disso tudo. Você viu o que aconteceu? Ben é um Granim!

- Surpreso? Sempre é um choque descobrir quem é ou não é humano.

- E ele tentou me matar! Ele agia como um... animal. - A garota olhou curiosa para ele. - Se é assim que Granins ficam quando estão sem comer, imagina se todo o Lûmia acaba ou quando estão sem nada para comer. Deve ser horrível quando sua sobrevivência depende de filhos da puta que querem lucrar em cima de você a todo custo.

- Bem, você definiu o capitalismo.

- Sim mas para Granins deve ser ainda pior. - Ele se curva e fica na altura da garota, a olhando nos olhos. - Invader, vamos continuar com a nossa parceria e vamos destruir esses malditos que tem mortes de humanos e Granins nas costas. A partir de hoje, todo nosso esforço vai valer a pena!


Notas Finais


Queria jogar MK ;-;


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